Questões de Concurso
Comentadas sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia
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Com base no texto e nos conhecimentos sobre o uso de documentos, imagens, mapas e fontes históricas no ensino e na pesquisa, assinale a alternativa CORRETA:
I. Embora o tempo, o espaço e o movimento sejam categorias básicas na área de Ciências Humanas, também se deve valorizar a crítica sistemática à ação humana, às relações sociais e de poder, e à produção de conhecimentos e saberes em diferentes contextos históricos e geográficos.
II. O ensino de Geografia e História deve priorizar exclusivamente a memorização de fatos históricos e conceitos geográficos, sem articulação com a crítica às relações sociais.
III. O ensino de Geografia e História, ao favorecer a compreensão do mundo, contribui para desenvolvimento autônomo dos indivíduos e para uma intervenção mais responsável no mundo em que vivem.
Assinale a alternativa correta.
Os historiadores, na realidade, podem estar diante de uma mudança de paradigma fundamental, de uma cultura da escassez para uma da abundância. Não faz muito tempo, nossa preocupação era com o reduzido número de pessoas que podíamos alcançar, com as páginas de conteúdo acadêmico que éramos capazes de publicar, com as fontes primárias que podíamos apresentar aos nossos alunos e com os documentos que haviam sobrevivido do passado.
ROSENZWEIG, Roy. Clio conectada: o futuro do passado na era digital. Tradução de Luis Reyes Gil. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.
Diante da transição para uma "cultura da abundância”, quais são as novas habilidades indispensáveis para os historiadores e professores de história?
Disciplina escolar e conhecimento histórico acadêmico são campos permeáveis. No caso da História, ao acompanharmos sua constituição, na escola e na universidade, verificamos que a partir do século XIX, existem constantes aproximações e separações entre a História escolar e a dos historiadores.
Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
Acerca do saber histórico escolar, constatamos aproximações e separações entre a educação básica e a universidade, uma vez que temos práticas de ensino
I- A Lei nº 11.645/2008, a qual determina a obrigatoriedade do estudo da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e de Ensino Médio, notadamente nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras, garantiu efetivamente uma educação inclusiva e a erradicação do racismo no espaço escolar.
II- Para garantir uma adequada aplicabilidade dessas determinações legais, as instituições educacionais devem repensar o seu papel na formação de indivíduos, preparando-os para viver e conviver em ambientes de diversidade, reconhecendo-se como atores importantes dos processos históricos.
III- Na perspectiva da aplicabilidade da Lei nº 11. 645/2008, é de fundamental importância que os professores de História recorram, em suas práticas de ensino, à valorização da memória dos diversos grupos étnicos que compõem a sociedade brasileira, como forma de incentivar nos alunos a audição da voz de excluídos e as lições que podem trazer para enriquecer suas experiências.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
É CORRETO afirmar que este método corresponde ao (à):
Considerando esse percurso, analise as afirmativas abaixo e, em seguida, marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) A substituição da disciplina História por “Estudos Sociais” esteve associada a um projeto de neutralização política do ensino e à redução de seu potencial crítico.
( ) A redemocratização brasileira contribuiu para o fortalecimento do ensino de História como espaço de reflexão sobre direitos e participação social.
( ) A expansão da indústria editorial e do ensino privado eliminou completamente a autonomia docente na produção do conhecimento histórico escolar.
( ) A Constituição de 1988 e o ECA contribuíram para a redefinição do papel da escola na formação de sujeitos de direitos.
( ) A valorização da cultura escolar implica reconhecer que o ensino de História produz saberes próprios, não se limitando à reprodução do conhecimento acadêmico.