Questões de Concurso Sobre pedagogia

Questões Discursivas

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Q3430890 Pedagogia
Ao tratar de seus fundamentos pedagógicos, o Currículo Paulista afirma seu compromisso com a educação integral dos alunos, que diz respeito
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Q3430889 Pedagogia
De acordo com o Currículo Paulista – no que se refere ao eixo da oralidade no ensino de língua estrangeira –, podem ser consideradas estratégias de compreensão e de negociação, respectivamente,
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Q3430819 Pedagogia
Read the text and answer question:


    A language ecosystem describes a holistic environment that encourages and extends the learning and application of language beyond the classroom. While an ecosystem is a simple concept, there are a few things to keep in mind. Here are quick tips to get you started.


Tip #1. Go on language missions (gather and utilize resources).


    The concept of exploring is at the center of attention here for good reason. Your mission (should you choose to accept it) is to find and gather resources that are potential candidates for your language ecosystem. It is not unlike going shopping for furniture, in that you want to find items that will match your personal preference and lifestyle in a natural way. As you search for items to “add” to your ecosystem, you will want to consider how well they function in your life or home.


    You might be wondering how one begins a search to find resources. I primarily use search engines, social media, streaming video, and music to look for resources that might work. I am not the only one, however, who has learned to keep an eye out for resources. Since inviting many of my own friends to learn a language with me, many people now send me links to things I might like. 


Tip #2: Join a language-learning network


    Speaking of people, one of the most essential strategies in forming a language ecosystem is finding the right people to join you on your journey. I call this “forming a language learning network.” While fluent speakers are an excellent resource, I also find that fellow language learners, people who are learning the language just like me, are more patient conversation partners. Finally, I often find that people who share my same interests (say, French cooking, for example), can be excellent companions for listening and speaking practice.


(Shane Dixon. The Language Learner Guidebook: Powerful Tools to Help You Conquer Any Language. Edição do Kindle. Adaptado)
A proposta do autor de criação do ecossistema vai ao encontro do que preconiza o Currículo Paulista em seu trecho sobre Competências Gerais da Educação Básica, no sentido de que este defende 
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Q3430811 Pedagogia
Read the text to answer question:


    It is suggested that the field of language teaching has moved away from a reliance on prescriptive methods towards a more nuanced understanding of the complexities of language learning. For example, Richards and Rodgers (1986) note that there have been calls to abandon the search for a single “supermethod” and to instead focus on equipping teachers with “a repertoire of methods and skills that can be used selectively in different contexts”. This reflects a move away from the idea that there is one “right” way to teach language, and towards an approach that values flexibility, adaptability, and a recognition of the diverse contexts in which language learning takes place (Richards, 2001).


    Realistically speaking, each method has its own advantages and disadvantages; up till now, no method has been empirically proven the best for all language educators to blindly adopt without discussion. For example, the current great enthusiasm for (and wide adoption of) the Communicative Language Teaching (CLT) method in Egypt can be attributed to the failure of the previously adopted method (i.e. the Grammar-Translation Method) to meet the national language learning goals. It failed to develop a language learner who can communicate properly in English. This does not mean that the CLT will stay forever, especially in this Information and Communication Technology-dominated age (ICT) that has been changing the nature of language and how it should be taught (Abdallah, 2011).


(M. Abdallah, 2024. Disponível em: https://files.eric.ed.gov/fulltext/ED660475.pdf. Adaptado) 
The final sentence in the first paragraph “This reflects a move away from the idea that there is one “right” way to teach language, and towards an approach that values flexibility, adaptability, and a recognition of the diverse contexts in which language learning takes place” presents ideas postulated by
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Q3430799 Pedagogia
Read the text to answer question:


    Language learning styles and strategies are among the main factors that help determine how – and how well – our students learn a second or foreign language. The term L2 is used in this text to refer to either a second or a foreign language, following the tradition in our field.


    Learning styles are the general approaches – global or analytic, auditory or visual – that students use in acquiring a new language or in learning any other subject. These styles are “the overall patterns that give general direction to learning behavior” (Cornett 1983, p. 9). Of great relevance is this statement: “Learning style is the biologically and developmentally imposed set of characteristics that make the same teaching method wonderful for some and terrible for others” (Dunn and Griggs 1988, p. 3).


    Learning strategies are defined as “specific actions, behaviors, steps, or techniques – such as seeking out conversation partners, or giving oneself encouragement to tackle a difficult language task – used by students to enhance their own learning” (Scarcella and Oxford 1992, p. 63). When the learner consciously chooses strategies that fit his or her learning style and the L2 task at hand, these strategies become a useful tool-kit for active, conscious, and purposeful self-regulation of learning. Learning strategies can be classified into six types: cognitive, metacognitive, memoryrelated, compensatory, affective, and social.


(M. Celce-Murcia, 2001. Adaptado)
Cognitive learning strategies are those which help learners process and retain information. They can also help learners apply information to new situations and improve their learning. An example of a cognitive learning strategy is: 
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Q3430451 Pedagogia
Para a definição de fontes históricas, o Currículo Paulista para a área de História no Ensino Fundamental utiliza como referencial teórico
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Q3430446 Pedagogia
Resolvi regalá-lo [ao nativo Sexta-Feira] com um pedaço de cabrito assado. Preparei a carne, pendurando-a de um cordel sobre a fogueira, conforme vira fazer muitas vezes na Inglaterra (...). Quando lhe dei a comer um pedaço de carne, usou de tantos gestos para dizer-me quanto a apreciava, que não pude deixar de entendê-lo. Acabou por me afiançar que nunca mais comeria carne humana, o que me alegrou bastante.

(Daniel Defoe. Robinson Crusoé. Apud Rafael Ruiz. Novas formas de abordar o Ensino de História. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos práticas e propostas)

Apresentando possibilidades de utilização da literatura nas aulas de História, o historiador Rafael Ruiz propôs a leitura do fragmento para
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Q3430444 Pedagogia
O termo “atitude historiadora”, no Currículo Paulista, refere-se ao movimento que professores e estudantes devem realizar para se posicionarem como sujeitos frente ao processo de ensino e aprendizagem [...].

(São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Currículo Paulista)

O documento apresenta, como sendo parte da “atitude historiadora”,
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Q3430419 Pedagogia
No ensino médio, uma das habilidades fundamentais na área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas é a capacidade de identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.

(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa ensino médio, 2020)

Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que apresenta os objetos de conhecimento da Geografia relacionados a essa habilidade.
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Q3430401 Pedagogia
É importante ressaltar que constam do organizador curricular as habilidades para cada ano do Ensino Fundamental e que cabe ao professor recorrer aos diferentes materiais de apoio e tipos de recursos pedagógicos, para ampliar as possibilidades de trabalho de acordo com as especificidades do componente e da área de conhecimento e para garantir a interdisciplinaridade, a integração com habilidades de outras áreas.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)

Professores devem ser mediadores ativos do processo de aprendizagem, utilizar estratégias diversas, adaptá-las às necessidades dos alunos e buscar conexões entre as áreas do conhecimento como sugere o excerto.

Para isso, um docente deve fazer uso, essencialmente, de
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Q3430400 Pedagogia
Documento normativo que estabelece para o componente de Geografia os conhecimentos, as competências e as habilidades que se esperam que os estudantes desenvolvam no decorrer do Ensino Fundamental, e os propósitos que direcionam a educação brasileira para a formação humana integral e para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)

O texto refere-se ao(s) documento(s) normativo(s):
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Q3430399 Pedagogia
Trata-se de uma área de conhecimento que vem se estabelecendo como um saber construído nas interfaces entre Cartografia, Educação e Geografia. No entanto, este saber abrange conhecimentos e práticas para o ensino de conteúdos originados na própria cartografia, mas que se caracteriza por lançar mão de visões de diversas áreas. Em seu estado atual, pode referir-se a formas de se apresentar conteúdos relativos ao espaço-tempo social, a concepções teóricas de diferentes áreas de conhecimento a ela relacionadas, a experiências em diversos contextos culturais e a práticas com tecnologias da informação e comunicação.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)

O texto indica o conceito de
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Q3430396 Pedagogia
Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica e diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação no desenvolvimento do raciocínio espaço-temporal relacionado a localização, distância, direção, duração, simultaneidade, sucessão, ritmo e conexão.

(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)

O texto apresenta os direitos fundamentais de aprendizagem que estão indicadas na definição
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Q3430393 Pedagogia
Uma atuação docente que não leve em conta questões como o perfil de um professor mediador e ofereça estímulo ao trabalho com situações-problema está fadada a criar no aluno a desmotivação, porque não permite que ele aprenda, apenas memorize fatos e informações. Porém, essas questões estão relacionadas com a postura do professor diante do seu conhecimento, e do aluno, mostrando de fato qual a concepção de educação assumida.

