Questões de Concurso Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

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Q1685957 Pedagogia
Tem seu início, com o declínio no final da década de 1960, da Escola Renovada. Quando mais uma vez, agora sob a instalação do regime militar no país, as elites dão ênfase a um outro tipo de educação direcionada às massas, a fim de conservar a posição de dominação, ou seja, manter o status quo dominante. Essa é a descrição de qual tendência pedagógica?
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Q1685948 Pedagogia
Durante vários séculos, o foco dos métodos tradicionais de educação era o ensino, a partir da percepção do professor como uma figura de poder sobre o aluno. A partir do século XVIII, com a eclosão das revoluções liberais na Europa e a independência dos Estados Unidos, as escolas pedagógicas passaram a ver com olhos críticos as limitações dessa abordagem de ensino-aprendizagem. Dentro de um contexto histórico de reconhecimento social, como o estudante passa a ser visto?
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Q1685270 Pedagogia
Acerca do que dispõe a lei nº 3238/2007, no que tange os objetivos da educação municipal é correto afirmar, EXCETO:
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Q1685269 Pedagogia
Acerca do que dispõe a lei nº 3238/2007, no que tange as incumbências dos profissionais da educação no exercício da docência, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta.

I – estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de alto rendimento.

II – zelar pela aprendizagem dos alunos.

III – participar da elaboração da proposta pedagógica da escola.
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Q1682582 Pedagogia
As Tendências Pedagógicas (TP) são divididas entre liberais e progressistas, as TP brasileiras foram muito influenciadas e tiveram contribuições sociais e filosóficas de seu tempo. A Tendência que defende que a função social e política da escola deve ser garantir por meio do trabalho, com conhecimentos sistematizados, a inserção nas escolas, nas classes populares, garantindo as condições para efetiva participação nas lutas sociais. Prioriza ainda, no seu fazer pedagógico, o domínio dos conhecimentos científicos, a construção de habilidades e raciocínio. Estamos falando da Tendência:
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Q1682581 Pedagogia
Os PCN’s nos dão orientações sobre o fazer pedagógico no que diz respeito a metodologias, avaliações, planejamento e conteúdos disciplinares e interdisciplinares. Sobre o processo de avaliação podemos dizer que:
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Q1681515 Pedagogia
Analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta.
Consideram-se educandos com necessidades educacionais especiais os que, durante o processo educacional, apresentarem:

I - dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, compreendidas em dois grupos.

II – altas habilidades/superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes.

III- facilidades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis;
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Q1681514 Pedagogia
O projeto pedagógico da escola de ensino regular deve institucionalizar a oferta do Atendimento Educacional Especializado prevendo na sua organização, EXCETO:
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Q1680932 Pedagogia
É assegurado ao aluno regularmente matriculado em instituição de ensino pública ou privada o direito de ausentar-se de prova ou aula em dia que, segundo preceitos de sua religião, seja vedado o exercício de tais atividades. Analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta, quanto aos critérios a serem adotados pela instituição de ensino.

I – trabalho escrito ou outra modalidade de atividade de pesquisa, com tema, objetivo e data de entrega definidos pela instituição de ensino.

II- prova ou aula de reposição, conforme o caso, a ser realizada em data alternativa, no turno de estudo do aluno ou em outro horário agendado com sua anuência expressa.

III– prova a ser realizada em data alternativa, a depender do calendário escolar, desde que, respeitado o turno do aluno.
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Q1680751 Pedagogia
O ensinar

Por Maria H. B. Passamai (adaptado).

Se buscarmos conceituar o que é ensinar, encontraremos definições como: “Ministrar o ensino [...]; instruir; lecionar; educar; dar a conhecer; transmitir conhecimentos” (AURÉLIO, 1986, p. 660) ou “[...] repassar ensinamentos; doutrinar; transmitir experiência prática [...] tornar conhecido, familiar; mostrar com precisão; indicar” (HOUAISS, 2001, p. 1159). Por outro lado, ensino “[...] vem de ensinar (lat. Insegnare) que quer dizer dar preleções sobre o que os outros ignoram ou sabem mal” (NÉRICE, 1989, p. 47). Mas, no enfoque didático, o ensino “[...] é a ação de prover circunstâncias para que o educando aprenda, podendo ser a ação direta do professor (como no caso da preleção) ou indireta (como no caso de orientar o educando para pesquisar)” (NÉRICE, 1989, p. 47). Desse modo, a ação de dirigir a aprendizagem do aluno, organizando-a, selecionando os conteúdos, as tarefas e as avaliações, é compreendida muito claramente como a função dos professores.

Os professores são, portanto, aqueles que professam algo que consideram verdadeiro, válido, necessário e útil para a perpetuação da cultura e daqueles objetivos indicados pela sociedade para preservação de sua sobrevivência. São pessoas especializadas e habilitadas para, sistematicamente, passar para o aluno/aprendente “[...] um conjunto de conhecimentos que o tempo e a experiência selecionaram da cultura universal e diz respeito à nossa vivência cultural” (TOSI, 2001, p. 24). Portanto, fica evidente que os conhecimentos acumulados ao longo da existência humana vão ser transmitidos pelo “ensinante” ao “aprendente”, mas, para tal, esses conhecimentos necessitam ser selecionados e organizados em conteúdos considerados, pela sociedade, como mais relevantes às suas crianças e jovens.

Visto dessa forma, o ato de ensinar indica que [...] a função do professor/a será facilitar o surgimento do contexto de compreensão comum e trazer instrumentos procedentes da ciência, do pensamento e das artes para enriquecer [...] espaço de conhecimento compartilhado, mas nunca substituir o processo de construção dialética desse espaço, impondo suas próprias representações ou cerceando as possibilidades de negociação aberta de todos e cada um dos elementos que compõem o contexto de compreensão comum.

(Didática - 1951. - Vitória, ES : Universidade Federal do Espírito Santo, Secretaria de Ensino a Distância, 2011. Fonte: https://bit.ly/3fqsVtC) 
Leia o texto 'O ensinar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Após a análise do texto, é possível inferir que o termo ensino vem do verbo ensinar, que quer dizer criar ou conceber novos significados para definições ou conceitos obsoletos de uma cultura.

II. De acordo com o texto, nos últimos anos, os profissionais de educação têm privilegiado uma abordagem mais humanista e hermética da educação, sendo visivelmente influenciados por uma necessidade urgente de atender a resultados cobrados pelos familiares em relação à aquisição de conhecimentos. Se por um lado essa abordagem trouxe uma formação mais completa para os alunos, por outro também privilegiou a realização de avaliações que priorizam a classificação e a separação dos melhores e dos menos aptos, como se pode observar no texto.

III. As informações presentes no texto permitem inferir que a ação de dirigir a aprendizagem do aluno, organizando-a, selecionando os conteúdos, as tarefas e as avaliações, é raramente compreendida como uma função dos professores.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1680750 Pedagogia
O ensinar

Por Maria H. B. Passamai (adaptado).

Se buscarmos conceituar o que é ensinar, encontraremos definições como: “Ministrar o ensino [...]; instruir; lecionar; educar; dar a conhecer; transmitir conhecimentos” (AURÉLIO, 1986, p. 660) ou “[...] repassar ensinamentos; doutrinar; transmitir experiência prática [...] tornar conhecido, familiar; mostrar com precisão; indicar” (HOUAISS, 2001, p. 1159). Por outro lado, ensino “[...] vem de ensinar (lat. Insegnare) que quer dizer dar preleções sobre o que os outros ignoram ou sabem mal” (NÉRICE, 1989, p. 47). Mas, no enfoque didático, o ensino “[...] é a ação de prover circunstâncias para que o educando aprenda, podendo ser a ação direta do professor (como no caso da preleção) ou indireta (como no caso de orientar o educando para pesquisar)” (NÉRICE, 1989, p. 47). Desse modo, a ação de dirigir a aprendizagem do aluno, organizando-a, selecionando os conteúdos, as tarefas e as avaliações, é compreendida muito claramente como a função dos professores.

Os professores são, portanto, aqueles que professam algo que consideram verdadeiro, válido, necessário e útil para a perpetuação da cultura e daqueles objetivos indicados pela sociedade para preservação de sua sobrevivência. São pessoas especializadas e habilitadas para, sistematicamente, passar para o aluno/aprendente “[...] um conjunto de conhecimentos que o tempo e a experiência selecionaram da cultura universal e diz respeito à nossa vivência cultural” (TOSI, 2001, p. 24). Portanto, fica evidente que os conhecimentos acumulados ao longo da existência humana vão ser transmitidos pelo “ensinante” ao “aprendente”, mas, para tal, esses conhecimentos necessitam ser selecionados e organizados em conteúdos considerados, pela sociedade, como mais relevantes às suas crianças e jovens.

Visto dessa forma, o ato de ensinar indica que [...] a função do professor/a será facilitar o surgimento do contexto de compreensão comum e trazer instrumentos procedentes da ciência, do pensamento e das artes para enriquecer [...] espaço de conhecimento compartilhado, mas nunca substituir o processo de construção dialética desse espaço, impondo suas próprias representações ou cerceando as possibilidades de negociação aberta de todos e cada um dos elementos que compõem o contexto de compreensão comum.

(Didática - 1951. - Vitória, ES : Universidade Federal do Espírito Santo, Secretaria de Ensino a Distância, 2011. Fonte: https://bit.ly/3fqsVtC) 
Leia o texto 'O ensinar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Uma análise cuidadosa do texto permite ao leitor entender que, em um mundo rico em recursos tecnológicos, onde os alunos têm um amplo acesso às informações da Internet, o papel do professor torna-se cada vez mais obsoleto. Para resgatar a sua importância no meio educativo, os professores devem sempre privilegiar a realização de aulas exclusivamente teóricas e expositivas, utilizando uma linguagem excessivamente rebuscada e repleta de termos técnicos, defende o texto
II. Fica evidente ao leitor, após a leitura do texto, que a prática do ensino é, antes de tudo, um esforço dialógico que envolve o professor, os alunos e os pais. É, também, o resultado de uma autoavaliação do profissional de educação que busca, antes de formar uma consciência cidadã nos alunos, compreender os próprios interesses e desejos de longo prazo, conforme se pode inferir do texto.
III. O texto apresenta ao leitor um pressuposto de que é evidente a lógica de que os conhecimentos acumulados ao longo da existência humana devem ser transmitidos pelo “ensinante” ao “aprendente” e que, para tal, é necessário que sejam selecionados conteúdos considerados, pela sociedade, como mais relevantes às suas crianças e jovens.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1680743 Pedagogia
O letramento além da área de língua portuguesa

Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.

Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.

A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]

Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.

(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
Leia o texto 'O letramento além da área de língua portuguesa' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. No texto, está implícita a afirmação de que não adianta o indivíduo conhecer as letras e decodificá-las (habilidade leitora básica), se ele não consegue ampliar o seu leque de formação em práticas socioculturais mais amplas. Nesse sentido, aprender a ler e a escrever implica obter sucesso em todos os espaços de letramento.

II. As autoras do texto sustentam a tese de que, apesar de o conhecimento ser tratado cartesianamente pelas instituições de poder que “orientam” o que os professores devem ensinar (no caso do currículo), as escolas têm autonomia para promover uma formação integral do indivíduo.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1680742 Pedagogia
O letramento além da área de língua portuguesa

Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.

Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.

A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]

Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.

(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
Leia o texto 'O letramento além da área de língua portuguesa' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As autoras corroboram com a ideia de que a escola tem uma visão reducionista dos saberes científicos. É como se a instituição ignorasse o fato de as ciências estarem interligadas; isto é, um assunto “puxando” o outro.

II. O texto aponta para a ideia de que o código escrito se torna indispensável em diversas situações de interação que exigem o domínio de práticas de leitura e de escrita. Sendo assim, pode-se afirmar que esse contato não se dá exclusivamente na escola.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1680741 Pedagogia
O letramento além da área de língua portuguesa

Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.

Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.

A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]

Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.

(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
Leia o texto 'O letramento além da área de língua portuguesa' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As autoras consideram que, mesmo diante da complexidade do mundo, a escola insiste em dividir o conhecimento em partes. Isso se comprova também por meio da visão fragmentadora do conhecimento científico, trazida pelos currículos básicos.

II. Está claro, no texto, que as práticas de leitura e escrita não se dão apenas no contexto das aulas de língua portuguesa, pois nas aulas de outras disciplinas o estudante também tem contato com essas práticas. Sendo assim, alfabetizar letrando não é apenas restringir esse processo às aulas de língua materna.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1680740 Pedagogia
O letramento além da área de língua portuguesa

Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.

Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.

A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]

Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.

(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
Leia o texto 'O letramento além da área de língua portuguesa' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com o texto, a sociedade contemporânea é iletrada e, atualmente, o domínio do código escrito é dispensável na maioria dos contextos e práticas sociais.

II. A expressão “práticas sociais letradas”, no texto, faz referência às práticas sociais em que é escusável o domínio da leitura e da escrita (código escrito), a exemplo dos formulários, reportagens, notícias, ou outros gêneros textuais que circulam cotidianamente.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1680739 Pedagogia
O letramento além da área de língua portuguesa

Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.

Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.

A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]

Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.

(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
Leia o texto 'O letramento além da área de língua portuguesa' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. É possível inferir, a partir da leitura do texto, que o indivíduo transita por outros espaços onde existem práticas sociais de letramento que não estão diretamente relacionadas à escola. Todavia, o domínio do código escrito (leitura e escrita), geralmente adquirido na escola, pode ser usado em benefício de formas de expressão e comunicação diversas.

II. De acordo com o texto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1680724 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir:

I. Na escola, as atividades de ensino de língua portuguesa devem proporcionar condições para que o aluno possa utilizar a linguagem oral nas diversas situações comunicativas, especialmente nas mais formais, como no planejamento e na realização de entrevistas, debates, seminários etc.

II. A literatura é necessariamente uma cópia literal da realidade e limita-se a um puro exercício de linguagem. Se tomada como uma maneira particular de compor o conhecimento, é necessário reconhecer que sua relação com o real é obrigatoriamente direta, clara e livre de interpretações subjetivas. Ou seja, o plano da realidade pode ser apropriado e transgredido pelo plano do imaginário como uma instância concretamente formulada pela mediação dos signos verbais (ou mesmo não verbais, conforme algumas manifestações da poesia contemporânea).

III. Em uma perspectiva atitudinal, o trabalho do professor em sala de aula deve privilegiar a construção de uma visão crítica do educando sobre a própria realidade. Para isso, o ensino dos conteúdos deve ser visto como a ação recíproca entre a matéria, o ensino e o conhecimento prévio dos alunos. O conteúdo de ensino a ser transmitido pelo professor de língua portuguesa deve tolher as possibilidades de aprendizado por parte dos alunos, pois as atividades escolares de aprendizado de linguagens devem ter um foco prioritário na classificação morfológica das palavras, independentemente do contexto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1680712 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir:

I. Expandir o uso da linguagem em instâncias privadas e utilizá-la com eficácia em instâncias públicas, sabendo assumir a palavra e produzir textos coerentes e coesos, é um dos objetivos do ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental.

II. A didática é a sistematização e a racionalização do ensino, constituída de métodos e técnicas de ensino de que se vale o professor para efetivar a sua intervenção no comportamento do estudante. Ou seja, a didática tem como objetivo ensinar métodos e técnicas que possibilitem a aprendizagem do aluno por parte do professor ou instrutor.

III. Quando se pretende que o aluno construa o conhecimento, a intervenção pedagógica do professor tem valor decisivo no processo de aprendizagem e, por isso, é preciso avaliar sistematicamente se a intervenção está adequada, se está contribuindo para as aprendizagens que se espera alcançar.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1680694 Pedagogia
Ensinar e aprender

Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.

Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.

Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.

O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.

O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.

 Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020). 
Leia o texto 'Ensinar e aprender' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber, afirma o texto.

II. A escola e o professor estão constantemente envolvidos numa dinâmica de ensino e aprendizado e, por isso, devem evitar desperdiçar tempo na busca de novos saberes, de acordo com as informações do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
42781: D
42782: A
42783: C
42784: D
42785: D
42786: D
42787: A
42788: C
42789: C
42790: C
42791: A
42792: B
42793: D
42794: C
42795: A
42796: D
42797: A
42798: B
42799: D
42800: B