Questões de Concurso
Sobre médico da família em medicina
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Maria, 52 anos, procurou a Unidade Básica de Saúde por apresentar dor lombar há 3 meses. Relata que já usou analgésicos por conta própria, sem melhora significativa. Durante a consulta, ao ser questionada sobre seu cotidiano, comenta que recentemente perdeu o emprego e está preocupada com as contas da casa. Relata ainda insônia e ansiedade, mas diz que “não queria incomodar com esses assuntos, pois o médico deve cuidar só da dor nas costas”. Segundo os princípios do método clínico centrado na pessoa, a conduta inicial mais adequada do profissional de saúde é:
Homem de 45 anos procura a unidade de saúde para consulta de rotina. Relata consumo diário de bebida alcoólica, cerca de 6 a 8 doses por dia, há mais de 10 anos. Refere já ter tentado reduzir, mas não conseguiu. Nega sinais de abstinência graves. No exame físico: PA 140x90 mmHg, leve tremor de extremidades. A conduta inicial mais adequada na Atenção Primária à Saúde (APS) é:
A ferramenta da atenção primária que melhor orienta essa conduta é o
Considerando as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e os princípios da integralidade e resolutividade da atenção, a conduta mais apropriada é
Joana, 35 anos, queixa cefaleia de moderada intensidade com duração de 6 horas, latejante, hemicraniana à E, associada à náusea e fotofobia. Informa que os episódios são recorrentes, principalmente quando não está dormindo bem. O médico, que a atendeu na última crise de dor, levantou a hipótese de enxaqueca e a orientou procurar a Atenção Primária à Saúde (APS) para tratamento de profilaxia para enxaqueca. São medicações indicadas para profilaxia de enxaqueca, EXCETO:
Marcelo, 47 anos, foi atendido com queixa de dor articular em tornozelo direito, com evolução de 30 horas. Relata que não dormiu à noite por causa da dor. É obeso e hipertenso em uso de hidroclorotiazida 25mg pela manhã. Está chateado porque no sábado tinha feito um churrasco para a família e não tinha nada, inclusive dançou. Ao exame físico, observa-se edema em articulação do tornozelo com rubor, calor e dor à mobilização passiva. A hipótese diagnóstica mais adequada para Marcelo é:
João, 1 ano e 2 meses, comparece à unidade de saúde no colo de sua mãe com uma toalha ensanguentada. A mãe relata que há, aproximadamente, 15 minutos, a criança iniciou com quadro de sangramento nasal abundante bilateral. Nega comorbidades e uso de medicamentos. A conduta mais adequada para o caso é:
Gestante de 24 anos, G1P0A0, iniciou pré-natal na 10ª semana de gestação na unidade de saúde. Não possui comorbidades, apresenta exames laboratoriais iniciais normais e nega antecedentes obstétricos. Ao exame, PA 110x70 mmHg, IMC adequado e altura uterina compatível com a idade gestacional. A conduta que faz parte do pré-natal de risco habitual na Atenção primária à Saúde (APS) é:
Uma criança de 4 anos apresenta febre alta há 3 dias, tosse seca, conjuntivite e exantema maculopapular eritematoso iniciado na face, com progressão para o tronco e membros. No exame físico, há linfonodos cervicais discretos e hiperemia conjuntival. Considerando a importância do diagnóstico diferencial das doenças exantemáticas na infância, a hipótese diagnóstica mais provável é:
Uma menina de 10 anos apresenta febre há 2 dias, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e exantema. Ao exame, encontra-se em bom estado geral, hidratada, sem sinais de alarme (ausência de dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos ou hipotensão). Considerando a classificação de risco e a abordagem da dengue na Atenção Primária à Saúde, a conduta inicial mais adequada para o caso é:
Adolescente de 16 anos, sexo feminino, procura a unidade de saúde, relatando episódios recorrentes de medo intenso, falta de ar, palpitações e sensação de desmaio, que ocorrem inesperadamente e duram cerca de 15 minutos. Esses episódios têm ocorrido semanalmente nos últimos dois meses. A paciente evita frequentar a escola devido ao medo de novos ataques. Ao exame físico, encontra-se ansiosa, com sinais de tensão muscular. Não há histórico de uso de substâncias ou comorbidades psiquiátricas. A conduta terapêutica inicial mais adequada para esse caso na Atenção Primária à Saúde (APS) é:
Homem de 38 anos procura a unidade de saúde relatando tristeza persistente, perda de interesse em atividades antes prazerosas, fadiga intensa e dificuldade de concentração há cerca de 4 semanas. Relata alterações do sono e perda de apetite com redução de peso. Ao exame físico, encontra-se apático, com higiene pessoal preservada, sem sinais de doença orgânica evidente. A alternativa que caracteriza adequadamente o diagnóstico de depressão maior nesse paciente é:
Em consulta de puericultura na Unidade Básica de Saúde, mãe traz seu bebê de 7 dias de vida para acompanhamento. Relata que percebeu pele e olhos amarelados desde o 3º dia de vida. A criança está em aleitamento materno exclusivo, mama bem, apresenta bom ganho de peso, evacuações normais e está ativa. Ao exame físico, RN em bom estado geral, hidratado, com icterícia até a região do tronco. A conduta mais adequada na Atenção Primária à Saúde diante desse quadro é:
Mulher de 75 anos, portadora de fibrilação atrial diagnosticada há 3 anos, em uso de anticoagulação oral. Encontra-se estável e sem queixas. A prioridade do acompanhamento dessa paciente na Atenção Primária à Saúde (APS) é:
Homem de 40 anos, previamente tratado para sífilis há 2 anos, comparece para avaliação de rotina. Relata que realizou tratamento completo com penicilina benzatina, de acordo com a fase da doença na época. Atualmente encontra-se assintomático. Os exames mostram: VDRL reagente com título de 1:2, estável em relação ao último exame realizado há 12 meses.
Diante desse cenário, assinale a alternativa CORRETA: