Questões de Concurso
Sobre patologia oral e maxilofacial em odontologia
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Coluna A:
(1) Vírus Coxsackie.
(2) Herpes Simplex (HSV-1)
(3) Vírus Epstein-Barr.
(4) Vírus da Varicela-Zoster
Coluna B:
( ) Vesículas seguindo o trajeto de um nervo sensitivo (dermátomo), respeitando a linha média.
( ) Lesões vesiculares disseminadas na mucosa oral, com febre e linfadenopatia (primoinfecção).
( ) Pequenas vesículas ou úlceras na orofaringe, pilares amigdalianos e palato mole, com início súbito.
( ) Placas brancas, indolores e geralmente bilaterais nas bordas laterais da língua, de aspecto estriado ou rugoso.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
A odontodisplasia regional é uma anomalia rara do desenvolvimento dentário caracterizada por alteraçôes na formação de esmalte e dentina, produzindo dentes hipoplásicos e hipocalcificados, geralmente descritos radiograf icamente como "dentes fantasmas", sendo classificada como uma condição não hereditária.
PORQUE
A teoria mais aceita para sua etiologia envolve alterações locais no suprimento vascular durante o período de odontogênese.
Pode-se afirmar que:
Paciente com 56 anos, do sexo masculino, com diagnóstico de mieloma múltiplo, em uso de ácido zoledrônico, apresenta exposição óssea de parte da mandíbula, acompanhado de fístula bucal e cutânea, com drenagem de secreção purulenta, algia, desconforto e dificuldade mastigatória.
Neste caso, qual o provável diagnóstico?
A estomatite protética corresponde a reações patológicas na mucosa palatina em pacientes usuários de prótese removível, associada à presença de Candida albicans, podendo variar desde uma inflamação simples localizada ou edema pontilhado (petéquias) até a hiperplasia inflamatória generalizada, envolvendo a parte central do palato e rebordo alveolares.
Em relação à etiologia e ao diagnóstico da estomatite protética, pode-se considerar que
O dens in dente (dens invaginatus) representa uma anomalia no desenvolvimento de um dente, ocorrendo desorganização do órgão do esmalte, caracterizada por uma invaginação dentro do corpo do dente que se reveste de esmalte. O correto diagnóstico desta alteração de desenvolvimento torna-se importante uma vez que tem impacto na tomada de decisão clínica.
Existem três tipos de dens in dente, sendo que no do tipo II a invaginação do esmalte:
Quando uma infecção resultante da necrose pulpar se estende para além do ápice do dente, o curso patofisiológico do processo infeccioso pode variar, dependendo do número e da virulência dos organismos envolvidos, da resistência do hospedeiro, e da anatomia da área envolvida.
Nesse contexto, quando
Cistos odontogênicos são aqueles resultantes da proliferação de remanescentes epiteliais da embriogênese dos dentes. O crescimento destes ocorre por diversos mecanismos, como a hiperosmolaridade intra-luminal, a proliferação epitelial, atividade colagenótica, síntese de interleucinas como a IL-1 e IL-6, entre outros. O tratamento de escolha é principalmente o cirúrgico.
Nesse contexto, quanto às características clínicas, dos cistos odontogênicos pode-se dizer que: