Questões de Concurso Sobre neurologia em medicina

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Q4098498 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Uma mulher de 69 anos se apresenta à emergência em duas horas e 35 minutos a partir do início súbito de hemiparesia esquerda e heminegligência. A pontuação do National Institutes of Health Stroke Scale (NIHSS) é 12. Uma tomografia de crânio não mostra hemorragia.

Em relação ao ativador do plasminogênio tecidual (tPA),
Alternativas
Q4098497 Medicina
Um paciente é admitido após sofrer traumatismo craniano. A tomografia computadorizada de crânio é mostrada a seguir.

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Em relação às condições apresentadas, sabe-se que: 
Alternativas
Q4098496 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Um homem caucasiano de 45 anos é avaliado no ambulatório de Neurologia e relata que há dois meses desenvolveu uma perda quase completa de visão do olho esquerdo. Tal sintoma não foi resolvido apesar do uso de esteroides intravenosos e posterior uso de esteroides orais com redução gradual. Duas semanas atrás, ele desenvolveu perda visual do olho direito, que persistiu. Ele tem parestesias tipo queimação em ambos os pés, refere urgência urinária iniciada há um ano. Sua ressonância magnética da medula cervical é mostrada na figura a seguir. 

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Seu líquido espinhal mostra 50 leucócitos/mm³, com 45% de neutrófilos e 55% de linfócitos, proteína de 75 mg / dL e bandas oligoclonais negativa. VDRL no liquor é negativo, HIV é negativo, HTLV I e II são negativos e o nível de vitamina B12 é normal. FAN é moderadamente elevado a um título de 1: 128. 

Qual é o provável diagnóstico?
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Q4098495 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Uma mulher de 64 anos foi atendida no ambulatório de neurologia com relato de história de quedas iniciados há um ano que progrediram ao longo do tempo. Ela relatou que cai repentinamente, sem um gatilho. Percebeu também dificuldade em descer escadas. No exame do olhar primário, ela tinha nistagmo sutil. O pescoço dela estava hiperestendido e tinha dificuldade para flexioná-lo. Apresentou visão vertical prejudicada, predominantemente quando olhava para baixo. No entanto, na manobra óculocefálica vertical, os movimentos dos olhos para baixo eram normais. Foi vista rigidez leve bilateral nas extremidades superiores. No Pull test (o examinador puxa o paciente para trás, instruindo o paciente a dar um passo para trás e evitar cair), ela teve retropulsão significativa e teria caído se não tivesse sido amparada pelo examinador.

Qual é o diagnóstico mais provável nesta paciente? 
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Q4067189 Medicina
O sistema nervoso autônomo é uma subdivisão do sistema nervoso periférico responsável por modular a atividade do músculo liso visceral e vascular, músculo cardíaco e tecido glandular. Baseado nesse contexto, é INCORRETO afirmar que:
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Q3860487 Medicina

Uma mulher de 61 anos foi trazida ao pronto-socorro devido à disartria e hemiparesia direita há 3 horas. Ela estava em uma reunião de trabalho quando, subitamente, iniciou com os sinais e sintomas. O serviço móvel de urgência foi acionado e, após a avaliação inicial, fez contato com o pronto-socorro para a receber a paciente. Não há relato de episódios prévios, infarto do miocárdio, cirurgias ou hemorragia recentemente, apenas de hipertensão arterial há 10 anos, em uso de losartana 50 mg, 2 vezes ao dia. O exame físico não apresenta maiores alterações, exceto por redução de força em membro superior e inferior direito. A paciente estava alerta, contudo, parecia ter alguma dificuldade para compreensão dos comandos do médico urgencista. Sua pressão arterial é de 120 x 80 mmHg, frequência cardíaca = 92 bpm, com 18 movimentos respiratórios por minuto.



Se a tomografia computadorizada de crânio não mostrar sinais de sangramento, a conduta a ser adotada imediatamente é  

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Q3860478 Medicina

Um paciente masculino, com 62 anos de idade, vem a consulta médica na atenção secundaria ambulatorial, encaminhado por tremor. O paciente conta que há alguns meses teve início com tremor no braço direito e que, agora, parece ter progredido para ambos os braços e ambas as pernas. O paciente diz que o tremor piora quando ele “está nervoso”, mas que parece melhorar quando faz alguma atividade, como cozinhar ou comer. Entretanto, o paciente conta que é difícil para ele levantar-se da posição sentada e começar a andar. Também refere que perde o equilíbrio quando está caminhando e “muda de rota”, e tem dificuldade para parar de caminhar, relatando duas quedas no mês anterior à consulta.



Com base no que foi apresentado, o diagnóstico desse paciente é

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Q3860455 Medicina

Paciente de 40 anos, sexo masculino, cerca de 70 Kg, levado ao serviço de Urgência e Emergência por equipe dos Bombeiros, com relato de ter sofrido queda da laje de sua casa (cerca de 3 metros de altura) há 30 minutos. Familiar que o acompanhava relata que o paciente não possui comorbidades e não faz uso de medicações. À admissão, o paciente apresentava frequência cardíaca = 90 bpm, pressão arterial = 120 x 80 mmHg, saturação de oxigênio = 100% com oxigênio suplementar sob máscara. Conversava e respondia às perguntas do médico sem dificuldades e com frases ordenadas, mobilizava os 4 membros espontaneamente e havia abertura ocular espontânea. O paciente relata que se lembra da queda e que “bateu a cabeça no chão”. Realizou avaliação primária e secundária adequadas. Havia discreta equimose retroauricular e ferida corto-contusa de 3 cm, superficial, em região parietal direita. Exame físico do tórax e abdome sem alterações.


Na avaliação secundária foi realizada tomografia computadorizada (TC) de crânio, pescoço, tórax e abdome.


TC crânio sem contraste: discreto hematoma extradural à direita.


TC pescoço, incluindo coluna cervical, com contraste venoso: sem alterações.


TC de tórax e abdome com contraste venoso: sem alterações.



Cerca de 2 horas após o exame de tomografia, o paciente apresentava-se com abertura ocular apenas ao estímulo doloroso e fala com palavras inapropriadas. Apresentou dois episódios de vômitos, FC = 62 bpm; PA = 180 x 110 mmHg. Pupila direita em midríase e hemiparesia esquerda. Foi realizada novamente a avaliação primária, sem outras alterações além das descritas.


Com os dados apresentados, assinale a alternativa que contenha o diagnóstico, raciocínio e conduta corretos. 

Alternativas
Q3015366 Medicina

Tendo em vista o envelhecimento da população mundial, a Organização Mundial de Saúde lançou, em 2017, um observatório global das demências. A respeito das demências, julgue o item a seguir. 


A demência mais prevalente é a demência vascular, em que há declínio cognitivo em dois ou mais domínios de modo suficiente para afetar o funcionamento prévio da vida diária. 

Alternativas
Q3015365 Medicina

Tendo em vista o envelhecimento da população mundial, a Organização Mundial de Saúde lançou, em 2017, um observatório global das demências. A respeito das demências, julgue o item a seguir. 


A diferenciação de comprometimento cognitivo leve entre amnéstico e não amnéstico não tem valor preditivo, dado que já foi demonstrado que alguns pacientes que apresentam comprometimento cognitivo leve amnéstico não evoluem para demência de Alzheimer. 

Alternativas
Q3015364 Medicina

Tendo em vista o envelhecimento da população mundial, a Organização Mundial de Saúde lançou, em 2017, um observatório global das demências. A respeito das demências, julgue o item a seguir. 


Estudos funcionais como a tomografia computadorizada por emissão de fóton único (SPECT) e o FDG-PET scan são fundamentais para o diagnóstico da demência de Alzheimer pré-clínica em estágios muito iniciais. 

Alternativas
Q3015363 Medicina

Tendo em vista o envelhecimento da população mundial, a Organização Mundial de Saúde lançou, em 2017, um observatório global das demências. A respeito das demências, julgue o item a seguir. 


Demência é um conjunto de sinais e sintomas relacionados à deterioração progressiva de apenas um domínio cognitivo (memória, pensamento, orientação, compreensão, cálculo, aprendizado, linguagem ou julgamento). 

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Q3015362 Medicina

        Paciente do sexo feminino, de 53 anos de idade, apresenta crises de cefaleia desde a terceira década de vida. A dor é pulsátil, hemicraniana, às vezes acompanhada de náuseas. Nas crises, a paciente apresenta fotofobia e fonofobia e piora aos esforços. As crises são infrequentes (uma crise a cada bimestre, com duração de 1 a 2 dias). No entanto, há 10 dias, ela apresentou dor que muito rapidamente atingiu um pico — segundo ela, a pior dor de sua vida —, pulsátil, com fonofobia e sem fotofobia, com piora aos esforços. Como não apresentou melhora com uso de analgésico comum, ela procurou a emergência médica.

Com relação ao caso clínico apresentado e às cefaleias, julgue o item seguinte.


A síndrome da vasoconstrição cerebral reversível é um dos diagnósticos a ser considerado, pois até 75% dos pacientes com tal síndrome apresentam cefaleia como sintoma único, que pode preceder um acidente vascular cerebral hemorrágico ou isquêmico. 

Alternativas
Q3015361 Medicina

        Paciente do sexo feminino, de 53 anos de idade, apresenta crises de cefaleia desde a terceira década de vida. A dor é pulsátil, hemicraniana, às vezes acompanhada de náuseas. Nas crises, a paciente apresenta fotofobia e fonofobia e piora aos esforços. As crises são infrequentes (uma crise a cada bimestre, com duração de 1 a 2 dias). No entanto, há 10 dias, ela apresentou dor que muito rapidamente atingiu um pico — segundo ela, a pior dor de sua vida —, pulsátil, com fonofobia e sem fotofobia, com piora aos esforços. Como não apresentou melhora com uso de analgésico comum, ela procurou a emergência médica.

Com relação ao caso clínico apresentado e às cefaleias, julgue o item seguinte.


