Uma paciente de 76 anos, viúva há oito meses, é trazida pela filha por queixa de “esquecimento”. A própria
paciente relata, de forma insistente, que “a cabeça não
funciona mais”, refere perda de interesse por atividades
antes prazerosas, redução do apetite, piora do sono e
sensação persistente de inutilidade. A família informa que
o início foi relativamente rápido nos últimos três meses,
após o luto, e que ela frequentemente responde “não sei”
a perguntas simples, mas consegue executar tarefas domésticas quando estimulada. Não há flutuação do nível
de consciência nem sinais infecciosos.
Qual é a hipótese diagnóstica e a conduta inicial adequada?