Questões de Concurso
Comentadas sobre teorias e práticas para o ensino de matemática em pedagogia
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O estudante, segundo Luiz e Col (2013) e Tardif (2014), ao chegar à escola, traz consigo um conjunto de saberes matemáticos construídos em interação com seu meio social. Cabe ao professor incentivá-los a utilizar tais conhecimentos para resolver situações que apresentem significado e facilitem a construção de saberes mais elaborados nas etapas escolares posteriores.
(Silva, 2021, s/p.)
Segundo Giraldo (2018), o professor que leciona matemática nas séries iniciais do ensino fundamental deve agir sempre como mediador, ajudando o estudante a superar seus limites. Deve-se valer de atividades e avaliações diversas, que permita ao estudante a ter aprendizagem significativa, que faça interagir conhecimento escolar com o seu meio social.
(Silva, 2021, s/p.)
Em relação ao ensino da matemática no ensino fundamental, é correto afirmar que:
Disponível em: paal_ennsnoppdf menau.sc.gov.br/downloads/semed/curriculo_educacao_basica_sistema_municipal_ensino.pdf
No contexto do trecho apresentado, o que o Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau sugere como uma ferramentas útil, por oferecer significados distintos daqueles que seriam compreendidos caso se concentrasse o processo somente na esfera teórica?
Em relação à articulação entre esses dois campos da Matemática, é correto afirmar que:
( ) A história da Matemática constitui instrumento de conscientização epistemológica, pois o aluno, devido à sua imaturidade intelectual, pode não entender alguns conceitos e nesse momento, o professor poderá recorrer à pesquisa histórica como fonte de entendimento e amadurecimento do conhecimento matemático.
( ) A ausência do sentido de progresso histórico por parte de crianças e adolescentes inviabiliza o uso de história da Matemática em sala de aula, pois esses alunos normalmente são incapazes de deslocar-se de seu contexto atual e adquirir uma real compreensão do passado histórico.
( ) A história da Matemática é fonte de motivação para o ensino-aprendizagem dessa disciplina; ela leva a uma mudança qualitativa que se traduz na passagem de um enfoque mecanicista para um enfoque cognitivo.
( ) A história da Matemática é um instrumento de resgate da identidade cultural da comunidade escolar, constituindo um veículo de informação para estudantes e professores.
Assinale a alternativa correta, seguindo a sequência das afirmativas C ou E:
I. É importante destacar que, com o surgimento das novas tecnologias e a disseminação da cultura digital, as calculadoras, os computadores, os aplicativos e outros instrumentos tecnológicos estão ao alcance de todos e, cada vez mais presentes, não se exige que se saiba apenas a tabuada, mas, sobretudo que se saiba o que está por trás dos cálculos, das operações e das relações que devem ser feitas para se tomar as decisões corretas. São a partir dessas premissas que as tendências atuais em Educação Matemática, tais como a etnomatemática, a modelagem, a resolução de problemas, a tecnologia e o repensar do fazer pedagógico dos professores caminham na direção da busca pela vinculação prática entre o que ocorre na sala de aula e fora dela (ESPÍRITO SANTO, 2009).
PORQUE
II. É essencial que o processo de ensino e aprendizagem da Matemática objetive uma compreensão abrangente de mundo, onde os estudantes sejam capazes de relacionar observações empíricas do seu cotidiano às suas representações dentro da Matemática, fazendo associações e estabelecendo conjecturas, favorecendo o desenvolvimento do letramento matemático (BRASIL, 2017).
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Os jogos e desafios matemáticos são estratégias pedagógicas para o ensino da matemática que favorecem a curiosidade, o pensamento crítico, a criatividade, a autonomia e o desenvolvimento dos aspectos cognitivos. Sobre o uso desse recurso em sala de aula, é CORRETO afirmar que:
Pode-se prever que na matemática do futuro serão importantes o que hoje se chama matemática discreta e igualmente o que se chamavam “casos patológicos”, desde a não-linearidade até teoria do caos, fractais, fuzzies, teoria dos jogos, pesquisa operacional, programação dinâmica.
(D’Ambrosio, U. Educação Matemática: da teoria a prática. São Paulo: Papirus, 2005.)
A crescente importância da matemática discreta, citada por D’Ambrosio, sinaliza para a importância de que sejam estabelecidas pontes entre o currículo escolar da matemática e o
Lei o texto e a tabela para responder às questões de números 43 e 44.
Ana, Bruna e Cleide são estudantes das séries iniciais e fizeram parte de um experimento em que tinham que apresentar respostas para as seguintes divisões:
1) 85÷5, 2) 5÷2, 3) 2÷5, 4) 47÷6, 5) 35÷16.
A tabela indica as respostas dadas pelas três estudantes:
Ana | Bruna | Cleide | |
1) 85÷5 | 17 | 17 | 17 |
2) 5÷2 | 2,5 | 2,5 | 2 |
3) 2÷5 | 0,4 | 0,4 | não é divisível |
4) 47÷6 | 647 | 7,83 | 7 |
5) 35÷16 | 1635 | 2,18 | 2 |
(Parra, C., Saiz, I. Didática da Matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001. Adaptado)
De acordo com a matemática e educadora Irma Saiz, ao analisar o processo de ensino e aprendizagem da divisão em seu livro Didática da matemática, uma das razões da diversidade nas respostas apresentadas deve-se à
Segundo o matemático e historiador Georges Ifrah, um sistema antigo de numeração cujos algarismos tipicamente não se adequadavam a efetuar operações aritméticas, mas apenas a fazer abreviações para anotar e reter números, era o
O pensamento _____________ proporciona aos alunos a construção de habilidades básicas para resolver problemas e representar conhecimentos, colaborando para entender a vida que está ao redor, bem como para construir saberes das diferentes áreas e da própria matemática.
Apesar de não ser uma habilidade prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino fundamental, reconhecer que radiciação e potenciação são operações inversas é uma das habilidades específicas indicadas no Currículo de Pernambuco.
Entre as habilidades a serem desenvolvidas pelos estudantes do segundo ano do ensino fundamental, inclui-se a leitura das horas em relógios analógicos, em vez da leitura em relógios digitais, visto que esta última, nos primeiros anos escolares, desestimula o interesse posterior no aprendizado de ângulos no círculo trigonométrico.