Questões de Concurso Comentadas sobre teorias e práticas para o ensino de literatura em pedagogia

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Q2330921 Pedagogia
Em razão da “especificidade do texto literário”, nos PCNs*, conclui-se que, “enraizando-se na imaginação e construindo novas hipóteses e metáforas explicativas, o texto literário é outra forma/fonte de produção/apreensão de conhecimento”. Nesse documento, afirma-se ser “possível afastar uma série de equívocos que costumam estar presentes na escola em relação aos textos literários”, entre eles:
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Q2328675 Pedagogia

Julgue o item que se segue. 


O romance “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, apresenta como narrador-personagem o próprio Dom Casmurro, o que permite uma abordagem subjetiva da história.

Alternativas
Q2328659 Pedagogia

Julgue o item que se segue. 


A obra de maior excelência do indianismo de José de Alencar, o romance Iracema, é o retrato do amor proibido entre a índia Iracema e o português Martim.

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Q2264050 Pedagogia
Em um contexto educacional, os níveis de leitura desempenham um papel fundamental no desenvolvimento das habilidades de compreensão e interpretação de textos. Nesse sentido, considere a seguinte situação:

Em uma aula de literatura inglesa, os alunos estão discutindo um poema que aborda temas complexos, como a natureza efêmera da vida e a passagem do tempo. Os alunos estão analisando o uso de metáforas e simbolismo no poema para entender suas camadas de significado.

Qual das seguintes alternativas descreve adequadamente o nível de leitura exemplificado acima?
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Q2203831 Pedagogia
A leitura não deveria ser encarada como uma obrigação escolar, nem deveria ser selecionada, vamos dizer, na base do que ela tem de ensinamento, do que ela tem de 'mensagem'. A leitura deveria ser posta na escola como educação artística, ela devia posta na escola como uma atividade e não como uma lição, como uma aula, como uma tarefa. O texto não devia ser usado, por exemplo, para a aula de gramática, a não ser que fosse de uma maneira muito criativa, muito viva, muito engraçada, muito interessante, porque se assim não for faz com que a leitura fique parecendo uma obrigação, fique parecendo uma tarefa e aquela velha frase de Monteiro Lobato - 'É capaz de vacinar a criança contra a leitura para sempre'.
(ROCHA, Ruth. Pra não vacinar a criança contra a leitura. Leitura: teoria & prática, v. 2, p. 3- 10, out. 1983.)
(https://novaescola.org.br/conteudo/2605/literatura-do1-ao-5-ano-ajude-os-alunos-a-ler-com-autonomia)

Considerando o conteúdo do enunciado e a visão dos teóricos educacionais da "Nova Escola" sobre a "Literatura Infantil - 1º ao 5º ano", julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso):

(__)A "Literatura Infantil - 1º ao 5º ano" nos anos iniciais do Ensino Fundamental deve ser apresentada resumidamente, para que não cause espanto no aluno, evitando-se a perda do interesse enquanto leitor, iniciando seu desenvolvimento.
(__)Para que o aluno inicie a construção de sua autonomia como leitor, é importante intercalar a leitura feita pelo professor com momentos em que todos devem ler sozinhos, tanto na escola quanto na cada deles, entendendo-se a extensão da tarefa de exercitar a leitura no ambiente familiar.
(__)O início do Ensino Fundamental é essencial para os alunos desenvolverem autonomia e continuarem seu percurso para se tornar leitores, nesta etapa, o melhor é estimular a troca de livros e de opiniões sobre o que se lê.
(__)Nos anos iniciais do Ensino Fundamental é que o aluno começa a construir sua autonomia como leitor.

Marque a alternativa com a opção correta. 
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Q2191537 Pedagogia
O papel fundamental do educador diante dos maus-tratos é amplamente discutido e reconhecido pela literatura científica. Em relação à postura do educador nessas situações, assinalar a alternativa CORRETA:
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Q2191394 Pedagogia
Na obra A psicogênese da língua escrita, Ferreiro e Teberosky (1999) pretendem demonstrar que a aprendizagem da leitura, entendida como questionamento a respeito da natureza, função e valor deste objeto cultural, que é a escrita, inicia-se muito antes do que a escola imagina. As autoras argumentam que a leitura e a escrita são formas variantes ou alternativas da mesma língua e, por isso,
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Q2189341 Pedagogia
O ensino da leitura é uma das principais atividades desenvolvidas na escola e requer métodos e processos capacitados para que os alunos possam desenvolver habilidades de leitura eficientes e eficazes. Sobre esse assunto, assinale a alternativa CORRETA.
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Q2163421 Pedagogia
Julgue o item subsequente.
A literatura é uma arte exata, hermética e concisa. Sendo assim, uma obra escrita hoje em dia não poderia ter características do simbolismo ou do parnasianismo, por exemplo. Por isso, o conhecimento da linha do tempo das produções literárias é importante para que possamos entender e avaliar melhor as obras de cada período. 
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Q2163400 Pedagogia
Julgue o item subsequente.
A literatura é uma arte muito antiga, a qual perdura imutável por vários momentos históricos sem que eles a afetem. Daí nasce o conceito de escolas literárias, também chamadas de movimentos literários, períodos literários ou estilos de época. 
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Q2065861 Pedagogia
Sobre a importância da Literatura Infantil, assinale a alternativa que se contrapõe aos seus valores, na escola, na sala de aula e no dia a dia da criança: 
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Q2063279 Pedagogia
Analise as afirmativas, a seguir, sobre os Precursores e seguidores da Literatura Infantil, no Brasil, coloque V para verdadeiro e F para falso. Posteriormente, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
(__) A Bolsa Amarela é um dos livros mais conhecidos de Ana Maria Machado. Em sua carreira, recebeu importantes troféus como o Prêmio Jabuti, o Prêmio Hans Christian Andersen, onde foi a primeira mulher fora dos Estados Unidos e Europa a conquistá-lo.
(__) Maurício de Souza é um dos mais famosos cartunistas do Brasil, membro da Academia Paulista de Letras e, é claro, criador da Turma da Mônica, que já estimulou várias gerações de crianças a criarem o hábito da leitura por meio das histórias em quadrinhos.
(__) Monteiro Lobato é conhecido como o pai da Literatura Infantil, no Brasil, por ter sido um dos primeiros a desenvolver um estilo de escrita com linguagem simples, onde realidade e fantasia estão lado a lado.
(__) Sylvia Ortkof deu início a jornada na literatura com o livro O Dinossauro que Fazia Au-Au. Além dessa obra, a autora também publicou a história O Fantástico Mistério de Feiurinha, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de literatura no ano de 1986.
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Q4240713 Pedagogia
Atualmente a dimensão da literatura infanto-juvenil é muito mais ampla e importante, pois proporciona à criança e ao jovem um desenvolvimento emocional, social e cognitivo indiscutível.
Nesse sentido, julgue os itens a seguir em relação às contribuições da literatura infanto-juvenil:

I.O contato com a literatura infanto-juvenil estimula uma maior aptidão para a aprendizagem.
II.Contribui para o desenvolvimento da autonomia e da criatividade.
III.Desenvolve as habilidades de ler, interpretar e escrever textos.
IV.Acumula repertório significativo de leituras que contribuirá para a formação de argumentos e opiniões.

É CORRETO o que se afirma em: 
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Q4156169 Pedagogia
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

    Nas aulas de português, muitas vezes, se desvirtua inteiramente o aspecto estranho do texto literário, a dimensão de encantamento estético do poema, quando, por exemplo, se reduz o texto a um ‘ponto de partida’ para a fixação de classificações gramaticais, desviando o olhar do aluno do encantamento que a literatura é chamada a produzir. É como se lhe tapassem os olhos, como se lhe fosse sonegada a oportunidade de desenvolver a capacidade de se emocionar, de sentir a graça possibilitada pelas analogias, pelas metáforas, pelas metonímias, e tantos outros expedientes de ‘trapacear’ a linguagem e atingir os seus ‘deslimites’. [...] Vale a pena lembrar que a leitura de uma crônica, uma fábula, um poema pode não ter outra finalidade senão oferecer aos alunos a experiência de verem como há coisas bonitas, como há coisas interessantes escritas entre nós! Não é necessário que, a cada leitura, se vincule uma tarefa.

ANTUNES, Irandé. Território das palavras: estudo do léxico em sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. p. 133-134 (Adaptado).
No Texto 4, Irandé Antunes defende a ideia de que a formação do leitor literário deve ocorrer pela emoção e pelo prazer estético proporcionado por textos desse gênero. Um caminho metodológico apontado pela autora, no Texto 4, para que isso ocorra é 
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Q4155799 Pedagogia
Leia o texto para responder à questão a seguir.
According to Collie and Slater in Cruz (2010) literature can be regarded as a rich source of ‘authentic material’ because it conveys two features in its written text: one is ‘language in use,’ that is, the employment of linguistics by those who have mastered it into a fashion intended for native speakers; the second is an aesthetic representation of the spoken language which is meant to recover or represent language within a certain cultural context. . (…) Literature as aesthetic recreation (that is, as something artificial) can be considered a much more “authentic” source and can inspire more authority in the use and enrichment of language than English textbooks or even than direct samples of language, more so if learners develop an “aesthetic reading” of the text (Langer, 1991, 1998; Many, Gerla, Wiseman, & Ellis, 1995). Through this personal and social experience students can develop a closer relationship with language, since they are reconstructing the target language on their own for their own learning process. There are some genres in literature including poetry, short fiction, drama and novel. (…) Poetry offers wonderful opportunities for reading, writing, speaking, and listening practice for English language learners. Poetry also gives students a chance to expand vocabulary knowledge, to play with language, and to work with different rhythms and rhyme patterns. (…) There are three principles to consider in material selection; 1) readability, it means that the poem is able to be read. It has to be clear to read, listen, or watch it on video. 2) suitability, the children are going to read, hear, learn the words, and words convey information and content that are appropriate to their age, maturity, and culture. 3) exploitability, it may simply be for fun and motivation, for social enjoyment within the classroom and worthy purpose. FAUZIAH. The Approaches to Teaching Literature for Young Learners. Journal of English Language Teaching and Linguistics (JELTL) e-ISSN: 2502- 6062, 2016, Vol. 1 (2) www.jeltl.org p. 145-158. Disponível em: . Acesso em: 4 mar. 2020.
Baseando-se na leitura do texto,
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Q4111693 Pedagogia
A literatura infantil desenvolve na criança a capacidade de entender melhor o mundo, o senso crítico e a facilidade para interpretar e narrar texto.
Fontes: OLIVEIRA, Ana Arlinda de. Literatura. O professor como mediador das leituras literárias. Coleção Explorando o Ensino. Volume 20. Texto utilizado como referência na disciplina de Literatura Infantil. http://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/bitstream/123456789/1501/1/PDF%20-%20Regina%20Vicente%20da%2 0Silva%20Paulino.pdf

Com base neste princípio, assinale a alternativa INCORRETA:
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Q4087136 Pedagogia
Texto para responder à questão.


    No ano de 1878, formei-me em medicina pela Universidade de Londres e logo parti para Netley, a fim de seguir o curso exigido aos médicos militares. Terminados os meus estudos, fui designado para o Quinto Regimento de Fuzileiros de Northumberland, como cirurgião assistente. Nessa época, o Quinto estava acantonado na Índia, e antes que eu pudesse me apresentar eclodiu a Segunda Guerra Afegã. Ao desembarcar em Bombaim, soube que o meu regimento já havia atravessado os desfiladeiros e se achava embrenhado em território inimigo. Tomei o mesmo caminho, com muitos outros oficiais que estavam em idêntica situação, e consegui chegar são e salvo a Kandahar, onde encontrei minha unidade e imediatamente assumi minhas novas funções.
    A campanha trouxe honras e promoções para muitos, mas a mim só proporcionou infortúnios e desastres. Fui transferido da minha brigada para as tropas de Berkshire, com as quais tomei parte na fatídica Batalha de Maiwand. Ali, a bala de um mosquete afegão atingiu-me o ombro, fraturando o osso e raspando a artéria subclávia. Teria caído nas mãos dos ferozes ghazis, se não fosse a devoção e a coragem do ordenança Murray, que me pôs num cavalo de carga e conseguiu levar-me são e salvo para as linhas britânicas.
    Combalido pelo sofrimento e pelas contínuas privações que havia suportado, fui removido, numa longa composição de feridos, para o hospital central de Peshawar. Ali fui me restabelecendo, e já tinha melhorado o suficiente para andar um pouco pelas enfermarias, ou estender-me ao sol na varanda, quando apanhei uma gastrenterite, essa praga das nossas possessões indianas. Durante meses, tive a vida por um fio, e quando, finalmente, voltei a mim e entrei em convalescença, estava de tal modo fraco e macilento que uma junta médica foi de parecer que deviam me fazer regressar imediatamente à Inglaterra. Consequentemente, fui recambiado no vapor Orontes e um mês depois desembarquei no cais de Portsmouth, com a saúde irremediavelmente arruinada, mas com a permissão, dada por um governo paternal, de tentar melhorá-la nos nove meses seguintes.
    Não tendo relações nem parentes na Inglaterra, achava-me tão livre como o ar... ou pelo menos tão livre quanto pode ser um homem cujo rendimento não passa de onze xelins e seis pence por dia. Em tais circunstâncias, fui naturalmente atraído por Londres, essa grande fossa a que irresistivelmente vão ter todos os vadios e desocupados do império. Ali fiquei algum tempo, instalado num hotel do Strand, levando uma existência sem conforto nem sentido, e gastando, com mais largueza do que devia, todo o dinheiro que me vinha às mãos. Tão alarmante se tornou o estado das minhas finanças que em breve me vi na contingência de deixar a metrópole e ir viver no campo, ou alterar completamente o meu modo de vida. Escolhendo esta última alternativa, resolvi sair do hotel e alojar-me num domicílio mais barato e menos pretensioso.
    Exatamente no dia em que cheguei a essa conclusão, encontrava-me no Bar Criterion quando alguém me bateu no ombro. Voltando-me, reconheci Stamford, um jovem que fora meu assistente no Barts. Ver um rosto amigo no imenso deserto londrino é coisa deveras agradável para um homem solitário. Nos velhos tempos da universidade, não tínhamos lá grande intimidade, mas cumprimentei-o com entusiasmo, e ele, por sua vez, pareceu feliz de me ver. Na exuberância daquele momento, convidei-o para almoçar comigo no Holborn, e juntos tomamos uma carruagem.
    — Que diabo você tem feito, Watson? — perguntou-me ele, sem esconder o seu espanto, enquanto passávamos pelas ruas apinhadas de Londres. — Vejo-o magro como um sarrafo e escuro como uma castanha.
    Fiz-lhe um breve relato das minhas aventuras e mal o concluíra chegamos ao nosso destino.
    — Coitado! — exclamou ele, condoído pelos infortúnios que acabava de ouvir. — E que faz agora?
    — Procuro alojamento — respondi. — Tento resolver o problema de encontrar quartos confortáveis a preços razoáveis.
    — É curioso — disse o meu companheiro. — Você hoje é a segunda pessoa que fala dessa maneira.
    — E quem foi a primeira? — perguntei.
    —Um sujeito que trabalha no laboratório químico do hospital. Estava se queixando, ainda esta manhã, de não encontrar com quem dividir o aluguel de uns ótimos aposentos que tinha descoberto, mas que eram demasiado caros para a sua bolsa.
    — Magnífico! — exclamei. — Se ele procura alguém para compartilhar dos quartos e das despesas, sou exatamente essa pessoa. Prefiro ter um companheiro a morar sozinho.
      Stamford olhou-me de um modo estranho, por cima do seu copo de vinho.
    — Você ainda não conhece Sherlock Holmes — disse ele. — Não sei se lhe agradará como companheiro permanente.
    — Por quê? Haverá alguma coisa que não o recomende?
    — Oh! Eu não disse isso. Ele é um pouco esquisito... tem paixão por certos ramos da ciência. Que eu saiba, é uma pessoa muito correta.
     — Estudante de medicina?
    — Não. E não tenho a menor ideia a respeito da carreira que pretende seguir. Creio que entende muito de anatomia, e é um químico de primeira ordem. Mas, ao que me consta, nunca fez um curso sistemático de medicina. Estuda sem método, de uma maneira excêntrica, e já acumulou uma série de conhecimentos pouco vulgares que espantariam os seus professores.
     — Nunca lhe perguntou qual o ramo da ciência em que deseja especializar-se?   
    — Não — respondeu Stamford. — Não é dado a confidências, embora seja bastante comunicativo quando lhe dá na telha.
    — Pois eu gostaria de conhecê-lo. Visto que preciso morar com alguém, agrada-me que seja um homem tranquilo e estudioso. Ainda não estou bastante forte para suportar ruídos ou balbúrdias. Já tive muito dessas duas coisas no Afeganistão... e estou provido delas para o resto da existência. Como poderei travar relações com esse seu amigo?
    — Ele deve estar no laboratório — respondeu o meu companheiro. —Às vezes passa semanas inteiras semaparecer, mas noutras ocasiões não sai de lá o dia todo e boa parte da noite. Se quiser, vamos procurá-lo depois do almoço.
    —Combinado —respondi, e a conversação passou a outros assuntos.
    Quando nos dirigíamos para o hospital, ao sairmos do Holborn, Stamford deu-me mais algumas informações sobre o cavalheiro com quem eu me propunha morar.

(DOYLE, Arthur Conan. Um estudo em vermelho. Disponível em: https:// docero.com.br/doc/seces8. Adaptado.)
“Um estudo em vermelho” é um romance policial, escrito por um dos maiores representantes desse gênero. Ao levar textos como esse, pertencentes à literatura canônica, para sala de aula e discuti-los com os estudantes, seja por meio de leitura coletiva, protocolada ou individual, o professor demonstra uma compreensão 
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Q4073182 Pedagogia
Registre V, para verdadeiro, e F, para falso, em relação aos princípios e objetivos da Literatura Infanto-juvenil:

(__)A literatura infantojuvenil pode apoiar o aprendizado na escola e contribuir para o desenvolvimento da postura cidadã e de valores dos alunos.
(__)A literatura Infantojuvenil desenvolve a atenção da criança, pois ela fica imersa na história e cria uma conexão com quem está lendo o livro.
(__)A literatura Infantojuvenil exercita o cérebro ao estimular habilidades como memória e compreensão.
(__)A literatura Infantojuvenil desenvolve conhecimento de mundo, levando a criança a outras realidades.
(__)A literatura Infantojuvenil embora desenvolva conhecimento de mundo, pouco contribuir para o desenvolvimento intelectual da criança.
(__)A literatura infantojuvenil é fonte enriquecedora de conhecimentos e informações, e oferece um método prazeroso e lúdico para que as crianças possam enveredar no mundo da leitura.

Assinale a alternativa CORRETA.
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Q3009746 Pedagogia
Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira.

1. O sujeito e seu lugar no mundo. 2. Natureza, ambientes e qualidade de vida. 3. Mundo do trabalho. 4. Conexões e escalas.


( ) Foco na reflexão sobre atividades e funções socioeconômicas e o impacto das novas tecnologias.

( ) Foco na articulação da GeograJfia Física e da Geografia Humana.

( ) Foco na articulação de diferentes espaços e relações existentes entre os níveis local e global.

( ) Foco no aprendizado de noções de pertencimento e identidade.  
Alternativas
Q2386609 Pedagogia
Em “A literatura infantil na escola”, Zilberman discorre que a literatura infantil está envolvida por uma capa de enganos e preconceitos, que a diminuem intelectualmente e reprimem uma averiguação que evidencie sua validade estética, no entanto, espera-se atingir metas balizadas por teses diretoras. Sobre o assunto, analise as proposições abaixo.


I. A literatura infantil é um campo de ser privilegiado pela teoria literária, devido à rica contribuição que proporciona qualquer indagação intencionada sobre a natureza do literário.

II. É o enfoque estético que preside a abordagem do livro para crianças, porque somente a realização literariamente válida rompe os compromissos com a pedagogia e com a doutrinação.

III. Um gênero não pode ser questionado por tal ciência, porque a importância e o valor são retirados do conteúdo do texto e não da qualidade estética.

IV. A narrativa dá sentido à abordagem dos livros que estão na gênese histórica da produção infantil.

V. O fato da literatura infantil não ser subsidiária da escola e do ensino, não quer dizer que como medida de precaução ela deva ser afastada da sala de aula.

É correto o que se afirma, apenas, em
Alternativas
Respostas
61: C
62: C
63: C
64: D
65: B
66: D
67: B
68: B
69: E
70: E
71: E
72: D
73: A
74: B
75: C
76: C
77: C
78: A
79: E
80: C