Questões de Concurso Sobre medicina

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Q3278924 Medicina
Uma criança de 3 anos, 15 kg, é transferida para Unidade de Terapia Intensiva por um quadro de coma a esclarecer. Ao exame neurológico, encontra-se com alteração pupilar.
A alteração pupilar pode se correlacionar com a possível localização de uma lesão neurológica? Se sim, qual a correlação correta? 
Alternativas
Q3278923 Medicina
Em um paciente com cetoacidose diabética, inicia-se o tratamento com reposição da volemia, que pode levar à melhora da acidose. Sabe-se que a reposição de potássio deve ser iniciada precocemente, pois mesmo que o nível de potássio esteja normal à medida que o nível do pH sobe, o nível do potássio sérico cai.
Para cada 0,1 de variação de pH, pode-se esperar quanto de variação no nível sérico de potássio?
Alternativas
Q3278922 Medicina
Uma criança de 3 anos, submetida à resseção de um craniofaringioma há 3 dias, apresenta um sódio sérico: 126.
O provável diagnóstico, o sódio urinário da criança e a melhor terapia são: 
Alternativas
Q3278921 Medicina
Com relação ao uso da nutrição parenteral em crianças, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3278920 Medicina
Uma criança de 6 anos é transferida para a UTI pediátrica após 2 dias de internação em uma enfermaria pediátrica por diarreia com muco e sangue, vômitos e dor abdominal. Vem recebendo hidratação endovenosa e, nas últimas 24 horas, apresenta queda da diurese (0,3 mL/kg/hora), palidez intensa e aparecimento de petéquias na face e no tronco, apesar de manter estabilidade hemodinâmica.
Assinale a alternativa que apresenta a hipótese diagnóstica e os exames que devem ser coletados.
Alternativas
Q3278919 Medicina
Criança de 4 meses, com bronquiolite, intubada com uma cânula número 3,5, fixada no 10,5 do lábio superior, encontra-se desconfortável na ventilação mecânica.
A seguir, monitoramento de aparelho de ventilação mecânica.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que apresenta a conduta correta para o caso.
Alternativas
Q3278918 Medicina
Uma criança de 3 anos, 15 kg, está internada na Unidade de Terapia Intensiva por estridor e dificuldade respiratória. Tem retração intercostal, subdiafragmática e de fúrcula, FR: 38 e saturação de oxigênio de 95% em ar ambiente, mas pela dificuldade respiratória foi mantida com uma nebulização de oxigênio 3 L/minuto.
Qual o provável diagnóstico e a classificação dessa doente?
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Q3278917 Medicina
Uma lactente de 8 meses, pesando 10 kg, com história de cansaço, vômitos pós-alimentares e febre baixa até 37,5 ºC é internada na Unidade de Terapia Intensiva com uma hipótese diagnóstica de choque séptico após ter recebido expansões volêmicas de 40 mL/kg de cristaloide em 1 hora e antibioticoterapia no pronto-socorro. Ao exame físico, observam-se via aérea pérvia, expansibilidade pulmonar bilateral simétrica, uso de musculatura acessória, crepitações pulmonares bilaterais nas bases, saturação de 92% em máscara não reinalante com fluxo de 15 litros de oxigênio por minuto, frequência respiratória de 65, tempo de enchimento capilar de 5 segundos, extremidades frias, frequência cardíaca de 175 e pressão arterial de 75x55, hepatometria com fígado a 4 cm do rebordo costal direito e doloroso à palpação, Glasgow de 14, pele pálida, sem manchas e com temperatura de 37,2 ºC.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação do tipo de choque e conduta a ser adotada.
Alternativas
Q3278916 Medicina
Uma criança de 2 meses e 15 dias, 5 kg, dá entrada na Unidade de Terapia Intensiva transferida de outro serviço com diagnóstico de bronquiolite. Ela utiliza uma máscara com reservatório não reinalante com 12 litros por minuto de oxigênio, acesso venoso periférico, correndo soro de manutenção basal. Ao avaliar, ela encontra-se muito sonolenta, cianótica e respirando com bastante dificuldade. Ao monitorizá-la, observam-se: frequência cardíaca (FC): 52, ritmo sinusal sem bloqueio, frequência respiratória (FR): 5, com muito esforço respiratório, retração intercostal, subdiafragmática e de fúrcula e batimento de aleta nasal, oximetria de pulso com saturação de oxigênio de 78%.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta inicial correta. 
Alternativas
Q3278915 Medicina
No início de 2024, foi publicada no JAMA uma nova definição para sepse e choque séptico pediátrico. Com base nos critérios de Phoenix apresentados a seguir, uma criança de 10 meses, 8 kg, com quadro de infecção pulmonar em tratamento com amoxacilina e clavulanato há 1 dia, é internada na UTI, sonolenta, com Glasgow -11, desconforto respiratório, pálida, já em uso de cateter nasal de alto fluxo de oxigênio: 15 litros/minuto com FiO2 de 50%, FC: 178, PA: 60 x 30, tempo de enchimento capilar: 5 segundos após receber 60 mL/kg de soro fisiológico, saturação de oxigênio de 92% (última gasometria arterial com PaO2 : 60 em FiO2 de 50% e lactato de 35 mg/dL: 3,89 mmol/L), crepitação em todo hemitórax direito, RX tórax com condensação em todo hemitórax direito, hemograma com leucocitose de 19.000 com neutrofilia, plaquetas: 110.000, PCR aumentado, tempo de protrombina: 23 segundos, INR: 1,9 tempo de tromboplastina parcial ativada: 45 segundos, RN: 1,6, fibrinogênio: 90 mg/dL e D-dímero: não coletado.




PaO2 : pressão parcial arterial de oxigênio; FiO2 : fração inspirada de oxigênio; SpO2 : saturação de pulso de oxigênio; VMI: ventilação mecânica invasiva; DVA: drogas vasoativas; RNI: razão normalizada internacional (tempo de atividade de protrombina do paciente/controle; ECGlasgow: escala de coma de Glasgow).

a: O PSS pode ser calculado na ausência de algumas variáveis (lactato não medido ou sem medicações vasoativas usadas; nesse caso, usar pressão no escore cardiovascular). Obter exames de acordo com orientação médica. Idades não são ajustadas para prematuridade. Critérios não são aplicáveis a hospitalizações para nascimento, recém-nascidos com idade gestacional menor do que 37 semanas ou aqueles com 18 anos ou mais.

b: SpO2 : FiO2 usada apenas se SpO2 ≤ 97%.

c: Disfunção respiratória de 1 ponto aplica-se a qualquer paciente sob oxigenoterapia, alto fluxo, ventilação mecânica invasiva (VMI) e não invasiva (VNI) e inclui uma PaO2 : FiO2 < 200 e SpO2 : FiO2 < 220 em cças que não estão recebendo VMI. Para crianças sob VMI com PaO2 : FiO2 < 200 e SpO2 : FiO2 < 220, ver critério para 2 e 3 pontos.

d: Medicações vasoativas (DVA) inclui qualquer dose de epinefrina, norepinefrina, dopamina, dobutamina, milrinone e/ou vasopressores para choque.

e: Variação de lactato é de 0,5 a 2,2 mmol/L (arterial ou venoso).

f: Idade não é ajustada para prematuridade, e o critério não se aplica a hospitalizações para nascimento, crianças com idade pós-concepcional menor do que 37 semanas ou aqueles com 18 anos ou mais.

g: Use medida da pressão arterial média (PAM), preferencialmente invasiva, se disponível, ou não invasiva). Se PAM invasiva não for disponível, usar a PAM calculada (1/3 x sistólica + 2/3 x diastólica) como alternativa.

h: Valores coagulação: plaquetas: 150 a 450 x 103 /µL; D-dímero: < 0,5 mg/L; fibrinogênio: 180 a 410 mg/dL; RNI: baseado em referências locais.

i: O subescore de disfunção neurológica foi pragmaticamente validado em pacientes sedados e não sedados e naqueles recebendo ou não VMI.

j: A Escala de Coma de Glasgow mede o nível de consciência baseado na resposta verbal, ocular e motora (varia de 3-15, com um escore mais alto indicando melhor função neurológica).


(Fonte: Shlapback LJ et al.6 )


Como o quadro deve ser classificado, com base no escore de Phoenix, e qual a conduta deve ser adotada imediatamente?
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Q3278842 Medicina
Homem de 85 anos é internado com uma síndrome coronariana aguda sem elevação de segmento ST. O histórico é relevante para hipertensão arterial e fibrilação atrial não valvular, em uso de bisoprolol, lisinopril e apixabana. O paciente é tratado de forma conservadora, sem intervenção coronariana percutânea. Nesse sentido, a estratégia de tratamento antitrombótico mais apropriada à alta é
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Q3278841 Medicina
Mulher de 33 anos é internada na UTI/CTI por dispneia e disfunção hepática aguda. Os sintomas começaram há 2 semanas com uma infecção aparente do trato respiratório superior, tosse e febre. Posteriormente, ela desenvolveu queixas de fadiga progressiva, fraqueza e dispneia. Ela evolui com piora da dispneia, hipoxemia crescente, exigindo intubação endotraqueal. A paciente fica hipotensa e oligúrica, apesar de repetidos bolus de fluidos intravenosos. Exames séricos: aspartato aminotransferase: 689 U/L; alanina aminotransferase: 580 U/L. Eletrocardiograma: taquicardia sinusal, com alterações inespecíficas do segmento ST. O cateterismo da artéria pulmonar (AP) é realizado e mostra pressão do átrio direito: 14 mmHg; pressão da artéria pulmonar: 43 x 26 mmHg; a pressão da cunha capilar pulmonar (wedge): 22 mmHg; índice cardíaco: 1,3 L/min/m2 ; resistência vascular sistêmica: 1250 dynes/seg/cm−5. Qual é o mais provável diagnóstico dessa paciente?
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Q3278840 Medicina
Mulher de 42 anos é internada com quadro de febre e confusão mental. Não se sabe nada do histórico médico. Ao exame físico: temperatura: 38,7 ºC; frequência cardíaca: 149 bpm; frequência respiratória: 34 ipm; pressão arterial: 180 x 54 mmHg; agitada e desorientada. Exames laboratoriais: TSH: menor que 0,1 mUI/L (normal: 0,4 a 4,0); tiroxina livre: 4,9 ng/dL (normal: 0,6 a 1,6). Nesse momento, um plano imediato para farmacoterapia é formulado para incluir betabloqueador, tionamida, iodeto de sódio e corticoide. Nesse cenário, constitui uma precaução recomendada a administração de
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Q3278839 Medicina
Homem de 54 anos é internado na UTI/CTI devido e episódios de hematêmese há 12 horas. Nos últimos 6 meses, ele teve várias ocorrências semelhantes. O histórico inclui cirrose alcoólica Child-Pugh B, tabagismo de 35 maços-ano e etilismo de quase 1 litro de destilado/ dia há 30 anos. À internação, ele está pálido e diaforético; frequência cardíaca: 103 bpm; pressão arterial: 101 x 69 mmHg; abdome: há distensão acentuada, hepatomegalia e sinais de ascite. Exames séricos: hemoglobina: 9,8 g/dL; leucócitos: 5.000/mm3 ; plaquetas: 120.000/mm3 ; albumina: 3,1 mg/dL; razão normatizada internacional (INR): 1,82. Líquido ascítico com 110 células/mm3 , sendo 88% de linfócitos. Ele recebe fluidos intravenosos e terlipressina. Nesse momento, o próximo melhor passo no tratamento desse paciente é
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Q3278838 Medicina
