Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
Foram encontradas 58.261 questões
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com Maldonado (2004).
( ) Aprender a ouvir com atenção, consideração e sensibilidade.
( ) Aprender a reclamar do que não gosta sem ofender, humilhar ou atacar a pessoa.
( ) Aprender a atacar o problema e não a pessoa.
( ) Aprender a neutralizar a raiva quando ela se intensifica, a tal ponto que ocorre o risco de resultar em atos de violência.
( ) Aprender a dizer o que gosta em relação ao que os outros dizem ou fazem (olhar de apreciação).
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo
Essa concepção pedagógica foi desenvolvida por:
Relacione as concepções abaixo com suas respectivas descrições.
Coluna 1 Concepções 1. Inatismo 2. Empirismo 3. Interacionismo 4. Construtivismo
Coluna 2 Descrições ( ) Essa concepção se pauta na ideia de que a mente humana, ao nascer era uma tábula rasa e o conhecimento adquirido era produto de experiência com o meio. ( ) Confere ao indivíduo o seu papel ativo no processo de aprendizagem. Entende que o seu desenvolvimento orgânico depende dele mesmo e das influências do meio. ( ) Defende que as características genotípicas e congênitas são fatores que determinam o desenvolvimento do indivíduo desde o nascimento. ( ) Concebe a aprendizagem humana como fruto da interação entre genética e as influências exercidas pelo ambiente.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Barbosa (2014) chama a atenção para o fato de que, durante as aulas de Educação Física, é comum escutarmos, por parte dos(as) estudantes e professores(as), falas de incentivo físico (“corram mais, se esforcem”) e de aprimoramento esportivo (“acertem a bola, arremessem direito”). Desse modo, demonstra como o paradigma esportivo está culturalmente impregnado em muitas formas de olhar, falar e viver a disciplina na escola. O autor ressalta que essa visão biológica da disciplina reforça, nas aulas, modos operacionais de ver o corpo, temáticas hegemônicas e paradigmas de rendimentos; e sugere que o planejamento docente busque uma visão mais consciente e crítica da realidade.
O Departamento de Educação Física do Colégio Pedro II trata da questão do planejamento docente ao considerar que este é parte fundamental da construção do currículo da disciplina.
BARBOSA, C. L. A. Educação Física e Didática: um diálogo possível e necessário.
Petrópolis: Vozes, 2014.
COLÉGIO PEDRO II. Departamento de Educação Física. In: COLÉGIO PEDRO II. Projeto Político
Pedagógico Institucional do Colégio Pedro II. p. 234-260. 2018. Disponível em: http://www.cp2.g12.br.
Acesso em: 15 ago. 2022 11
Com base nas perspectivas curriculares adotadas pelo Departamento de Educação Física em sua proposta pedagógica, é correto afirmar que o planejamento deve valorizar
Bonetto (2020) destaca os relatos de experiência, no intuito de mostrar onde (talvez) seja possível sentir as questões didático-metodológicas ganhando vida. Ele explica que a tematização ancora as práticas corporais em sua ocorrência social. Em seu relato, ele narra:
Já pensando em propor um deslocamento do debate de corpo, saúde e ginástica, dos conhecimentos brancos, ocidentais e colonizadores, o professor propôs que dessem continuidade ao projeto de ginástica, agora com o tema: ioga.
BONETTO, P. X. R. A perspectiva cultural da Educação Física e a temática da Saúde.
Temas em Educação Física escolar, v. 5, n. 2, p. 28-43, 2020.
Disponível em: https://cp2.g12.br. Acesso em: 15 ago. 2022.
Para fazer a ancoragem histórica e social desse tema, a estratégia do professor foi
CORSINO, L. N.; AUAD, D. O professor diante das relações de gênero na Educação Física escolar. São Paulo: Cortez, 2012.
Tendo em vista esta questão, analise a situação a seguir:
Darci leciona para uma turma de sexto ano e tem o costume de separar a sua turma entre meninos e meninas. Sobre este costume, afirma: “promovo a igualdade, dividindo metade do tempo para cada grupo, assim todos têm o mesmo tempo de aula”.
Sobre o tipo de prática apresentada, os autores afirmam que
CASTRO, J. N. Singularidades em ruínas: o controle escolar dos corpos e das identidades em aulas de Educação Física. In: RIBEIRO, W. G.; SILVA, R. C. O.; DESTRO, D. S. (Org.) Educação Física e diferença: perspectivas e diálogos. Curitiba: CRV, 2021. Cap. 4, p. 75-100.
Quanto a esse tema, cabe ao(à) docente problematizar com os(as) estudantes
DARIDO, S. C.; RANGEL, I. C. A. (Org.). Educação Física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Segundo as autoras, adotar uma prática reflexiva como metodologia implica
Castro (2021, p. 92) afirma que a escola coloca as singularidades em ruínas, pois “é nela que descobrimos que estamos acima do peso ou magros além do esperado, feios, baixos [...], inclusive, de forma violenta”, com especial destaque para a Educação Física, na qual os corpos ficam em evidência.
CASTRO, J. N. Singularidades em ruínas: o controle escolar dos corpos e das identidades em aulas de Educação Física. In: RIBEIRO, W. G.; SILVA, R. C. O.; DESTRO, D. S. (Org.) Educação Física e
diferença: perspectivas e diálogos. Curitiba: CRV, 2021. Cap. 4, p. 75-100.
Com base no exposto no texto de Castro, é correto afirmar que a escola coloca as singularidades em ruínas
NÓVOA, A. Firmar a posição como professor, afirmar a profissão docente. Cadernos de Pesquisa, v. 47, n. 166, out.-dez. 2017.
Com base no destaque acima, é correto afirmar que cabe ao professor da Educação Infantil

BILL WATTERSON. Calvin e Haroldo. São Paulo: Conrad, 2018 (modificado).
Entende-se que o brincar seja uma forma determinante de uma criança estar e ser no mundo, se apresentar ao mundo e apresentar o mundo. A brincadeira possui a potência de deslocar sentidos, instituindo novos, ressignificando conceitos, valores e práticas já habituais. Seu reconhecimento como expressão própria da infância, e que se acredita não restrita apenas às crianças, é o que mobiliza esta proposta pedagógica. (p.115)
COLÉGIO PEDRO II. Projeto Político Pedagógico Institucional, 2017. Disponível em: http://www.cp2.g12.br. Acesso em: 15 ago. 2022.
Com base no trecho acima e na tirinha de Calvin e Haroldo, é correto afirmar que
Sobre participação, Castro (2010, p. 16) afirma:
Existe, talvez, mais retórica sobre a participação de crianças e jovens do que direções efetivas sobre como elas devam participar, e que mudanças nas práticas sociais devam ser feitas de modo a implementar essas direções. Ou seja, há dificuldades tanto pelo fato de não se ter clareza sobre qual participação de crianças e jovens se quer, como também de haver resistências sobre aumentar o espaço de sua participação.
CASTRO, L. R. (Coord.). Falatório: participação e democracia na escola.
Rio de Janeiro: Contra Capa, 2010.
Diante do debate sobre o direito das crianças a participar, a participação das crianças pequenas
ALMEIDA, R. D. Novos rumos da cartografia escolar: currículo, linguagem e tecnologia. São Paulo: Contexto, 2011.
Não raro, no Colégio Pedro II, há estudantes com deficiência visual em turmas regulares, majoritariamente compostas por estudantes normovisuais. Nesse contexto, o uso de linguagem cartográfica exige adaptações.
Para este fim, ainda que se reconheçam – desde a produção até seu uso pedagógico – diversas dificuldades e limitações nessa estratégia, recomenda-se a produção de maquetes e mapas táteis que
SILVA, J. M. Introdução In: SILVA, J. M. (Org.). Geografias subversivas: discursos sobre espaço, gênero e sexualidades. Ponta Grossa: Todapalavra, 2009.
A produção do conhecimento científico e o fazer geográfico têm sido marcados, ao longo do tempo, pelos parâmetros da ciência moderna. Novos métodos e epistemologias, tributários em grande parte o debate feminista, tensionam o papel de professores(as) e pesquisadores(as) quanto à pretensa objetividade e neutralidade dos saberes acadêmicos.
Nesse sentido, em seu fazer geográfico, os(as) professores(as)-pesquisadores(as) devem observar que a produção de conhecimento pressupõe
Segundo Moran (2003 apud BACICH; MORAN, 2018), cabe considerar que
[...] em detrimento da informação lógico-sequencial, estruturada e estática, e considerando que, na sociedade da informação e da comunicação, conhecer significa compreender as diferentes dimensões da realidade, captar e expressar sua totalidade de forma ampla e integral. (grifo do autor)
BACICH, L.; MORAN, J. Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma
abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. Disponível em:
https://curitiba.ifpr.edu.br. Acesso em: 10 ago. 2022.
Com base no texto e refletindo sobre suas implicações na educação, é correto afirmar que a interdisciplinaridade
Segundo Moran (2018 apud BACICH; MORAN, 2018):
A aprendizagem baseada em projetos é uma metodologia de aprendizagem em que os alunos se envolvem com tarefas e desafios para resolver um problema ou desenvolver um projeto que tenha ligação com a sua vida fora da sala de aula. No processo, eles lidam com questões interdisciplinares, tomam decisões e agem sozinhos e em equipe.
BACICH, L.; MORAN, J. Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma
abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. Disponível em:
https://curitiba.ifpr.edu.br. Acesso em: 10 ago. 2022.
Dentre as situações a seguir, assinale a que converge com a metodologia de aprendizagem baseada em projetos:
A imagem a seguir representa a metáfora da balança entre o currículo e o maker, proposta por Blikstein et al. (2019), a qual deve guiar a criação de atividades educacionais maker.

BLIKSTEIN, P.; VALENTE, J.; MOURA, E. M. Educação maker: onde está o currículo?
Revista e-Curriculum, v. 18, n. 2, p. 523-544, 2020. Disponível em: https://revistas.pucsp.br.
Acesso em: 12 ago. 2022.
Sobre essa proposta, foram feitas as seguintes afirmativas, que devem ser reconhecidas como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A educação maker pode ser integrada ao currículo da educação básica, considerandose o potencial de interações entre os aprendizes, professores, materiais, o uso de tecnologias digitais e a articulação com as diversas áreas do conhecimento.
( ) As atividades desenvolvidas nos espaços maker devem ser delineadas como atos do currículo, com intencionalidade e fundamentadas no desenvolvimento científico e tecnológico.
( ) As práticas pedagógicas em espaços maker podem contribuir para o desenvolvimento pessoal e social dos aprendizes.
( ) A proposta maker conecta a aprendizagem às situações da vida real, às soluções de problemas e considera relevante o interesse do aluno.
A sequência correta é
AQUINO. Júlio Groppa. Indisciplina: o contraponto das escolas democráticas. São Paulo, Moderna. 2003, p. 39-40.
De acordo com o excerto, podemos afirmar: