Questões de Concurso Sobre pedagogia
Foram encontradas 148.756 questões
(ZANOTTO, Ricardo Luiz; SILVEIRA, Rosemari Monteiro Castilho Foggiatto; SAUER, Elenise. Ensino de conceitos químicos em um enfoque CTS a partir de saberes populares. Ciência &Educação, Bauru, Unesp, 2016)
O objeto do conhecimento trabalhado na proposta apresentada no mapa conceitual, de acordo com o Currículo Paulista para o Ensino Médio, é:
No artigo “Argumentação na sala de aula e seu potencial metacognitivo como caminho para um enfoque CTS no ensino de química”, os autores sugerem que movimentos metacognitivos contribuem para a construção de conhecimentos sobre questionamentos significativos para os alunos. Um desses movimentos se caracteriza pela dúvida sobre os próprios posicionamentos e busca de novas possibilidades.
Esse movimento é denominado
Para enfrentar esses desafios, os autores do texto sugerem a adoção de
Weisz (2001) afirma que, quando a criança, em seu processo de alfabetização, descobre que a escrita representa a fala, isso faz com que ela formule “uma hipótese ao mesmo tempo falsa e necessária”, que representa um salto qualitativo.
A autora se refere, especificamente, à hipótese
Considere a situação a seguir para responder à questão:
Ao apresentar seu “batismo de fogo”, Weisz (2000) narra algumas situações que afirma terem revelado para ela o abismo que existia entre o desempenho de alguns meninos na escola e o que a vida lá fora exigia deles. Um dos casos é sobre um menino de 12 anos que ganhava a vida fabricando pipas, retido numa classe que só fazia coordenação motora. Diziam que ele não aprendia a ler porque não tinha coordenação motora. Como pode alguém que vive de fabricar pipas não ter coordenação motora? A sensação de que a escola parecia uma armadilha montada para que esses meninos não pudessem se sair bem e a convicção de que esse tipo de situação tinha um papel político muito importante perseguiram a autora durante toda a sua vida profissional.
Leia o excerto a seguir:
A lógica _____________ das novas ferramentas dos (multi) letramentos no mínimo dilui e no máximo permite fraturar ou subverter/transgredir as relações de poder preestabelecidas, em especial as relações de controle unidirecional da comunicação e da informação (da produção cultural, portanto) e da propriedade dos “bens culturais imateriais” (ideias, textos, discursos, imagens, sonoridades).
(Roxane Rojo, “Pedagogia dos multiletramentos”, 2012. Adaptado)
A lacuna é corretamente preenchida por:
Rojo (2012) afirma que a necessidade dos multiletramentos deriva das características de multimodalidade ou multissemiose dos textos contemporâneos.
Segundo a autora, esses textos são compostos de
Em sua discussão sobre multiletramentos, Rojo (2012) recorre a García Canclini para caracterizar o que considera serem importantes mudanças culturais, em jogo desde pelo menos o início do século XX. Entre tais mudanças, a autora menciona algo que, nessa perspectiva, há muito tempo já não define a produção cultural atual.
Trata-se
Danilo é professor de matemática. Em uma reunião pedagógica, ao discutir a dificuldade dos alunos em resolver problemas, ele demonstrou preocupação com a situação e apresentou o seguinte argumento aos colegas de área: “Precisamos partir logo para uma sistematização das técnicas mais eficientes, ensinando aos alunos um uso otimizado do algoritmo mais adequado a cada problema. Se queremos ver resultados e avanços na aprendizagem, é preciso alinhar toda a turma quanto aos modos de resolução”.
Em relação ao que defende a obra de Nacarato, Mengali e Passos (2019), a perspectiva de Danilo é
Segundo Nacarato, Mengali e Passos (2019), diferentes autores têm discutido o quanto professores são influenciados por modelos de docentes com os quais conviveram durante a sua trajetória estudantil.
Tendo isso em vista, as autoras afirmam que a formação profissional docente