Questões de Concurso
Sobre principais correntes do pensamento sociológico em pedagogia
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Com base nas interpretações clássicas do Brasil desenvolvidas por Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Caio Prado Júnior, julgue o item que se segue.
O homem cordial representa o brasileiro de boa índole.
Considere:
Autor
I. Alain Touraine
II. Jürgen Habermas
III. Pierre Bourdieu
IV. Anthony Giddens
V. Manuel Castells
Concepção teórica
a. Praxeologia
b. Teoria das redes
c. Teoria da estruturação
d. Teoria da subjetivação
e. Teoria da ação comunicativa
As associações corretas entre autor e respectiva concepção teórica ocorrem em:
Leia o texto abaixo.
Assim, para os positivistas que estudaram a História, esta assume o caráter de ciência pura: é formada pelos fatos cronológicos e o que realmente significam em si. São objetivos à medida que possuem uma verdade única em sua formação (que é o seu sentido e sua única possibilidade de compreensão) e não requerem a ação do historiador para serem entendidos: como já dito, o papel deste é coletá-los e ajeitá-los, constatando, pela análise minuciosa e liberta de julgamentos pessoais, sua validade ou não. O saber histórico, dessa forma, provém do que os fatos contêm, e assume um valor tal qual uma lei da Física ou da Química, ciências exatas.
O Positivismo, Os Annales e a Nova História. Angela Birardi, Gláucia Rodrigues Castelani, Luiz Fernando B. Belatto. Disponível em: http://www.klepsidra.net/klepsidra7/annales.html. Acesso em 11/04/2016.
Marque a opção que define, com precisão, o Positivismo em relação aos estudos da
História.
O sociólogo Pedro Demo critica severamente os cursos de formação de Pedagogia. Dentre outras observações, diz que a Pedagogia fala de inovação e de necessidade de transformação, mas não sabe aplicá-la a si mesma.
Para o autor, a pior consequência dessa situação é que, enquanto a Pedagogia fala de transformação mas nunca a faz, o mercado não fala, faz; tornando a educação:
Considere as alternativas:
I – Para John Locke todas as ideias que temos eram inatas, portanto não derivam da experiência nem interna e nem externa.
II – Para Auguste Comte, o conhecimento científico é baseado na observação dos fatos e nas relações entre fatos que são estabelecidos pelo raciocínio. Essas relações excluem tentativas de descobrir a origem, ou uma causa subjacente aos fenômenos, e são, na verdade, a descrição das leis que os regem.
III – O conhecimento científico adquire em Marx, o caráter de ferramenta a serviço da compreensão do mundo para sua transformação, transformação que deve ocorrer na direção que interessa àqueles que são os produtores reais da riqueza do homem – os trabalhadores – e que por sua própria condição histórica estão em antagonismo com os detentores dos meios de produção – os donos do capital.