Questões de Concurso Sobre função social da escola e compromisso social do educador em pedagogia

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Q4358128 Pedagogia

Em uma turma de educação musical, a professora propôs aos estudantes uma pesquisa sobre artistas negros brasileiros. A partir das escolhas da turma, trabalhou, em diferentes atividades de canto e apreciação musical, obras de Clementina de Jesus, Lia de Itamaracá e Milton Nascimento. As atividades também abordaram aspectos das trajetórias desses artistas e suas relações com diferentes contextos sociais e culturais.


A atividade se enquadra em uma perspectiva de educação musical antirracista porque 

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Q4357988 Pedagogia
Na aula de História do Brasil, para reconstituir episódios de resistência negra, o docente recorre a personagens femininas negras, como Luiza Mahin, apontada como mãe de Luiz Gama e possível participante da Revolta dos Malês (1835). Ainda que a existência histórica de Luiza Mahin seja objeto de controvérsia, dada a escassez de fontes primárias que a documentem, o docente a mantém como fio condutor de sua narrativa didática, articulando sua trajetória a debates contemporâneos sobre protagonismo negro e memória social. Com base no relato, assinale a opção que apresenta corretamente o objetivo pedagógico da inclusão de mulheres negras na narrativa histórica escolar.
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Q4355961 Pedagogia
Durante a escolha de personagens para uma dramatização, certo grupo de alunos questiona a participação de um colega em determinado papel, justificando que “esse personagem não combina com ele”. A situação gera constrangimento e divide a turma. A professora reconhece que sua intervenção pode reforçar estereótipos ou contribuir para a valorização das diferenças no contexto escolar. Considerando a situação hipotética, uma intervenção pedagógica coerente com a valorização das diferenças individuais, de gênero, étnicas e socioculturais consiste em: 
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Q4355318 Pedagogia
Em determinada escola de ensino fundamental, o professor Mateus percebe que um aluno passou a apresentar isolamento progressivo, queda no rendimento escolar e resistência em participar de atividades coletivas. Não há relatos explícitos de agressões físicas, mas há comentários recorrentes e risadas quando o aluno se expressa em sala. Nesse contexto, qual deve ser a postura pedagógica mais adequada diante da situação hipotética? 
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Q4354914 Pedagogia
A educação constitui um processo formativo que ocorre em diferentes espaços sociais e não se limita às instituições escolares. Considerando essa concepção, assinale a alternativa correta.
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Q4354913 Pedagogia
Considerando os fundamentos sociais da educação, assinale a alternativa correta. 
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Q4352746 Pedagogia
A educação não se realiza fora da história e das relações sociais. Ao compreender criticamente a realidade em que vive, o sujeito pode reconhecer contradições, participar da produção da cultura e atuar na transformação das condições que limitam sua autonomia. Nessa perspectiva, ensinar não significa apenas transmitir conhecimentos já constituídos, mas criar possibilidades para que os estudantes compreendam o mundo e participem conscientemente de sua reconstrução.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. Adaptado.

A partir da concepção apresentada, a relação entre educação, sociedade e transformação social caracteriza-se pelo reconhecimento de que a educação
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Q4351956 Pedagogia
Na literatura sobre gênero e sexualidade no campo educacional, compreende-se que a escola
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Q4350649 Pedagogia

Analise a seguinte situação hipotética:


A Escola Municipal Tereza Batista, em Salvador, enfrenta episódios recorrentes de conflitos entre estudantes do 7º e 8º anos, com agressões verbais, discriminação territorial e baixa adesão às atividades escolares. A coordenadora pedagógica, ao tomar conhecimento da situação, precisa definir as primeiras ações a serem realizadas.  


Considerando as atribuições do coordenador pedagógico e os princípios da gestão democrática, da cultura de paz e do desenvolvimento de competências socioemocionais, assinale a conduta mais adequada para essa profissional. 

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Q4350505 Pedagogia
A escola é frequentemente compreendida como uma instituição social responsável pela transmissão e produção de conhecimentos, bem como pela formação de cidadãos capazes de participar criticamente da vida em sociedade. Nesse sentido, diferentes correntes pedagógicas discutem o papel social da escola e sua relação com as transformações sociais. Considerando essa perspectiva, é correto afirmar que a função social da escola consiste em:
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Q4347648 Pedagogia
Em uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental, composta por 27 estudantes entre 9 e 10 anos, a professora percebeu que comentários realizados durante uma atividade revelavam diferentes percepções sobre condições de moradia, acesso a serviços públicos e formas de organização das famílias. Algumas crianças relacionam determinadas condições sociais a características pessoais dos indivíduos, enquanto outras traziam exemplos vivenciados em seus bairros. A professora decidiu abordar pedagogicamente a questão sem expor experiências particulares dos estudantes e sem transformar a aula em apresentação de opiniões desvinculadas dos conhecimentos escolares. Para isso, pretende articular conteúdos curriculares, leitura da realidade social, pesquisa e construção de argumentos fundamentados.
Considerando a relação entre educação e sociedade e o ensino de questões sociais nos anos iniciais, assinale a alternativa correta.
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Q4346637 Pedagogia

A educação ocorre em determinado contexto onde reúne sujeitos com diferentes experiências familiares, culturais e comunitárias. Nesse sentido, a atuação dos profissionais escolares requer compreensão das relações entre educação e sociedade. Considerando essas relações, analise as assertivas.



I.A educação participa da formação social dos estudantes ao favorecer a apropriação de conhecimentos e experiências relacionados à convivência e à participação na sociedade.


II.A escola constitui espaço de convivência social no qual diferenças culturais e experiências dos estudantes podem integrar práticas educativas comprometidas com respeito e participação.


III.A relação entre educação e sociedade permite compreender que práticas escolares são desenvolvidas em contextos históricos e culturais que influenciam as experiências educativas.


IV.A função social da educação concentra-se na transmissão dos conhecimentos escolares, cabendo às relações familiares e comunitárias desenvolver as dimensões relacionadas à convivência social.


V.A diversidade presente na sociedade pode ser considerada no processo educativo por meio de práticas que reconheçam diferenças e promovam condições de participação dos estudantes.



É correto o que se afirma em:

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Q4346424 Pedagogia
Em uma turma do Ensino Fundamental, os estudantes apresentam opiniões divergentes sobre uma situação de conflito envolvendo liberdade de expressão e respeito às convicções religiosas. O professor pretende desenvolver uma atividade que contribua para a formação ética e a cultura de paz. A estratégia didática mais pertinente é:
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Q4342642 Pedagogia

Em uma escola da rede municipal, os registros de ocorrência do 3º ano concentram desentendimentos no horário do recreio, e a maioria dos casos é encaminhada diretamente à direção. A equipe pedagógica propõe rever o encaminhamento e discutir os fundamentos da autoridade docente na relação com a turma. Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.



I.Diante de um conflito entre estudantes do 3º ano, cabe ao professor mediar a escuta das partes e conduzir a reparação com a turma, em vez de encaminhar de imediato o caso à direção.


PORQUE


II.A autoridade do professor decorre da posição hierárquica que ocupa na instituição, o que dispensa a construção de acordos com os estudantes sobre as regras de convivência.



A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:

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Q4342390 Pedagogia
A convivência escolar oferece oportunidades para o desenvolvimento de vínculos, participação e aprendizagem nas relações estabelecidas entre os estudantes. Considerando estratégias de socialização no trabalho psicopedagógico, analise as assertivas.
I.Atividades cooperativas podem favorecer a interação entre os estudantes quando organizadas de modo que possibilitem participação, diálogo e construção conjunta.
II.A organização de momentos de escuta e diálogo pode contribuir para que os estudantes expressem diferentes perspectivas e desenvolvam formas respeitosas de convivência.
III.A formação de grupos por níveis semelhantes de desempenho favorece a socialização ao concentrar as interações entre estudantes que apresentam necessidades acadêmicas próximas. 
IV.Situações que envolvam colaboração e resolução conjunta de tarefas podem contribuir para o fortalecimento dos vínculos e da participação no ambiente escolar.
V.A socialização pode ser promovida por atividades orientadas principalmente à adaptação dos estudantes às formas de interação já estabelecidas pelo grupo.
É correto o que se afirma em:
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Q4339100 Pedagogia
O texto I abaixo serve de base de análise para a questão.

TEXTO I

    Um certo Miguilim morava com sua mãe, seu pai e seus irmãos, longe, longe daqui, muito depois da Vereda-do-Frangod'Água e de outras veredas sem nome ou pouco conhecidas, em ponto remoto, no Mutum. No meio dos Campos Gerais, mas num covoão em trecho de matas, terra preta, pé de serra. Miguilim tinha oito anos. Quando completara sete, havia saído dali, pela primeira vez: o Tio Terêz levou-o a cavalo, à frente da sela, para ser crismado no Sucuriju, por onde o bispo passava. Da viagem, que durou dias, ele guardara aturdidas lembranças, embaraçadas em sua cabecinha. De uma, nunca pôde se esquecer: alguém, que já estivera no Mutum, tinha dito: "É um lugar bonito, entre morro e morro, com muita pedreira e muito mato, distante de qualquer parte; e lá chove sempre..."
    Mas sua mãe, que era linda e com cabelos pretos e compridos, se doía de tristeza de ter de viver ali. Queixava-se, principalmente nos demorados meses chuvosos, quando carregava o tempo, tudo tão sozinho, tão escuro, o ar ali era mais escuro; ou, mesmo na estiagem, qualquer dia, de tardinha, na hora do sol entrar. — "Oê, ah, o triste recanto..." — ela exclamava. Mesmo assim, enquanto esteve fora, só com o tio Terêz, Miguilim padeceu tanta saudade, de todos e de tudo, que às vezes nem conseguia chorar, e ficava sufocado.
    Quando voltou para casa, seu maior pensamento era que tinha a boa notícia para dar à mãe: o que o homem tinha falado — que o Mutum era lugar bonito... A mãe, quando ouvisse essa certeza, havia de se alegrar, ficava consolada. Era um presente; e a ideia de poder trazê-lo desse jeito de cor, como uma salvação, deixava-o febril até nas pernas. Tão grave, grande, que nem o quis dizer à mãe na presença dos outros, mas insofria por ter de esperar; e, assim que pôde estar com ela só, abraçou-se a seu pescoço e contou-lhe, estremecido, aquela revelação. A mãe não lhe deu valor nenhum, mas mirou triste e apontou o morro; dizia:
    — Estou sempre pensando que lá por detrás dele acontecem outras coisas, que o morro está tapando de mim, e que eu nunca hei de poder ver...
    Era a primeira vez que a mãe falava com ele um assunto todo sério. No fundo de seu coração, ele não podia, porém, concordar, por mais que gostasse dela: e achava que o moço que tinha falado aquilo era que estava com a razão. [...]
    De repente lá vinha um homem a cavalo. Eram dois. Um senhor de fora, o claro da roupa. Miguilim saudou, pedindo a bênção. O homem trouxe o cavalo cá bem junto. Ele era de óculos, corado, alto, com um chapéu diferente, mesmo.
     — Deus te abençoe, pequenino. Como é teu nome?
     — Miguilim. Eu sou irmão do Dito.
     — E seu irmão Dito é o dono daqui?
    — Não, meu senhor. O Ditinho está em glória. O homem esbarrava o avanço do cavalo, que era zelado, manteúdo, formoso como nenhum outro. Redizia:
    — Ah, não sabia, não. Deus o tenha em sua guarda... Mas, que é que há, Miguilim?
    Miguilim queria ver se o homem estava mesmo sorrindo para ele, por isso é que o encarava.
    — Por que você aperta os olhos assim? Você não é limpo de vista? Vamos até lá. Quem é que está em tua casa?
    — É Mãe, e os meninos...
    Estava Mãe, estava Tio Terêz, estavam todos. O senhor alto e claro se apeou. O outro, que vinha com ele, era um camarada.
    O senhor perguntava à Mãe muitas coisas do Miguilim. Depois perguntava a ele mesmo:
   — Miguilim, espia daí: quantos dedos da minha mão você está enxergando? E agora?
    Miguilim espremia os olhos. Drelina e a Chica riam. Tomezinho tinha ido se esconder.
    — Este nosso rapazinho tem a vista curta. Espera aí, Miguilim...
    E o senhor tirava os óculos e punha-os em Miguilim, com todo o jeito.
    — Olha, agora!
    Miguilim olhou. Nem não podia acreditar! Tudo era uma claridade, tudo novo e lindo e diferente, as coisas, as árvores, as caras das pessoas. Via os grãozinhos de areia, a pele da terra, as pedrinhas menores, as formiguinhas passeando no chão de uma distância. E tonteava. Aqui, ali, meu Deus, tanta coisa, tudo... O senhor tinha retirado dele os óculos, e Miguilim ainda apontava, falava, contava tudo como era, como tinha visto. Mãe esteve assim assustada; mas o senhor dizia que aquilo era do modo mesmo, só que Miguilim também carecia de usar óculos, dali por diante. O senhor bebia café com eles. Era o doutor José Lourenço, do Curvelo. Tudo podia. Coração de Miguilim batia descompasso, ele careceu de ir lá dentro, contar à Rosa, à Maria Pretinha, a Mãitina. A Chica veio correndo atrás, mexeu:
    — Miguilim, você é piticego... E ele respondeu:
  — Donazinha... Quando voltou, o doutor José Lourenço já tinha ido embora. [...]
    Miguilim não sabia. Todos eram maiores do que ele, as coisas reviravam sempre dum modo tão diferente, eram grandes demais.
    — Pra onde ele foi?
    — A foi p´ra a Vereda do Tipã, onde os caçadores estão. Mas amanhã ele volta, de manhã, antes de ir s´embora para a cidade. Disse que, você querendo. Miguilim, ele junto te leva... O doutor era homem muito bom, levava o Miguilim, lá ele comprava uns óculos pequenos, entrava para a escola, depois aprendia ofício. Você mesmo quer ir?
    Miguilim não sabia. Fazia peso para não soluçar. Sua alma, até ao fundo, se esfriava. Mas Mãe disse:
     — Vai, meu filho. É a luz dos teus olhos, que só Deus teve poder para te dar. Vai. Fim do ano, a gente puder, faz a viagem também. Um dia todos se encontram...
    E Mãe foi arrumar a roupinha dele. A Rosa matava galinha, para pôr na capanga, com farofa. Miguilim ia no cavalo Diamante — depois era vendido lá na cidade, o dinheiro ficava pra ele.
    — Mãe, é o mar? Ou é para a banda do Pau-Roxo, Mãe? É muito longe?
   — Mais longe é, meu filhinho. Mas é do lado do Pau-Roxo não. É o contrário... A Mãe suspirava suave.
    — Mãe, mas por que é, então, para que é, que aconteceu tudo?!
   — Miguilim, me abraça, meu filhinho, que eu tenho tanto amor... [...] O doutor chegou. 
    — Miguilim, você está aprontado? Está animoso? Miguilim abraçava todos, um por um, dizia adeus até aos cachorros, ao Papaco-o-Paco, ao gato Sossõe que lambia as mãozinhas se asseando. Beijou a mão da mãe do Grivo.
     — Dá lembrança a seo Aristeu... Dá lembrança a seo Deográcias... Estava abraçado com Mãe. Podiam sair. Mas, então, de repente, Miguilim parou em frente do doutor. Todo tremia, quase sem coragem de dizer o que tinha vontade. Por fim, disse. Pediu. O doutor entendeu e achou graça. Tirou os óculos, pôs na cara de Miguilim. E Miguilim olhou para todos, com tanta força. Saiu lá fora. Olhou os matos escuros de cima do morro, aqui a casa, a cerca de feijão-bravo e são-caetano; o céu, o curral, o quintal; os olhos redondos e os vidros altos da manhã. Olhou, mais longe, o gado pastando perto do brejo, florido de são-josés, como um algodão. O verde dos buritis, na primeira vereda. O Mutum era bonito! Agora ele sabia. Olhou Mãitina, que gostava de o ver de óculos, batia palmas-de-mão e gritava:
   — Cena, Corinta!... Olhou o redondo de pedrinhas, debaixo do jenipapeiro. Olhava mais era para Mãe. Drelina era bonita, a Chica, Tomezinho. Sorriu para Tio Terêz:
    — Tio Terêz, o senhor parece com o Pai... Todos choravam. O doutor limpou a goela, disse:
    — Não sei, quando eu tiro esses óculos, tão fortes, até meus olhos se enchem d´água...
     Miguilim entregou a ele os óculos outra vez. Um soluçozinho veio. Sempre alegre, Miguilim... Sempre alegre, Miguilim... Nem sabia o que era alegria e tristeza. Mãe o beijava. A Rosa punhalhe doces-de-leite nas algibeiras, para a viagem. Papaco-oPaco falava, alto, falava.

ROSA, Guimarães. Campo Geral. Adaptado.
A partir da leitura do fragmento de Campo Geral no texto I, assinale a alternativa cuja afirmação esteja alinhada com o contexto educacional da época em relação ao ideal que se tem atualmente sobre o papel da Educação na sociedade.
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Q4336502 Pedagogia
Para assegurar a eficácia das ações e a excelência no atendimento aos alunos e suas famílias, a colaboração entre os integrantes da equipe é fundamental no contexto escolar. Para fortalecer as relações interpessoais no ambiente de trabalho, os profissionais devem adotar atitudes pautadas no respeito, na cooperação e na comunicação. Nesse contexto, constitui um conjunto de atitudes que favorece relações interpessoais saudáveis:
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Q4336198 Pedagogia
Ao planejar uma unidade didática sobre "A Organização do Bairro e os Serviços Públicos" para uma turma de 4º ano, uma professora propôs que os alunos realizassem entrevistas com moradores antigos e identificassem problemas da comunidade local, como a ausência de coleta seletiva e a precariedade da iluminação pública. Os dados levantados deram origem a debates, a reflexões e à elaboração de uma carta coletiva com propostas de melhoria para o bairro. Nessa perspectiva, a escola e o processo de ensino-aprendizagem organizam-se a partir do entendimento de que o(a):
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Q4335752 Pedagogia
Em um grupo do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, são identificados participantes com diferentes idades, histórias familiares, condições socioeconômicas, culturas e características pessoais. Um dos adolescentes passa a ser alvo de comentários depreciativos relacionados à sua condição social.
Diante da situação, a atuação socioeducativa mais adequada é: 
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Q4333438 Pedagogia
Em determinada escola, um estudante passou a apresentar queda significativa no rendimento escolar, além de demonstrar isolamento social e desmotivação nas atividades. Após diálogo com a família, a equipe escolar tomou conhecimento de que o aluno enfrenta dificuldades familiares recentes, incluindo mudanças no ambiente doméstico e instabilidade emocional. Considerando os fatores que podem interferir no processo de aprendizagem, é correto afirmar que: 
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: D
4: C
5: B
6: A
7: D
8: C
9: D
10: B
11: B
12: D
13: D
14: B
15: B
16: B
17: A
18: C
19: C
20: A