Questões de Concurso
Sobre sepse grave e choque séptico em medicina
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Com base nas diretrizes 2026 de sepse (Surviving Sepsis Campaign), é correto afirmar:
Com relação ao caso, assinale a alternativa correta.
A conduta mais apropriada é:
Qual abordagem é mais apropriada?
Considerando o risco de colapso cardiovascular peri-intubação, a estratégia mais apropriada é:
Frente ao cenário, avalie se os cuidados que precisam ser discutidos antes da realização do procedimento proposto incluem
I. Teste de Allen; II. Doppler/Ultrassonografia para avaliar diâmetro arterial, e fluxo colateral; III. Teste de Barbeau.
Está correto o que se afirma em
Durante a hospitalização, ele desenvolve dor persistente no quadrante superior direito do abdome, leucocitose e febre baixa. A ultrassonografia de quadrante superior direito é sugestiva de colecistite aguda. O quadro clínico do paciente deteriora-se rapidamente, apresentando hipotensão e alteração do estado mental, necessitando de internação em unidade de terapia intensiva (UTI) e uso de vasopressores para suporte hemodinâmico.
O plano de manejo mais adequado para esse paciente é:
Considerando o quadro e a importância da comunicação à família, a forma que o médico intensivista responsável deve adotar durante o processo, dentre as opções abaixo, é:
Ao exame físico: soporosa, febril (38,4°C), hipotensa (85 x 50 mmHg), sob infusão contínua de noradrenalina em dose crescente) e com abdome francamente distendido e doloroso à palpação difusa.
Exames laboratoriais de urgência demonstram: leucocitose de 28.500 mm3 com 12% de bastões, creatinina sérica de 3,1 mg/dL (basal de 1,0 mg/dL) e lactato arterial de 4,2 mmol/L.
A tomografia computadorizada de abdome evidência pancolite inflamatória grave com espessamento parietal difuso e dilatação do cólon com diâmetro de 7,2 cm no ceco e cólon ascendente, sem pneumoperitônio.
Considerando o diagnóstico de infecção por Clostridioides difficile na sua apresentação fulminante complicada com íleo paralítico/megacólon tóxico, a conduta terapêutica farmacológica e a abordagem inicial mais adequadas para esta paciente são:
Em seu plantão de emergência, dá entrada um homem de 76 anos, levado por familiares devido a febre alta, icterícia e confusão mental iniciadas nas últimas 48 horas. Tem história de colecistolitíase, diagnosticada há vários anos, porém sem tratamento cirúrgico. Refere dor intensa em hipocôndrio direito associada a náuseas e vômitos há três dias.
Quando do exame físico, encontra-se em mau estado geral e obnubilado. Apresenta temperatura de 39,2°C, frequência cardíaca de 128 bpm, pressão arterial de 86/50 mmHg apesar de reposição volêmica inicial, frequência respiratória de 30 irpm e saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente.
Observa-se icterícia intensa (+++/4+). O abdome apresenta dor importante à palpação do hipocôndrio direito, sem sinais de peritonite. O sinal de Murphy é difícil de avaliar devido ao rebaixamento do nível de consciência.
Exames laboratoriais de urgência mostram: Leucócitos: 24.800/mm³; Bilirrubina total: 14,2 mg/dL; Bilirrubina direta: 11,6 mg/dL; Fosfatase alcalina: 760 U/L; Gama-GT: 980 U/L; Creatinina: 2,8 mg/dL; Lactato: 5,4 mmol/L; Plaquetas: 82.000/mm³. Hemoculturas foram coletadas.
Realizou-se uma ultrassonografia abdominal, que monstra: colelitíase; colédoco medindo 15 mm e importante dilatação das vias biliares intra-hepáticas. A tomografia computadorizada exclui perfuração e abscesso hepático.
Após admissão na unidade de terapia intensiva, o paciente recebe antibioticoterapia de amplo espectro, reposição volêmica e suporte vasopressor.
Segundo as diretrizes atuais, a conduta mais apropriada, nesse momento, será
A instituição utiliza o Modified Early Obstetric Warning Score (MEOWS) (Escore Obstétrico Modificado de Alerta Precoce) para monitorização clínica de gestantes e puérperas.
Com base nos achados clínicos e na finalidade desse escore, a conduta mais adequada é
A conduta mais adequada para ela é
Considerando o choque séptico vasoplégico persistente, a próxima conduta mais apropriada é
Após coleta de culturas e início de antibioticoterapia, recebe solução cristaloide em volume total de 30 mL/kg. Na reavaliação, permanece com pressão arterial de 84/50 mmHg, frequência cardíaca de 112 bpm e lactato de 4,3 mmol/L. O tempo de enchimento capilar é de 5 segundos. A elevação passiva dos membros inferiores não produz aumento significativo do volume sistólico avaliado por ecocardiografia à beira-leito. Não há sinais de congestão pulmonar.
Nesse momento, a conduta mais apropriada é
Em uso de meropenem e polimixina B há 10 dias, o paciente evolui com diarreia aquosa volumosa, dor abdominal progressiva e distensão de alças.
Nas últimas 12 horas, apresenta franca piora clínica, registrando pressão arterial de 85/50 mmHg (em uso de noradrenalina em doses crescentes), frequência cardíaca de 120 bpm, temperatura axilar de 38,2 oC e abdome gravemente distendido, doloroso difusamente à palpação, com ruídos hidroaéreos abolidos.
Os exames laboratoriais de urgência revelam: leucócitos totais de 28.000/mm³, creatinina plasmática de 3,0 mg/dL (valor basal de 1,5 mg/dL), lactato sérico de 4,5 mmol/L e gasometria arterial evidenciando acidose metabólica com base excess de -7,0 mEq/L.
A tomografia computadorizada (TC) de abdome aponta espessamento pancolônico difuso, borramento da gordura perivisceral e dilatação do cólon transverso com diâmetro de até 7 cm, sem sinais de pneumoperitônio. O teste de pesquisa de toxinas para Clostridioides difficile encontra-se pendente.
Considerando o cenário clínico, laboratorial e de imagem apresentado, a conduta imediata mais adequada para o manejo desse paciente é
Assinale a alternativa correta sobre a quebra da barreira mucosa e a translocação bacteriana.