Questões de Concurso Sobre não definido

Foram encontradas 23.687 questões

Q4384212 Não definido
Em um departamento de pós-graduação, os estudantes foram questionados sobre a habilidade de escrever textos acadêmicos em espanhol e inglês. Após uma breve pesquisa, concluiu-se que: 27 estudantes escrevem apenas em espanhol; 12 estudantes escrevem em inglês e espanhol; 46 estudantes escrevem em inglês; e, 6 estudantes não escrevem em nenhuma dessas línguas. Do total de estudantes questionados, qual a porcentagem aproximada dos que escrevem apenas em inglês? 
Alternativas
Q4384211 Não definido

Em cada círculo a seguir os números obedecem a uma mesma regra lógica; observe. 


Imagem associada para resolução da questão



Dessa forma, o valor da razão X/Y  é dado por:

Alternativas
Q4384210 Não definido

Uma indústria de calçados possuía 46 trabalhadores responsáveis pela produção de 2.700 pares de tênis por dia, trabalhando em um regime de 6 horas diárias. Após uma intensa ação de marketing, a indústria desenvolveu uma nova coleção que aumentou a demanda diária para 10.800 pares de tênis e ampliou o regime de trabalho para 8 horas por dia. Considerando que todos os trabalhadores possuem o mesmo desempenho, qual o número de funcionários necessários para que a nova demanda diária fosse atendida? 

Alternativas
Q4384209 Não definido
“Todes” é mais que respeitar a gramática, é inclusão
social, dizem especialistas


Cientistas e estudiosos da língua portuguesa falam
da presença do gênero neutro em nosso
vocabulário, uma batalha para pessoas
não-binárias se sentirem incluídas na sociedade.


       Toda transformação gera insegurança e, às vezes, incapacidade de aceitar mudanças de situações pré-estabelecidas. Na nossa língua, isso não é diferente. Um exemplo é uso da linguagem não-binária, que vem dando o que falar nos últimos dias.

      Como exemplo recente, tivemos o caso da vereadora de Vitória Camila Valadão (PSOL) que, durante sessão especial na câmara em alusão ao Dia Internacional da Mulher, na última terça-feira (08), dirigiu-se à casa com um “Bom dia a todos, todas e ‘todes’”, sendo questionada por parlamentares conservadores sob a justificativa de que o gênero neutro não consta na gramática normativa. Valadão, por sua vez, afirmou estar apenas “sendo inclusiva”, alegando censura a sua linguagem.

      Outro caso de grande repercussão foi o da professora de uma escola de ensino fundamental de Vitória, reprimida por usar um inclusivo “todes bem-vindes” para se comunicar com os alunos em uma plataforma interna de ensino. O caso chamou a atenção dos pais, que levaram a reclamação até a Câmara de Vitória. O presidente da casa, Davi Esmael (PSD), pediu esclarecimentos à Prefeitura de Vitória, alegando que assuntos relacionados à ideologia de gênero foram retirados do Plano Municipal de Educação.

        Movimentos sociais apoiam uma mudança linguística, buscando caminhos para tornar a língua portuguesa mais humana. Uma das maneiras mais utilizadas é a substituição de pronomes por termos neutros, ou gênero neutro, ou até mesmo substituir artigos nas contrações de preposições, como o da/do, por de.

       O uso de “todes”, “todxs” ou “tod@s” vem se tornando cada vez mais comum nas redes sociais e começa a permear o cotidiano do brasileiro, chamando a atenção para a pergunta: Isso seria uma afronta à nossa língua e gramática de cada dia?

         Em suas “andanças” pelas redes sociais, ou mesmo em uma roda de amigos, se ouvir um “todes” e um “bem-vindes”, e demais conteúdos usados pela linguagem não-binária (ou linguagem neutra), saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (a que você usa em sala de aula).

     De acordo com a professora da Universidade Federal da Bahia, linguista especialista em História das Ideias Linguísticas e Análise de Discurso, Isadora Machado, a língua está em processo de mudança 24h por dia, por isso, transformações sempre são bem-vindas.

      “Dizemos em Linguística que a língua é variação contínua, porque ela nunca para de se modificar. Só que não percebemos essas micro-mudanças, assim como não percebemos que a Terra está girando e mudando de lugar. Nós percebemos que algo está mudando quando, por exemplo, uma professora escreve ‘todes’ e na semana seguinte uma vereadora diz ‘todes’”, defende.

       “Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? Essa discussão é saudável e faz parte da sociedade. Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto. Acredito que, de um modo geral, as gramáticas normativas usadas nas escolas de educação básica ganhariam muito se trouxessem mais elementos de nossas vidas cotidianas”, argumenta.

     O mais importante é saber que gramática difere de língua em uso, aquela que é falada pelas pessoas em vários lugares e situações do cotidiano. “Temos a gramática normativa, que é essa que aprendemos na escola e que está preocupada em dizer o que é certo e errado, mas temos outras, que estão mais preocupadas em como as coisas são do que como deveriam ser. Temos as gramáticas gerativa, descritiva, histórica, de usos e de valências, dentre outras”, cita, afirmando que, no Brasil e na América Latina, temos uma forte tradição de ensinar apenas a gramática normativa nas escolas.

     “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda. Fundamentalmente, nossa tradição escolar- -normativa faz com que acreditemos que mudanças ‘ameaçam’ a língua e a sociedade. Pelo contrário, mudança é a matéria- -prima de qualquer língua”.


(CHELUJE, Gustavo. "Todes" é mais que respeitar a gramática, é
inclusão social, dizem especialistas. A Gazeta, 2021. Disponível em:
https://www.agazeta.com.br/amp/entretenimento/cultura/todes-emais-que-respeitar-a-gramatica-e-inclusao-social-dizem-especialistas0321. Acesso em: 08/08/2021. Com adaptações.)

O principal propósito comunicativo do texto é:  
Alternativas
Q4384208 Não definido
“Todes” é mais que respeitar a gramática, é inclusão
social, dizem especialistas


Cientistas e estudiosos da língua portuguesa falam
da presença do gênero neutro em nosso
vocabulário, uma batalha para pessoas
não-binárias se sentirem incluídas na sociedade.


       Toda transformação gera insegurança e, às vezes, incapacidade de aceitar mudanças de situações pré-estabelecidas. Na nossa língua, isso não é diferente. Um exemplo é uso da linguagem não-binária, que vem dando o que falar nos últimos dias.

      Como exemplo recente, tivemos o caso da vereadora de Vitória Camila Valadão (PSOL) que, durante sessão especial na câmara em alusão ao Dia Internacional da Mulher, na última terça-feira (08), dirigiu-se à casa com um “Bom dia a todos, todas e ‘todes’”, sendo questionada por parlamentares conservadores sob a justificativa de que o gênero neutro não consta na gramática normativa. Valadão, por sua vez, afirmou estar apenas “sendo inclusiva”, alegando censura a sua linguagem.

      Outro caso de grande repercussão foi o da professora de uma escola de ensino fundamental de Vitória, reprimida por usar um inclusivo “todes bem-vindes” para se comunicar com os alunos em uma plataforma interna de ensino. O caso chamou a atenção dos pais, que levaram a reclamação até a Câmara de Vitória. O presidente da casa, Davi Esmael (PSD), pediu esclarecimentos à Prefeitura de Vitória, alegando que assuntos relacionados à ideologia de gênero foram retirados do Plano Municipal de Educação.

        Movimentos sociais apoiam uma mudança linguística, buscando caminhos para tornar a língua portuguesa mais humana. Uma das maneiras mais utilizadas é a substituição de pronomes por termos neutros, ou gênero neutro, ou até mesmo substituir artigos nas contrações de preposições, como o da/do, por de.

       O uso de “todes”, “todxs” ou “tod@s” vem se tornando cada vez mais comum nas redes sociais e começa a permear o cotidiano do brasileiro, chamando a atenção para a pergunta: Isso seria uma afronta à nossa língua e gramática de cada dia?

         Em suas “andanças” pelas redes sociais, ou mesmo em uma roda de amigos, se ouvir um “todes” e um “bem-vindes”, e demais conteúdos usados pela linguagem não-binária (ou linguagem neutra), saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (a que você usa em sala de aula).

     De acordo com a professora da Universidade Federal da Bahia, linguista especialista em História das Ideias Linguísticas e Análise de Discurso, Isadora Machado, a língua está em processo de mudança 24h por dia, por isso, transformações sempre são bem-vindas.

      “Dizemos em Linguística que a língua é variação contínua, porque ela nunca para de se modificar. Só que não percebemos essas micro-mudanças, assim como não percebemos que a Terra está girando e mudando de lugar. Nós percebemos que algo está mudando quando, por exemplo, uma professora escreve ‘todes’ e na semana seguinte uma vereadora diz ‘todes’”, defende.

       “Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? Essa discussão é saudável e faz parte da sociedade. Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto. Acredito que, de um modo geral, as gramáticas normativas usadas nas escolas de educação básica ganhariam muito se trouxessem mais elementos de nossas vidas cotidianas”, argumenta.

     O mais importante é saber que gramática difere de língua em uso, aquela que é falada pelas pessoas em vários lugares e situações do cotidiano. “Temos a gramática normativa, que é essa que aprendemos na escola e que está preocupada em dizer o que é certo e errado, mas temos outras, que estão mais preocupadas em como as coisas são do que como deveriam ser. Temos as gramáticas gerativa, descritiva, histórica, de usos e de valências, dentre outras”, cita, afirmando que, no Brasil e na América Latina, temos uma forte tradição de ensinar apenas a gramática normativa nas escolas.

     “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda. Fundamentalmente, nossa tradição escolar- -normativa faz com que acreditemos que mudanças ‘ameaçam’ a língua e a sociedade. Pelo contrário, mudança é a matéria- -prima de qualquer língua”.


(CHELUJE, Gustavo. "Todes" é mais que respeitar a gramática, é
inclusão social, dizem especialistas. A Gazeta, 2021. Disponível em:
https://www.agazeta.com.br/amp/entretenimento/cultura/todes-emais-que-respeitar-a-gramatica-e-inclusao-social-dizem-especialistas0321. Acesso em: 08/08/2021. Com adaptações.)

A respeito de fatos ou acontecimentos, opiniões podem ser emitidas. Qual alternativa apresenta uma opinião veiculada pelo do autor do texto? 
Alternativas
Q4384207 Não definido
“Todes” é mais que respeitar a gramática, é inclusão
social, dizem especialistas


Cientistas e estudiosos da língua portuguesa falam
da presença do gênero neutro em nosso
vocabulário, uma batalha para pessoas
não-binárias se sentirem incluídas na sociedade.


       Toda transformação gera insegurança e, às vezes, incapacidade de aceitar mudanças de situações pré-estabelecidas. Na nossa língua, isso não é diferente. Um exemplo é uso da linguagem não-binária, que vem dando o que falar nos últimos dias.

      Como exemplo recente, tivemos o caso da vereadora de Vitória Camila Valadão (PSOL) que, durante sessão especial na câmara em alusão ao Dia Internacional da Mulher, na última terça-feira (08), dirigiu-se à casa com um “Bom dia a todos, todas e ‘todes’”, sendo questionada por parlamentares conservadores sob a justificativa de que o gênero neutro não consta na gramática normativa. Valadão, por sua vez, afirmou estar apenas “sendo inclusiva”, alegando censura a sua linguagem.

      Outro caso de grande repercussão foi o da professora de uma escola de ensino fundamental de Vitória, reprimida por usar um inclusivo “todes bem-vindes” para se comunicar com os alunos em uma plataforma interna de ensino. O caso chamou a atenção dos pais, que levaram a reclamação até a Câmara de Vitória. O presidente da casa, Davi Esmael (PSD), pediu esclarecimentos à Prefeitura de Vitória, alegando que assuntos relacionados à ideologia de gênero foram retirados do Plano Municipal de Educação.

        Movimentos sociais apoiam uma mudança linguística, buscando caminhos para tornar a língua portuguesa mais humana. Uma das maneiras mais utilizadas é a substituição de pronomes por termos neutros, ou gênero neutro, ou até mesmo substituir artigos nas contrações de preposições, como o da/do, por de.

       O uso de “todes”, “todxs” ou “tod@s” vem se tornando cada vez mais comum nas redes sociais e começa a permear o cotidiano do brasileiro, chamando a atenção para a pergunta: Isso seria uma afronta à nossa língua e gramática de cada dia?

         Em suas “andanças” pelas redes sociais, ou mesmo em uma roda de amigos, se ouvir um “todes” e um “bem-vindes”, e demais conteúdos usados pela linguagem não-binária (ou linguagem neutra), saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (a que você usa em sala de aula).

     De acordo com a professora da Universidade Federal da Bahia, linguista especialista em História das Ideias Linguísticas e Análise de Discurso, Isadora Machado, a língua está em processo de mudança 24h por dia, por isso, transformações sempre são bem-vindas.

      “Dizemos em Linguística que a língua é variação contínua, porque ela nunca para de se modificar. Só que não percebemos essas micro-mudanças, assim como não percebemos que a Terra está girando e mudando de lugar. Nós percebemos que algo está mudando quando, por exemplo, uma professora escreve ‘todes’ e na semana seguinte uma vereadora diz ‘todes’”, defende.

       “Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? Essa discussão é saudável e faz parte da sociedade. Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto. Acredito que, de um modo geral, as gramáticas normativas usadas nas escolas de educação básica ganhariam muito se trouxessem mais elementos de nossas vidas cotidianas”, argumenta.

     O mais importante é saber que gramática difere de língua em uso, aquela que é falada pelas pessoas em vários lugares e situações do cotidiano. “Temos a gramática normativa, que é essa que aprendemos na escola e que está preocupada em dizer o que é certo e errado, mas temos outras, que estão mais preocupadas em como as coisas são do que como deveriam ser. Temos as gramáticas gerativa, descritiva, histórica, de usos e de valências, dentre outras”, cita, afirmando que, no Brasil e na América Latina, temos uma forte tradição de ensinar apenas a gramática normativa nas escolas.

     “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda. Fundamentalmente, nossa tradição escolar- -normativa faz com que acreditemos que mudanças ‘ameaçam’ a língua e a sociedade. Pelo contrário, mudança é a matéria- -prima de qualquer língua”.


(CHELUJE, Gustavo. "Todes" é mais que respeitar a gramática, é
inclusão social, dizem especialistas. A Gazeta, 2021. Disponível em:
https://www.agazeta.com.br/amp/entretenimento/cultura/todes-emais-que-respeitar-a-gramatica-e-inclusao-social-dizem-especialistas0321. Acesso em: 08/08/2021. Com adaptações.)

O tema do texto é(são):
Alternativas
Q4384206 Não definido
“Todes” é mais que respeitar a gramática, é inclusão
social, dizem especialistas


Cientistas e estudiosos da língua portuguesa falam
da presença do gênero neutro em nosso
vocabulário, uma batalha para pessoas
não-binárias se sentirem incluídas na sociedade.


       Toda transformação gera insegurança e, às vezes, incapacidade de aceitar mudanças de situações pré-estabelecidas. Na nossa língua, isso não é diferente. Um exemplo é uso da linguagem não-binária, que vem dando o que falar nos últimos dias.

      Como exemplo recente, tivemos o caso da vereadora de Vitória Camila Valadão (PSOL) que, durante sessão especial na câmara em alusão ao Dia Internacional da Mulher, na última terça-feira (08), dirigiu-se à casa com um “Bom dia a todos, todas e ‘todes’”, sendo questionada por parlamentares conservadores sob a justificativa de que o gênero neutro não consta na gramática normativa. Valadão, por sua vez, afirmou estar apenas “sendo inclusiva”, alegando censura a sua linguagem.

      Outro caso de grande repercussão foi o da professora de uma escola de ensino fundamental de Vitória, reprimida por usar um inclusivo “todes bem-vindes” para se comunicar com os alunos em uma plataforma interna de ensino. O caso chamou a atenção dos pais, que levaram a reclamação até a Câmara de Vitória. O presidente da casa, Davi Esmael (PSD), pediu esclarecimentos à Prefeitura de Vitória, alegando que assuntos relacionados à ideologia de gênero foram retirados do Plano Municipal de Educação.

        Movimentos sociais apoiam uma mudança linguística, buscando caminhos para tornar a língua portuguesa mais humana. Uma das maneiras mais utilizadas é a substituição de pronomes por termos neutros, ou gênero neutro, ou até mesmo substituir artigos nas contrações de preposições, como o da/do, por de.

       O uso de “todes”, “todxs” ou “tod@s” vem se tornando cada vez mais comum nas redes sociais e começa a permear o cotidiano do brasileiro, chamando a atenção para a pergunta: Isso seria uma afronta à nossa língua e gramática de cada dia?

         Em suas “andanças” pelas redes sociais, ou mesmo em uma roda de amigos, se ouvir um “todes” e um “bem-vindes”, e demais conteúdos usados pela linguagem não-binária (ou linguagem neutra), saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (a que você usa em sala de aula).

     De acordo com a professora da Universidade Federal da Bahia, linguista especialista em História das Ideias Linguísticas e Análise de Discurso, Isadora Machado, a língua está em processo de mudança 24h por dia, por isso, transformações sempre são bem-vindas.

      “Dizemos em Linguística que a língua é variação contínua, porque ela nunca para de se modificar. Só que não percebemos essas micro-mudanças, assim como não percebemos que a Terra está girando e mudando de lugar. Nós percebemos que algo está mudando quando, por exemplo, uma professora escreve ‘todes’ e na semana seguinte uma vereadora diz ‘todes’”, defende.

       “Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? Essa discussão é saudável e faz parte da sociedade. Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto. Acredito que, de um modo geral, as gramáticas normativas usadas nas escolas de educação básica ganhariam muito se trouxessem mais elementos de nossas vidas cotidianas”, argumenta.

     O mais importante é saber que gramática difere de língua em uso, aquela que é falada pelas pessoas em vários lugares e situações do cotidiano. “Temos a gramática normativa, que é essa que aprendemos na escola e que está preocupada em dizer o que é certo e errado, mas temos outras, que estão mais preocupadas em como as coisas são do que como deveriam ser. Temos as gramáticas gerativa, descritiva, histórica, de usos e de valências, dentre outras”, cita, afirmando que, no Brasil e na América Latina, temos uma forte tradição de ensinar apenas a gramática normativa nas escolas.

     “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda. Fundamentalmente, nossa tradição escolar- -normativa faz com que acreditemos que mudanças ‘ameaçam’ a língua e a sociedade. Pelo contrário, mudança é a matéria- -prima de qualquer língua”.


(CHELUJE, Gustavo. "Todes" é mais que respeitar a gramática, é
inclusão social, dizem especialistas. A Gazeta, 2021. Disponível em:
https://www.agazeta.com.br/amp/entretenimento/cultura/todes-emais-que-respeitar-a-gramatica-e-inclusao-social-dizem-especialistas0321. Acesso em: 08/08/2021. Com adaptações.)

No trecho “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda.” (11º§), depreende-se que há um efeito ou uma consequência motivada pelo fato de:
Alternativas
Q4384205 Não definido
“Todes” é mais que respeitar a gramática, é inclusão
social, dizem especialistas


Cientistas e estudiosos da língua portuguesa falam
da presença do gênero neutro em nosso
vocabulário, uma batalha para pessoas
não-binárias se sentirem incluídas na sociedade.


       Toda transformação gera insegurança e, às vezes, incapacidade de aceitar mudanças de situações pré-estabelecidas. Na nossa língua, isso não é diferente. Um exemplo é uso da linguagem não-binária, que vem dando o que falar nos últimos dias.

      Como exemplo recente, tivemos o caso da vereadora de Vitória Camila Valadão (PSOL) que, durante sessão especial na câmara em alusão ao Dia Internacional da Mulher, na última terça-feira (08), dirigiu-se à casa com um “Bom dia a todos, todas e ‘todes’”, sendo questionada por parlamentares conservadores sob a justificativa de que o gênero neutro não consta na gramática normativa. Valadão, por sua vez, afirmou estar apenas “sendo inclusiva”, alegando censura a sua linguagem.

      Outro caso de grande repercussão foi o da professora de uma escola de ensino fundamental de Vitória, reprimida por usar um inclusivo “todes bem-vindes” para se comunicar com os alunos em uma plataforma interna de ensino. O caso chamou a atenção dos pais, que levaram a reclamação até a Câmara de Vitória. O presidente da casa, Davi Esmael (PSD), pediu esclarecimentos à Prefeitura de Vitória, alegando que assuntos relacionados à ideologia de gênero foram retirados do Plano Municipal de Educação.

        Movimentos sociais apoiam uma mudança linguística, buscando caminhos para tornar a língua portuguesa mais humana. Uma das maneiras mais utilizadas é a substituição de pronomes por termos neutros, ou gênero neutro, ou até mesmo substituir artigos nas contrações de preposições, como o da/do, por de.

       O uso de “todes”, “todxs” ou “tod@s” vem se tornando cada vez mais comum nas redes sociais e começa a permear o cotidiano do brasileiro, chamando a atenção para a pergunta: Isso seria uma afronta à nossa língua e gramática de cada dia?

         Em suas “andanças” pelas redes sociais, ou mesmo em uma roda de amigos, se ouvir um “todes” e um “bem-vindes”, e demais conteúdos usados pela linguagem não-binária (ou linguagem neutra), saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (a que você usa em sala de aula).

     De acordo com a professora da Universidade Federal da Bahia, linguista especialista em História das Ideias Linguísticas e Análise de Discurso, Isadora Machado, a língua está em processo de mudança 24h por dia, por isso, transformações sempre são bem-vindas.

      “Dizemos em Linguística que a língua é variação contínua, porque ela nunca para de se modificar. Só que não percebemos essas micro-mudanças, assim como não percebemos que a Terra está girando e mudando de lugar. Nós percebemos que algo está mudando quando, por exemplo, uma professora escreve ‘todes’ e na semana seguinte uma vereadora diz ‘todes’”, defende.

       “Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? Essa discussão é saudável e faz parte da sociedade. Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto. Acredito que, de um modo geral, as gramáticas normativas usadas nas escolas de educação básica ganhariam muito se trouxessem mais elementos de nossas vidas cotidianas”, argumenta.

     O mais importante é saber que gramática difere de língua em uso, aquela que é falada pelas pessoas em vários lugares e situações do cotidiano. “Temos a gramática normativa, que é essa que aprendemos na escola e que está preocupada em dizer o que é certo e errado, mas temos outras, que estão mais preocupadas em como as coisas são do que como deveriam ser. Temos as gramáticas gerativa, descritiva, histórica, de usos e de valências, dentre outras”, cita, afirmando que, no Brasil e na América Latina, temos uma forte tradição de ensinar apenas a gramática normativa nas escolas.

     “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda. Fundamentalmente, nossa tradição escolar- -normativa faz com que acreditemos que mudanças ‘ameaçam’ a língua e a sociedade. Pelo contrário, mudança é a matéria- -prima de qualquer língua”.


(CHELUJE, Gustavo. "Todes" é mais que respeitar a gramática, é
inclusão social, dizem especialistas. A Gazeta, 2021. Disponível em:
https://www.agazeta.com.br/amp/entretenimento/cultura/todes-emais-que-respeitar-a-gramatica-e-inclusao-social-dizem-especialistas0321. Acesso em: 08/08/2021. Com adaptações.)

“Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? (...) Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto.” (9º§) É possível inferir a respeito dessa passagem que a língua varia conforme: 
Alternativas
Q4384204 Não definido
“Todes” é mais que respeitar a gramática, é inclusão
social, dizem especialistas


Cientistas e estudiosos da língua portuguesa falam
da presença do gênero neutro em nosso
vocabulário, uma batalha para pessoas
não-binárias se sentirem incluídas na sociedade.


       Toda transformação gera insegurança e, às vezes, incapacidade de aceitar mudanças de situações pré-estabelecidas. Na nossa língua, isso não é diferente. Um exemplo é uso da linguagem não-binária, que vem dando o que falar nos últimos dias.

      Como exemplo recente, tivemos o caso da vereadora de Vitória Camila Valadão (PSOL) que, durante sessão especial na câmara em alusão ao Dia Internacional da Mulher, na última terça-feira (08), dirigiu-se à casa com um “Bom dia a todos, todas e ‘todes’”, sendo questionada por parlamentares conservadores sob a justificativa de que o gênero neutro não consta na gramática normativa. Valadão, por sua vez, afirmou estar apenas “sendo inclusiva”, alegando censura a sua linguagem.

      Outro caso de grande repercussão foi o da professora de uma escola de ensino fundamental de Vitória, reprimida por usar um inclusivo “todes bem-vindes” para se comunicar com os alunos em uma plataforma interna de ensino. O caso chamou a atenção dos pais, que levaram a reclamação até a Câmara de Vitória. O presidente da casa, Davi Esmael (PSD), pediu esclarecimentos à Prefeitura de Vitória, alegando que assuntos relacionados à ideologia de gênero foram retirados do Plano Municipal de Educação.

        Movimentos sociais apoiam uma mudança linguística, buscando caminhos para tornar a língua portuguesa mais humana. Uma das maneiras mais utilizadas é a substituição de pronomes por termos neutros, ou gênero neutro, ou até mesmo substituir artigos nas contrações de preposições, como o da/do, por de.

       O uso de “todes”, “todxs” ou “tod@s” vem se tornando cada vez mais comum nas redes sociais e começa a permear o cotidiano do brasileiro, chamando a atenção para a pergunta: Isso seria uma afronta à nossa língua e gramática de cada dia?

         Em suas “andanças” pelas redes sociais, ou mesmo em uma roda de amigos, se ouvir um “todes” e um “bem-vindes”, e demais conteúdos usados pela linguagem não-binária (ou linguagem neutra), saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (a que você usa em sala de aula).

     De acordo com a professora da Universidade Federal da Bahia, linguista especialista em História das Ideias Linguísticas e Análise de Discurso, Isadora Machado, a língua está em processo de mudança 24h por dia, por isso, transformações sempre são bem-vindas.

      “Dizemos em Linguística que a língua é variação contínua, porque ela nunca para de se modificar. Só que não percebemos essas micro-mudanças, assim como não percebemos que a Terra está girando e mudando de lugar. Nós percebemos que algo está mudando quando, por exemplo, uma professora escreve ‘todes’ e na semana seguinte uma vereadora diz ‘todes’”, defende.

       “Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? Essa discussão é saudável e faz parte da sociedade. Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto. Acredito que, de um modo geral, as gramáticas normativas usadas nas escolas de educação básica ganhariam muito se trouxessem mais elementos de nossas vidas cotidianas”, argumenta.

     O mais importante é saber que gramática difere de língua em uso, aquela que é falada pelas pessoas em vários lugares e situações do cotidiano. “Temos a gramática normativa, que é essa que aprendemos na escola e que está preocupada em dizer o que é certo e errado, mas temos outras, que estão mais preocupadas em como as coisas são do que como deveriam ser. Temos as gramáticas gerativa, descritiva, histórica, de usos e de valências, dentre outras”, cita, afirmando que, no Brasil e na América Latina, temos uma forte tradição de ensinar apenas a gramática normativa nas escolas.

     “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda. Fundamentalmente, nossa tradição escolar- -normativa faz com que acreditemos que mudanças ‘ameaçam’ a língua e a sociedade. Pelo contrário, mudança é a matéria- -prima de qualquer língua”.


(CHELUJE, Gustavo. "Todes" é mais que respeitar a gramática, é
inclusão social, dizem especialistas. A Gazeta, 2021. Disponível em:
https://www.agazeta.com.br/amp/entretenimento/cultura/todes-emais-que-respeitar-a-gramatica-e-inclusao-social-dizem-especialistas0321. Acesso em: 08/08/2021. Com adaptações.)

De acordo com o texto, o uso da linguagem não-binária se justifica porque há:
Alternativas
Q4384203 Não definido
“Todes” é mais que respeitar a gramática, é inclusão
social, dizem especialistas


Cientistas e estudiosos da língua portuguesa falam
da presença do gênero neutro em nosso
vocabulário, uma batalha para pessoas
não-binárias se sentirem incluídas na sociedade.


       Toda transformação gera insegurança e, às vezes, incapacidade de aceitar mudanças de situações pré-estabelecidas. Na nossa língua, isso não é diferente. Um exemplo é uso da linguagem não-binária, que vem dando o que falar nos últimos dias.

      Como exemplo recente, tivemos o caso da vereadora de Vitória Camila Valadão (PSOL) que, durante sessão especial na câmara em alusão ao Dia Internacional da Mulher, na última terça-feira (08), dirigiu-se à casa com um “Bom dia a todos, todas e ‘todes’”, sendo questionada por parlamentares conservadores sob a justificativa de que o gênero neutro não consta na gramática normativa. Valadão, por sua vez, afirmou estar apenas “sendo inclusiva”, alegando censura a sua linguagem.

      Outro caso de grande repercussão foi o da professora de uma escola de ensino fundamental de Vitória, reprimida por usar um inclusivo “todes bem-vindes” para se comunicar com os alunos em uma plataforma interna de ensino. O caso chamou a atenção dos pais, que levaram a reclamação até a Câmara de Vitória. O presidente da casa, Davi Esmael (PSD), pediu esclarecimentos à Prefeitura de Vitória, alegando que assuntos relacionados à ideologia de gênero foram retirados do Plano Municipal de Educação.

        Movimentos sociais apoiam uma mudança linguística, buscando caminhos para tornar a língua portuguesa mais humana. Uma das maneiras mais utilizadas é a substituição de pronomes por termos neutros, ou gênero neutro, ou até mesmo substituir artigos nas contrações de preposições, como o da/do, por de.

       O uso de “todes”, “todxs” ou “tod@s” vem se tornando cada vez mais comum nas redes sociais e começa a permear o cotidiano do brasileiro, chamando a atenção para a pergunta: Isso seria uma afronta à nossa língua e gramática de cada dia?

         Em suas “andanças” pelas redes sociais, ou mesmo em uma roda de amigos, se ouvir um “todes” e um “bem-vindes”, e demais conteúdos usados pela linguagem não-binária (ou linguagem neutra), saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (a que você usa em sala de aula).

     De acordo com a professora da Universidade Federal da Bahia, linguista especialista em História das Ideias Linguísticas e Análise de Discurso, Isadora Machado, a língua está em processo de mudança 24h por dia, por isso, transformações sempre são bem-vindas.

      “Dizemos em Linguística que a língua é variação contínua, porque ela nunca para de se modificar. Só que não percebemos essas micro-mudanças, assim como não percebemos que a Terra está girando e mudando de lugar. Nós percebemos que algo está mudando quando, por exemplo, uma professora escreve ‘todes’ e na semana seguinte uma vereadora diz ‘todes’”, defende.

       “Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? Essa discussão é saudável e faz parte da sociedade. Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto. Acredito que, de um modo geral, as gramáticas normativas usadas nas escolas de educação básica ganhariam muito se trouxessem mais elementos de nossas vidas cotidianas”, argumenta.

     O mais importante é saber que gramática difere de língua em uso, aquela que é falada pelas pessoas em vários lugares e situações do cotidiano. “Temos a gramática normativa, que é essa que aprendemos na escola e que está preocupada em dizer o que é certo e errado, mas temos outras, que estão mais preocupadas em como as coisas são do que como deveriam ser. Temos as gramáticas gerativa, descritiva, histórica, de usos e de valências, dentre outras”, cita, afirmando que, no Brasil e na América Latina, temos uma forte tradição de ensinar apenas a gramática normativa nas escolas.

     “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda. Fundamentalmente, nossa tradição escolar- -normativa faz com que acreditemos que mudanças ‘ameaçam’ a língua e a sociedade. Pelo contrário, mudança é a matéria- -prima de qualquer língua”.


(CHELUJE, Gustavo. "Todes" é mais que respeitar a gramática, é
inclusão social, dizem especialistas. A Gazeta, 2021. Disponível em:
https://www.agazeta.com.br/amp/entretenimento/cultura/todes-emais-que-respeitar-a-gramatica-e-inclusao-social-dizem-especialistas0321. Acesso em: 08/08/2021. Com adaptações.)

De acordo com os exemplos apontados no texto, os termos “todes”, “todxs”, “tod@s” e “bem-vindes” são utilizados para alterar a indicação tradicional relacionada à flexão morfológica de: 
Alternativas
Q4384202 Não definido
“Todes” é mais que respeitar a gramática, é inclusão
social, dizem especialistas


Cientistas e estudiosos da língua portuguesa falam
da presença do gênero neutro em nosso
vocabulário, uma batalha para pessoas
não-binárias se sentirem incluídas na sociedade.


       Toda transformação gera insegurança e, às vezes, incapacidade de aceitar mudanças de situações pré-estabelecidas. Na nossa língua, isso não é diferente. Um exemplo é uso da linguagem não-binária, que vem dando o que falar nos últimos dias.

      Como exemplo recente, tivemos o caso da vereadora de Vitória Camila Valadão (PSOL) que, durante sessão especial na câmara em alusão ao Dia Internacional da Mulher, na última terça-feira (08), dirigiu-se à casa com um “Bom dia a todos, todas e ‘todes’”, sendo questionada por parlamentares conservadores sob a justificativa de que o gênero neutro não consta na gramática normativa. Valadão, por sua vez, afirmou estar apenas “sendo inclusiva”, alegando censura a sua linguagem.

      Outro caso de grande repercussão foi o da professora de uma escola de ensino fundamental de Vitória, reprimida por usar um inclusivo “todes bem-vindes” para se comunicar com os alunos em uma plataforma interna de ensino. O caso chamou a atenção dos pais, que levaram a reclamação até a Câmara de Vitória. O presidente da casa, Davi Esmael (PSD), pediu esclarecimentos à Prefeitura de Vitória, alegando que assuntos relacionados à ideologia de gênero foram retirados do Plano Municipal de Educação.

        Movimentos sociais apoiam uma mudança linguística, buscando caminhos para tornar a língua portuguesa mais humana. Uma das maneiras mais utilizadas é a substituição de pronomes por termos neutros, ou gênero neutro, ou até mesmo substituir artigos nas contrações de preposições, como o da/do, por de.

       O uso de “todes”, “todxs” ou “tod@s” vem se tornando cada vez mais comum nas redes sociais e começa a permear o cotidiano do brasileiro, chamando a atenção para a pergunta: Isso seria uma afronta à nossa língua e gramática de cada dia?

         Em suas “andanças” pelas redes sociais, ou mesmo em uma roda de amigos, se ouvir um “todes” e um “bem-vindes”, e demais conteúdos usados pela linguagem não-binária (ou linguagem neutra), saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (a que você usa em sala de aula).

     De acordo com a professora da Universidade Federal da Bahia, linguista especialista em História das Ideias Linguísticas e Análise de Discurso, Isadora Machado, a língua está em processo de mudança 24h por dia, por isso, transformações sempre são bem-vindas.

      “Dizemos em Linguística que a língua é variação contínua, porque ela nunca para de se modificar. Só que não percebemos essas micro-mudanças, assim como não percebemos que a Terra está girando e mudando de lugar. Nós percebemos que algo está mudando quando, por exemplo, uma professora escreve ‘todes’ e na semana seguinte uma vereadora diz ‘todes’”, defende.

       “Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? Essa discussão é saudável e faz parte da sociedade. Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto. Acredito que, de um modo geral, as gramáticas normativas usadas nas escolas de educação básica ganhariam muito se trouxessem mais elementos de nossas vidas cotidianas”, argumenta.

     O mais importante é saber que gramática difere de língua em uso, aquela que é falada pelas pessoas em vários lugares e situações do cotidiano. “Temos a gramática normativa, que é essa que aprendemos na escola e que está preocupada em dizer o que é certo e errado, mas temos outras, que estão mais preocupadas em como as coisas são do que como deveriam ser. Temos as gramáticas gerativa, descritiva, histórica, de usos e de valências, dentre outras”, cita, afirmando que, no Brasil e na América Latina, temos uma forte tradição de ensinar apenas a gramática normativa nas escolas.

     “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda. Fundamentalmente, nossa tradição escolar- -normativa faz com que acreditemos que mudanças ‘ameaçam’ a língua e a sociedade. Pelo contrário, mudança é a matéria- -prima de qualquer língua”.


(CHELUJE, Gustavo. "Todes" é mais que respeitar a gramática, é
inclusão social, dizem especialistas. A Gazeta, 2021. Disponível em:
https://www.agazeta.com.br/amp/entretenimento/cultura/todes-emais-que-respeitar-a-gramatica-e-inclusao-social-dizem-especialistas0321. Acesso em: 08/08/2021. Com adaptações.)

Considerando a passagem “(...) saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (...)” (6º§), o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração substancial de sentido, por:
Alternativas
Q4384201 Não definido
“Todes” é mais que respeitar a gramática, é inclusão
social, dizem especialistas


Cientistas e estudiosos da língua portuguesa falam
da presença do gênero neutro em nosso
vocabulário, uma batalha para pessoas
não-binárias se sentirem incluídas na sociedade.


       Toda transformação gera insegurança e, às vezes, incapacidade de aceitar mudanças de situações pré-estabelecidas. Na nossa língua, isso não é diferente. Um exemplo é uso da linguagem não-binária, que vem dando o que falar nos últimos dias.

      Como exemplo recente, tivemos o caso da vereadora de Vitória Camila Valadão (PSOL) que, durante sessão especial na câmara em alusão ao Dia Internacional da Mulher, na última terça-feira (08), dirigiu-se à casa com um “Bom dia a todos, todas e ‘todes’”, sendo questionada por parlamentares conservadores sob a justificativa de que o gênero neutro não consta na gramática normativa. Valadão, por sua vez, afirmou estar apenas “sendo inclusiva”, alegando censura a sua linguagem.

      Outro caso de grande repercussão foi o da professora de uma escola de ensino fundamental de Vitória, reprimida por usar um inclusivo “todes bem-vindes” para se comunicar com os alunos em uma plataforma interna de ensino. O caso chamou a atenção dos pais, que levaram a reclamação até a Câmara de Vitória. O presidente da casa, Davi Esmael (PSD), pediu esclarecimentos à Prefeitura de Vitória, alegando que assuntos relacionados à ideologia de gênero foram retirados do Plano Municipal de Educação.

        Movimentos sociais apoiam uma mudança linguística, buscando caminhos para tornar a língua portuguesa mais humana. Uma das maneiras mais utilizadas é a substituição de pronomes por termos neutros, ou gênero neutro, ou até mesmo substituir artigos nas contrações de preposições, como o da/do, por de.

       O uso de “todes”, “todxs” ou “tod@s” vem se tornando cada vez mais comum nas redes sociais e começa a permear o cotidiano do brasileiro, chamando a atenção para a pergunta: Isso seria uma afronta à nossa língua e gramática de cada dia?

         Em suas “andanças” pelas redes sociais, ou mesmo em uma roda de amigos, se ouvir um “todes” e um “bem-vindes”, e demais conteúdos usados pela linguagem não-binária (ou linguagem neutra), saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (a que você usa em sala de aula).

     De acordo com a professora da Universidade Federal da Bahia, linguista especialista em História das Ideias Linguísticas e Análise de Discurso, Isadora Machado, a língua está em processo de mudança 24h por dia, por isso, transformações sempre são bem-vindas.

      “Dizemos em Linguística que a língua é variação contínua, porque ela nunca para de se modificar. Só que não percebemos essas micro-mudanças, assim como não percebemos que a Terra está girando e mudando de lugar. Nós percebemos que algo está mudando quando, por exemplo, uma professora escreve ‘todes’ e na semana seguinte uma vereadora diz ‘todes’”, defende.

       “Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? Essa discussão é saudável e faz parte da sociedade. Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto. Acredito que, de um modo geral, as gramáticas normativas usadas nas escolas de educação básica ganhariam muito se trouxessem mais elementos de nossas vidas cotidianas”, argumenta.

     O mais importante é saber que gramática difere de língua em uso, aquela que é falada pelas pessoas em vários lugares e situações do cotidiano. “Temos a gramática normativa, que é essa que aprendemos na escola e que está preocupada em dizer o que é certo e errado, mas temos outras, que estão mais preocupadas em como as coisas são do que como deveriam ser. Temos as gramáticas gerativa, descritiva, histórica, de usos e de valências, dentre outras”, cita, afirmando que, no Brasil e na América Latina, temos uma forte tradição de ensinar apenas a gramática normativa nas escolas.

     “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda. Fundamentalmente, nossa tradição escolar- -normativa faz com que acreditemos que mudanças ‘ameaçam’ a língua e a sociedade. Pelo contrário, mudança é a matéria- -prima de qualquer língua”.


(CHELUJE, Gustavo. "Todes" é mais que respeitar a gramática, é
inclusão social, dizem especialistas. A Gazeta, 2021. Disponível em:
https://www.agazeta.com.br/amp/entretenimento/cultura/todes-emais-que-respeitar-a-gramatica-e-inclusao-social-dizem-especialistas0321. Acesso em: 08/08/2021. Com adaptações.)

Sabemos que o uso do acento indicativo de crase pode ser obrigatório ou facultativo, dependendo do contexto linguístico. O uso da crase é facultativo apenas em:
Alternativas
Q4384200 Não definido
“Todes” é mais que respeitar a gramática, é inclusão
social, dizem especialistas


Cientistas e estudiosos da língua portuguesa falam
da presença do gênero neutro em nosso
vocabulário, uma batalha para pessoas
não-binárias se sentirem incluídas na sociedade.


       Toda transformação gera insegurança e, às vezes, incapacidade de aceitar mudanças de situações pré-estabelecidas. Na nossa língua, isso não é diferente. Um exemplo é uso da linguagem não-binária, que vem dando o que falar nos últimos dias.

      Como exemplo recente, tivemos o caso da vereadora de Vitória Camila Valadão (PSOL) que, durante sessão especial na câmara em alusão ao Dia Internacional da Mulher, na última terça-feira (08), dirigiu-se à casa com um “Bom dia a todos, todas e ‘todes’”, sendo questionada por parlamentares conservadores sob a justificativa de que o gênero neutro não consta na gramática normativa. Valadão, por sua vez, afirmou estar apenas “sendo inclusiva”, alegando censura a sua linguagem.

      Outro caso de grande repercussão foi o da professora de uma escola de ensino fundamental de Vitória, reprimida por usar um inclusivo “todes bem-vindes” para se comunicar com os alunos em uma plataforma interna de ensino. O caso chamou a atenção dos pais, que levaram a reclamação até a Câmara de Vitória. O presidente da casa, Davi Esmael (PSD), pediu esclarecimentos à Prefeitura de Vitória, alegando que assuntos relacionados à ideologia de gênero foram retirados do Plano Municipal de Educação.

        Movimentos sociais apoiam uma mudança linguística, buscando caminhos para tornar a língua portuguesa mais humana. Uma das maneiras mais utilizadas é a substituição de pronomes por termos neutros, ou gênero neutro, ou até mesmo substituir artigos nas contrações de preposições, como o da/do, por de.

       O uso de “todes”, “todxs” ou “tod@s” vem se tornando cada vez mais comum nas redes sociais e começa a permear o cotidiano do brasileiro, chamando a atenção para a pergunta: Isso seria uma afronta à nossa língua e gramática de cada dia?

         Em suas “andanças” pelas redes sociais, ou mesmo em uma roda de amigos, se ouvir um “todes” e um “bem-vindes”, e demais conteúdos usados pela linguagem não-binária (ou linguagem neutra), saiba que seu uso não está incorreto, mesmo os termos não estando presentes na gramática normativa (a que você usa em sala de aula).

     De acordo com a professora da Universidade Federal da Bahia, linguista especialista em História das Ideias Linguísticas e Análise de Discurso, Isadora Machado, a língua está em processo de mudança 24h por dia, por isso, transformações sempre são bem-vindas.

      “Dizemos em Linguística que a língua é variação contínua, porque ela nunca para de se modificar. Só que não percebemos essas micro-mudanças, assim como não percebemos que a Terra está girando e mudando de lugar. Nós percebemos que algo está mudando quando, por exemplo, uma professora escreve ‘todes’ e na semana seguinte uma vereadora diz ‘todes’”, defende.

       “Então começamos a especular porque essa mudança aconteceu: todo mundo vai ser obrigado a dizer ‘todes’? As gramáticas devem mudar e acrescentar o ‘todes’? Essa discussão é saudável e faz parte da sociedade. Por isso digo para as pessoas ficarem calmas: a língua nunca muda por decreto. Acredito que, de um modo geral, as gramáticas normativas usadas nas escolas de educação básica ganhariam muito se trouxessem mais elementos de nossas vidas cotidianas”, argumenta.

     O mais importante é saber que gramática difere de língua em uso, aquela que é falada pelas pessoas em vários lugares e situações do cotidiano. “Temos a gramática normativa, que é essa que aprendemos na escola e que está preocupada em dizer o que é certo e errado, mas temos outras, que estão mais preocupadas em como as coisas são do que como deveriam ser. Temos as gramáticas gerativa, descritiva, histórica, de usos e de valências, dentre outras”, cita, afirmando que, no Brasil e na América Latina, temos uma forte tradição de ensinar apenas a gramática normativa nas escolas.

     “Isso faz com que a sociedade tenha a sensação de que a língua não muda. Fundamentalmente, nossa tradição escolar- -normativa faz com que acreditemos que mudanças ‘ameaçam’ a língua e a sociedade. Pelo contrário, mudança é a matéria- -prima de qualquer língua”.


(CHELUJE, Gustavo. "Todes" é mais que respeitar a gramática, é
inclusão social, dizem especialistas. A Gazeta, 2021. Disponível em:
https://www.agazeta.com.br/amp/entretenimento/cultura/todes-emais-que-respeitar-a-gramatica-e-inclusao-social-dizem-especialistas0321. Acesso em: 08/08/2021. Com adaptações.)

As palavras sofrem modificações em seu significado quando acrescidas de elementos mórficos, como os prefixos. O prefixo in-, por exemplo, pode apresentar diversos sentidos. Com base nessa informação, assinale a alternativa em que o prefixo in- apresenta o mesmo significado em ambas as palavras. 

Alternativas
Q4383393 Não definido
O professor pedagogo ocupa uma função significativa na unidade escolar. No contexto de liderança do pedagogo, segundo Luck (2009), “é necessária a promoção da gestão de pessoas na escola, na busca da organização de seu trabalho coletivo, focalizada na promoção dos objetivos de formação e aprendizagem dos alunos”.

Considerando as informações anteriores, bem como a gestão de pessoas na escola, são consideradas ações do pedagogo, EXCETO:
Alternativas
Q4383392 Não definido
A Lei nº 13.415/2017 traz mudanças curriculares que pressupõem concepções novas tanto no direcionamento do tipo de homem que será formado quanto na redefinição do significado que passa a ter cada etapa educativa. Ela transforma a proposta de formação do ensino médio, alterando a LDBEN (Lei nº 9.394/96), que, em seu Art. 35, com a inserção da Base Nacional Comum Curricular, organiza o currículo por áreas de conhecimento. Considerando as alterações no Art. 35 da LDB, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4383391 Não definido
“Os dados educacionais recentes evidenciam que, em média, 14,1% dos alunos não concluem o ensino fundamental até os 16 anos. Dados da PNAD Educação 2019 apontaram que 20% das 50 milhões de pessoas de 14 a 29 anos no país não completaram alguma das etapas da educação básica. Os motivos da evasão escolar são vários [...] Mesmo com esse cenário desfavorável, de difícil resolução, e que depende de medidas enérgicas do poder público, algumas atitudes de um bom gestor escolar podem ajudar a melhorar essa situação. Diante dos incontáveis benefícios futuros, é preciso que a escola, o poder público e a sociedade reforcem incansavelmente o valor da educação para sua população jovem.”
(Disponível em: https://www.somospar.com.br/evasao-escolar-nobrasil/. Com adaptações.)

Considerando as informações anteriores, bem como as ações necessárias da gestão pedagógica no combate à evasão escolar, analise as afirmativas a seguir.

I. Identificação e valorização das diversidades que compõem a escola, implementando medidas que ajudem o aluno a aumentar o seu interesse nos assuntos relacionados à educação.
II. Interações negativas com professores, dificuldade de aprendizado e repetências, com preconceito e questões emocionais presentes na adolescência.
III. Desenvolvimento e implementação de uma busca ativa, incentivando maior participação juvenil, que aproxima e envolve a comunidade escolar e o diálogo com as famílias.
IV. Discriminação sofrida pela orientação sexual de pessoas LGBTQIA+, a cultura heteronormativa, ou seja, a pessoa tem que ser heterossexual e quem rompe com essa barreira acaba sofrendo as consequências: chacota, preconceito, discriminação e violência.

São consideradas ações corretas apenas 
Alternativas
Q4383390 Não definido
“Na Constituição Federal Brasileira e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal nº 9.394/1996), consta que o exercício da cidadania é uma das finalidades da educação, ao estabelecer uma prática educativa ‘inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, com a finalidade do pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho’.”

(BRASIL, 1996. P. 1.)

Por esse motivo, é importante valorizar a educação como um meio privilegiado na vivência dos direitos humanos dos alunos. Diante do exposto, infere-se que:

I. O reconhecimento da pluralidade e da alteridade é condição básica da liberdade para o exercício da crítica, da criatividade, do debate de ideias e para aprovação, respeito, promoção e valorização da diversidade.
II. Deve-se garantir dignidade, igualdade de oportunidades, exercício da participação e autonomia aos membros da comunidade escolar.
III. Em relação à discussão de questões referentes aos direitos humanos, deve-se assumir o compromisso de educar o olhar dos estudantes quanto a seus direitos legais.
IV. Deve-se considerar as questões sobre a diversidade em uma perspectiva multiculturalista e discutir que não se pode fazer uma hierarquia entre as culturas.
V. A construção do processo curricular deve ser neutra e centrada nos conteúdos disciplinares. As disciplinas e os seus conteúdos passam a se constituir em ferramentas, no processo de construção do conhecimento, sistematizadas nas diferentes áreas do conhecimento, para o processo de conscientização do aluno.
Está correto que se afirma apenas em
Alternativas
Q4383389 Não definido
“A MPV nº 746 foi transformada no PL nº 34/2016 com base no Relatório da Comissão Mista. Esse PL foi aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, sancionado e publicado no Diário Oficial da União (DOU) como Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. Foi, desse modo, incorporada à LDB nº 9.394/1996.”

(Silva; Ferreti, 2017, p. 397. Disponível em: https://cajailson.jusbrasil. com.br/artigos/643983433/a-reforma-do-ensino-medio-prevista-nalei-n-13415-de-2017.)

Considerando as mudanças na LDB relacionadas à Lei nº 13.415/2017, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4383388 Não definido
“A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino criada pelo Governo Federal que perpassa todos os níveis da educação básica do país, destinada aos jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso à educação na escola convencional na idade apropriada. Permite que o aluno retome os estudos e os conclua em menos tempo e, dessa forma, possibilitando sua qualificação para conseguir melhores oportunidades no mercado de trabalho.”
(Disponível em: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/ noticias/tudo-sobre-eja-o-que-e-e-como-funciona.)

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei nº 9.394/96) cita, em seu Art. 38, que “os sistemas de ensino manterão cursos e exames supletivos, que compreenderão a base nacional comum do currículo, habilitando o prosseguimento de estudos em caráter regular”. Os exames referentes a tal artigo realizar-se-ão:
Alternativas
Q4383387 Não definido
Na dimensão pedagógica, participam, ativamente, fazendo suas competências prevalecerem, as figuras do professor pedagogo e, essencialmente, do professor. Ambos são os principais responsáveis pela gestão pedagógica na escola, cujo trabalho na elaboração do plano escolar, realização das atividades curriculares, cumprimento do calendário escolar e realização de atividades pedagógicas, envolvendo as famílias dos alunos, garantem o alcance dos resultados educacionais. O pedagogo, na visão de Libâneo (2008), “deverá responder pela viabilização, integração e articulação do trabalho didático-pedagógico em ligação direta com os professores, em função da qualidade de ensino”. Assim, é correto afirmar que compete à gestão pedagógica da escola:
Alternativas
Respostas
10641: A
10642: D
10643: B
10644: B
10645: B
10646: B
10647: D
10648: C
10649: D
10650: C
10651: D
10652: A
10653: D
10654: D
10655: C
10656: A
10657: D
10658: C
10659: A
10660: D