Questões de Concurso Sobre psiquiatria geriátrica em psiquiatria

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Q4138082 Psiquiatria
Sr. Aluísio, viúvo há 10 anos, aos 84 anos, manifestou seu primeiro episódio depressivo após ter se mudado involuntariamente da casa onde vivia há 40 anos para a residência da filha, tendo sua rotina de vida profundamente alterada.
Sobre esse quadro clínico, assinale a opção que indica as alterações esperadas para esta população especial.   
Alternativas
Q4137517 Psiquiatria
Uma mulher de 72 anos é levada à consulta por familiares devido a quadro de confusão mental aguda iniciado há 2 dias. Apresenta desatenção, inversão do ciclo sono-vigília e flutuação do nível de consciência ao longo do dia. Faz uso regular de anti-hipertensivos e relata disúria recente. Qual é o diagnóstico mais provável? 
Alternativas
Q4136553 Psiquiatria
Paciente masculino, 84 anos, foi internado por pneumonia. No terceiro dia de internação, passou a apresentar desatenção, fala desconexa, inversão do ciclo sono-vigília e períodos de agitação alternados com sonolência. Segundo seus familiares, era previamente independente e sem alterações cognitivas significativas.
Durante a avaliação, observou-se início agudo e curso flutuante dos sintomas.
A respeito desse quadro clínico, com base nos princípios de prevenção e diagnóstico diferencial, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4126573 Psiquiatria
Sobre o tratamento de doenças psiquiátricas em idosos, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4126393 Psiquiatria
Em relação ao uso de psicofármacos em idosos, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
(   ) Deve-se evitar tricíclicos em pacientes que já infartaram, dando preferência a inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). Um exemplo de um ISRS é a imipramina.
(   ) A quetiapina, um antipsicótico típico, pode ser usada para o manejo de agitação e insônia em idosos.
(  ) O lorazepam tem a peculiaridade de ser o benzodiazepínico preferido para o uso em hepatopatas. 
Alternativas
Q4126161 Psiquiatria
Sobre o tratamento de doenças psiquiátricas em idosos, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4125981 Psiquiatria
Em relação ao uso de psicofármacos em idosos, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
(   ) Deve-se evitar tricíclicos em pacientes que já infartaram, dando preferência a inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). Um exemplo de um ISRS é a imipramina.
(  ) A quetiapina, um antipsicótico típico, pode ser usada para o manejo de agitação e insônia em idosos.
(   ) O lorazepam tem a peculiaridade de ser o benzodiazepínico preferido para o uso em hepatopatas. 
Alternativas
Q4125965 Psiquiatria
Em relação ao uso de psicofármacos em idosos, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
(  ) Deve-se evitar tricíclicos em pacientes que já infartaram, dando preferência a inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). Um exemplo de um ISRS é a imipramina.
(  )  A quetiapina, um antipsicótico típico, pode ser usada para o manejo de agitação e insônia em idosos.
(  ) O lorazepam tem a peculiaridade de ser o benzodiazepínico preferido para o uso em hepatopatas.
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Q4120214 Psiquiatria
Com relação ao manejo farmacológico da depressão em pacientes idosos, assinale a alternativa que reflete uma abordagem segura e baseada em boas práticas clínicas.
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Q4120188 Psiquiatria
Uma paciente de 76 anos, viúva há oito meses, é trazida pela filha por queixa de “esquecimento”. A própria paciente relata, de forma insistente, que “a cabeça não funciona mais”, refere perda de interesse por atividades antes prazerosas, redução do apetite, piora do sono e sensação persistente de inutilidade. A família informa que o início foi relativamente rápido nos últimos três meses, após o luto, e que ela frequentemente responde “não sei” a perguntas simples, mas consegue executar tarefas domésticas quando estimulada. Não há flutuação do nível de consciência nem sinais infecciosos.

Qual é a hipótese diagnóstica e a conduta inicial adequada?
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Q4099149 Psiquiatria
Uma mulher de 79 anos é avaliada em consulta ambulatorial por queixas de esquecimento progressivo, há cerca de 3 anos. Inicialmente apresentava dificuldade para lembrar compromissos e eventos recentes, evoluindo com prejuízo na gestão financeira e na organização de tarefas domésticas. A família observa que ela mantém relativa preservação da personalidade, porém, apresenta dificuldade crescente em aprender novas informações. Ao exame, está consciente, sem flutuações cognitivas, com déficit de memória episódica e prejuízo funcional significativo. Não há sinais de delirium. À luz dos critérios do DSM-5, assinale a alternativa correta.
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Q4098873 Psiquiatria
As doenças psiquiátricas em idosos podem apresentar manifestações atípicas e frequentemente se confundem com outras condições clínicas. Sobre esse tema, qual é a alternativa certa? 
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Q4098871 Psiquiatria

Um homem de 78 anos é levado à emergência por familiares, devido a confusão mental iniciada há dois dias. Apresenta desatenção, inversão do ciclo sono-vigília e períodos de agitação alternados com sonolência. Tem histórico de hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e doença pulmonar obstrutiva crônica. Faz uso de múltiplas medicações. Nos últimos dias, apresentou redução da ingestão alimentar e quadro de tosse produtiva. Ao exame, encontra-se desorientado no tempo e espaço, com flutuação do nível de consciência ao longo da avaliação.


Baseado no quadro descrito e nas particularidades do paciente idoso, indique a alternativa certa. 

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Q4098627 Psiquiatria
Idoso, 82 anos, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica e hipertensão, tabagista, independente para atividades de vida diária, é levado ao pronto atendimento por apresentar confusão mental iniciada há 48 horas. A família refere que ele estava gripado na última semana e vinha usando xarope para tosse e um comprimido para gripe com anti-histamínico. Desde ontem, passou a alternar momentos de agitação e sonolência, trocando o dia pela noite. Relata ver “pessoas andando pela casa” e está desatento, respondendo de forma incoerente em alguns momentos. A filha reforça que, até três dias atrás, ele estava lúcido e orientado, embora já apresentasse pequenas falhas de memória previamente, compatíveis com o envelhecimento. Diante do quadro descrito, qual é o diagnóstico mais provável?
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Q4098625 Psiquiatria
Mulher de 68 anos, pós-graduada, apresenta quadro de anedonia, choro fácil, insônia, dificuldade de concentração, diminuição do interesse em realizar quase todas as suas atividades diárias com frequência. Já não quer mais ir à igreja nem cozinhar para os filhos aos finais de semana. O quadro se agravou após a morte do esposo, há um ano. Apresentou ganho ponderal no período e não está se exercitando. Nega histórico psiquiátrico prévio, alucinações e sintomas motores. Antecedentes: hipertensão e epilepsia desde a infância. Exame físico sem particularidades. Exames laboratoriais evidenciando hipovitaminose D e B12, sem demais alterações. Montreal Cognitive Assessment (MoCA) = 27 pontos; Escala de Depressão Geriátrica (GDS-15) = 10 pontos; Questionário Pfeffer: 0 pontos; Escala Katz = 0 pontos. De acordo com o exposto, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem para a paciente.
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Q4075338 Psiquiatria
Idoso institucionalizado de 78 anos apresenta declínio cognitivo progressivo há 3 anos, iniciado por prejuízo de memória recente, evoluindo com perda funcional em atividades instrumentais, desorientação temporal e espacial, linguagem empobrecida e déficit executivo. Não há flutuação do nível de consciência nem associação com condições agudas. Considerando esse quadro clínico, assinale a alternativa que indica o diagnóstico mais provável. 
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Q4071594 Psiquiatria

Em relação ao estado confusional agudo (delirium), analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.


I. Entre os fatores predisponentes, um modelo preditivo para delirium foi validado em idosos hospitalizados por afecções clínicas. À admissão, foram identificados quatro fatores de risco independentes: déficit cognitivo prévio, doença grave (Apache maior que 16), uremia e déficit sensorial. Desse modo, pacientes idosos que, à admissão, apresentam esses fatores podem ser considerados mais propensos para o desenvolvimento de delirium na vigência da hospitalização.


II. São fatores importantes para o delirium: ter história prévia de delirium, depressão, alcoolismo, história de Acidente Vascular Encefálico (AVE) e idade superior a 65 anos.


III. O déficit cognitivo prévio pode ser encontrado em 25 a 50% dos pacientes com delirium e aumenta em 2 a 3 vezes o risco para o seu desenvolvimento.

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Q4063606 Psiquiatria
No contexto do SUS, a distinção entre delirium, demência e depressão em pessoas idosas é fundamental para o manejo adequado.
Assinale a alternativa correta em relação ao tema.
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Q4045070 Psiquiatria
Um paciente idoso internado apresenta mudança aguda do estado mental, com confusão mental, desorientação, alteração do nível de consciência e períodos de agitação intercalados com sonolência. A equipe de enfermagem suspeita de delirium. Diante desse quadro, é correto afirmar que o delirium 
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Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico - Psiquiatria |
Q4039914 Psiquiatria
Homem de 77 anos, previamente funcional, é internado por insuficiência cardíaca descompensada. No terceiro dia de internação, passa a apresentar redução acentuada da iniciativa, sonolência diurna, hipotenacidade, alentecimento do pensamento e períodos de confusão mental flutuante, sem agitação evidente. A equipe descreve o paciente como “quieto demais”. Está em uso de furosemida, digoxina, morfina em dose baixa e recebeu benzodiazepínico para insônia na noite anterior. Os exames mostram hiponatremia (129mEq/L) e função renal limítrofe. O diagnóstico e a conduta adequada, respectivamente, são:
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: C
4: C
5: B
6: C
7: B
8: B
9: B
10: B
11: D
12: A
13: B
14: D
15: C
16: A
17: A
18: E
19: B
20: B