Questões de Concurso
Sobre pensamento pedagógico brasileiro em pedagogia
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I - No entendimento da Escola Nova, a educação, como fator de equalização social, será um instrumento de correção da marginalidade na medida em que cumprir a função de ajustar, de adaptar os indivíduos à sociedade, incutindo neles o sentimento de aceitação dos demais e pelos demais.
II - A educação será um instrumento de correção da marginalidade na medida em que contribuir para a constituição de uma sociedade cujos membros, não importam as diferenças de quaisquer tipos, aceitem-se mutuamente e respeitem-se na sua individualidade específica.
I. As teorias crítico-reprodutivistas, na classificação de Dermeval Saviani, reconhecem os determinantes sociais da educação, mas não formulam proposta pedagógica de superação da desigualdade.
PORQUE
II. Tais teorias explicam a escola como instância reprodutora das relações sociais vigentes, atribuindo-lhe a função de manter a mesma estrutura que a condiciona.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA:
( ) O Ratio Studiorum, promulgado em 1599, consistiu em um plano de estudos que sistematizou práticas utilizadas nos colégios jesuítas durante quase quatro séculos.
( ) Os jesuítas criaram um método inteiramente original, sem utilizar elementos de experiências educacionais anteriores ou de outras universidades europeias.
( ) O humanismo jesuítico buscava harmonizar o cultivo das “letras humanas” (estudos clássicos) com a formação moral e a piedade cristã.
( ) O objetivo final da educação jesuítica era estritamente secular e técnico, visando especialmente ao sucesso profissional dos alunos na sociedade moderna.
( ) Uma das influências do modus parisiensis no método jesuíta foi a organização do ensino em classes graduadas, com programas e exames rigorosos.
Em contextos educacionais atravessados por crises, desigualdades e disputas sobre o sentido do futuro, diferentes matrizes temporais passam a orientar, explícita ou implicitamente, as práticas educativas e as propostas institucionais. Algumas tratam a melhoria como decorrência quase automática do tempo; outras convertem a incerteza em paralisia; outras, ainda, fazem da ação crítica no presente a condição para abertura de possibilidades históricas. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando cada eixo temporal-pedagógico a sua respectiva formulação:
Primeira coluna: eixo temporal-pedagógico
1.Esperança crítica orientada ao presente
2.Otimismo deshistoricizado
3.Fatalismo desmobilizador
Segunda coluna: formulação correspondente
(__)Disposição afirmativa perante o futuro que tende a supor convergência espontânea entre tempo e melhoria, rebaixando a análise das condições concretas e a necessidade de intervenção crítica sobre o presente como condição do porvir desejado.
(__)Leitura da crise que, ao reconhecer a gravidade das contradições, converte a incerteza em bloqueio político-pedagógico, restringindo a escola à gestão adaptativa do dado e naturalizando o presente como horizonte de repetição.
(__)Postura que recusa simultaneamente o cinismo paralisante e a promessa automática de progresso, tomando a indeterminação do futuro como razão para intensificar a ação coletiva no presente e manter abertas possibilidades históricas não realizadas.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Na medida em que esta visão “bancária” anula o poder criador dos educandos ou o minimiza, estimulando sua ingenuidade e não sua criticidade, satisfaz aos interesses dos opressores: para estes, o fundamental não é o desnudamento do mundo, a sua transformação.
(Paulo Freire. Pedagogia do oprimido, 2011)
Segundo Paulo Freire, destaca-se como uma medida de enfrentamento contra a educação “bancária” a