Questões de Concurso Sobre epidemiologia e saúde coletiva em saúde pública

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Q1707869 Saúde Pública
Com relação à Portaria n.º 1.271/2014 do Ministério da Saúde, julgue o item.

São exemplos de epizootia a febre amarela, a dengue, a febre do Mayaro, a febre oropouche, a chikungunya e as encefalites equinas.
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Q1707868 Saúde Pública
Com relação à Portaria n.º 1.271/2014 do Ministério da Saúde, julgue o item.

A doença ou morte de grupo de animais que possa apresentar riscos à saúde pública é conhecida como epizootia.
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Q1706781 Saúde Pública
No campo da saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. O conjunto de ações dedicadas às interferências dos ambientes físico, psicológico e social na saúde, é denominado:
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Q1706279 Saúde Pública
Acerca da humanização dos processos de trabalho em saúde, quando em um contexto de saúde se integra a equipe de trabalhadores da saúde de diferentes áreas na busca de um cuidado e tratamento de acordo com cada caso, com a criação de vínculo com o usuário, e o risco do indivíduo são considerados, e o diagnóstico é feito não só pelo saber dos especialistas clínicos, mas também leva em conta a história de quem está sendo cuidado, de modo a possibilitar decisões compartilhadas e compromissadas, podemos dizer que está sendo aplicado o conceito de
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Q1691701 Saúde Pública
Nas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), o Câncer merece atenção devido a mudanças nas taxas de mortalidade.
Analise as afirmativas abaixo sobre essas taxas de mortalidade:
1. Análise de tendência da mortalidade indica que, entre homens, as taxas ajustadas por idade segundo a população-padrão mundial por câncer de pulmão, próstata e colorretal estão aumentando.
2. As taxas de mortalidade de câncer de estômago e outras doenças crônicas Diabetes Respiratórias Câncer Cardiovasculares estão diminuindo.
3. Nas mulheres, as taxas de mortalidade por câncer de mama, pulmão e colorretal aumentaram enquanto as de câncer do colo do útero e do estômago diminuíram.
4. A tendência do câncer de pulmão em homens em idades mais jovens até 59 anos é declinante, ao passo que, para homens e mulheres com 60 anos e mais, a tendência é de aumento, o que já pode ser reflexo da diminuição do tabagismo em homens a partir das últimas décadas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Q1687426 Saúde Pública
Para efeitos de registro nas bases de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informações Hospitalares (SIH), os acidentes e as violências são incluídos na categoria denominada causas externas, definição atribuída no capítulo XX da 10ª Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças Relacionadas à Saúde (CID-10), que abarca tanto os eventos acidentais quanto as causas violentas. Observa-se que a criança, em seu processo natural de crescimento e desenvolvimento e com seu comportamento exploratório, enfrenta situações que podem colocar em risco a sua integridade. Tais situações ocorrem conforme a fase do desenvolvimento da criança, o sexo e a faixa etária (BRASIL, 2012). Sobre esse tema avalie as proposições abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
I. Crianças menores de 2 anos estão sujeitas a riscos impostos por terceiros, como queimaduras, intoxicações, colisão de automóvel e quedas.
II. Pode-se afirmar que crianças pré-escolares (de 2 a 6 anos) sofrem mais de queda de bicicleta, traumatismos dentários e ferimentos com armas de fogo.
III. De acordo com BLANK (2005) e WAKSMAN (2007), os meninos estão mais propensos a sofrer acidentes do que as meninas
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Q1687153 Saúde Pública
As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) são a causa principal de mortalidade e de incapacidade prematura na maioria dos países de nosso continente, incluindo o Brasil.
Destas, o grupo das doenças de maior impacto para a saúde pública são:
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Q1685342 Saúde Pública
A Epidemia do COVID 19 detectada em meados do início de 2020 vem trazendo repercussões graves no que tange a Saúde Pública e a Economia Global. Em relação a esta doença está incorreto dizer:
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Q1685341 Saúde Pública

A Vigilância em Saúde é responsável por ações de vigilância, prevenção e controle de doenças transmissíveis, pela vigilância de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, saúde ambiental e do trabalhador e também pela análise de situação de saúde da população brasileira. A lei orgânica da Saúde sobre a diferenciação dos termos relacionados a vigilância sanitária e Vigilância epidemiológica descritos na lei 8080/1990, pode-se afirmar que:


I - Análise de dados sobre ocorrência de doenças e sua distribuição geográfica é papel exclusivo da Vigilância Sanitária.

