Questões de Concurso Comentadas sobre psicofarmacologia em psiquiatria

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Q3606102 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 72 anos, foi levada pela família ao ambulatório de psiquiatria por apresentar esquecimentos. Seu marido relata que ela sempre foi normal, mas que de alguns meses para cá começou a ficar desleixada no cuidado da casa, esquecendo a comida no fogão até esta queimar, e esquecendo também a data de pagar as contas, o que durante toda a vida havia sido sua atribuição. Relata que isto ocorreu de repente e nega que venha piorando nos últimos meses. Além disso, a paciente esqueceu também o nome de alguns vizinhos e parentes e perde-se se sair sozinha pelas imediações de sua casa. Ao exame fisico, constata-se uma leve paresia de membro superior direito, que o marido afirma ter ocorrido na mesma época que começaram os esquecimentos. A paciente é hipertensa e tabagista.
Para controle dos sintomas, considerando o contexto do SUS, qual dentre as opções seria a melhor opção terapêutica?
Alternativas
Q3606100 Psiquiatria
Paciente feminina, 65 anos, casada, mãe de quatro filhos, um dos quais é portador de depressão recorrente, também ela já tendo passado por dois episódios depressivos (um 6 anos atrás, de 8 meses, e outro 2 anos atrás, de 9 meses). mostrava-se em síndrome depressiva e, devido à manifestação clínica no momento da entrevista e aos antecedentes pessoais e familiares, foi medicada com inibidor seletivo da recaptação de serotonina. Em 20 dias, já se mostrava significativamente melhorada. Ao final de um período de 40 dias, praticamente assintomática em relação à sintomatologia afetiva, queixou-se de dificuldade de "focalizar a visão". Descreveu o que se pode denominar diplopia e redução dos campos visuais. Nesse momento, queixou-se, também, de sentir um odor diferente, que não soube reconhecer ou descrever. As funções cognitivas, ao exame apoiado na entrevista, não se mostraram alteradas. 

Nessa situação, qual é a melhor conduta médica a ser tomada? 
Alternativas
Q3606098 Psiquiatria
Paciente feminina, 25 anos, portadora de retardo mental, no momento sem alterações comportamentais, vem se tratando com psiquiatra do serviço público, pois é de baixo nível social, cultural e financeiro, mas tem consultas regulares e boa adesão ao tratamento (sua mãe a acompanha e orienta o tratamento). Entre outras drogas (anticonvulsivante, hipnótico e ansiolítico), faz uso de antidepressivo tricíclico. Tem usado, também, 200 mg do antipsicótico sulpirida/dia, por um período que se estende por mais de 90 dias, com muito bom resultado, o que não aconteceu com vários outros neurolépticos. Há 15 dias, começou a produzir secreção láctea, e isso motivou uma consulta com ginecologista do setor público. Sem o apoio de exames complementares, a profissional que atendeu a paciente informou à sua mãe que a paciente tinha um tumor cerebral. Essa informação desencadeou intensa ansiedade na família.

No retorno com o psiquiatra assistente, qual dentre as opções é a melhor conduta médica para o caso?
Alternativas
Q3606094 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 30 anos, chegou ao pronto socorro, trazida por policiais, com quadro de agitação intensa. Foi retirada de um supermercado, pois estava sem roupa e dizia que era a modelo mais importante do mundo. A família foi localizada e relatou que há três semanas ela começou a ter insônia, passar as noites andando, cantando e desfilando pela casa. Ela possui duas internações anteriores por episódios depressivos graves. Nunca tinha apresentado um quadro como o atual. Ao exame psíquico apresentava-se desinibida, sexualizada, logorreica, com discurso com conteúdo grandioso e humor exaltado. A paciente possui antecedentes de glomerulonefrite, hipotireoidismo, hipertensão arterial e aumento de triglicérides.
