Questões de Concurso Sobre pedagogia

Foram encontradas 147.133 questões

Q3818396 Pedagogia
Na Teoria das Situações Didáticas (TSD) desenvolvida por Guy Brousseau, o processo específico pelo qual o professor transfere ao aluno a responsabilidade pela resolução de um problema, fazendo com que este aceite o desafio intelectual como seu, é denominado  tecnicamente de:  
Alternativas
Q3818387 Pedagogia
Considerando os princípios da Educação Especial, analise as afirmativas a seguir e assinale a que expressa corretamente a finalidade dessa modalidade de ensino:
Alternativas
Q3818384 Pedagogia
De acordo com o Parecer CNE/CP 8/2012, a formação crítica diz respeito ao exercício de juízos reflexivos sobre as relações entre os contextos sociais, culturais, econômicos e políticos, promovendo práticas institucionais coerentes com os: 
Alternativas
Q3818383 Pedagogia

Leia o enunciado abaixo e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:


De acordo com à Constituição Federal, os conteúdos mínimos do Ensino Fundamental devem ser fixados de forma a garantir ____________________________, bem como o respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais.  

Alternativas
Q3818282 Pedagogia
A didática moderna expandiu-se para além da "arte de ensinar tudo a todos", incorporando uma análise mais profunda e crítica do processo educativo. Porém, no contexto da didática geral, é CORRETA a alternativa que indica sua principal finalidade:
Alternativas
Q3818281 Pedagogia
Problemas de aprendizagem são desafios persistentes na aquisição de habilidades como leitura, escrita e matemática, não relacionados à inteligência, mas a diferenças no processamento cerebral, podendo ter causas neurológicas, genéticas ou ambientais, e exigindo diagnóstico e intervenção especializada (psicopedagogo, fonoaudiólogo) com estratégias personalizadas para ajudar o aluno. Ao identificar dificuldades persistentes de aprendizagem, o professor deve:
Alternativas
Q3818279 Pedagogia
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é o documento fundamental que define a identidade, missão, valores e o rumo de uma instituição de ensino. Assinale a alternativa CORRETA que caracteriza o Projeto Político-Pedagógico.
Alternativas
Q3818278 Pedagogia
O Plano Nacional de Educação (PNE), instituído pela Lei Federal nº 13.005/2014, estabelece diretrizes, metas e estratégias para a política educacional brasileira, com vigência decenal, visando à universalização do acesso, à melhoria da qualidade do ensino e à valorização dos profissionais da educação. Sobre o Plano Nacional de Educação (PNE), marque (V), para verdadeiro, e (F), para falso:

 (__)Estabelece metas para um período de dez anos.
(__)Define estratégias para valorização do magistério.
(__)É facultativo aos sistemas de ensino.
(__)Busca a melhoria da qualidade da educação.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q3818277 Pedagogia
O lúdico na sala de aula é o uso de jogos, brincadeiras, arte e materiais concretos para mediar o conhecimento. Assinale a alternativa CORRETA que define o papel do lúdico na sala de aula.
Alternativas
Q3818276 Pedagogia
A Lei Federal nº 8.069/1990, conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assegura a proteção integral de crianças e adolescentes, reconhecendo-os como sujeitos de direitos e estabelecendo deveres da família, da sociedade e do Estado para garantir seu desenvolvimento pleno, com prioridade absoluta. Analise as assertivas sobre o direito à educação segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

I.O acesso à escola pública e gratuita é direito da criança e do adolescente.
II.A educação deve visar ao preparo para o exercício da cidadania.
III.A permanência na escola é responsabilidade exclusiva da família.
IV.O respeito à dignidade do educando deve ser garantido no ambiente escolar.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3818275 Pedagogia
A Lei Federal nº 9.394/96, conhecida como Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), é o marco legal que organiza a educação brasileira. Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) associe os princípios da educação nacional (Coluna A) com suas descrições (Coluna B).

Coluna A
I.Igualdade de condições.
II.Liberdade de aprender.
III.Valorização do profissional da educação.
IV.Gestão democrática. V.Garantia de padrão de qualidade.

Coluna B
A.Participação da comunidade escolar nas decisões da escola.
B.Acesso e permanência do aluno na escola.
C.Formação continuada e carreira profissional.
D.Ensino com liberdade pedagógica.
E.Condições adequadas para o processo educativo.

Assinale a alternativa com a associação correta:
Alternativas
Q3818274 Pedagogia
Sobre os métodos e processos no ensino da leitura, analise as assertivas.

I.Métodos de leitura devem considerar o contexto do aluno.
II.A leitura é um processo mecânico de decodificação.
III.A compreensão textual é parte do ensino da leitura.
IV.O professor deve articular diferentes estratégias.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3818273 Pedagogia
A Constituição Federal de 1988 estabelece princípios que orientam a educação nacional. Considerando o texto constitucional que trata da Educação, Cultura e Desporto, assinale a alternativa CORRETA sobre o direito à educação.
Alternativas
Q3818272 Pedagogia
Alfabetização e conscientização são processos intrinsecamente ligados. No contexto da alfabetização e conscientização, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3818271 Pedagogia
A inclusão escolar é um direito fundamental, amparado por leis brasileiras, que exige preparação das escolas, formação de professores e acessibilidade para criar um ambiente de aprendizado verdadeiramente heterogêneo e respeitoso. Analise as afirmativas e marque (V), para verdadeiro, e (F), para falso:

(__)A inclusão garante acesso, participação e aprendizagem.
(__)A inclusão ocorre apenas em escolas especiais.
(__)A adaptação curricular é parte da inclusão.
(__)A diversidade deve ser considerada no planejamento.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q3818245 Pedagogia

Read the text below carefully, and then answer question.


“Christmas stockings may contain more surprises than usual this year, as children open presents that can talk back. Toymakers in China have declared 2025 the year of artificial intelligence (AI) and are producing robots and teddies that can teach, play and tell stories. Older children, meanwhile, are glued to viral AI videos and AI-enhanced games. At school, many are being taught with materials created with tools like ChatGPT. Some are even learning alongside chatbot-tutors.


In work and play, AI is rewiring childhood. It promises every child the kind of upbringing previously available only to the rich, with private tutors, personalised syllabuses and bespoke entertainment. Children can listen to songs composed about them, read stories in which they star, play video games that adapt to their skill level and have an entourage of chatbot friends cheering them on. A childhood fit for a king could become universal.


It is a future filled with opportunities—and hidden traps. As real kings often discover, a bespoke upbringing can also be a lonely and atomised one. What’s more, as their subjects often find out, it can create adults who are ill-equipped for real life. As AI changes childhood for better and for worse, society must rethink the business of growing up.


Being reared by robots has advantages. Tech firms are already showing how AI can enhance learning, especially where teachers and materials are scarce. Literacy and language-learning have been boosted in early trials. The dream is that, with an AI tutor, children can be saved from classes pitched to the median, in which bright pupils are bored and dim ones are lost. If you want a version of this leader for an eight-year-old Hindi-speaker, AI can rewrite it; if they would prefer it as a cartoon strip or a song, no problem.


Technology is creating new forms of fun, too. Hollywood may dismiss AI videos as “slop”, but young people are devouring them and making their own. Old toys are being upgraded: an AI-powered edition of “Trivial Pursuit” can pose questions on any topic. Video games are creating novel experiences, such as chatting to Darth Vader in “Fortnite”. Any child can meet their heroes (and shoot them).


There are well-publicised risks in letting children loose on an evolving technology. AI tutors may hallucinate wrong answers. Toys can go off the rails: parents should check stockings for the AI teddy that was recently found to have spiced up its chat with talk of kinky sex. Children can easily misuse AI, to cheat at homework or harass each other with “deepfake” videos. Chatbots can coax vulnerable adolescents into harming themselves. Tech firms insist these stumbling blocks can be fixed; ChatGPT is only three years old.


Yet childhood may be disrupted most radically by things that AI does when it is behaving as intended. The technology quickly learns what its master likes—and shows more of it. Social-media feeds have already created echo chambers where people see only views they agree with (or love to hate). AI threatens to strengthen these echo chambers and lock children into them at an early age. The child who likes football may be told football stories by his teddy and given footballing examples by his AI tutor. Not only does this stamp out serendipity. A favourites-only diet means a child need never learn to tolerate something unfamiliar.


One-sided relationships with chatbots present a similar risk. AI companions that never criticise, nor share feelings of their own, are a poor preparation for dealing with imperfect humans. A third of American teenagers say they find chatting to an AI companion at least as satisfying as talking to a friend, and easier than talking to their parents. Yes-bots threaten to create children not used to taking turns, who grow up into colleagues unable to compromise and partners unfamiliar with the give-and take required in a relationship.


Other trends are pushing in the same direction. As birth rates crash, fewer children are growing up with siblings to smooth their sharp edges. Rising numbers of young adults are deciding that long-term romantic relationships are not worth the hassle. Remote work means that people who grow up in a personalised, asocial world can slip into jobs where they interact with colleagues only through screens—a chore they may soon delegate to an AI agent.


Some basic counter-measures are urgent. Parents should think twice before entrusting their child to a word-regurgitation machine, whether it is sewn into a bear or not. Chatbots should have age restrictions that are properly enforced; governments should not give AI firms the leeway they gave social networks, which are only now being cajoled into age-gating. Teachers are kidding themselves if they think essays written at home can any longer be trusted. In the age of AI, more in-school assessment is essential.


Happy princes, hollow kingdoms 


Schools should also enhance their role as centres of discovery. If AI is giving children more of what they want, it is more important that schools provide chances to meet people and encounter ideas that lie outside their experience. Algorithmic personalisation threatens to be a powerful barrier to social mobility if it nudges people to stay in the lane in which they start out. Inequality could widen if poor schools merely embrace chatbots as cheap substitutes for human teachers.


AI shows undeniable potential to improve education and enrich entertainment. It may one day let every child live like royalty. But the truly privileged may be those whose parents and teachers know when to turn it off.


Fonte: https://www.biznews.com/tech/economist-ai-rewiring-childhood. Acesso em

14/12/2025.  

 

What role should schools play in response to increasing algorithmic personalization?  
Alternativas
Q3818240 Pedagogia

“(...) O combate à desinformação exige ações que vão além de checagem ou de mais informação sobre o tema, ações necessárias ainda que não suficientes, visto que a desinformação está enraizada em infraestruturas digitais, dinâmicas algorítmicas e circuitos afetivos que ultrapassam a dimensão factual. Enfrentá-la requer a formação de sujeitos capazes de compreender criticamente os sistemas de produção e circulação da informação, de identificar os mecanismos de manipulação que operam tanto no plano cognitivo quanto no emocional e de atuar eticamente na mediação e redistribuição de conteúdos.


Essas ações implicam integrar o letramento em inteligência artificial (...) ao currículo escolar, articulando-o de modo transdisciplinar a uma formação integral que contemple as dimensões cognitivas, atitudinais e socioemocionais. Entendemos também que essas iniciativas não podem ser institucionais e isoladas, mas advindas de políticas públicas consistentes, alinhadas a iniciativas de pesquisa, formação docente e práticas pedagógicas significativas, principalmente no que se refere à desordem informacional.


Nesse sentido, além de integrar ao cotidiano escolar práticas de análise crítica, de leitura de imagens, de validação de fontes e de uso ético da inteligência artificial, é preciso construir uma cultura pedagógica orientada à justiça epistêmica, ao pensamento autônomo e à participação crítica na vida pública, a fim de fortalecer a cultura democrática sustentada pela responsabilidade compartilhada no uso dos recursos de IAGen.


Essa realidade demanda a formação de toda a comunidade educacional, prioritariamente dos professores, de modo a articular compreensão conceitual e de conteúdos, reflexão ética e práticas pedagógicas consistentes. A integração do letramento em IA a uma formação de caráter cognitivo, ético e socioemocional constitui uma condição necessária para que a educação formal contribua de maneira consistente para a construção de um ambiente informacional mais confiável e, consequentemente, para o fortalecimento dos processos democráticos em nossa sociedade, que se quer orientada pela justiça epistêmica e pela responsabilidade coletiva.


Fonte: https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/20667/11383/52910. Acesso em

14/12/2025 (adaptado).  

De acordo com o texto, o enfrentamento da desinformação no contexto educacional exige: 
Alternativas
Q3818239 Pedagogia
A função social da escola está diretamente relacionada ao papel que a instituição de ensino desempenha na sociedade. Nesse sentido, assinale a alternativa que melhor representa essa função. 
Alternativas
Q3818238 Pedagogia
. “A fase do Ensino Fundamental — Anos Finais é o momento da consolidação do trabalho realizado nos Anos Iniciais, por meio da ampliação e do aprofundamento dos conhecimentos construídos até então. Ter como ponto de partida as experiências vividas pelos estudantes na primeira fase, para, depois, ressignificá-las e sistematizá-las progressivamente, é uma forma de evitar que haja ruptura no processo de aprendizagem entre uma fase e outra. 

Nos componentes curriculares da área de Linguagens, as práticas de linguagem, por exemplo, são ampliadas pela diversificação dos contextos e pela inclusão da aprendizagem de Língua Inglesa. Quanto mais os estudantes tiverem contato com diferentes práticas de linguagens artísticas, corporais e linguísticas que circulam no meio social, mais se sentirão à vontade para se expressar no mundo, exercendo ativamente o papel de cidadãos.

O aprofundamento, por sua vez, acontece por meio do foco na reflexão crítica. Agora, mais maduros, os estudantes possuem maior capacidade de abstração, o que, de acordo com a BNCC (BRASIL, 2018a), permite-lhes avançar na sistematização e formulação de questionamentos e na seleção, organização, análise e apresentação de descobertas e conclusões. No entanto, para que possam efetivamente acessar diferentes informações e interagir criticamente com elas, eles precisam ter sua autonomia fortalecida, com condições e ferramentas para tal.

Você, professor, desempenha uma função bastante importante nesse fortalecimento. Além de trabalhar de forma transversal as capacidades leitoras e a pesquisa, faz-se necessário refletir constantemente sobre a própria prática docente para que os estudantes se tornem cada vez mais autônomos e, consequentemente, mais preparados para os desafios que vão encontrar no Ensino Médio.”

Fonte: https://www.edocente.com.br/pnld/obra/leitor/anytime-9o-ano-pnld-2024-objeto-1-anos-finais-ensino-
fundamental/?obraId=6028. Acesso em
14/12/2025 (adaptado). 

 
O texto destaca a importância da mediação docente na transição e consolidação dos conhecimentos nos Anos Finais. De acordo com a leitura, a atuação do professor deve se voltar para: 
Alternativas
Q3818120 Pedagogia
As discussões atuais sobre desigualdades educacionais, financiamento do ensino e acesso equitativo às oportunidades dialogam diretamente com processos históricos que moldaram a constituição do sistema escolar brasileiro. Desde as primeiras instituições de instrução pública, registraram-se tensões entre projetos centralizadores e iniciativas locais, além de disputas sobre quais segmentos sociais teriam acesso ao conhecimento formal. Mesmo com políticas que buscaram ampliar a cobertura educacional, obstáculos estruturais persistiram, vinculados às desigualdades regionais, às condições socioeconômicas e às limitações administrativas dos entes federativos. À luz dessa trajetória, analise as afirmações a seguir:
I.A configuração atual das desigualdades educacionais guarda relação com assimetrias históricas que se acumularam desde a formação do ensino público.
II.A universalização das instituições escolares no passado eliminou divergências regionais, tornando dispensáveis políticas diferenciadas.
III.A centralização administrativa sempre garantiu padrões homogêneos de qualidade educacional em todo o território nacional.
IV.Os desafios contemporâneos da educação não podem ser explicados exclusivamente por escolhas individuais, pois resultam também de condicionantes estruturais.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
14141: B
14142: A
14143: A
14144: B
14145: A
14146: A
14147: E
14148: A
14149: B
14150: E
14151: B
14152: C
14153: A
14154: D
14155: C
14156: E
14157: D
14158: B
14159: C
14160: B