Questões de Concurso
Comentadas sobre epidemiologia na nutrição em nutrição
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(___) As epidemias de obesidade, desnutrição e mudança climática coexistem. As mudanças climáticas agravam a insegurança alimentar, que está ligada ao aumento do risco de desnutrição quanto de obesidade.
(___) A taxação de alimentos ultraprocessados pode ser uma medida efetiva para o controle da obesidade e já é adotada em alguns países.
(___) A OMS não recomenda a substituição de açúcar por adoçantes não calóricos no tratamento da obesidade.
(___) A pandemia de COVID-19 contribuiu para o aumento da prevalência de obesidade em razão da atividade física reduzida e maior consumo de alimentos ultraprocessados, principalmente entre crianças.
A epidemiologia nutricional se preocupa em estudar as exposições e as alterações alimentares e nutricionais relacionadas à ocorrência de doenças. Entre as alterações nutricionais incluem-se a desnutrição, as deficiências de micronutrientes específicos, o excesso de peso e a obesidade. Em relação a epidemiologia do sobrepeso e da obesidade, assinale a alternativa CORRETA:
(Fonte: https://unasus-cp.moodle.ufsc.br/pluginfile. php/242369/mod_resource/content/0/EN.pdf).
O Brasil tem passado por um processo rápido e particular de transição nutricional. Nesse contexto, os padrões alimentares sofreram mudanças desfavoráveis, com a redução da participação na cesta de alimentos de itens tradicionais e básicos, combinada ao aumento de consumo de alimentos processados, ultraprocessados e a alimentação fora dos domicílios. Em relação ao tema, marque a alternativa correta.
I. Uma das bactérias patogênicas mais comumente encontradas em comida japonesa (pescados crus) é a Escherichia coli, esse conjunto de bactérias é comumente utilizado como indicador higiênico-sanitário, pois compõem cerca de 10% da microbiota intestinal, assim, a inserção dessa bactéria nos alimentos é simples e derivada de maus hábitos higiênicos.
POR ISSO,
II. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) por meio da Instrução Normativa – IN nº. 161, de 1º de julho de 2022, que estabelece os padrões microbiológicos dos alimentos, substituiu a pesquisa de coliformes pela de Escherichia coli ou Enterobacteriaceae, pois estas fornecem mais informações de segurança sobre a qualidade microbiológica do produto, além dos coliformes não constituírem um grupo taxonômico definido e suas determinações analíticas não serem mais usadas internacionalmente.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
I. O Brasil vivencia o envelhecimento populacional, redução da fecundidade e queda da mortalidade infantil.
II. O Brasil tem experimentado a redução da mortalidade precoce ligada a doenças infecciosas, aumento da expectativa de vida ao nascer e aumento da mortalidade por acidentes e violências.
III. O estilo de vida sedentário e o consumo de dietas inadequadas são os principais determinantes da crescente magnitude da obesidade em crianças, adolescentes, adultos e mulheres em idade reprodutiva.
IV. Tanto as taxas de mortalidade por desnutrição quanto as taxas de mortalidade por causas relacionadas à obesidade apresentam tendências ascendentes.
V. Com a pandemia de COVID-19, houve crescimento do desemprego e agravamento da insegurança alimentar entre as populações vulnerabilizadas, representando uma situação de risco para o aumento da morbimortalidade por desnutrição no país.
Sendo assim, analise as alternativas a seguir e assinale a alternativa incorreta.
Com relação ao tema, avalie os relatos a seguir.
I. Uma pesquisa epidemiológica avaliou o risco entre obesidade gestacional e desenvolvimento de hipertensão arterial nos descendentes. Obteve-se um risco relativo (ou razão de risco) de 1,9. Isso significa que mães obesas durante a gestação têm um risco 90% maior de gerarem filhos hipertensos.
II. Um estudo avaliou a associação entre níveis séricos adequados de vitamina D e o desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2 em adultos. Como resultado, notou-se um risco relativo (ou razão de risco) de 0,4. Isso significa que indivíduos com níveis séricos adequados de vitamina D têm um risco 60% menor de desenvolverem a doença.
III. Sabe-se que o aumento na frequência de novos casos (incidência) de um determinado agravo eleva a sua prevalência.
Está correto o que se afirma em