Questões de Concurso
Sobre principais autores em pedagogia
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Délia Lerner afirma que mudanças profundas são necessárias para transformar o ensino, entre elas, introduzir modificações no currículo. Para que isso ocorra, é necessário considerar as seguintes questões, EXCETO:
Com base na obra de Telma Weisz, pode-se afirmar que, ao montar uma situação de avaliação, o professor precisa ter clareza sobre:
Uma educação apropriada para que uma criança ou jovem entra no universo moral deve estimulá-los a participarem de atividades em que possam decidir, entre elas, as regras de seu convívio. A este tipo de atividade, La Taille (Limites: três dimensões educacionais), citando Piaget, denomina:
De acordo com Yves La Taille (Limites: três dimensões educacionais), respeitar os conhecimentos espontâneos de uma criança ou jovem significa
De acordo com Délia Lerner, para concretizar o propósito de formar todos os alunos como praticantes da cultura escrita, é necessário que a escola:
Veiga (2004, p.48) explica que um dos pressupostos norteadores do Projeto Político Pedagógico, pauta-se na ideia de “que a sistematização do processo de ensino e aprendizagem precisa favorecer o aluno na elaboração crítica dos conteúdos, por meio de métodos e técnicas de ensino e pesquisa que valorizem as relações solidárias e democráticas” e que esse processo deve ser desenvolvido tendo por base “um trabalho interdisciplinar”.
Veiga. I. P. A. Educação Básica e Educação Superior: projeto político pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.
Considerando a afirmação da autora, a que pressuposto norteador ela se refere:
Freitas (2009) explica que “embora a avaliação da aprendizagem em sala de aula seja o lado mais conhecido da avaliação educacional, este não pode ser tomado como o único nível existente de avaliação. A desarticulação ou o desconhecimento da existência dos demais níveis e a desconsideração da semelhança entre suas lógicas e suas formas de manifestação acabam por dificultar a superação dos problemas atribuídos à avaliação da aprendizagem (p. 9)”.
Fonte: FREITAS, L. C. et al. Avaliação Educacional: caminhando pela contramão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
Considerando a assertiva do autor os diversos níveis que compõem o campo da avaliação educacional são:
De acordo com Guimarães (2015, p. 90), “a rede de serviços de saúde agrega e sintetiza múltiplas escalas. Ela contribui para a produção da escala do urbano e, também, está envolvida na produção da escala do corpo, da nação, do espaço mundial, dentre outras que tornam a política pública cada vez mais disputada por diversos agentes sociais”
Fonte: GUIMARÃES, R. B. Geografia da saúde: categorias, conceitos e escalas. In: Saúde: fundamentos de Geografia humana [online]. São Paulo: Editora UNESP, 2015, pp. 79-97. ISBN 978-85-68334-938-6. http://books.scielo.org/id/4xpyq/pdf/guimaraes-9788568334386- 05.pdf(Acesso: 30/03/2018).
Diante do texto acima, pode-se aferir que:
Para responder às questões 21 e 22, considere o tema avaliação segundo Cipriano Luckesi.
A escola está mais vinculada à prática de verificação (tomada como base da classificação) do que à prática da avaliação da aprendizagem, que é:
Para responder às questões 21 e 22, considere o tema avaliação segundo Cipriano Luckesi.
A classificação é baseada em dois conceitos mínimos: “aprovado ou reprovado” e em uma escala ampla de graus (geralmente de 0 a 10). No ato de examinar, não interessa se os estudantes aprenderam com qualidade, mas somente a demonstração e classificação dos que aprenderam e dos que não aprenderam. Desse modo, a avaliação:
I. Está voltada para o passado na medida em que se deseja saber se o aluno aprendeu.
II. Demonstra que o que o aluno não aprendeu não traz nenhum interesse.
III. Simplesmente repete o ato de medir e classificar os estudantes.
Quais estão corretas?
Leia as afirmativas a seguir:
I. Os jogos, na Educação Física escolar, podem desenvolver no aluno uma disposição favorável para a superação de limitações pessoais.
II. Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro é um dos objetivos do Ensino Fundamental brasileiro.
III. O atletismo é um esporte de fácil assimilação, que exige pouco investimento em infraestrutura.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A avaliação do desenvolvimento das aprendizagens não deve ser um processo permanente nas instituições de ensino.
II. Na perspectiva de Piaget, a fala não é inata, mas construída na coletividade, a partir da experiência.
III. Cabe aos docentes ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos.
Marque a alternativa CORRETA:
Sobre Planejamento escolar, segundo LEBÂNEO, a afirmativa INCORRETA é:
Segundo Luckesi, se a avaliação contribui para o desenvolvimento das capacidades dos alunos, pode-se dizer que ela se converte em ferramenta pedagógica, em um elemento que melhora a aprendizagem do aluno e a qualidade do ensino. A função da avaliação dentro desse conceito seria de:
Segundo Libâneo, formação de atitudes, métodos baseados na facilitação da aprendizagem, educação centralizada no aluno, nos quais o professor deve garantir um clima de relacionamento pessoal autêntico, baseado no respeito, estão caracterizadas na tendência pedagógica:
Taborda de Oliveira (2002, p. 58-60) tece algumas críticas ao Coletivo de Autores (1992), afirmando que os autores reunidos ali instauram “[...] uma ruptura com uma determinada maneira de pensar a educação física escolar no Brasil, a partir, principalmente, da radicalidade com que aponta para o conflito como categoria fundante da prática pedagógica” (p. 60).
Indique abaixo se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma em relação a essas críticas:
( ) Falta-lhes a concretude da sala de aula em sua análise.
( ) Os autores esbarram nos limites da denúncia, da abstração e da generalização.
( ) Parte de suas análises consideram, de fato, a sala de aula, mas não a concretude dos sujeitos.
( ) O espaço reservado aos sujeitos históricos não se encontra na realidade, mas antes na teoria.
( ) Suas proposições metodológicas pouco avançam no sentido daquilo que é tradicionalmente concebido como organização escolar.
( ) As perspectivas metodológicas defendidas avançam em relação ao que tradicionalmente se defende em termos de currículo, mas não se sustentam, de fato, na produção intelectual sobre currículo.
A sequência correta é
Fonseca e Ramos (2017, p. 197) afirmam a necessidade de “[...] que o professor compreenda e valorize a pluralidade de manifestação da cultura corporal de movimento, posta em ação por meio dos jogos, esportes, ginásticas, danças e lutas”, em consonância com o preconizado pelo Coletivo de Autores (1992).
Nessa perspectiva, os autores ressaltam ainda a importância de “[...] entender que essas manifestações corporais identificam o movimento como mais que uma simples produção motora”, entendendo-o “[...] como possibilidade de expressão de sentimentos e comunicação, bem como de promoção de lazer e saúde [...]. Nessa perspectiva, não há como se pensar em um padrão motor correto, mas, sim, em uma variação de possibilidades.” Essa é a razão pela qual defendem a necessidade de ampliação “[...] no conceito de participação nas aulas por parte do professor para tornar o processo de inclusão possível em sua ação docente” e tomam como exemplo a questão da deficiência.
Suas análises permitem afirmar que é possível pensar e instituir práticas inclusivas que consideram as pessoas com deficiência,
Os elementos abordados por Bracht (2005, p. 112-114), na crítica ao esporte e suas instituições, constituem-se numa análise que
Ainda no que diz respeito à síntese das críticas que apresenta, Bracht (2005) analisa o esporte e as instituições. Em certa altura dessa análise indica que:
O esporte de alto rendimento ou espetáculo vai organizar-se a partir dos princípios econômicos vigentes na economia de mercado – situa-se no plano da transformação da cultura em mercadoria, é parte do que se chama de indústria de entretenimento e precisa ser estudado no plano da economia da cultura. Em princípio, poderia, regendo-se pelas leis de mercado, prescindir da intervenção generosa (ou subsidiária) do Estado, prescindir também da legitimação via contribuição educativa e para a saúde, mas, como aliás outros setores da economia – que fazem concomitantemente apologia da economia de mercado – parece não querer abrir mão desta ‘parceria (BRACHT, 2005, p.111).
Em consonância com as críticas tecidas pelo autor, pode-se afirmar que a organização esportiva,
Em Bracht (2005), o autor coloca como objetivos para o estudo que realiza, “a) oferecer à comunidade da Educação Física brasileira e de áreas afins, uma síntese das principais críticas de cunho sócio-filosófico do esporte, e b) contribuir para o avanço da avaliação e do entendimento críticos das funções sociais e do significado humano do fenômeno esportivo.”
Ao se propor essa tarefa, iniciam-se suas análises por meio de uma abordagem d’a gênese do esporte moderno e, nela, considera um esquema dual, em que pese a complexidade de uma abordagem do tipo.
O esquema dual de que se vale o autor é esporte