Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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A Interdisciplinaridade permite lançar um olhar sobre a realidade de forma a contribuir para que possamos entender melhor a relação entre seu todo e as partes que a constituem. O conceito vem sendo discutido nos diferentes âmbitos científicos. É no campo das ciências humanas e sociais que a interdisciplinaridade aparece com maior força.
Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
“Se considerarmos plausível a assertiva de que o museu é uma morada de dispersões temporais, corporais e simbólicas, compreenderemos que o objeto cultural recebe nele nova e diversa hospitalidade. Como na vida social, o museu é compreendido pela pluralização movente de sentidos, conferidos e subvertidos a cada visita, posto que o campo da recepção é, também ele, diverso e criativo.”
PEREIRA, Júnia Sales; CARVALHO, Marcus Vinicius Corrêa. Sentidos dos tempos na relação museu / escola. Cad. Cedes. Campinas. v. 30. Nº. 82. p. 384, set.-dez. 2010. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v30n82/08.pdf> .
Nesse sentido, para Pereira e Carvalho (2010), o museu é um:
Nos últimos anos, o ensino de História vem passando por mudanças, ampliação de temáticas, propostas de novas metodologias de trabalho e muitas outras questões. Uma inegável presença nesse contexto, especialmente a partir dos anos 1980/1990, é o uso de documentos históricos não escritos em sala de aula.
Nesse contexto, um dos documentos não escritos fortemente presentes em nossa sociedade, especialmente, a partir do século XX, é a fotografia.
Em relação à fotografia, Circe Bittencourt (2004) nos alerta que, para que essa fonte documental possa se tornar um recurso didático, ela precisa e deve ser considerada pelos docentes como uma fonte:
Segundo Ricardo de Aguiar Pacheco, no texto O museu na sala de aula: propostas para o planejamento de visitas aos museus, 2012, “para a maioria dos professores, conduzir uma turma de escola ao museu é uma aventura. Uma operação que demanda esforço de organização e uma disposição para encontrar soluções que já demoveu muitos.”
Dentro da perspectiva abordada por esse autor, pensar em práticas educativas no ensino de História com o museu pressupõe dos educadores a:
Analisando os livros didáticos no Brasil, utilizados do 6º ao 9º ano, em perspectiva histórica, Selva Guimarães, no livro Didática e Prática de Ensino de História, de 2012, em conexão com vários estudiosos, apresentou algumas das mudanças desse material tão polêmico em nossa tradição escolar, tomando por referência a década de 1990.
Sobre a estrutura organizativa dos livros didáticos de História a partir dos anos 1990, analise as afirmativas a seguir.
I. Introduziram novos temas ligados à história das mentalidades e à do cotidiano.
II. Deixaram de organizar os conteúdos de História do Brasil, História da América e História Geral isoladamente, e passaram a articulá-los ao longo das quatro séries (do 6º ao 9º ano).
III. Apresentaram significativas mudanças no padrão gráfico, na linguagem, na forma de apresentação, além de incluir documentos contemplando diversos gêneros textuais e fontes iconográficas.
IV. Trouxeram exercícios e questionários que, para sua execução, faziam pouca recorrência à variedade de documentos apresentados, como as imagens, por exemplo.
Estão de acordo com as proposições da autora as afirmativas:
Nesse contexto, quais princípios deverão nortear a proposta de trabalho elaborada pela professora?
[...]
— A alma que não atingiu a perfeição durante a vida corpórea como acaba de depurar-se?
— Submetendo-se à prova de uma nova existência.
— Como ela realiza essa nova existência? Pela sua transformação como Espírito?
— Ao se depurar, a alma sofre sem dúvida uma transformação, mas para isso necessita da prova da vida corpórea.
— A alma tem muitas existências corpóreas?
— Sim, todos nós temos muitas existências. Os que dizem o contrário querem manter-vos na ignorância em que eles mesmos se encontram; esse é o seu desejo.
— Parece resultar, desse princípio, que, após ter deixado o corpo, a alma toma outro. Dito de outra maneira, que ela se reencarna em novo corpo. É assim que se deve entender?
— É evidente.
— Qual a finalidade da reencarnação?
— Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isso, onde estaria a justiça?
— O número das existências corpóreas é limitado ou o Espírito se reencarna perpetuamente?
— A cada nova existência o Espírito dá um passo na senda do progresso: quando se despojou de todas as impurezas, não precisa mais das provas da vida corpórea.
— O número das encarnações é o mesmo para todos os Espíritos?
— Não. Aquele que avança rapidamente se poupa das provas. Não obstante, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas porque o progresso é quase infinito.
— Em que se transforma o Espírito depois de sua última encarnação?
— Espírito bem-aventurado; um Espírito puro.
Kardec, A. O livro dos Espíritos. Ed. Araras, 2013 (Adaptação)
A tradição religiosa descrita no texto compõe o grupo das chamadas:
GUERREIRO, S. Novos Movimentos Religiosos. Quadro Brasileiro. São Paulo: Paulinas, 2016 (Adaptação).
GUERREIRO, S. Novos Movimentos Religiosos. Quadro Brasileiro. São Paulo: Paulinas, 2016 (Adaptação).
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
“No princípio, criou Deus os céus e a terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas. Disse Deus: Haja luz; e houve luz.”
TRADUÇÃO ECUMÊNICA DA BÍBLIA (TEB). Gênesis 1,1-3.
Em relação aos textos apresentados, assinale a alternativa CORRETA.
TEXTO I
A roça com alimentos próprio da cultura hoje em dia, é pouca, mas ainda sim existe. O ritual acontece no primeiro dia em que a menina tem sua primeira menstruação; ela é fechada dentro de casa até o final do ciclo menstrual, e até todo esse tempo só é vista e cuidada pela mãe, pela avó e tias. A avó e tias ficam fazendo seus enfeites para o último dia da festa, enquanto o avô e os tios vão caçar e pescar para que tenha comida suficiente para oferecer aos convidados, e ser servida para a moça. A avó em casa prepara a comida, como: peixe, batatas, beiju, milho, calují e entre outros alimentos que vai ser servida para a moça e oferecida para os convidados que vem para a festa. Os convidados são os parentes da mesma aldeia e também os que moram em outra aldeia. Quando a família chega, todo(a)s vão se pintar com a mesma “tinta” que a moça foi pintada e comer da mesma comida que foi à servida, e outros alimentos eles(a) dividem entre si para levar para sua casa. As tias cortam o cabelo da moça e também cortam os seus, e fazem um topete. São ensinados para as novas moças, de como será sua responsabilidade, aconselhando como assumir a vida adulta, ter casa, filhos e aprender a fazer os artesanatos da cultura Karajá favorecendo para o resgate da cultura e respeito de suas tradições.


