Questões de Concurso
Sobre psicologia da educação em psicologia
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I Crianças com altas habilidades podem apresentar dificuldade para processar informações, o que afeta a aprendizagem e o desempenho acadêmico.
II O nível de gravidade da dificuldade de aprendizagem é avaliado pelo impacto social gerado pelo déficit e pela ocorrência de manipulação das crianças pelos pares.
III A dificuldade de aprendizagem é considerada fator de risco para crianças, por estar associada a transtornos psicossociais futuros.
IV Fatores socioemocionais e comportamentais constituem focos de atenção em um processo de identificação de dificuldades de aprendizagem.
V Acesso a oportunidades ou escolarização inadequada são fatores críticos que justificam as dificuldades de aprendizagem e podem ser superados com políticas públicas eficazes.
Estão certos apenas os itens
Quanto à atuação do psicólogo na área educacional, julgue o item.
Investigar as concepções de professores e gestores
educacionais sobre a atuação do psicólogo na escola é
um dos primeiros passos para se refletir acerca da
atuação desse profissional no setor privado.
Quanto à atuação do psicólogo na área educacional, julgue o item.
A psicologia dentro da escola deve desenvolver o
trabalho pedagógico juntamente com o docente, além
de dar suporte ao trabalho com os demais profissionais.
Quanto à atuação do psicólogo na área educacional, julgue o item.
De acordo com a literatura, o psicólogo deve atuar de
forma sistêmica e abrangente, focalizando os diferentes
atores sociais na escola. O atendimento dirigido
somente ao estudante não assegura a sua “volta” aos
ritmos de desenvolvimentos integrado à sala de aula, à
família e à comunidade.
Quanto à atuação do psicólogo na área educacional, julgue o item.
O psicólogo escolar deve atuar diretamente com os
alunos. Seu papel é o de resolver completamente os
problemas dos alunos, a partir da solicitação dos
professores e dos gestores, seja no nível individual ou
grupal, tendo autonomia na escolha e na
implementação das estratégias.
Necessidades educacionais especiais

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As escolas da rede regular de ensino devem prover, na organização de suas classes comuns do ensino regular, apenas professores capacitados e especializados no trabalho na educação especial, com habilidades para o atendimento às necessidades educacionais dos alunos.
Necessidades educacionais especiais

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Os professores especializados em educação especial deverão comprovar formação em cursos de licenciatura em educação especial ou em uma de suas áreas, preferencialmente de modo concomitante e associado à licenciatura para a educação infantil ou para os anos iniciais do ensino fundamental.
Necessidades educacionais especiais

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As escolas da rede regular de ensino devem promover flexibilizações e adaptações curriculares que considerem o significado prático e instrumental dos conteúdos básicos, as metodologias de ensino, os recursos didáticos diferenciados e os processos de avaliação adequados ao desenvolvimento dos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais.
Necessidades educacionais especiais

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O atendimento escolar dos alunos com deficiência terá início no ensino fundamental, na alfabetização, assegurando-lhes os serviços de educação especial sempre que se evidencie, mediante avaliação e interação com a família e a comunidade, a necessidade de atendimento educacional especializado.
Necessidades educacionais especiais

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As dificuldades acentuadas de aprendizagem ou as limitações no processo de desenvolvimento são compreendidas em dois grupos: as não vinculadas a uma causa orgânica específica e as relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências.
A afetividade influi no cognitivo da criança. Com a afetividade bloqueada ou comprometida, apresentam-se vários fatores externos e internos que influenciam na aprendizagem, como, por exemplo, a relação da criança na família e fatores fisiológicos, como a má alimentação.
O professor precisa conhecer a criança, que deve ser conhecida não apenas na sua estrutura biofisiológica e psicossocial, mas, também, na sua interioridade afetiva, na sua necessidade de criatura que chora, ri, dorme, sofre e busca constantemente compreender o mundo que a cerca e o que ela faz na escola.
Em uma escola, a proposta sociointeracionista de Edgard Morin será percebida nas salas de aula pela postura do professor, que deve ser um mediador ativo no processo de ensino-aprendizagem, além de incentivar a curiosidade e a vontade de aprender de seus alunos. Nessa proposta, o professor é apenas o detentor do conhecimento.
De acordo com a teoria de Vygotsky, as pessoas só adquirem cultura e linguagem, além de se desenvolverem historicamente e de estimularem o raciocínio, se estiverem inseridas em meios sociais com outras pessoas. Dessa forma, uma das vantagens da proposta sociointeracionista nas escolas é o incentivo à interação e à participação com outros alunos e também com os educadores.
Para Vygotsky, o erro deve ser visto pelo professor como parte do processo de ensino-aprendizagem e pode ser ignorado. A correção do erro é importante para que o aluno perceba a necessidade de melhorar e de se dedicar mais aos conhecimentos que ainda não domina.
Segundo Lev Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio da interação social, ou seja, de sua interação com outros indivíduos e com o meio. Portanto, a aprendizagem é uma experiência social, a qual é mediada pela interação entre a linguagem e a ação.
Conforme os estudos de Lev Vygotsky, existem momentos importantes da aprendizagem da criança: a zona de desenvolvimento real, que a criança ainda não domina, mas que se espera que ela seja capaz de realizar; a zona de desenvolvimento proximal, que é tudo o que a criança somente realiza com o apoio de outras pessoas; e a zona de desenvolvimento potencial, que é tudo o que a criança já é capaz de realizar sozinha.
O estágio pré-operacional acontece entre dois a sete anos de idade. Nele, a criança adquire a função simbólica e a linguagem. Observam-se, nesse estágio, o egocentrismo e a necessidade de dar vida às coisas, sendo a fase dos “por quês” e da exploração da imaginação.
De acordo com Piaget, o equilíbrio entre a assimilação e a acomodação é o que rege a passagem de um estágio para outro, pois ocorre uma progressão no conhecimento, gerando a adaptação de determinados conceitos.
Segundo Piaget, o desenvolvimento cognitivo infantil passa por cinco estágios, desde o nascimento até o início da fase adulta, quando a capacidade plena de raciocínio é atingida. Nesses estágios, o aprendizado da criança não está relacionado com a interação dela com o meio.