Questões de Concurso Sobre medicina
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Frente ao quadro descrito, qual a hipótese diagnóstica provável e como determiná-la?
A. Considerando o exposto, qual a conduta medicamantosa indicada?
Nesse contexto, é correto afirmar que o parâmetro que costuma estar alterado, de acordo com o incremento de IMC, é
(__)A classificação ecocardiográfica da insuficiência cardíaca define a IC com fração de ejeção reduzida (ICFEr) por valores de FEVE iguais ou superiores a 50%, configurando o ponto de corte ecocardiográfico consagrado da diretriz brasileira para a estratificação da síndrome.
(__)Os inibidores do cotransportador sódio-glicose tipo 2 (iSGLT2), como dapagliflozina e empagliflozina, são contraindicados nos pacientes com insuficiência cardíaca, em razão do risco aumentado de eventos cardiovasculares maiores na população atendida com a síndrome no contexto ambulatorial brasileiro.
(__)A classificação ecocardiográfica define a insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr) por valores de FEVE inferiores a 40%, configurando ponto de corte consagrado pela diretriz brasileira para a estratificação fenotípica da síndrome no paciente avaliado.
(__)A terapia farmacológica de primeira linha para o paciente com ICFEr articula quatro classes de fármacos modificadores de prognóstico — iARN (ou IECA/BRA), betabloqueador, antagonista do receptor mineralocorticoide e iSGLT2 —, configurando a terapia quádrupla.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.O escore CHA2DS2-VASc é o instrumento recomendado para a estratificação do risco tromboembólico em pacientes com fibrilação atrial não valvar, com indicação de anticoagulação oral plena para escores iguais ou superiores a 2 em homens e 3 em mulheres.
II.A anticoagulação oral é contraindicada nos pacientes com fibrilação atrial e antecedente de acidente vascular cerebral isquêmico, em razão do risco elevado de transformação hemorrágica do infarto cerebral, configurando hipótese de eleição para o uso de antiagregação plaquetária dupla na população descrita.
III.Os anticoagulantes orais diretos (DOACs) — apixabana, dabigatrana, edoxabana e rivaroxabana — configuram alternativa preferencial à varfarina nos pacientes com fibrilação atrial não valvar e indicação de anticoagulação, conforme as diretrizes vigentes.
Está correto o que se afirma em:
Paciente GII PI1N (há 2 anos) A0, idade gestacional de 13 semanas, sem comorbidades, vem à consulta de pré-natal com dúvidas em relação ao esquema de vacinação que deve ser realizado no período gestacional e no pós-parto. Nega vacinação prévia contra febre amarela e HPV. Última dose de vacina contra covid-19 foi há cerca de 1 ano. Alega que tomou a vacina do tétano na gestação anterior. Sorologias demonstram anti-HBs e HBsAg negativos. Última vacina contra Influenza foi em 2025.
Assinale a alternativa que representa as orientações corretas que devem ser dadas para essa gestante.
Para responder à questão, leia o caso a seguir:
Paciente primigesta, com idade gestacional de 10 semanas, vem à consulta de pré-natal com os seguintes resultados de exames laboratoriais, solicitados com idade gestacional de 7 semanas: glicemia de jejum 92 mg/dL, toxoplasmose IgG positivo e IgM positivo, rubeola IgG negativo e IgM negativo, tipagem sanguínea O negativo. Paciente sem queixas.
Para responder à questão, leia o caso a seguir:
Paciente primigesta, com idade gestacional de 10 semanas, vem à consulta de pré-natal com os seguintes resultados de exames laboratoriais, solicitados com idade gestacional de 7 semanas: glicemia de jejum 92 mg/dL, toxoplasmose IgG positivo e IgM positivo, rubeola IgG negativo e IgM negativo, tipagem sanguínea O negativo. Paciente sem queixas.
Paciente primigesta com 36 semanas de idade gestacional, EGB negativo, HIV positivo, carga viral 2.000 cópias/mL, CD4 200 células/mm3 , em terapia antirretroviral, deu entrada no PSO com queixa de perda de líquido há 30 minutos e dor tipo cólica. Ao exame físico: colo uterino 5 cm, médio, posterior, com saída de líquido claro com grumos pelo orifício externo do colo uterino ao exame especular. DU presente, BCF 146 bpm.
De acordo com esse caso, assinale a alternativa mais adequada.
T.F.B., 33 anos, GII PI (1N) A0, IG 21 semanas, com história de um parto prematuro anterior com 34 semanas de idade gestacional, veio para ultrassom morfológico de segundo trimestre, com ultrassom transvaginal para medida do colo uterino que evidenciou: morfologia normal, ILA normal, comprimento do colo uterino 15 mm. Paciente sem queixas de dor ou de alteração de secreção vaginal.
De acordo com esse caso, assinale a alternativa correta, de acordo com as Diretrizes da FEBRASGO e ACOG.
G.M.A., 26 anos, 37 semanas de idade gestacional, submetida à urocultura de rotina, em que o único agente isolado foi a Klebsiella pneumoniae e a contagem de colônias foi de 10.000 UFC/mL. Paciente assintomática.
Assinale a alternativa que representa a conduta mais adequada, diante desse caso.
Para responder à questão, leia o caso clínico a seguir:
R.S.M., 29 anos, GII PI 1N (sem intercorrência) A0, idade gestacional de 35 semanas e 3 dias, com 1 consulta de pré-natal no primeiro trimestre, deu entrada no PSO referindo diminuição progressiva da movimentação fetal. Não sente movimentação fetal há cerca de 12 horas. Ao exame físico e obstétrico: não identificados batimentos cardíacos fetais, AU 30 cm, DU ausente, colo uterino impérvio, grosso e posterior, bolsa aparentemente íntegra. PA 140 x 100 mmHg; IMC: 26 kg/m2; laboratorial: relação proteína na urina/creatinina na urina: 0,4. Paciente assintomática. Refere HAC, porém sem uso de medicação durante a gestação. Ultrassom obstétrico: identificado feto em apresentação cefálica, com peso de 1.850 g, no percentil 3, MBV: 1,5 cm, BCF ausente.
Para responder à questão, leia o caso clínico a seguir:
R.S.M., 29 anos, GII PI 1N (sem intercorrência) A0, idade gestacional de 35 semanas e 3 dias, com 1 consulta de pré-natal no primeiro trimestre, deu entrada no PSO referindo diminuição progressiva da movimentação fetal. Não sente movimentação fetal há cerca de 12 horas. Ao exame físico e obstétrico: não identificados batimentos cardíacos fetais, AU 30 cm, DU ausente, colo uterino impérvio, grosso e posterior, bolsa aparentemente íntegra. PA 140 x 100 mmHg; IMC: 26 kg/m2; laboratorial: relação proteína na urina/creatinina na urina: 0,4. Paciente assintomática. Refere HAC, porém sem uso de medicação durante a gestação. Ultrassom obstétrico: identificado feto em apresentação cefálica, com peso de 1.850 g, no percentil 3, MBV: 1,5 cm, BCF ausente.