Até aqui não conhecemos outra lei que não a da necessidade: ...
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Q4148883
Pedagogia
Até aqui não conhecemos outra lei que não a da necessidade: agora atentamos ao que é útil; chegaremos
em breve para o que é conveniente e bom. O mesmo instinto anima as diversas faculdades do homem.
À atividade do corpo, que procura desenvolver-se, sucede a atividade do espírito que busca instruir-se.
A princípio as crianças são apenas turbulentas, tornam-se curiosas depois; e essa curiosidade bem dirigida
é o móvel da idade a que chegamos. O desejo inato de bem-estar e a impossibilidade de contentá-lo
plenamente fazem com que procure sem cessar novos meios de alcançá-lo. Tal é o primeiro princípio da
curiosidade; princípio natural ao coração humano e cujo desenvolvimento só ocorre em proporção de
nossas paixões e de nossas luzes.
ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da educação. 3. ed. Tradução de Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995 (adaptado).
Considerando-se a concepção de Rousseau, destacada no texto, a formação da autonomia do estudante se deve à
ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da educação. 3. ed. Tradução de Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995 (adaptado).
Considerando-se a concepção de Rousseau, destacada no texto, a formação da autonomia do estudante se deve à