Haja vista a cefaleia atual da paciente ter sido pulsátil, intensa e com piora aos esforços, a exacerbação da migrânea prévia é a principal hipótese, sendo desnecessários exames de imagem nesse caso, bastando apenas analgesia e observação. 

Alternativas
Q3015360 Medicina

        Paciente do sexo feminino, de 53 anos de idade, apresenta crises de cefaleia desde a terceira década de vida. A dor é pulsátil, hemicraniana, às vezes acompanhada de náuseas. Nas crises, a paciente apresenta fotofobia e fonofobia e piora aos esforços. As crises são infrequentes (uma crise a cada bimestre, com duração de 1 a 2 dias). No entanto, há 10 dias, ela apresentou dor que muito rapidamente atingiu um pico — segundo ela, a pior dor de sua vida —, pulsátil, com fonofobia e sem fotofobia, com piora aos esforços. Como não apresentou melhora com uso de analgésico comum, ela procurou a emergência médica.

Com relação ao caso clínico apresentado e às cefaleias, julgue o item seguinte.


A cefaleia dessa paciente não foi causada por trombose venosa cerebral, pois, nessa patologia, a cefaleia geralmente é difusa, progressiva, intensa e associada a outros sinais de hipertensão intracraniana, o que descarta essa hipótese como diagnóstico diferencial. 

Alternativas
Q3015359 Medicina

        Paciente do sexo feminino, de 53 anos de idade, apresenta crises de cefaleia desde a terceira década de vida. A dor é pulsátil, hemicraniana, às vezes acompanhada de náuseas. Nas crises, a paciente apresenta fotofobia e fonofobia e piora aos esforços. As crises são infrequentes (uma crise a cada bimestre, com duração de 1 a 2 dias). No entanto, há 10 dias, ela apresentou dor que muito rapidamente atingiu um pico — segundo ela, a pior dor de sua vida —, pulsátil, com fonofobia e sem fotofobia, com piora aos esforços. Como não apresentou melhora com uso de analgésico comum, ela procurou a emergência médica.

Com relação ao caso clínico apresentado e às cefaleias, julgue o item seguinte.


No caso em tela, uma das hipóteses diagnósticas prováveis é de cefaleia aguda atribuída à hemorragia subaracnóidea (HSA) não traumática, devendo ser realizada tomografia computadorizada não contrastada, mas, se esse exame não for conclusivo, deve ser realizada punção lombar (eventual presença de xantocromia confirmará o diagnóstico). 

Alternativas
Q3015358 Medicina

        Paciente do sexo feminino, de 53 anos de idade, apresenta crises de cefaleia desde a terceira década de vida. A dor é pulsátil, hemicraniana, às vezes acompanhada de náuseas. Nas crises, a paciente apresenta fotofobia e fonofobia e piora aos esforços. As crises são infrequentes (uma crise a cada bimestre, com duração de 1 a 2 dias). No entanto, há 10 dias, ela apresentou dor que muito rapidamente atingiu um pico — segundo ela, a pior dor de sua vida —, pulsátil, com fonofobia e sem fotofobia, com piora aos esforços. Como não apresentou melhora com uso de analgésico comum, ela procurou a emergência médica.

Com relação ao caso clínico apresentado e às cefaleias, julgue o item seguinte.


Cefaleia súbita em pacientes maiores de 50 anos, considerada o pior episódio da vida, e mudança do padrão da dor em relação a cefaleia anterior são sinais de alerta para a hipótese diagnóstica de cefaleia secundária. 

Alternativas
Q3015357 Medicina

Com base na classificação das epilepsias e nos conceitos atuais para seu manejo, julgue o item subsequente. 


Epilepsias focais incluem distúrbios unifocais e multifocais, bem como crises envolvendo ambos os hemisférios, e seu diagnóstico é feito com base no histórico associados a achados eletroencefalográficos, podendo estar presentes crises focais perceptivas, crises focais disperceptivas ou com comprometimento da percepção, crises focais motoras e não motoras e crises focais evoluindo para crises tônico-clônicas bilaterais.

Alternativas
Q3015356 Medicina

Com base na classificação das epilepsias e nos conceitos atuais para seu manejo, julgue o item subsequente. 


A farmacorresistência, na epilepsia, é definida como a não resposta medicamentosa ao uso de, no mínimo, quatro regimes terapêuticos apropriados (monoterapia ou combinação). 

Alternativas
Q3015355 Medicina

Com base na classificação das epilepsias e nos conceitos atuais para seu manejo, julgue o item subsequente. 


O diagnóstico de epilepsia generalizada pode ser feito com base em dados clínicos associados à atividade de complexos de espícula-onda generalizados no eletroencefalograma interictal (EEG). Pode haver crises de ausência, mioclônicas, atônicas, tônicas e tônico-clônicas, mas, se o EEG resultar normal, devem-se pesquisar abalos mioclônicos e a história familiar do paciente. 

Alternativas
Respostas
6561: B
6562: A
6563: C
6564: C
6565: B
6566: C
6567: D
6568: C
6569: E
6570: E
6571: E
6572: E
6573: C
6574: E
6575: E
6576: C
6577: C
6578: E
6579: E
6580: C