II - Análise de dados sobre os grupos populacionais de risco a contrair determinada doença é papel da vigilância sanitária.

III - As ações que previnem os riscos à saúde é papel da vigilância sanitária.

IV - As ações de fiscalização sobre os bens que se relacionam diretamente com a saúde da população é papel da vigilância epidemiológica.


Marque a alternativa que contém a afirmativa correta:

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Q1678564 Saúde Pública
A informação para a vigilância epidemiológica destina-se à tomada de decisões – informação para a ação. A notificação é a principal fonte para obter essas informações e esta caracteriza-se pela comunicação da ocorrência de determinada doença:
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Q1671850 Saúde Pública
Assinale a alternativa que não apresenta uma doença de notificação compulsória.
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Q1671847 Saúde Pública

Julgue os itens abaixo: 


I. A vigilância como instrumento de saúde pública deve ser entendida como um pré-requisito para a elaboração de programas de saúde e um instrumento para avaliação do seu impacto.

II. Os sistemas de vigilância devem ser úteis também para a identificação dos fatores de risco e das populações vulneráveis à exposição de risco, de forma a tornar mais efetivas as medidas de controle.

III. Cada sistema de vigilância será responsável pelo acompanhamento contínuo dos eventos mais frequentes, adversos à saúde, com o objetivo de estabelecer as bases técnicas, assim como as normas para a elaboração e implementação dos respectivos programas de controle.

IV. A vigilância necessita ser adequada ao nível de complexidade e grau de desenvolvimento tecnológico dos sistemas de saúde em que será implantada;


Assinale a alternativa CORRETA:

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Q3863941 Saúde Pública
O quadro a seguir apresenta os dados sobre a mortalidade nas capitais brasileiras por COVID-19 e a população que vive com menos de US$ 5,5 por dia, faixa que define a linha da pobreza, segundo o Banco Mundial.


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas informações do quadro apresentado, assinale a alternativa correta.
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Q3863930 Saúde Pública
Uma menina com 13 anos de idade comparece à Unidade Básica de Saúde acompanhada da mãe para consulta de rotina. A paciente tem um irmão de 11 anos de idade. Ao exame físico, não foram observadas alterações dignas de nota. Ao verificar o cartão de vacinação, constatou-se que a adolescente não havia sido vacinada contra o HPV.
Nesse caso, o profissional de saúde deve
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Q1913544 Saúde Pública

Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)

Por LIMA, 2020 (trecho de artigo adaptado).


O diagnóstico definitivo do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). O diagnóstico laboratorial para identificação do vírus é realizado por meio das técnicas de proteína C reativa em tempo real e sequenciamento parcial ou total do genoma viral. Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado broncoalveolar). Para confirmar a doença, é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. Os casos graves devem ser encaminhados a um hospital de referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela atenção primária em saúde e instituídas medidas de precaução domiciliar (1).

O espectro clínico da infecção por coronavírus é muito amplo, podendo variar de um simples resfriado até uma pneumonia grave. O quadro clínico inicial da doença é caracterizado como uma síndrome gripal. As pessoas com COVID-19 geralmente desenvolvem sinais e sintomas, incluindo problemas respiratórios leves e febre persistente, em média de 5 a 6 dias após a infecção (período médio de incubação de 5 a 6 dias, intervalo de 1 a 14 dias). A febre é persistente, ao contrário do descenso observado nos casos de influenza (1,3). A febre pode não estar presente em alguns casos, como, por exemplo, em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou em algumas situações que possam ter utilizado medicamento antitérmico (1). A doença em crianças parece ser relativamente rara e leve, com aproximadamente 2,4% do total de casos notificados entre indivíduos com menos de 19 anos. Uma proporção muito pequena de menores de 19 anos desenvolveu doença grave (2,5%) ou crítica (0,2%) (1,3).

De acordo com o Protocolo de Manejo Clínico para o Novo Coronavírus, publicado pelo Ministério da Saúde (1) em fevereiro deste ano, na avaliação dos primeiros 99 pacientes internados com pneumonia e diagnóstico laboratorial de COVID-19 no hospital de Wuhan observou-se uma maior taxa de hospitalização em maiores de 50 anos e do sexo masculino. Os principais sintomas foram febre (83%), tosse (82%), dispneia (31%), mialgia (11%), confusão mental (9%), cefaleia (8%), dor de garganta (5%), rinorreia (4%), dor torácica (2%), diarreia (2%) e náuseas e vômitos (1%). Também houve registros de linfopenia em outro estudo realizado com 41 pacientes diagnosticados com COVID-19.

(LIMA, Claudio Márcio Amaral de Oliveira. Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19). Radiol. Bras., São Paulo, v. 53, n. 2, p. V-VI, Apr. 2020.) 

Leia o texto 'Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. O texto procura destacar que, na coleta de material para a detecção do novo coronavírus, orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado broncoalveolar). 

II. Uma das ideias presentes no texto é a de que o quadro clínico inicial da doença causada pelo novo coronavírus é caracterizado como uma síndrome gripal aguda, de início insidioso e frequentemente acompanhada de lacrimejamento, dor nos olhos, visão borrada, inchaço nos olhos, vermelhidão dos olhos, dor de cabeça e coceira nos olhos.

III. O texto procura deixar claro para o leitor que as pessoas com COVID-19 geralmente apresentam sinais e sintomas, incluindo problemas respiratórios leves e febre persistente, que se desenvolvem em média de 25 a 31 dias após a infecção.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1913543 Saúde Pública

Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)

Por LIMA, 2020 (trecho de artigo adaptado).


O diagnóstico definitivo do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). O diagnóstico laboratorial para identificação do vírus é realizado por meio das técnicas de proteína C reativa em tempo real e sequenciamento parcial ou total do genoma viral. Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado broncoalveolar). Para confirmar a doença, é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. Os casos graves devem ser encaminhados a um hospital de referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela atenção primária em saúde e instituídas medidas de precaução domiciliar (1).

O espectro clínico da infecção por coronavírus é muito amplo, podendo variar de um simples resfriado até uma pneumonia grave. O quadro clínico inicial da doença é caracterizado como uma síndrome gripal. As pessoas com COVID-19 geralmente desenvolvem sinais e sintomas, incluindo problemas respiratórios leves e febre persistente, em média de 5 a 6 dias após a infecção (período médio de incubação de 5 a 6 dias, intervalo de 1 a 14 dias). A febre é persistente, ao contrário do descenso observado nos casos de influenza (1,3). A febre pode não estar presente em alguns casos, como, por exemplo, em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou em algumas situações que possam ter utilizado medicamento antitérmico (1). A doença em crianças parece ser relativamente rara e leve, com aproximadamente 2,4% do total de casos notificados entre indivíduos com menos de 19 anos. Uma proporção muito pequena de menores de 19 anos desenvolveu doença grave (2,5%) ou crítica (0,2%) (1,3).

De acordo com o Protocolo de Manejo Clínico para o Novo Coronavírus, publicado pelo Ministério da Saúde (1) em fevereiro deste ano, na avaliação dos primeiros 99 pacientes internados com pneumonia e diagnóstico laboratorial de COVID-19 no hospital de Wuhan observou-se uma maior taxa de hospitalização em maiores de 50 anos e do sexo masculino. Os principais sintomas foram febre (83%), tosse (82%), dispneia (31%), mialgia (11%), confusão mental (9%), cefaleia (8%), dor de garganta (5%), rinorreia (4%), dor torácica (2%), diarreia (2%) e náuseas e vômitos (1%). Também houve registros de linfopenia em outro estudo realizado com 41 pacientes diagnosticados com COVID-19.

(LIMA, Claudio Márcio Amaral de Oliveira. Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19). Radiol. Bras., São Paulo, v. 53, n. 2, p. V-VI, Apr. 2020.) 

Leia o texto 'Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. O texto sugere que o diagnóstico definitivo do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios, por meio da aspiração de vias aéreas ou indução de escarro.

