Questões de Concurso
Sobre teorias e práticas para o ensino de língua portuguesa em pedagogia
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Em Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário, Lerner (2002) ressalta a importância das modalidades organizativas para a organização do tempo didático.
De acordo com a autora, é correto afirmar que as
“atividades habituais”
Segundo a autora, essas experiências compartilham algumas propostas fundamentais sobre o processo de alfabetização e, de acordo com Ferreiro, uma dessas propostas fundamentais é a seguinte:
Alarcão (2003) afirma que a formadora Idália Sá-Chaves tem se dedicado à prática e à teorização de certa estratégia formativa que adota uma abordagem reflexiva para a formação de professores. Para Sá-Chaves, essa estratégia formativa apresenta, entre outras, algumas contribuições, pois promove nos participantes o desenvolvimento reflexivo, tanto ao nível cognitivo quanto metacognitivo, garante mecanismos de aprofundamento conceitual continuado, por meio do uso de feedback entre os participantes das comunidades de aprendizagem, além de “estimular a originalidade e criatividade individuais no que se refere aos processos de intervenção educativa, aos processos de reflexão sobre ela e à sua explicitação, através de vários tipos de narrativa”.
Segundo Alarcão, a formadora Sá-Chaves designa essa
estratégia formativa como
“Para trabalhar probabilidades com turmas de 2° ano, por exemplo, Elcie recorreu ao volante da Megassena, que informa: quem faz o jogo mínimo de seis números tem uma chance em mais de 50 milhões de ganhar o maior prêmio. "Proponho fazer as contas para descobrir como se chega a essa conclusão", explica. Logo fica fácil constatar que, quanto mais números a aposta tiver, maiores são as chances de acertar as seis dezenas. A aula prossegue com os jovens testando outras variáveis para entender por que a probabilidade de alguém se tornar um milionário sobe, vertiginosamente, para uma em 10 mil se a pessoa puder pagar pela aposta máxima de 15 números.”
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/7193/contextualizar-o-conteudo. Acesso em: 22/12/19).
O texto apresenta um exemplo de contextualização do conhecimento. Esse princípio representa no cenário
didático
“Na convivência social, é importante saber qual variedade linguística usar em diferentes situações. Não se fala sempre do mesmo jeito, em todas as circunstâncias. Numa festa familiar, numa conversa descontraída, falar bem é usar o dialeto cotidiano, de uma maneira coloquial. Numa reunião de trabalho com o chefe e os colegas, numa discussão com outros membros da associação comunitária, falar bem é saber expor a própria opinião com clareza e educação, numa linguagem mais cuidada que a de uso caseiro. Saber adequar o modo de falar às diferentes interações é uma capacidade linguística de valor e utilidade na vida do cidadão e por isso é que deve ser desenvolvida na escola” (Alfabetização e Linguagem, Brasília 2008, p 55).
I- Na série ou ciclo inicial, em maior ou menor escala, as crianças apropriam-se das características linguísticas que diferenciam a linguagem escrita da linguagem falada. II- Na concepção sociointeracionista de linguagem, a leitura é entendida como um processo de produção de sentido que se dá a partir de interações sociais, ou relações dialógicas que acontecem entre dois sujeitos – o autor do texto e o leitor. III- Enquanto atividade humana, a linguagem tem uma dimensão histórica e social que atribui a ela diferentes funções.