Das alternativas abaixo, qual representa a melhor opção terapêutica para a paciente:
Alternativas
Q3606092 Psiquiatria
Paciente masculino, 31 anos, vem ao pronto socorro trazido por vizinhos para avaliação devido a quadro de agitação há 1 hora. Apresenta-se inquieto, diz que não consegue ficar parado, levanta e senta na cadeira várias vezes. Acompanhantes relatam que o paciente esteve internado em hospital psiquiátrico durante 20 dias e teve alta há 3 dias. Mora só, e um dos vizinhos fornece suas refeições. Ao levar o almoço, o vizinho notou que o paciente estava inquieto, gesticulando e andando pela sala. Paciente trouxe seus medicamentos em uma sacola, que continha fluoxetina 20 mg, haloperidol 5 mg e diazepan 10 mg. Ao exame físico, apresenta pressão arterial 130 x 80 mmHg, freqüência cardíaca 110 batimentos por minuto, freqüência respiratória 22 movimentos respiratórios por minuto, afebril, sem outras alterações. Ao exame psíquico, vigil, condições de higiene precárias, atenção voluntária reduzida e espontânea aumentada, orientado alopsiquicamente, humor plano, afeto hipomodulante e hiporresssonante, balbucia palavras incompreensíveis, enquanto coça a cabeça e o tronco.

Qual é o diagnóstico mais provável para os sintomas apresentados?
Alternativas
Q3606073 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 37 anos, técnica de enfermagem, há 12 anos deu entrada em um centro de trauma, com apresentação de múltiplas perfurações por arma branca em hemitóraх direito e esquerdo, em face direita, membro superior direito e membros inferiores; lesão em vulva; fratura de 5 dentes: queimadura de primeiro e segundo graus em 20% da superfície corporal. Após estabilização do quadro clínico, passou por diversas cirurgias e permaneceu internada por 3 meses no hospital. Nos dois anos seguintes viveu em outro estado da federação, com uma identidade alterada, no Programa de Proteção à Vítimas e Testemunhas, até que seu agressor e ex-marido, pai de uma de suas filhas, e ex-policial fosse detido. Na ocasião, o agressor não havia suportado o término da relação conjugal. Desde então, a paciente passou por diversos tratamentos psiquiátricos e psicológicos, com melhora relativa de seu estado mental e persistência de sintomas de: hipervigilância (medo, ansiedade, insônia); evitação (da casa em que moravam e de quaisquer relacionamentos amorosos); e revivência (lembranças recorrentes involuntárias do trauma e pesadelos relacionados ao evento traumático). Manteve-se em uso de venlafaxina 300 mg/dia e apresentou boa resposta terapêutica. Passados 10 anos, após cumprimento parcial da pena e bom comportamento, seu agressor pleiteia judicialmente progressão no regime. Desde então, paciente vem apresentando piora progressiva dos sintomas.
Caso a paciente tenha manifestado resistência para uso de uma medicação que tenha risco gerar síndrome de descontinuação, qual seria a melhor escolha?
Alternativas
Q3606072 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 37 anos, técnica de enfermagem, há 12 anos deu entrada em um centro de trauma, com apresentação de múltiplas perfurações por arma branca em hemitóraх direito e esquerdo, em face direita, membro superior direito e membros inferiores; lesão em vulva; fratura de 5 dentes: queimadura de primeiro e segundo graus em 20% da superfície corporal. Após estabilização do quadro clínico, passou por diversas cirurgias e permaneceu internada por 3 meses no hospital. Nos dois anos seguintes viveu em outro estado da federação, com uma identidade alterada, no Programa de Proteção à Vítimas e Testemunhas, até que seu agressor e ex-marido, pai de uma de suas filhas, e ex-policial fosse detido. Na ocasião, o agressor não havia suportado o término da relação conjugal. Desde então, a paciente passou por diversos tratamentos psiquiátricos e psicológicos, com melhora relativa de seu estado mental e persistência de sintomas de: hipervigilância (medo, ansiedade, insônia); evitação (da casa em que moravam e de quaisquer relacionamentos amorosos); e revivência (lembranças recorrentes involuntárias do trauma e pesadelos relacionados ao evento traumático). Manteve-se em uso de venlafaxina 300 mg/dia e apresentou boa resposta terapêutica. Passados 10 anos, após cumprimento parcial da pena e bom comportamento, seu agressor pleiteia judicialmente progressão no regime. Desde então, paciente vem apresentando piora progressiva dos sintomas.
Acerca do tratamento medicamentoso instituído:
Alternativas
Q3606069 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Comecei a ter problemas há nove meses, quando passava férias, com amigos no litoral. Numa tarde, depois de vários passeios, quando retornávamos ao nosso alojamento, no carro de um amigo, repentinamente e sem nenhum motivo comecei a sentir uma enorme insegurança. Meu coração disparou e o sentia martelando em meu peito. Sentia minha cabeça formigando, estava com muito calor e comecei a suar abundantemente. Ao mesmo tempo, minhas mãos e pés estavam frios. Deixei de ouvir o que meus amigos falavam e só conseguia prestar atenção ao que estava sentindo. Respirava mais profundamente, sentia-me sufocado e pedi para abrirem as janelas do carro. Meu medo só aumentava e não sabia exatamente do que tinha medo. Pensei que fosse desmaiar ou que estivesse tendo um ataque de alguma coisa е que pudesse morrer. Não queria que meus amigos soubessem o que se passava comigo, mas finalmente e com muito esforço disse-lhes que não estava bem. Fomos a um pronto-socorro e enquanto esperávamos pelo atendimento comecei a sentir-me melhor, apenas um pouco tenso. O médico concluiu que meus sintomas se deviam a um excesso de sol. Episódios semelhantes voltaram a ocorrer e tornaram-se progressivamente mais frequentes. Começou a faltar muito ao serviço, com medo de ter crises. Deixou de sair com os amigos e passou a evitar passeios e atividades externas, passando seus períodos de lazer em casa, onde nunca teve crises. Fez inúmeras consultas e exames, tendo sido tratado com diversos benzodiazepínicos sem resultado satisfatório.


Zuardi, AW (2017). Medicina (Ribeirão Preto, Online.)
Durante o seguimento do caso, o paciente questionou o médico acerca do planejamento terapêutico de longo prazo. A resposta mais apropriada para o paciente neste caso é
Alternativas
Q3606068 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Comecei a ter problemas há nove meses, quando passava férias, com amigos no litoral. Numa tarde, depois de vários passeios, quando retornávamos ao nosso alojamento, no carro de um amigo, repentinamente e sem nenhum motivo comecei a sentir uma enorme insegurança. Meu coração disparou e o sentia martelando em meu peito. Sentia minha cabeça formigando, estava com muito calor e comecei a suar abundantemente. Ao mesmo tempo, minhas mãos e pés estavam frios. Deixei de ouvir o que meus amigos falavam e só conseguia prestar atenção ao que estava sentindo. Respirava mais profundamente, sentia-me sufocado e pedi para abrirem as janelas do carro. Meu medo só aumentava e não sabia exatamente do que tinha medo. Pensei que fosse desmaiar ou que estivesse tendo um ataque de alguma coisa е que pudesse morrer. Não queria que meus amigos soubessem o que se passava comigo, mas finalmente e com muito esforço disse-lhes que não estava bem. Fomos a um pronto-socorro e enquanto esperávamos pelo atendimento comecei a sentir-me melhor, apenas um pouco tenso. O médico concluiu que meus sintomas se deviam a um excesso de sol. Episódios semelhantes voltaram a ocorrer e tornaram-se progressivamente mais frequentes. Começou a faltar muito ao serviço, com medo de ter crises. Deixou de sair com os amigos e passou a evitar passeios e atividades externas, passando seus períodos de lazer em casa, onde nunca teve crises. Fez inúmeras consultas e exames, tendo sido tratado com diversos benzodiazepínicos sem resultado satisfatório.


Zuardi, AW (2017). Medicina (Ribeirão Preto, Online.)
Dentre os abaixo qual é o comentário mais conveniente acerca do tratamento instituído para o paciente?
Alternativas
Q3606066 Psiquiatria
Paciente feminina, 57 anos, tabagista, sobrepeso, menopausa aos 47 anos, diagnosticada com câncer da mama recentemente. Submetida a quimioterapia e mastectomia há 3 meses com esvaziamento axilar à direita. Foi encaminhada para avaliação psiquiátrica por ter sido identificado quadro ansioso grave, com dificuldade inclusive de manter frequências às consultas de seguimento visto que o ambiente hospitalar tornou-se aversivo e um gatilho para ataques de pânico. Encontra-se em psicoterapia há 3 meses com pouca resposta. Do inventário medicamentoso atual, em uso de tamoxifeno e melatonina.

Qual é o tratamento medicamentoso de primeira linha para o caso
Alternativas
Q3606065 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, negro, 51 anos, o dia anterior havia dado entrada pronto atendimento de emergência médica com dor torácica (sem irradiação), dispneia, taquicardia (FC = 110 bpm), sudorese profusa, tremores. Ao exame fisico, normotenso, FC = 110 bpm, FR = 22 ipm, SatO2 = 92%, ausculta cardíaca e respiratória sem alterações dignas de nota. Exames laboratoriais, incluindo dosagem de enzimas cardíacas e ECG também sem alterações. Já é a quinta vez nos últimos três meses que o paciente procura o pronto atendimento de emergência médica por motivos semelhantes. Como antecedentes médicos patológicos nega hipertensão, diabetes, dislipidemia. Apresenta bronquite asmática leve controlada, sendo a última crise há 2 anos. Não faz uso de medicamentos. Durante a adolescência, quando mudou-se do interior para trabalhar teve episódios parecidos com remissão espontânea após estabilidade no primeiro emprego. Reside com esposa de 42 anos e com filhos de 17 e 21 anos no Distrito Federal. Há cinco meses encontra-se com assistência do seguro-desemprego, que vence no próximo mês. E há um mês houve piora significativa de suas relações familiares e conjugais. Foi orientado a procurar atendimento especializado ambulatorial em psiquiatria com a maior brevidade possível.
Qual é a melhor opção de esquema medicamentoso para o caso em questão:
Alternativas
Q3606058 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 11 anos, compareceu para atendimento com queixas da mãe quanto a dificuldade acadêmica e demora para conclusão das tarefas escolares de casa no domicílio. Pelo relato, sempre foi uma garota de temperamento difícil, e os assuntos ligados à escola tem se tornado cada vez mais aversivos para a criança. Realizar as atividades escolares domésticas é motivo de conflitos diários entre a mãe e a criança, comprometendo a relação entre elas. Uma avaliação neuropsicológica feita a pedido da escola concluiu por quoeficiente de inteligência pela escala WISC igual a 75 e dificuldade na atenção sustentada. A mãe acrescentou que a menina frequentemente perde as coisas, não atende às normas e regras do lar e da escola e com frequência omite comportamentos e situações que podem desagradar os pais. As mentiras são o fator de maior preocupação da família no momento por que estão mais frequentes e sobre assuntos mais graves. O médico decidiu pela prescrição de metilfenidato 10mg 1 comprimido antes da escola associado a risperidona 1 mL à noite.
O que deve ser considerado quanto à associação da risperidona e metilfenidato:
Alternativas
Q3606046 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 15 anos, compareceu para atendimento acompanhada de sua mãe com queixa de timidez excessiva. Mostrou-se bastante reservada durante o atendimento e afirmou que se sentia constantemente tensa. De modo geral, não conseguia falar em nenhuma situação fora de casa ou durante as aulas. Recusava-se a sair de casa por receio de ter que a interagir com pessoas alheias a seu convívio familiar. Teve uma infância marcada por violência na escola. Estudou em uma mesma escola desde a educação infantil e fora alvo de constrangimentos e ofensas por um grupo de colegas por vários anos. Diariamente, esses colegas voltavam-se para ela chamando-a de "idiota", "feia" e "louca". Não conseguia identificar recursos para se proteger. Em uma ocasião mencionou para a mãe "casualmente" que gostaria de trocar de escola, mas o comentário foi tão discreto que sua mãe não valorizou o pedido. A paciente sofria em silêncio, chorando até dormir na maioria das noites. Ao final do ensino fundamental, a adolescente foi transferida para uma nova escola. Embora o bullying tivesse parado, os eventos de violência persistiam bastante vívidos em sua memória. No momento da consulta a adolescente comentou em reservado que contemplava o suicídio "o tempo todo" há pelo menos dois anos.
Caso fosse instituída terapêutica medicamentosa para a paciente com citalopram 40mg/dia, qual dos efeitos colaterais a seguir deveria ser monitorado pelo prescritor:
Alternativas
Q3606042 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 60 anos, comerciante, compareceu para consulta com psiquiatra duas semanas após a morte por suicídio do filho de 24 anos. O jovem, que sofria de depressão maior e transtorno por uso de substâncias, foi encontrado rodeado por vários frascos de comprimidos vazios e um bilhete suicida com menção a vários familiares e amigos. O paciente muito próximo de seu filho e imediatamente sentiu-se devastado, como se sua vida houvesse perdido o sentido. Sentia-se triste persistentemente, retraiu-se da vida social de rotina e não conseguia concentrar-se no trabalho. Referiu problemas para dormir: estava acordando às 4:00 e ficava olhando para o teto, sentindo-se oprimido por fadiga, tristeza e sentimento de autocomiseração. Esses sintomas melhoravam durante o dia, mas também sentia falta de autoconfiança, de apetite sexual e de entusiasmo de forma persistente.
Considerando que o suicídio cometido pelo jovem tenha sido por uso de medicação psicotrópica, qual a maior probabilidade de letalidade entre as opções abaixo:
Alternativas
Q3606040 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 60 anos, comerciante, compareceu para consulta com psiquiatra duas semanas após a morte por suicídio do filho de 24 anos. O jovem, que sofria de depressão maior e transtorno por uso de substâncias, foi encontrado rodeado por vários frascos de comprimidos vazios e um bilhete suicida com menção a vários familiares e amigos. O paciente muito próximo de seu filho e imediatamente sentiu-se devastado, como se sua vida houvesse perdido o sentido. Sentia-se triste persistentemente, retraiu-se da vida social de rotina e não conseguia concentrar-se no trabalho. Referiu problemas para dormir: estava acordando às 4:00 e ficava olhando para o teto, sentindo-se oprimido por fadiga, tristeza e sentimento de autocomiseração. Esses sintomas melhoravam durante o dia, mas também sentia falta de autoconfiança, de apetite sexual e de entusiasmo de forma persistente.
Dentre a opções, qual seria a melhor opção terapêutica como primeira linha de tratamento:
Alternativas
Q3606039 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 60 anos, comerciante, compareceu para consulta com psiquiatra duas semanas após a morte por suicídio do filho de 24 anos. O jovem, que sofria de depressão maior e transtorno por uso de substâncias, foi encontrado rodeado por vários frascos de comprimidos vazios e um bilhete suicida com menção a vários familiares e amigos. O paciente muito próximo de seu filho e imediatamente sentiu-se devastado, como se sua vida houvesse perdido o sentido. Sentia-se triste persistentemente, retraiu-se da vida social de rotina e não conseguia concentrar-se no trabalho. Referiu problemas para dormir: estava acordando às 4:00 e ficava olhando para o teto, sentindo-se oprimido por fadiga, tristeza e sentimento de autocomiseração. Esses sintomas melhoravam durante o dia, mas também sentia falta de autoconfiança, de apetite sexual e de entusiasmo de forma persistente.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3591142 Psiquiatria
A respeito do tratamento farmacológico da insônia, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3591141 Psiquiatria
São considerados medicamentos de primeira linha para tratamento do transtorno depressivo maior segundo as diretrizes clínicas do CANMAT (CANADIAN NETWORK FOR MOOD AND ANXIETY TREATMENTS) 2016, exceto:
Alternativas
Q3591140 Psiquiatria
É o medicamento com maiores evidências de resultados no tratamento da bulimia nervosa: 
Alternativas
Q3591139 Psiquiatria
Não é considerado um fator de risco para um indivíduo apresentar efeitos colaterais psiquiátricos com uso de uma medicação clínica.
Alternativas
Respostas
601: B
602: B
603: B
604: A
605: B
606: D
607: A
608: D
609: B
610: D
611: A
612: D
613: A
614: D
615: C
616: B
617: D
618: B
619: D
620: A