II. Após a análise do texto, é possível concluir que a febre causada pelo novo coronavírus pode não estar presente em alguns casos, sendo mais frequente em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou em algumas situações que possam ter utilizado medicamento antitérmico.

III. O texto leva o leitor a inferir que, para confirmar a doença causada pelo novo coronavírus, é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral.


Marque a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q1913542 Saúde Pública

Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)

Por LIMA, 2020 (trecho de artigo adaptado).


O diagnóstico definitivo do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). O diagnóstico laboratorial para identificação do vírus é realizado por meio das técnicas de proteína C reativa em tempo real e sequenciamento parcial ou total do genoma viral. Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado broncoalveolar). Para confirmar a doença, é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. Os casos graves devem ser encaminhados a um hospital de referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela atenção primária em saúde e instituídas medidas de precaução domiciliar (1).

O espectro clínico da infecção por coronavírus é muito amplo, podendo variar de um simples resfriado até uma pneumonia grave. O quadro clínico inicial da doença é caracterizado como uma síndrome gripal. As pessoas com COVID-19 geralmente desenvolvem sinais e sintomas, incluindo problemas respiratórios leves e febre persistente, em média de 5 a 6 dias após a infecção (período médio de incubação de 5 a 6 dias, intervalo de 1 a 14 dias). A febre é persistente, ao contrário do descenso observado nos casos de influenza (1,3). A febre pode não estar presente em alguns casos, como, por exemplo, em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou em algumas situações que possam ter utilizado medicamento antitérmico (1). A doença em crianças parece ser relativamente rara e leve, com aproximadamente 2,4% do total de casos notificados entre indivíduos com menos de 19 anos. Uma proporção muito pequena de menores de 19 anos desenvolveu doença grave (2,5%) ou crítica (0,2%) (1,3).

De acordo com o Protocolo de Manejo Clínico para o Novo Coronavírus, publicado pelo Ministério da Saúde (1) em fevereiro deste ano, na avaliação dos primeiros 99 pacientes internados com pneumonia e diagnóstico laboratorial de COVID-19 no hospital de Wuhan observou-se uma maior taxa de hospitalização em maiores de 50 anos e do sexo masculino. Os principais sintomas foram febre (83%), tosse (82%), dispneia (31%), mialgia (11%), confusão mental (9%), cefaleia (8%), dor de garganta (5%), rinorreia (4%), dor torácica (2%), diarreia (2%) e náuseas e vômitos (1%). Também houve registros de linfopenia em outro estudo realizado com 41 pacientes diagnosticados com COVID-19.

(LIMA, Claudio Márcio Amaral de Oliveira. Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19). Radiol. Bras., São Paulo, v. 53, n. 2, p. V-VI, Apr. 2020.) 

Leia o texto 'Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. O texto leva o leitor a concluir que os casos leves de infecção pelo novo coronavírus devem ser acompanhados pela atenção primária em saúde, assim como devem ser instituídas medidas de precaução domiciliar.

II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que o espectro clínico da infecção por coronavírus é muito amplo, podendo variar de um simples resfriado até uma pneumonia grave.

III. As informações presentes no texto permitem inferir que a doença causada pelo novo coronavírus em crianças parece ser bastante frequente e grave, com aproximadamente 24% do total de casos notificados entre indivíduos com menos de 19 anos.


Marque a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q1913541 Saúde Pública

Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)

Por LIMA, 2020 (trecho de artigo adaptado).


O diagnóstico definitivo do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). O diagnóstico laboratorial para identificação do vírus é realizado por meio das técnicas de proteína C reativa em tempo real e sequenciamento parcial ou total do genoma viral. Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado broncoalveolar). Para confirmar a doença, é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. Os casos graves devem ser encaminhados a um hospital de referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela atenção primária em saúde e instituídas medidas de precaução domiciliar (1).

O espectro clínico da infecção por coronavírus é muito amplo, podendo variar de um simples resfriado até uma pneumonia grave. O quadro clínico inicial da doença é caracterizado como uma síndrome gripal. As pessoas com COVID-19 geralmente desenvolvem sinais e sintomas, incluindo problemas respiratórios leves e febre persistente, em média de 5 a 6 dias após a infecção (período médio de incubação de 5 a 6 dias, intervalo de 1 a 14 dias). A febre é persistente, ao contrário do descenso observado nos casos de influenza (1,3). A febre pode não estar presente em alguns casos, como, por exemplo, em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou em algumas situações que possam ter utilizado medicamento antitérmico (1). A doença em crianças parece ser relativamente rara e leve, com aproximadamente 2,4% do total de casos notificados entre indivíduos com menos de 19 anos. Uma proporção muito pequena de menores de 19 anos desenvolveu doença grave (2,5%) ou crítica (0,2%) (1,3).

De acordo com o Protocolo de Manejo Clínico para o Novo Coronavírus, publicado pelo Ministério da Saúde (1) em fevereiro deste ano, na avaliação dos primeiros 99 pacientes internados com pneumonia e diagnóstico laboratorial de COVID-19 no hospital de Wuhan observou-se uma maior taxa de hospitalização em maiores de 50 anos e do sexo masculino. Os principais sintomas foram febre (83%), tosse (82%), dispneia (31%), mialgia (11%), confusão mental (9%), cefaleia (8%), dor de garganta (5%), rinorreia (4%), dor torácica (2%), diarreia (2%) e náuseas e vômitos (1%). Também houve registros de linfopenia em outro estudo realizado com 41 pacientes diagnosticados com COVID-19.

(LIMA, Claudio Márcio Amaral de Oliveira. Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19). Radiol. Bras., São Paulo, v. 53, n. 2, p. V-VI, Apr. 2020.) 

Leia o texto 'Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. O diagnóstico laboratorial para a identificação do novo coronavírus é realizado por meio das técnicas de proteína C reativa em tempo real e sequenciamento parcial ou total do genoma viral, conforme sugere o texto.

II. Após a análise do texto, é possível inferir que a febre causada pelo novo coronavírus é persistente, podendo durar vários dias de forma ininterrupta, assim como observado nos casos de influenza.

III. O texto leva o leitor a entender que os casos graves de infecção pelo novo coronavírus devem ser encaminhados a um hospital de referência para isolamento e tratamento.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1913540 Saúde Pública

Hanseníase no Brasil

Por ARAUJO, 2003 (trecho de artigo adaptado).


Embora a hanseníase hoje se mantenha nos países mais pobres e nos estratos de população menos favorecidos, não se sabe ao certo o peso de variáveis como moradia, estado nutricional, infecções concomitantes (HIV e malária), e infecções prévias por outras micobactérias na incidência dessa doença na população. O papel de fatores genéticos na infecção da hanseníase tem sido avaliado há muito tempo. A distribuição da doença em conglomerados, famílias ou comunidades com antecedentes genéticos comuns sugere esta possibilidade (10-11). A destruição ou a multiplicação do bacilo da hanseníase no interior dos macrófagos podem ser determinadas por mecanismos imunológicos que envolvem a apresentação do antígeno (complexo MHC) e pelo antígeno de histocompatibilidade HLA, ambos geneticamente determinados. A hanseníase, na forma tuberculóide, predomina no fenótipo HLA-DR2 e HLA-DR3, padrão de não suscetibilidade à doença; na hanseníase virchowiana e dimorfo-virchowiana, predomina o fenótipo HLA-DQ1, relacionado à suscetibilidade (2).

A prevalência da hanseníase (casos em registro) tem declinado no mundo e a meta de eliminação vem sendo alcançada em vários países. O número de casos novos registrados no ano tem se mantido estável, mostrando que muitos novos casos irão surgir nos próximos anos. Outro aspecto que preocupa é a prevalência oculta, definida como os casos novos esperados que não estão sendo diagnosticados ou o são tardiamente. Enquanto a doença se torna mais rara em alguns países ou regiões, quinze países com mais de 1 milhão de habitantes foram considerados endêmicos pela Organização Mundial da Saúde, ao final de 2000. No mundo, existiam 597.232 casos registrados, e foram diagnosticados 719.330 casos novos. O Brasil detém o segundo lugar no mundo, em número absoluto de casos (77.676 casos - 4,6/10.000) e índice de detecção considerado muito alto (2,41/10.000 – 41.070 casos novos). Contudo, acredita-se que a eliminação possa ser alcançada até o ano 2005, pois os estados que têm possibilidade de alcançar a meta em curto e médio prazos têm no seu registro 48% dos doentes, detectam 46% dos casos novos e concentram 80% da população brasileira (5,12).

(ARAUJO, Marcelo Grossi. Hanseníase no Brasil. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., Uberaba, v. 36, n. 3, p. 373-382, June 2003.)

Leia o texto 'Hanseníase no Brasil' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. As informações presentes no texto permitem inferir que a hanseníase hoje se mantém nos países mais pobres e nos estratos de população menos favorecidos.

II. O número de casos novos de hanseníase registrados no ano tem sido crescente, comprovando a existência de uma correção direta entre a genética e a infecção por hanseníase, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

III. Uma ideia que fica clara para o leitor do texto é a de que o doente de hanseníase deve buscar os serviços públicos de saúde seis meses após identificar os primeiros sintomas.


Marque a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q1913539 Saúde Pública

Hanseníase no Brasil

Por ARAUJO, 2003 (trecho de artigo adaptado).


Embora a hanseníase hoje se mantenha nos países mais pobres e nos estratos de população menos favorecidos, não se sabe ao certo o peso de variáveis como moradia, estado nutricional, infecções concomitantes (HIV e malária), e infecções prévias por outras micobactérias na incidência dessa doença na população. O papel de fatores genéticos na infecção da hanseníase tem sido avaliado há muito tempo. A distribuição da doença em conglomerados, famílias ou comunidades com antecedentes genéticos comuns sugere esta possibilidade (10-11). A destruição ou a multiplicação do bacilo da hanseníase no interior dos macrófagos podem ser determinadas por mecanismos imunológicos que envolvem a apresentação do antígeno (complexo MHC) e pelo antígeno de histocompatibilidade HLA, ambos geneticamente determinados. A hanseníase, na forma tuberculóide, predomina no fenótipo HLA-DR2 e HLA-DR3, padrão de não suscetibilidade à doença; na hanseníase virchowiana e dimorfo-virchowiana, predomina o fenótipo HLA-DQ1, relacionado à suscetibilidade (2).

A prevalência da hanseníase (casos em registro) tem declinado no mundo e a meta de eliminação vem sendo alcançada em vários países. O número de casos novos registrados no ano tem se mantido estável, mostrando que muitos novos casos irão surgir nos próximos anos. Outro aspecto que preocupa é a prevalência oculta, definida como os casos novos esperados que não estão sendo diagnosticados ou o são tardiamente. Enquanto a doença se torna mais rara em alguns países ou regiões, quinze países com mais de 1 milhão de habitantes foram considerados endêmicos pela Organização Mundial da Saúde, ao final de 2000. No mundo, existiam 597.232 casos registrados, e foram diagnosticados 719.330 casos novos. O Brasil detém o segundo lugar no mundo, em número absoluto de casos (77.676 casos - 4,6/10.000) e índice de detecção considerado muito alto (2,41/10.000 – 41.070 casos novos). Contudo, acredita-se que a eliminação possa ser alcançada até o ano 2005, pois os estados que têm possibilidade de alcançar a meta em curto e médio prazos têm no seu registro 48% dos doentes, detectam 46% dos casos novos e concentram 80% da população brasileira (5,12).

(ARAUJO, Marcelo Grossi. Hanseníase no Brasil. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., Uberaba, v. 36, n. 3, p. 373-382, June 2003.)

Leia o texto 'Hanseníase no Brasil' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que a hanseníase, na forma tuberculóide, predomina no fenótipo HLA-DR2 e HLA-DR3, padrão de não suscetibilidade à doença.

II. A prevalência da hanseníase tem aumentado progressivamente em todo o mundo e a meta de eliminação não vem sendo alcançada na maioria dos países, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.

III. O texto defende a ideia de que o tratamento da hanseníase apenas é eficaz quando realizado por antivirais a base de RNA restrito inverso.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
13261: C
13262: C
13263: C
13264: B
13265: A
13266: B
13267: C
13268: C
13269: C
13270: A
13271: A
13272: E
13273: C
13274: C
13275: B
13276: C
13277: C
13278: C
13279: B
13280: B