Homem de 63 anos é internado na UTI/CTI após uma colisão de veículo motorizado. O histórico é notável para depressão, para o qual toma citalopram, além de anafilaxia à cefalosporinas e vancomicina. Após 10 dias de internação, ele permanece intubado e desenvolve febre de 39,9 ºC. Exames séricos mostram: hemoglobina de 7,3 g/dL; leucócitos: 1500/mm3 ; plaquetas: 40.000/mm3 . Hemoculturas de sangue periférico e do cateter venoso central identifica Staphylococcus aureus resistente à meticilina; demais dados de sensibilidade estão em análise. Após a remoção do cateter venoso central, o antibiótico inicial de escolha para esse paciente é
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Q3278837 Medicina
Homem de 64 anos com histórico de abuso crônico de álcool e insuficiência cardíaca está atualmente se recuperando da excisão de uma grande lesão no ombro direito, suspeita de melanoma. No pós-operatório, ele está apresentando sangramento e secreção no local cirúrgico que persistem apesar do reparo da sutura e da pressão direta por um longo período. Os exames séricos atuais mostram plaquetas: 271.000/mm3 ; razão normatizada internacional (INR): 1,25; fibrinogênio: 90 mg/dL. O hemoderivado que deve ser administrado a seguir é
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Q3278836 Medicina
Mulher de 69 anos apresenta subitamente quadro de letargia, disartria e fraqueza do lado direito. A tomografia de crânio mostra hipodensidade em território da artéria cerebral média esquerda. Ela tem altura de 167 cm e peso corporal previsto de 60 kg. Está intubada para proteção das vias aéreas com as seguintes configurações do ventilador mecânico: modo volume controlado; volume corrente: 560 mL; FiO2: 100%; pressão expiratória final positiva (PEEP): 10 cmH2O; frequência respiratória: 14 ipm. A gasometria mostra um PCO2 de 32 mmHg e a saturação arterial de oxigênio é de 100%. Para evitar o desenvolvimento da síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), a mudança mais significativa que deve ser feita no ventilador é
Alternativas
Q3278835 Medicina
Mulher de 43 anos é hospitalizada por quadro de dispneia progressiva e hemoptise nos últimos 5 dias. Ela teve febre baixa, mas nenhuma dor torácica. O histórico é relevante para lúpus eritematoso sistêmico. Ao exame físico nota-se dificuldade respiratória moderada com saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente; os pulmões apresentam crepitações inspiratórias difusas. A radiografia de tórax de hoje revela opacidades bilaterais. O estado respiratório da paciente continua a se deteriorar e ela é intubada. Considerando a principal hipótese diagnóstica, a próxima conduta diagnóstica recomendada é 
Alternativas
Q3278834 Medicina
Homem de 48 anos é internado na UTI/CTI devido abstinência de álcool. Em seu 5o dia de hospitalização, ele se queixa de dor abdominal intensa. Exame físico de agora: temperatura: 39,1 ºC; frequência cardíaca: 127 bpm; pressão arterial: 83 x 44 mmHg. Observa-se que ele tem uma nova icterícia escleral (não estava presente à admissão). A bilirrubina total é de 4 mg/dL. Considerando a principal hipótese diagnóstica, além da ressuscitação com fluidos, o germe que, mais frequentemente, constitui a etiologia do quadro descrito é
Alternativas
Q3278833 Medicina
Em relação ao uso de furosemida para aumentar a produção de urina em pacientes que estão desenvolvendo lesão renal aguda (LRA), é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
36101: A
36102: C
36103: D
36104: E
36105: D
36106: B
36107: C
36108: A
36109: B
36110: D
36111: B
36112: D
36113: E
36114: C
36115: A
36116: A
36117: D
36118: B
36119: C
36120: A