(CASTELLAR, Sonia Maria Vanzella. Cartografia escolar e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico, 2017. Adaptado)

O conceito apresenta uma proposta de trabalho em sala de aula em uma perspectiva
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Q3430391 Pedagogia
Ao entendermos que o desenvolvimento da inteligência começa desde o nascimento, não podemos deixar de criar estratégias nos anos iniciais, quando o conhecimento geográfico é institucionalizado no currículo escolar, começando pela orientação espacial e pela localização, utilizando o corpo como referencial, a lateralidade, as dimensões esquerda-direita, acima-abaixo, frente-trás, são habilidades de pensamento fundamentais para estimular a criança a desenvolver senso de direção e sentido.

(CASTELLAR, Sonia Maria Vanzella. Cartografia escolar e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico. Revista Brasileira de Educação em Geografia, 2017. Adaptado)

Essas noções auxiliarão os estudantes, mais tarde, no seu processo de desenvolvimento cognitivo, a compreender e construir
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Q3430388 Pedagogia
Quando solicitamos para as crianças que façam o desenho de uma rua, um trajeto ou uma planta de sua casa, a proposta é que elas utilizem a memória para fazer as representações. Nessas representações aparecerão as formas e os objetos presentes no quarteirão, nas ruas e avenidas. No entanto, é possível perceber que ocorre rebatimento no desenho e o mesmo não tem continuidade na superfície.

(CASTELLAR, Sonia Maria Vanzella. Cartografia escolar e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico. Revista Brasileira de Educação em Geografia, 2017. Adaptado)

Esse processo é equivalente às fases do desenvolvimento cognitivo estabelecidas por Luquet como a fase de
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Q3430386 Pedagogia
O pensamento lógico-matemático faz parte dos quatro fatores que explicam o desenvolvimento da inteligência com base no construtivismo epistemológico piagetiano, que são: a maturação, a transmissão social, a equilibração e as experiências com objetos – natureza física e lógica matemática.

(CASTELLAR, Sonia Maria Vanzella. Cartografia escolar e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico. Revista Brasileira de Educação em Geografia, 2017. Adaptado)

Nesse contexto, o pensamento lógico-matemático consiste em
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Q3430160 Pedagogia
No primeiro capítulo do livro Ensino de Física, Carvalho et al. (2011) apresenta que a alfabetização científica corresponde a um estado de constantes modificações e construções, dado que, todas as vezes que novos conhecimentos são estabelecidos, novas relações precisam surgir, tornando-a cada vez mais complexa e coesa. Apesar disso, é possível buscar desenvolver certas habilidades entre os alunos para que eles de fato sejam alfabetizados cientificamente.

Dentre os indicadores da alfabetização científica, propostos pelos autores,
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Q3430068 Pedagogia
Considere a descrição a seguir:

O problema é proposto por especialistas, por exemplo, os problemas encontrados nos livros didáticos.
(Lorraine Mori e Marcia Borin da Cunha, “Problematização: possibilidades para o ensino de química”)

A descrição refere-se a uma característica geral concernente à metodologia ou abordagem denominada
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Q3430066 Pedagogia
Os pesquisadores Ricardo Luiz Zanotto, Rosemari Monteiro Castilho Foggiatto Silveira e Elenise Sauer publicaram o artigo “Ensino de conceitos químicos em um enfoque CTS a partir de saberes populares” (Ciência & Educação, Unesp). A pesquisa em questão foi realizada com trinta alunos da 3a série do Ensino Médio, em uma escola da rede estadual do sul do Paraná. A investigação ocorreu ao longo de 40 horas-aula, organizadas em seis momentos pedagógicos, envolvendo pesquisa comunitária sobre saberes populares relacionados a Química, discussões em grupo, levantamento de conhecimentos prévios, análise crítica de informações e produção de materiais, como mapas conceituais e infográficos. A análise dos dados foi orientada por categorias emergentes a partir das respostas dos alunos e das produções elaboradas.
A metodologia adotada no estudo foi caracterizada por 
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Respostas
35181: B
35182: A
35183: B
35184: D
35185: E
35186: E
35187: A
35188: A
35189: A
35190: A
35191: E
35192: C
35193: D
35194: B
35195: C
35196: C
35197: E
35198: A
35199: C
35200: A