Questões de Concurso
Sobre epidemiologia e saúde coletiva em saúde pública
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Hanseníase no Brasil
Por ARAUJO, 2003 (trecho de artigo adaptado).
Embora a hanseníase hoje se mantenha nos países mais pobres e nos estratos de população menos favorecidos, não se sabe ao certo o peso de variáveis como moradia, estado nutricional, infecções concomitantes (HIV e malária), e infecções prévias por outras micobactérias na incidência dessa doença na população. O papel de fatores genéticos na infecção da hanseníase tem sido avaliado há muito tempo. A distribuição da doença em conglomerados, famílias ou comunidades com antecedentes genéticos comuns sugere esta possibilidade (10-11). A destruição ou a multiplicação do bacilo da hanseníase no interior dos macrófagos podem ser determinadas por mecanismos imunológicos que envolvem a apresentação do antígeno (complexo MHC) e pelo antígeno de histocompatibilidade HLA, ambos geneticamente determinados. A hanseníase, na forma tuberculóide, predomina no fenótipo HLA-DR2 e HLA-DR3, padrão de não suscetibilidade à doença; na hanseníase virchowiana e dimorfo-virchowiana, predomina o fenótipo HLA-DQ1, relacionado à suscetibilidade (2).
A prevalência da hanseníase (casos em registro) tem declinado no mundo e a meta de eliminação vem sendo alcançada em vários países. O número de casos novos registrados no ano tem se mantido estável, mostrando que muitos novos casos irão surgir nos próximos anos. Outro aspecto que preocupa é a prevalência oculta, definida como os casos novos esperados que não estão sendo diagnosticados ou o são tardiamente. Enquanto a doença se torna mais rara em alguns países ou regiões, quinze países com mais de 1 milhão de habitantes foram considerados endêmicos pela Organização Mundial da Saúde, ao final de 2000. No mundo, existiam 597.232 casos registrados, e foram diagnosticados 719.330 casos novos. O Brasil detém o segundo lugar no mundo, em número absoluto de casos (77.676 casos - 4,6/10.000) e índice de detecção considerado muito alto (2,41/10.000 – 41.070 casos novos). Contudo, acredita-se que a eliminação possa ser alcançada até o ano 2005, pois os estados que têm possibilidade de alcançar a meta em curto e médio prazos têm no seu registro 48% dos doentes, detectam 46% dos casos novos e concentram 80% da população brasileira (5,12).
(ARAUJO, Marcelo Grossi. Hanseníase no Brasil. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., Uberaba, v. 36, n. 3, p. 373-382, June 2003.)
Leia o texto 'Hanseníase no Brasil' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto menciona que, enquanto a hanseníase se torna mais rara em alguns países ou regiões, todos os países com mais de 1 milhão de habitantes foram considerados livres dessa doença pela Organização Mundial da Saúde, ao final de 2000.
II. As informações presentes no texto permitem concluir que a distribuição da hanseníase em conglomerados, em famílias ou em comunidades com antecedentes genéticos comuns sugere a possibilidade de que os fatores genéticos possam ter alguma influência na infecção da hanseníase.
III. Não se sabe ao certo o peso de variáveis como a moradia, o estado nutricional, as infecções concomitantes (HIV e malária), e as infecções prévias por outras micobactérias na incidência da hanseníase na população, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Hanseníase no Brasil
Por ARAUJO, 2003 (trecho de artigo adaptado).
Embora a hanseníase hoje se mantenha nos países mais pobres e nos estratos de população menos favorecidos, não se sabe ao certo o peso de variáveis como moradia, estado nutricional, infecções concomitantes (HIV e malária), e infecções prévias por outras micobactérias na incidência dessa doença na população. O papel de fatores genéticos na infecção da hanseníase tem sido avaliado há muito tempo. A distribuição da doença em conglomerados, famílias ou comunidades com antecedentes genéticos comuns sugere esta possibilidade (10-11). A destruição ou a multiplicação do bacilo da hanseníase no interior dos macrófagos podem ser determinadas por mecanismos imunológicos que envolvem a apresentação do antígeno (complexo MHC) e pelo antígeno de histocompatibilidade HLA, ambos geneticamente determinados. A hanseníase, na forma tuberculóide, predomina no fenótipo HLA-DR2 e HLA-DR3, padrão de não suscetibilidade à doença; na hanseníase virchowiana e dimorfo-virchowiana, predomina o fenótipo HLA-DQ1, relacionado à suscetibilidade (2).
A prevalência da hanseníase (casos em registro) tem declinado no mundo e a meta de eliminação vem sendo alcançada em vários países. O número de casos novos registrados no ano tem se mantido estável, mostrando que muitos novos casos irão surgir nos próximos anos. Outro aspecto que preocupa é a prevalência oculta, definida como os casos novos esperados que não estão sendo diagnosticados ou o são tardiamente. Enquanto a doença se torna mais rara em alguns países ou regiões, quinze países com mais de 1 milhão de habitantes foram considerados endêmicos pela Organização Mundial da Saúde, ao final de 2000. No mundo, existiam 597.232 casos registrados, e foram diagnosticados 719.330 casos novos. O Brasil detém o segundo lugar no mundo, em número absoluto de casos (77.676 casos - 4,6/10.000) e índice de detecção considerado muito alto (2,41/10.000 – 41.070 casos novos). Contudo, acredita-se que a eliminação possa ser alcançada até o ano 2005, pois os estados que têm possibilidade de alcançar a meta em curto e médio prazos têm no seu registro 48% dos doentes, detectam 46% dos casos novos e concentram 80% da população brasileira (5,12).
(ARAUJO, Marcelo Grossi. Hanseníase no Brasil. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., Uberaba, v. 36, n. 3, p. 373-382, June 2003.)
Leia o texto 'Hanseníase no Brasil' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O tratamento da hanseníase, de acordo com as informações do texto, depende de medicamentos que apenas estão disponíveis nos Estados Unidos ou na Europa.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que o tratamento da hanseníase inclui a administração de doses moderadas de radioterápicos a fim de combater os sintomas dessa doença.
III. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que a destruição ou a multiplicação do bacilo da hanseníase no interior dos macrófagos podem ser determinadas por mecanismos imunológicos que envolvem a apresentação do antígeno (complexo MHC) e pelo antígeno de histocompatibilidade HLA, ambos geneticamente determinados.
Marque a alternativa CORRETA:
Hanseníase no Brasil
Por ARAUJO, 2003 (trecho de artigo adaptado).
Embora a hanseníase hoje se mantenha nos países mais pobres e nos estratos de população menos favorecidos, não se sabe ao certo o peso de variáveis como moradia, estado nutricional, infecções concomitantes (HIV e malária), e infecções prévias por outras micobactérias na incidência dessa doença na população. O papel de fatores genéticos na infecção da hanseníase tem sido avaliado há muito tempo. A distribuição da doença em conglomerados, famílias ou comunidades com antecedentes genéticos comuns sugere esta possibilidade (10-11). A destruição ou a multiplicação do bacilo da hanseníase no interior dos macrófagos podem ser determinadas por mecanismos imunológicos que envolvem a apresentação do antígeno (complexo MHC) e pelo antígeno de histocompatibilidade HLA, ambos geneticamente determinados. A hanseníase, na forma tuberculóide, predomina no fenótipo HLA-DR2 e HLA-DR3, padrão de não suscetibilidade à doença; na hanseníase virchowiana e dimorfo-virchowiana, predomina o fenótipo HLA-DQ1, relacionado à suscetibilidade (2).
A prevalência da hanseníase (casos em registro) tem declinado no mundo e a meta de eliminação vem sendo alcançada em vários países. O número de casos novos registrados no ano tem se mantido estável, mostrando que muitos novos casos irão surgir nos próximos anos. Outro aspecto que preocupa é a prevalência oculta, definida como os casos novos esperados que não estão sendo diagnosticados ou o são tardiamente. Enquanto a doença se torna mais rara em alguns países ou regiões, quinze países com mais de 1 milhão de habitantes foram considerados endêmicos pela Organização Mundial da Saúde, ao final de 2000. No mundo, existiam 597.232 casos registrados, e foram diagnosticados 719.330 casos novos. O Brasil detém o segundo lugar no mundo, em número absoluto de casos (77.676 casos - 4,6/10.000) e índice de detecção considerado muito alto (2,41/10.000 – 41.070 casos novos). Contudo, acredita-se que a eliminação possa ser alcançada até o ano 2005, pois os estados que têm possibilidade de alcançar a meta em curto e médio prazos têm no seu registro 48% dos doentes, detectam 46% dos casos novos e concentram 80% da população brasileira (5,12).
(ARAUJO, Marcelo Grossi. Hanseníase no Brasil. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., Uberaba, v. 36, n. 3, p. 373-382, June 2003.)
Leia o texto 'Hanseníase no Brasil' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A prevalência oculta é definida como os casos novos de hanseníase que estão sendo diagnosticados rapidamente, antes que os primeiros sintomas se manifestem, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
II. Na hanseníase virchowiana e dimorfo-virchowiana, predomina o fenótipo CFC-NG1, relacionado à não suscetibilidade de infecções por RNA, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.
III. Dentre as ideias presentes no texto, está a de que os fatores econômicos e sociais, como o acesso à moradia digna e aos serviços de saneamento básicos, são determinantes para o aumento da infecção pelo patógeno da hanseníase.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Entre os fatores de risco extrínsecos que podem contribuir para o desenvolvimento de um câncer, incluem-se o uso de tabaco e álcool, hábitos alimentares inadequados, inatividade física, agentes infecciosos, radiação ultravioleta, exposições ocupacionais, poluição ambiental, radiação ionizante e alimentos contaminados.
II. O crescimento das células cancerosas é diferente do crescimento das células normais. As células cancerosas, ao invés de morrerem, continuam crescendo incontrolavelmente, formando outras novas células anormais.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. A UNACON é um Serviço de Alta Complexidade em Oncologia, no qual são atendidos pacientes com câncer. Para ser atendido na UNACON, é necessário o diagnóstico de câncer ou um exame que mostre alta suspeita, com encaminhamento médico. Para ser habilitado como UNACON, o estabelecimento de saúde deverá possuir no mínimo 21 (vinte e um) cirurgiões de cabeça e pescoço.
II. Uma grande parcela de todas as mortes por câncer pode ser evitada pela alimentação inadequada e pela obesidade. A alimentação influencia o risco de câncer em várias localidades, embora não possua relação com os cânceres de cólon, estômago, boca, esôfago e mama.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Para realizar um atendimento de qualidade, o servidor público pode indicar um local para o usuário dos serviços sentar-se enquanto aguarda o atendimento, quando for o caso.
II. Diante de um usuário dos serviços imperiosos, o servidor público deve buscar ajudar com habilidade e sem demonstrar ao usuário dos serviços insegurança ou pouco conhecimento do assunto.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Promover o atendimento cordial do usuário dos serviços e a defesa da imagem do serviço público são resultados esperados da atuação ética por parte dos servidores públicos.
II. É dever do servidor público utilizar uma linguagem grosseira e rica em gírias durante o atendimento aos usuários dos serviços.
Marque a alternativa CORRETA:
Ascaridíase
(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)
O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.
Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.
O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.
Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A.
lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando
completamente.
I. Uma das ideias presentes no texto é a de que as fêmeas de Ascaris lumbricoides são maiores e mais robustas que os machos.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que as larvas de Ascaris lumbricoides são expelidas pela epiderme, a partir de pequenos ferimentos e arranhões aos quais o indivíduo contaminado está sujeito.
Marque a alternativa CORRETA:
Ascaridíase
(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)
O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.
Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.
O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.
Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A.
lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando
completamente.
I. Após a análise do texto, é possível concluir que as larvas de Ascaris lumbricoides podem atingir o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais.
II. As informações presentes no texto permitem concluir que, quando atingem os pulmões, as larvas de Ascaris lumbricoides impedem a produção de hormônios da tireoide no indivíduo contaminado.
Marque a alternativa CORRETA:
Ascaridíase
(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)
O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.
Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.
O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.
Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A.
lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando
completamente.
