Questões de Concurso
Sobre neurologia em medicina
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Leia o caso clinico a seguir.
Paciente de 72 anos, do sexo feminino, com hipertensão bem controlada com medicações, apresenta perda súbita de forca e sensibilidade no hemicorpo esquerdo e é levada à emergência de um hospital, onde realiza uma tomografia computadorizada de crânio, sem alterações, com intervalo de uma hora desde o inicio dos seus sintomas.
Conforme as boas praticas de tratamento, a equipe devera contraindicar a trombólise venosa com alteplase caso a paciente tenha
Leia o caso clinico a seguir.
Paciente de 57 anos, do sexo feminino, procura o serviço com queixa de fadiga. Conta que há 8 meses apresentou cansaço aos esforços e que agora tem dificuldade para subir escadas, para estender roupas no arame, lavar e pentear os cabelos, mas percebe períodos de melhora após repouso. Nega perda de peso e desconhece outras doenças. Seu exame físico geral é normal e a perda de força só se torna perceptível nas provas do exame neurológico que provocam fadiga muscular. O restante do exame neurológico é normal. Ela realizou exame de eletroneuromiografia (ENMG), que demonstrou condução sensitiva normal e condução motora alterada, com potenciais musculares compostos de baixa amplitude, os quais aumentaram sua amplitude em mais de 100% após estimulação repetitiva de alta frequência (30 Hz) em todos os músculos avaliados.
Nesse caso, o anticorpo a ser dosado e que confirma a hipótese diagnóstica é o anticorpo
Leia o caso clinico a seguir.
Paciente de 35 anos, do sexo feminino, procura o serviço médico relatando cerca de quatro episódios semanais de cefaleia pulsátil, de forte intensidade que duram até um dia, predominando do lado direito da cabeça, melhorando com repouso em ambiente escuro e silencioso, as vezes necessitando do uso de dipirona. As crises de dor são acompanhadas de náuseas, já tendo ocorrido vômitos. Conta que esses episódios se iniciaram na adolescência durante o período menstrual, mas há dois meses se tornaram muito frequentes, após o inicio de dieta para o controle de peso. Relata ter asma desde a infância, com uso de salbutamol inalatório só quando tem falta de ar. No exame físico, a paciente apresenta altura de 1,6 m, peso de 92 Kg e sibilos ocasionais na ausculta pulmonar e extrassístoles na ausculta cardíaca. No restante, os exames físico e neurológico não apresentavam outras alterações. Um eletrocardiograma realizado apresentou um aumento no intervalo QT e a radiografia de tórax foi normal.
Nesse caso, além das medidas para tratamento da dor durante os episódios de cefaleia, essa paciente necessita de tratamento profilático com
Paciente do sexo masculino, 30 anos, chega ao ambulatório de neurologia alegando cefaleia que se iniciou há cerca de 4 meses, já tendo feito consultas com outras especialidades e realizado vários exames complementares, incluindo ressonância magnética de crânio, todos normais e sem melhora dos sintomas. A cefaleia é inédita, sendo que o paciente não apresentava cefaleias prévias, à exceção de quando apresentava infecções respiratórias, mas com dores que duravam horas, bem diferentes das atuais e que eram muito esporádicas. A dor atual foi bem lembrada pelo paciente, tendo começado e se mantido diária e contínua ao longo dos meses. A dor é moderada a intensa, pulsátil, bilateral e de predomínio anterior, sem foto e fonofobia, às vezes com náuseas, mas sem vômitos, piorando um pouco com esforços físicos. O paciente fazia uso diário de analgésicos comuns e combinados, com pouca resposta da dor. O exame neurológico, incluindo o cefaliátrico, foi normal. Foi realizado estudo liquórico, com raquimanometria e rotina de liquor, com resultados normais.
Considerando que o caso acima se trata de uma cefaleia primária, qual é o diagnóstico?