Questões de Concurso
Sobre teorias e técnicas psicoterápicas em psicologia
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I. A escuta ativa é um conceito importante para a condução do manejo na Abordagem Centrada na Pessoa.
II. A atenção livre é uma técnica de escuta terapêutica própria à condução clínica na psicanálise.
III. A diretividade constante é característica própria ao manejo clínico na Abordagem Humanista.
IV. A reestruturação cognitiva é um dos objetivos do manejo clínico na TCC.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Com base na discussão, apresentada sobre os processos fundamentais da aprendizagem, o êxito do método que reduziu o medo que Júlio tinha de coelhos constou de dois elementos principais
São eles, os componentes:
O autor Flávio Carvalho Ferraz, com sua escrita simples e refinada, uma pequena obra sobre a perversão que nos toca naquilo de que frequentemente nos desviamos ao deparar com um paciente perverso: a disposição ética para escutar. Com relação ao assunto análise os itens abaixo:
( ) Para grande parte dos psicanalistas, o paciente perverso seria refratário ao tratamento psicanalítico.
( ) A forma como a tradição psicanalítica passou a compreender o sentido da palavra perversão, vemos que é possível encará-la como designação de uma estrutura psíquica particular não necessariamente ligada à perversidade manifesta.
( ) Ferraz compõem o trajeto pelo qual passou a construção teórica sobre a perversão na obra de Freud, apesar da verdade histórica que torna evidente que ele “pouco ou nada se referiu à clínica da perversão”
Assinale a alternativa que traz a sequência CORRETA:
Carl Rogers coloca a pessoa como ponto central de sua história. Para Carç rogers o paciente tem liberdade para fazer as suas próprias reflexões e chegar a conclusões únicas. A psicologia humanista de Carl Rogers causou tanta admiração que foi definida como a revolução silenciosa. Rogers trouxe o otimismo mais vital para a psicoterapia para nos convencer de que todos nós merecemos nos transformar na pessoa que sonhamos ser. Diante destas afirmações seria possível afirmar quais informações abaixo fazem parte de Carl Rogers e também da terapia existencial humanista.
I - A Abordagem Centrada na Pessoa (ACP) é fruto do trabalho desenvolvido por Carl Rogers ao longo de toda a sua vida produtiva em Psicologia.
II - A Abordagem Centrada na Pessoa é considerada uma das correntes identificadas com a Terceira Força em Psicologia ou Psicologia Humanista. Tal identificação justifica-se por sua advocacia pela dignidade e valor da pessoa na sua busca pelo crescimento (Rogers, 1983).
III - A consciência é concebida enquanto vivência ativa, intencional, criadora de sentidos, que gera novos processos de subjetivação no curso de sua expressão pessoal.
IV- Carl Rogers não possui qualquer ligação com a Psicologia Humanista- ACP e Psicologia Humanista-Existencial
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Quais os fundamentos da clínica psicanalítica? O que separa a Psicanálise de outras práticas de cuidado, como o tratamento medicinal, as diversas psicoterapias ou as curas religiosas? A resposta mais direta a essas questões não se esgota em aspectos teóricos; ao contrário, remete-nos ao domínio da prática analítica, relativo ao método e à técnica, assim como à dimensão ética que dali se depreende. Nos quase 50 anos de reflexão sobre a clínica, Freud abordou temáticas que vão desde a associação livre e a atenção equiflutuante, a transferência e a repetição até a formação do analista, o início e o final de uma análise, passando ainda pela interpretação e pelas construções, entre tantas outras. É correto dizer que Freud:
I - Freud, como médico, tenha empregado diversos recursos terapêuticos disponíveis à época, como a eletroterapia, a hidroterapia, entre outros, a clínica da histeria é a primeira a mostrar a falência de métodos consagrados na neuropatologia da época. Nesse contexto, experimenta métodos que envolviam a hipnose, a sugestão ou a catarse, dos quais o método propriamente psicanalítico, aos poucos, desprendeu-se.
II - Em 1885-86, Freud obtém uma bolsa de estudos para estagiar em Paris, na Salpêtrière, junto a Jean-Martin Charcot, com quem aprendeu a primazia do fato clínico, consubstanciada na frase que nunca mais esqueceu: “la théorie c’est bon, mais ça n’empêche pas d’exister” (“Teoria é bom, mas não impede [um fato] de existir”)
III - Em 1895, nos Estudos sobre a histeria, Freud descreve a transferência como uma mésalliance, uma “conexão falsa [falsche Verknüpfung]”.
IV - Freud não aplicou a técnica de hipnose e muito menos tomou conhecimento do caso de “Ana O”.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)