I. O texto apresenta ao leitor a ideia de que o Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, quando deglutidas, as larvas de Ascaris lumbricoides permanecem inertes por, pelo menos, seis meses, até que eclodem e passam a se alimentar de tecido muscular liso.
Marque a alternativa CORRETA:
Ascaridíase
(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)
O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.
Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.
O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.
Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A.
lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando
completamente.
I. As larvas de Ascaris lumbricoides podem causar obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
II. Após a análise do texto, é possível inferir que as larvas de Ascaris lumbricoides liberadas atravessam a parede intestinal, atingindo vasos da circulação linfática e veias.
Marque a alternativa CORRETA:
Ascaridíase
(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)
O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.
Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.
O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.
Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A.
lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando
completamente.
I. O texto procura deixar claro para o leitor que os ovos de Ascaris lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado do ser humano.
II. As informações presentes no texto permitem inferir que as larvas de Ascaris lumbricoides podem causar febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes e esgotamento físico e mental.
Marque a alternativa CORRETA:
Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção
Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).
A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.
Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior.
A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.
(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da.
Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção.
Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec.
2004.)
I. A depender do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido, conforme sugere o texto.
II. Após a análise do texto, é possível inferir que a vigilância epidemiológica das hepatites no Brasil utiliza um sistema regional e ativo, baseado na notificação voluntária dos casos confirmados.
Marque a alternativa CORRETA:
Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção
Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).
A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.
Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior.
A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.
(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da.
Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção.
Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec.
2004.)
I. O texto sugere que os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular.
II. O texto procura destacar que, para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral e parenteral.
Marque a alternativa CORRETA:
Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção
Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).
A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.
Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior.
A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.
(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da.
Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção.
Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec.
2004.)
I. O texto apresenta ao leitor a ideia de que os vírus A, B, e C, da hepatite, são os responsáveis pela grande maioria das síndromes respiratórias agudas graves em recém-nascidos.
II. O texto leva o leitor a inferir que são pelo menos sete os tipos de vírus que têm em comum o hepatotropismo e que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT.
Marque a alternativa CORRETA:
Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção
Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).
A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.
Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior.
A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.
(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da.
Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção.
Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec.
2004.)
I. O texto leva o leitor a concluir que outra características dos vírus da hepatite é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC).
II. Uma das ideias presentes no texto é a de que, devido ao crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, todas as hepatites agudas são claramente definidas etiologicamente.
Marque a alternativa CORRETA:
Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção
Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).
A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.
Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior.
A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.
(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da.
Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção.
Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec.
2004.)
I. O texto leva o leitor a entender que uma das principais características que diferenciam os vírus da hepatite é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas.
II. O texto procura deixar claro para o leitor que os principais sintomas das hepatites fulminantes incluem a diminuição da acuidade visual; a dificuldade de enxergar; a visão nublada ou esfumaçada; a visão dupla; a dificuldade para ler, dirigir e andar; a sensibilidade à luz; e a alteração da percepção de cores.
Marque a alternativa CORRETA:
Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública
Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).
O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2)
Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)
A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)
Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12)
(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya
no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol.
Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)
I. No Brasil, o aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em uma menor demanda por serviços de saúde e dispensou a necessidade de recursos ou protocolos específicos para lidar com essa doença e minimizar seus efeitos na sociedade, conforme mencionado pelo texto.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que o vírus Chikungunya tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, resultando em mortes atribuídas à doença por ele provocada, inclusive.
Marque a alternativa CORRETA:
Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública
Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).
O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2)
Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)
A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)
Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12)
(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya
no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol.
Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)
I. A Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e à ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.
II. A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus Chikungunya, o qual é transmitido por mosquitos facilmente encontrados em nosso país, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública
Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).
O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2)
Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)
A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)
Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12)
(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya
no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol.
Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)
I. As informações presentes no texto permitem concluir que o vírus Chikungunya é de transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes e foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em um surto ocorrido na Tanzânia.
II. O texto menciona que, com a introdução da doença causada pelo vírus Chikungunya no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela inexistência de arboviroses no território nacional.
Marque a alternativa CORRETA: