Questões de Concurso
Sobre concepções de mundo, homem e educação em pedagogia
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Sobre a educação e o mundo do trabalho, leia o trecho a seguir.
A melhor maneira para desenvolver os saberes profissionais dos trabalhadores está na sua inserção nas várias dimensões da cultura, da ciência, da tecnologia e do trabalho, bem como de sua contextualização, situando os objetivos de aprendizagem em ambiente real de trabalho. Esta perspectiva indica que é errada a orientação para planejar as atividades educacionais primeiramente para se aprender teoricamente o que terão de colocar em prática em seus futuros trabalhos.
Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.
Assinale a opção que reflete corretamente a posição afirmada.
Assinale a opção que reflete, corretamente, o caráter humanista.
Assinale a alternativa correta sobre o racionalismo.
As palavras que preenchem corretamente a sentença, completando-a, são:
Com base nessa afirmação, marque a alternativa INCORRETA:
GADOTTI, Moacir. Escola Cidadã. São Paulo: Cortez, 2002, p. 9.
A construção de uma educação pautada pela autonomia pressupõe
A filosofia no Brasil vem se desenvolvendo ao longo dos séculos, refletindo as particularidades culturais, sociais e históricas do país. João Cruz Costa oferece uma análise detalhada sobre o desenvolvimento do pensamento filosófico no Brasil. Em sua obra Contribuição à História das Ideias no Brasil (1956), explora as influências e os desafios enfrentados pela Filosofia no Brasil. A formação do pensamento filosófico no Brasil, influenciada por correntes europeias, enfrenta o desafio de se adaptar e refletir sobre a realidade específica de nossa sociedade, marcada por suas próprias contradições e complexidades.
Dossiê: A história da Filosofia no Brasil. Revista Cult. Edição 268. Editora Bregantini. São Paulo-SP, 2021
Considerando a análise de João Cruz Costa, assinale a opção que apresenta uma proposta de intervenção que possibilite ao professor trabalhar com seus alunos a necessidade de se pensar filosoficamente a realidade brasileira.
Hans Jonas pensa a natureza a partir de seu valor intrínseco, deduzido do esforço autoafirmativo da vida, considerado por ele como o testemunho mais evidente do seu próprio valor: se a vida quer viver, é porque viver é um bem e, se é assim, é também um valor e emite um apelo de dever, cuja audiência está no ser humano, o único capaz de ouvir um tal apelo. Além disso, para Jonas, se só o ser humano pode se responsabilizar, então isso significa que ele só se realiza plenamente quando assume essa tarefa. E é assim que a responsabilidade diante da natureza se torna a alternativa mais radical ao niilismo: se a tecnologia tem sido uma espécie de fuga e de negação do mundo, a ética da responsabilidade é um convite a um novo vínculo com o Planeta.
OLIVEIRA, J. Como Hans Jonas nos ajuda a compreender a crise do meio ambiente? Uma conversa entre três filósofos. Disponível em: https://www.anpof.org.br/comunicacoes/entrevistas/. Acesso em: 14 jun. 2024 (adaptado).
Considerando a diversidade de identidades e de filiações ideológicas de seus estudantes, nesse caso, uma proposta de intervenção pedagógica coerente com o texto-base é
SEVERINO, A. J.; SEVERINO, E. S. Ensinar e aprender com pesquisa no ensino médio. São Paulo: Cortez, 2012.
Nesse sentido, o professor de Filosofia que vise à promoção da autonomia discente em suas aulas deve
Não é mentira! Eles viram espíritos mesmo e sabem conter a queda do céu!. Nossos ancestrais sabem fazer esse trabalho desde o primeiro tempo. Se não o tivessem feito, a abóbada celeste já teria despencado sobre nós há muito tempo. Mas apesar de todos esses esforços o céu continua instável e frágil, à mercê dos espíritos dos xamãs mortos que sempre querem recortá-lo.
KOPENAWA, D.; ALBERT, B. A queda do céu. Palavras de um xamã Yanomami. Tradução de Beatriz Perrone-Moisés. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
Para que o fragmento textual acima, sobre a cosmogonia Yanomami, seja considerado sob a perspectiva decolonial, um docente do Ensino Médio deverá abordá-lo em sala de aula como uma
ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da educação. 3. ed. Tradução de Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995 (adaptado).
Considerando-se a concepção de Rousseau, destacada no texto, a formação da autonomia do estudante se deve à
(JUNQUEIRA, Sérgio R. A. Origem do ensino religioso. In.: JUNQUEIRA, Sérgio R. A.; BRANDENBURG, Laude Erandi; KLEIN, Remí (Orgs.). Compêndio do Ensino Religioso. São Leopoldo: Sinodal; Petrópolis: Vozes, 2017. p. 39.)
As informações anteriores se referem exatamente a qual corrente de pensamento?
Alguns responderão que a educação é responsável pela direção da sociedade, na medida em que ela é capaz de direcionar a vida social, salvando-a da situação em que se encontra; um segundo grupo entende que a educação reproduz a sociedade como ela está; há um terceiro grupo de pedagogos e teóricos da educação que compreendem a educação como uma instância mediadora de uma forma de entender e viver a sociedade. Para estes a educação nem salva nem reproduz a sociedade, mas pode e deve servir de meio para a efetivação de uma concepção de sociedade.
LUCKESI. (1994).
O autor classificou essas três concepções de educação, respectivamente, como