Questões de Concurso
Sobre teorias da personalidade em psicologia
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I - Em pesquisas sobre o jogo de regras com crianças, Piaget concluiu que a evolução da prática e da consciência da regra pode ser dividida em três etapas: anomia, heteronomia e autonomia.
II - Uma das ideias centrais de Vigotski é: os processos mentais superiores são mediados por sistemas simbólicos, sendo a linguagem o sistema simbólico básico de todos os grupos humanos.
III - Segundo Piaget, o desenvolvimento do juízo moral nas crianças passa por uma primeira fase de heteronomia, que se traduz pelo realismo moral. A fase subsequente é a autonomia moral, que consiste na superação do realismo moral.
IV - As funções psicológicas superiores referem-se a processos voluntários, ações conscientemente controladas e mecanismos intencionais. Tais funções são o principal objeto de interesse de Vigotski.
V - A dimensão afetiva ocupa lugar central na psicogenética de Wallon, tanto do ponto de vista da construção da pessoa quanto do conhecimento.
Em relação a essas afirmativas, estão CORRETAS
I. Pensamento. II. Sentimento. III. Sensação. IV. Intuição.
verifica-se que está/ão correta/s, de acordo com a teoria de Jung,
Fonte:Concepções sobre desenvolvimento e aprendizagem segundo a psicogênese piagetiana - Andreia Osti
Fonte: Teorias da personalidade - Nuno Baptista
Estas afirmações são coerentes com a Teoria da Personalidade proposta por:
Para Sigmund Freud, o luto pode ser compreendido como uma reação à perda de uma pessoa querida ou de alguma abstração que ocupou o lugar de um ente querido, como o país, a liberdade ou o ideal de alguém. FREUD (1915/1974) discorreu sobre o luto e o diferenciou do quadro de melancolia em seu texto denominado Luto e melancolia.
Marque a alternativa correta, sob a perspectiva de Freud, acerca do luto e da melancolia
Texto 18A1-I
Maria, de três anos de idade, fruto do relacionamento
entre Jonas e Antonela, está em acompanhamento psicológico há
um ano, desde o início do processo de separação do par parental.
Com encaminhamento da pediatra, Antonela procurou
especialista em atendimento infantil. A queixa inicial consistia
em dores abdominais, labilidade emocional, terror noturno,
irritabilidade, dificuldade de acatar regras e limites, regressão
comportamental, ansiedade de separação e ganho de peso. Na
entrevista inicial, ao ser indagada a respeito do cenário familiar,
Antonela informou a respeito do processo judicial em curso, que
definirá a modalidade de guarda e pensão alimentícia. Comentou
sobre a relação conturbada vivenciada no último ano por todos os
envolvidos, apontando o comprometimento na comunicação e
decisões divergentes quanto ao cuidado integral da criança.
Afirmou, ainda, que Jonas não concordava com o
encaminhamento feito pela pediatra: “Ele diz que nossa filha não
precisa de psicólogo porque a louca sou eu. Disse, ainda, que não
concorda, não será conivente nem participará dessa palhaçada.
Fala logo que isso é coisa da minha cabeça e que sou eu quem
crio tudo pra atrapalhar a relação deles. Se você quiser chamar
ele pra uma conversa, não há problemas pra mim. Mas ele já
disse que não trará Maria para sessões nem participará de modo
efetivo desse trabalho” (sic).
Com referência à situação hipotética apresentada no texto 18A1-I, julgue o item a seguir, de acordo com as teorias e técnicas psicoterápicas, o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5) e a psicopatologia.
Texto 18A1-I
Maria, de três anos de idade, fruto do relacionamento
entre Jonas e Antonela, está em acompanhamento psicológico há
um ano, desde o início do processo de separação do par parental.
Com encaminhamento da pediatra, Antonela procurou
especialista em atendimento infantil. A queixa inicial consistia
em dores abdominais, labilidade emocional, terror noturno,
irritabilidade, dificuldade de acatar regras e limites, regressão
comportamental, ansiedade de separação e ganho de peso. Na
entrevista inicial, ao ser indagada a respeito do cenário familiar,
Antonela informou a respeito do processo judicial em curso, que
definirá a modalidade de guarda e pensão alimentícia. Comentou
sobre a relação conturbada vivenciada no último ano por todos os
envolvidos, apontando o comprometimento na comunicação e
decisões divergentes quanto ao cuidado integral da criança.
Afirmou, ainda, que Jonas não concordava com o
encaminhamento feito pela pediatra: “Ele diz que nossa filha não
precisa de psicólogo porque a louca sou eu. Disse, ainda, que não
concorda, não será conivente nem participará dessa palhaçada.
Fala logo que isso é coisa da minha cabeça e que sou eu quem
crio tudo pra atrapalhar a relação deles. Se você quiser chamar
ele pra uma conversa, não há problemas pra mim. Mas ele já
disse que não trará Maria para sessões nem participará de modo
efetivo desse trabalho” (sic).
Com referência à situação hipotética apresentada no texto 18A1-I, julgue o item a seguir, de acordo com as teorias e técnicas psicoterápicas, o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5) e a psicopatologia.
Conforme a perspectiva de Lacan, Maria apresenta sintomas
clínicos que a distanciam da maturidade, a qual é
considerada sinônimo de saúde nessa perspectiva.
Texto 18A1-I
Maria, de três anos de idade, fruto do relacionamento
entre Jonas e Antonela, está em acompanhamento psicológico há
um ano, desde o início do processo de separação do par parental.
Com encaminhamento da pediatra, Antonela procurou
especialista em atendimento infantil. A queixa inicial consistia
em dores abdominais, labilidade emocional, terror noturno,
irritabilidade, dificuldade de acatar regras e limites, regressão
comportamental, ansiedade de separação e ganho de peso. Na
entrevista inicial, ao ser indagada a respeito do cenário familiar,
Antonela informou a respeito do processo judicial em curso, que
definirá a modalidade de guarda e pensão alimentícia. Comentou
sobre a relação conturbada vivenciada no último ano por todos os
envolvidos, apontando o comprometimento na comunicação e
decisões divergentes quanto ao cuidado integral da criança.
Afirmou, ainda, que Jonas não concordava com o
encaminhamento feito pela pediatra: “Ele diz que nossa filha não
precisa de psicólogo porque a louca sou eu. Disse, ainda, que não
concorda, não será conivente nem participará dessa palhaçada.
Fala logo que isso é coisa da minha cabeça e que sou eu quem
crio tudo pra atrapalhar a relação deles. Se você quiser chamar
ele pra uma conversa, não há problemas pra mim. Mas ele já
disse que não trará Maria para sessões nem participará de modo
efetivo desse trabalho” (sic).
Segundo a perspectiva de Winnicott, a desintegração familiar vivenciada por Maria determina, automaticamente, o aparecimento de sintomas clínicos e desintegrativos na criança.