Questões de Concurso
Sobre bases etiológicas de condição clínica em patologia
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Durante a avaliação metabólica das células tumorais, observou-se uma taxa aumentada de captação de glicose, com produção significativa de lactato, mesmo na presença de oxigênio suficiente. Essa característica metabólica é típica de muitas neoplasias e está relacionada a uma reprogramação do metabolismo celular tumoral.
Assinale a opção que indica o nome desta adaptação metabólica.
Assinale a opção que apresenta um evento celular que está associado à apoptose.
I. Em Megaptera novaeangliae observou-se principalmente lesões no sistema nervoso central e depleção linfoide.
II. Em Sotalia guianensis observou-se, nos indivíduos acometidos, lesões no sistema nervoso central, depleção linfoide e broncopneumonia verminótica.
III. O agente etiológico isolado em ambas as espécies foi a cepa Guiana Dolphin (GD)-CeMV.
IV. Cetacean Morbilivirus pertence à família Paramyxoviridae.
Quais estão corretas?
I. Podem ser encontrados infectando Otarídeos.
II. O diagnóstico de eleição é realizado por meio de técnicas moleculares, principalmente a PCR.
III. As técnicas de diagnóstico indireto (sorologia) não são técnicas de eleição, mas também podem ser usadas para o diagnóstico em pinípedes.
IV. Já foram relatadas em pinípedes graves anemias, regenerativas, com macrocitose e hipocromia.
Quais estão corretas?
I. O estresse é um fenômeno fisiológico de adaptação frente às mudanças, podendo ele ser negativo ou positivo ao animal.
II. Os animais em estado de alerta se tornam mais suscetíveis a comprometimentos orgânicos.
III. Uma condição patológica bastante associada à reação de alarme do estresse é a miopatia do esforço (miopatia de captura).
IV. A miopatia do esforço é descrita principalmente em herbívoros selvagens, mas também ocorre em algumas espécies de aves e mamíferos.
Quais estão corretas?
Sobre essa patologia, podemos afirmar:
Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"
O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.
Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.
Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.
Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.
Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.
Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.
No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/
I - Cerca de 1% dos casos de câncer é familiar ou hereditário, significando que a mutação inicial causadora do câncer é herdada por meio da linhagem germinativa e, portanto, já está presente em cada célula do corpo desde o início da vida.
II - No câncer familiar, há alta frequência de vários tipos de tumores em uma mesma genealogia.
III - Alguns tipos de câncer estão associados ao reparo defeituoso do DNA.
Estão corretas:
Assinale a alternativa que não corresponde a uma causa de gastrite:
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas