Questões de Concurso Sobre sepse grave e choque séptico em medicina

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Q4260768 Medicina
Durante a monitorização de um paciente em choque séptico, a equipe discute o papel do trato gastrointestinal como motor da resposta inflamatória sistêmica.

Assinale a alternativa correta sobre a quebra da barreira mucosa e a translocação bacteriana.
Alternativas
Q4260732 Medicina
No manejo do choque séptico, a escolha de drogas vasoativas deve considerar mecanismo de ação e contexto clínico.

Assinale a alternativa correta em relação ao tema.
Alternativas
Q4260727 Medicina
Na Medicina de Urgência, o uso de escores de gravidade e disfunção orgânica é essencial para estimar mortalidade, estratificar risco e monitorar a evolução clínica.

Assinale a alternativa correta sobre a aplicação do SAPS, APACHE e SOFA.
Alternativas
Q4254410 Medicina
Em ambientes com recursos limitados (como unidades básicas de saúde, hospitais regionais ou centros de baixa complexidade, onde frequentemente há escassez de leitos de UTI, ventiladores mecânicos, exames laboratoriais avançados e medicamentos de segunda linha), o manejo clínico da sepse representa um desafio importante e exige adaptações práticas às recomendações internacionais. Com base nas melhores evidências disponíveis e nas recomendações adaptadas para cenários de baixa e média renda (como as da Surviving Sepsis Campaign, OMS e consensos regionais), analise as assertivas em relação ao manejo clínico da sepse nesses contextos e assinale a alternativa correta.

I. A decisão de transferir pacientes sépticos para unidades de maior complexidade deve considerar estabilidade clínica, disponibilidade de equipe treinada e recursos diagnósticos e terapêuticos.
II. Em pacientes com suspeita clínica de sepse, a antibioticoterapia empírica deve ser iniciada o mais precocemente possível, sem aguardar confirmação laboratorial.
III. Em ambientes com poucos recursos, o qSOFA (sensibilidade alta - maior de 80%) deve ser utilizado como ferramenta inicial de identificação de pacientes com maior risco de desfechos desfavoráveis, podendo ser empregado isoladamente para excluir sepse.
IV. A ressuscitação volêmica em pacientes sépticos deve ser individualizada e guiada pela resposta clínica, considerando o risco de sobrecarga hídrica, especialmente em contextos com suporte ventilatório limitado. 
Alternativas
Q4252936 Medicina
m homem de 67 anos é admitido na UTI por choque séptico secundário à pneumonia comunitária grave. Apesar da adequada reposição volêmica inicial (30 mL/kg de cristaloide), mantém pressão arterial média de 58 mmHg, lactato de 4,8 mmol/L e débito urinário reduzido. Segundo as recomendações atuais para o manejo do choque séptico, a conduta mais apropriada é:
Alternativas
Q4251113 Medicina
Homem, 55 anos de idade, com história de diabetes melito tipo 2, foi admitido na UTI devido a choque séptico secundário à uma pneumonia bacteriana. Durante sua estadia na UTI, foi necessário inserir um cateter venoso central de curta permanência para administração de antibióticos e suporte hemodinâmico. Após 10 dias de internação, começou a apresentar febre persistente e calafrios, apesar da melhora da pneumonia. O exame físico revelou sinais de eritema e dor no sítio de inserção do cateter. Assinale a alternativa que apresenta a conduta recomendada para o manejo da possível Infecção de Corrente Sanguínea Associada ao Cateter (CRBSI). 
Alternativas
Q4239016 Medicina
Paciente com choque séptico de foco abdominal, com rebaixamento importante do nível de consciência devido a delirium, ausculta simétrica bilateral, saturação arterial de oxigênio de 82%, taquipneico, PA de 70×50 mmHg. Qual é a opção mais apropriada para intubação desse paciente?  
Alternativas
Q4213958 Medicina
Criança, 7 anos de idade, é admitida no pronto-socorro com história de febre alta de início súbito, prostração e surgimento rápido de lesões cutâneas purpúricas, algumas com aspecto petequial e outras extensas, não desaparecendo à digitopressão. Evoluiu, nas primeiras horas de internação, com deterioração clínica progressiva. Após abordagem inicial, foram instituídas as seguintes medidas: Antibioticoterapia intravenosa de amplo espectro, expansão volêmica com 40 mL/kg de solução isotônica e início de noradrenalina em dose crescente. Apesar das medidas, a criança mantém sinais de choque com FC de 156 bpm, PA de 68×38 mmHg, tempo de enchimento capilar de 5 segundos, diurese de < 0,5 mL/kg/h e lactato de 6,2 mmol/L. Considerando a evolução clínica apresentada, qual é a conduta adicional mais apropriada neste momento?
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Q4213953 Medicina
Menina, 2 anos de idade, admitida na sala de emergência com história de febre há 3 dias, redução da ingesta alimentar e piora progressiva do estado geral nas últimas 12 horas. À admissão, apresentava taquicardia e sinais de hipoperfusão periférica, sendo realizada abertura de vias aéreas, colocada em máscara de oxigênio e realizada a expansão volêmica inicial com soro fisiológico 20 mL/kg, com discreta melhora transitória. Após a expansão, a reavaliação clínica mostra FC de 172 bpm, PA de 76×40 mmHg (PAM ≈ 52 mmHg), tempo de enchimento capilar de 4 segundos, pulsos periféricos finos e filiformes, FR de 44 irpm e SpO2 de 95% em ar ambiente. Ausculta pulmonar com estertores crepitantes bilaterais em bases. Palpação abdominal com fígado palpável a 4 cm do rebordo costal direito. Diurese nas últimas 2 horas de 0,4 mL/kg/h. Com base no caso descrito, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.
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Q4213930 Medicina
Paciente de 12 anos de iade, sexo masculino, residente em zona urbana, sofreu trauma fechado durante jogo de futebol em joelho esquerdo há 11 dias, tendo evoluído com dor local intensa em região de joelho e quadril esquerdo, com febre de até 39 °C, iniciada há 10 dias, com 2 picos diários inicialmente. Buscou pronto atendimento diversas vezes, recebendo apenas orientações de observação do quadro e uso de anti-inflamatório não esteroidal (ibuprofeno). Em relação ao joelho, foi notado edema, além da dor, mas a família nega calor e hiperemia. Há 6 dias, evoluiu com icterícia, buscando novamente pronto atendimento, sendo liberado para casa para avaliação ambulatorial. Há 2 dias, retornou ao pronto atendimento com piora da icterícia, associada a dispneia, queda do estado geral, dor abdominal em hipocôndrio direito e dor em membro inferior esquerdo intensa, com restrição de mobilidade. Além disso, o padrasto refere que o paciente passou a apresentar picos febris cada vez mais próximos. Há 1 dia, a família notou piora da icterícia, oligúria, desconforto respiratório e piora da dor na perna esquerda. Além disso, referem vômitos e sonolência, também há 1 dia. Ao exame físico, o paciente apresenta mau estado geral, icterícia, taquicardia, hipotensão arterial, rash eritematoso difuso na pele, edema, calor e dor localizados no joelho esquerdo. Assinale a alternativa que apresenta a principal hipótese diagnóstica para o caso descrito. 
Alternativas
Q4213927 Medicina
Em 2024, foi publicado o escore de Phoenix para definição de sepse e choque séptico em pediatria. Com base nesse escore, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4202741 Medicina
Mulher, 74 anos, procura emergência por febre, dor em hipocôndrio direito e icterícia há dois dias. Evoluiu nas últimas horas com hipotensão arterial e rebaixamento do nível de consciência. Ao exame físico, apresenta PA de 82/50 mmHg, FC de 118 bpm e temperatura de 39,2 °C. Exames laboratoriais evidenciaram bilirrubina total de 9,8 mg/dL, fosfatase alcalina de 690 U/L, leucócitos de 22.800/mm³ e creatinina de 2,3 mg/dL. A ultrassonografia evidenciou colédoco com 13 mm de diâmetro e imagem compatível com cálculo distal. Além das medidas de suporte intensivo e antibioticoterapia, qual é a conduta mais adequada?
Alternativas
Q4180526 Medicina
No pronto atendimento, um lactente chega febril, irritado, com extremidades frias, pele moteada, pulsos finos, enchimento capilar lento e taquicardia. A pressão arterial ainda está na faixa esperada, mas a equipe percebe queda progressiva do nível de atividade. Assinale a conduta CORRETA.
Alternativas
Q4142526 Medicina
Paciente do sexo masculino, 73 anos, institucionalizado, portador de demência avançada e constipação crônica, foi admitido com distensão abdominal progressiva há 48 horas, associada a dor abdominal importante e parada de eliminação de fezes e flatos.
Ao exame apresentou:
• PA: 84/56 mmHg
• FC: 122 bpm
• Temperatura: 38,5°C  
Abdome bastante distendido, doloroso difusamente, com sinais de irritação peritoneal.
Exames laboratoriais demonstraram:
• Leucócitos: 21.000/mm³
• Lactato: 5,2 mmol/L  
Tomografia evidencia importante distensão colônica compatível com volvo de sigmoide, associada a espessamento parietal segmentar e líquido livre abdominal.
Diante do cenário apresentado, assinale a opção que indica a conduta mais adequada.  
Alternativas
Q4135727 Medicina
Homem de 72 anos dá entrada na UTI, com quadro de dor intensa no lado esquerdo inferior do abdome, febre alta e queda da pressão arterial. Os exames laboratoriais mostram leucocitose importante, a tomografia abdominal identifica diverticulite aguda complicada, associada a pequeno foco de perfuração e formação de abscesso ao redor do cólon. O paciente possui antecedentes de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, (30%), e doença renal crônica estágio 3. Diante desse cenário clínico, qual é a melhor escolha para antibioticoterapia empírica inicial?
Alternativas
Q4123043 Medicina
Com relação à disfunção de múltiplos órgãos e sistemas (DMOS) no paciente crítico, é possível afirmar, corretamente, que o escore SOFA 2.0
Alternativas
Q4123041 Medicina
Homem de 57 anos refere tosse, febre, expectoração e dispneia há 4 dias. AP: DM2. Exame físico: Peso 70 kg; PA: 78 x 46 mmHg; FC: 109 bpm; FR: 26 irpm; SpO2 86% em ar ambiente, estertores crepitantes em base de hemitórax esquerdo. Iniciada reposição com 500 mL de cristaloide e, após 15 minutos, paciente apresentava PAM 60 mmHg. De acordo com as orientações da Campanha de Sobrevivência a Sepse 2026, a conduta deve ser:
Alternativas
Q4123039 Medicina
Homem de 67 anos encontra-se internado na UTI devido a choque séptico. Após reposição volêmica inicial, evolui com necessidade progressiva de noradrenalina, atualmente em dose de 0,6 mcg/kg/min. Apesar de PAM de 68 mmHg, mantém lactato arterial de 5,8 mmol/L, oligúria persistente, livedo periférico e aumento progressivo da dose de vasopressor nas últimas horas. Ecocardiograma transtorácico: fração de ejeção do ventrículo esquerdo 48%, volume sistólico reduzido, Strain longitudinal global reduzido, ventrículo esquerdo não dilatado. Monitorização hemodinâmica: débito cardíaco: 3,1 L/min; índice cardíaco: 1,7 L/min/m2; resistência vascular sistêmica: 2.100 dyn·s/cm5; elastância arterial efetiva (Ea): 3,8 mmHg/mL; elastância ventricular telesistólica (Ees): 0,7 mmHg/mL.

Com relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4123038 Medicina
Mulher de 62 anos encontra-se internada em Unidade de Terapia Intensiva devido a sepse de foco abdominal. Encontra-se em sedação e analgesia com propofol e fentanil, com RASS -2, em uso de ventilação mecânica invasiva em modo PSV. Atualmente, encontra-se com PAM 62 mmHg, em uso de noradrenalina, PVC 8 mmHg e lactato de 3,5 mmol/L. Realizada elevação passiva das pernas com avaliação do fluxo no trato de saída do ventrículo esquerdo por ecocardiografia, identificando aumento de 14% na integral velocidade-tempo (VTI).

A interpretação do resultado do teste e a conduta são:
Alternativas
Q4120208 Medicina
Considere o seguinte caso clínico para responder à questão:


Paciente, sexo masculino, 78 anos, portador de hipertensão arterial e diabetes melito tipo 2, é levado por familiares ao pronto atendimento por quadro de 3 dias de evolução com tosse produtiva, febre não aferida, prostração e piora progressiva da dispneia. Nas últimas 24 horas, a família percebeu confusão mental e redução do nível de interação. Ao exame físico: estado geral comprometido, confuso, desorientado no tempo e espaço; PA: 92 x 58 mmHg; FC: 108 bpm; FR: 32 irpm; saturação: 89%, em ar ambiente. Ausculta pulmonar: estertores crepitantes em base pulmonar direita maior que a esquerda; tomografia de tórax conforme imagem a seguir:



(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Diante da avaliação clínica e da estratificação de risco, qual deve ser a conduta inicial?
Alternativas
Respostas
1: E
2: D
3: A
4: C
5: B
6: D
7: A
8: C
9: B
10: A
11: E
12: D
13: E
14: C
15: B
16: A
17: E
18: C
19: B
20: D