Questões de Concurso
Comentadas sobre legislação da educação em pedagogia
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A relação transdisciplinar representa o grau máximo de relações entre as disciplinas. Constitui uma interação mais global e favorece uma unidade interpretativa com o objetivo de constituir uma ciência que explique a realidade sem parcelamento. Determina certas relações de conteúdos com pretensões integradoras.
Na relação interdisciplinar, há intencionalidade de interação entre duas ou mais disciplinas — desde a comunicação de ideais até a integração recíproca dos conceitos fundamentais, da teoria do conhecimento, da metodologia e dos dados da realidade.
O estágio profissional supervisionado, necessário em função da natureza do itinerário formativo, ou exigido pela natureza da ocupação, deve ser incluído no plano de curso como obrigatório.
A prática profissional supervisionada, caracterizada como prática profissional em situação real de trabalho, configura-se como atividade de estágio profissional supervisionado, assumido como ato educativo da instituição educacional.
Para os anos iniciais do Ensino Fundamental, a expectativa em relação à unidade temática números é a de que os alunos desenvolvam diferentes estratégias para a obtenção dos resultados, sobretudo por algoritmos e uso de calculadoras.
A BNCC propõe cinco unidades temáticas: números; álgebra; geometria; grandezas e medidas; e probabilidade e estatística.
Nos cursos de qualificação profissional, apenas instrutores de nível superior podem atuar, desde que possuam formação em curso de graduação, na área de atuação, e comprovada experiência profissional e competência na área tecnológica identificada no respectivo eixo tecnológico ao qual a formação profissional está relacionada.
O trabalho e a pesquisa são princípios norteadores essenciais no currículo da Educação Básica e na Educação Profissional e Técnica. O primeiro é tido como princípio educativo e o segundo é tido como princípio pedagógico.
O processo de aprendizagem na Educação Profissional não deve se limitar a uma organização curricular estática e inalterável na lógica dos itinerários formativos, pois estes devem garantir a flexibilidade do currículo, de modo a favorecer que o estudante seja o protagonista de sua trajetória profissional, tornando-se capaz de reinventar seu estilo de vida.
Quanto ao currículo, não se deve estabelecer relações interdisciplinares, pois, havendo interação entre duas ou mais disciplinas, o professor passará a atuar como pluriespecializado.
A educação deve ser promovida somente até a ocasião em que o indivíduo se torna capaz de se inserir efetivamente no mercado de trabalho, momento em que ele passa a descobrir seu papel na sociedade, assumindo suas responsabilidades e capacidades em sua forma mais plena.
O cidadão trabalhador deve estar apto a atuar de forma prática e intelectual em seu ambiente de trabalho, uma vez que, no Brasil, a concepção de formação profissional tem-se norteado pelas mudanças operadas no mundo do trabalho, exigindo uma formação multifacetada, que seja capaz de lidar com a dualidade do conhecimento científico e do savoir-faire (saber fazer).
A Educação Profissional Técnica de Nível Médio abrange as seguintes etapas: a habilitação profissional técnica (relacionada ao curso técnico); qualificação profissional técnica (como etapa com terminalidade de curso técnico); e a especialização profissional técnica (na perspectiva da formação continuada).
A Educação Profissional Técnica de Nível Médio na forma concomitante pode ocorrer tanto na mesma instituição de ensino quanto em instituições de ensino distintas.
A Educação Profissional Técnica de Nível Médio é desenvolvida nas formas concomitante e integrada: enquanto a primeira é simultânea ao Ensino Médio, a segunda é voltada para aqueles que já o concluíram. Para ambas as formas, a conclusão do Ensino Fundamental é um requisito.
A indissociabilidade entre educação e prática social é um dos princípios norteadores da Educação Profissional Técnica de Nível Médio.
Identificar diversas formas de violência (física, simbólica, psicológica etc.), suas principais vítimas, suas causas sociais, psicológicas e afetivas, seus significados e usos políticos, sociais e culturais, discutindo e avaliando mecanismos para combatê-las, com base em argumentos éticos, não é papel do estudante de sociologia.
O professor de sociologia deve instruir seus alunos a analisar as características socioeconômicas da sociedade brasileira — com base na análise de documentos (dados, tabelas, mapas etc.) de diferentes fontes —, propor medidas para enfrentar os problemas identificados e construir uma sociedade mais próspera, justa e inclusiva, que valorize o protagonismo de seus cidadãos e promova o autoconhecimento, a autoestima, a autoconfiança e a empatia.
O estudante deve adquirir a habilidade de analisar e comparar indicadores de emprego, trabalho e renda em diferentes espaços, escalas e tempos, associando-os a processos de estratificação e desigualdade socioeconômica.