Questões de Concurso
Sobre medicina intensiva em medicina
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Título: Prevalência e prognóstico dos pacientes com
pneumonia associada à ventilação mecânica em um hospital
universitário. Objetivo: Determinar prevalência de pneumonia
associada à ventilação mecânica em unidade de terapia intensiva,
fatores associados e evolução. Métodos: Durante dezoito meses,
foram prospectivamente avaliados 278 pacientes sob ventilação
mecânica por mais de 24 horas, com idade mediana de 52 anos
(intervalo interquartil 25% – 75% de 37 – 66 anos), sendo 50%
deles do sexo masculino, internados na UTI de um hospital
universitário do Rio de Janeiro, no período de setembro de 1999
a fevereiro de 2001. Resultados parciais: Desenvolveram a
doença 38,1% dos pacientes, 35,7 casos/1.000 dias de ventilação
mecânica: sendo 45,3% por bacilos gram-negativos —
Pseudomonas aeruginosa (22%) o mais comum.
Márcio Martins de Queiroz Guimarães e José Rodolfo Rocco.
In: J. Bras. Pneumol., 32(4), p. 339-46, 2006 (com adaptações)

Os tempos de permanência na UTI e no hospital não foram influenciados pela presença de PAV.
Título: Prevalência e prognóstico dos pacientes com
pneumonia associada à ventilação mecânica em um hospital
universitário. Objetivo: Determinar prevalência de pneumonia
associada à ventilação mecânica em unidade de terapia intensiva,
fatores associados e evolução. Métodos: Durante dezoito meses,
foram prospectivamente avaliados 278 pacientes sob ventilação
mecânica por mais de 24 horas, com idade mediana de 52 anos
(intervalo interquartil 25% – 75% de 37 – 66 anos), sendo 50%
deles do sexo masculino, internados na UTI de um hospital
universitário do Rio de Janeiro, no período de setembro de 1999
a fevereiro de 2001. Resultados parciais: Desenvolveram a
doença 38,1% dos pacientes, 35,7 casos/1.000 dias de ventilação
mecânica: sendo 45,3% por bacilos gram-negativos —
Pseudomonas aeruginosa (22%) o mais comum.
Márcio Martins de Queiroz Guimarães e José Rodolfo Rocco.
In: J. Bras. Pneumol., 32(4), p. 339-46, 2006 (com adaptações)

A presença de PAV aumentou o tempo de VM de forma estatisticamente significativa.
Com referência a essa situação clínica hipotética, julgue os itens que se seguem.
I. Abertura das vias aéreas.
II. Ventilação boca a boca.
III. Circulação artificial.
IV. Desfibrilação elétrica.
V. Administração de medicamentos.
Quais procedimentos que fazem parte do atendimento de suporte básico de vida:
Vítima A: Um senhor de 65 anos que está em coma. Tem um grande ferimento na cabeça, que parece não sangrar muito, agora. Parece haver exposição de massa encefálica. Sua respiração é agônica. Não se palpam pulsos.
Vítima B: Um senhor de 70 anos com provável fratura exposta de coxa esquerda. Está muito descorado. Sua respiração é rápida, mas não ruidosa. Sangra abundantemente do ferimento da coxa.
Vítima C: Uma senhora de 35 anos, com respiração ruidosa e rápida (provavelmente acima de 35 ventilações por minuto). Não tem lesões externas aparentes, nem se vê sangramento.
Vítima D: Um senhor de 40 anos, com queixa de muita dor na perna direita. Tem deformidade abaixo do joelho. Não se vê sangramento. O pé está cianótico e não se palpa pulso.
Vítima E: Uma senhora de 55 anos que fala com muita dificuldade, sendo incapaz de falar uma frase completa sem parar para respirar. Diz que tem muita dor no peito, à direita, e falta de ar.
Enquanto não chegam mais recursos médicos, estas vítimas deveriam ser atendidas na seguinte seqüência:
Considerando esse caso clínico, assinale a opção que não se inclui entre as propostas de diagnóstico diferencial.
De acordo com o caso hipotético acima, julgue os itens que se seguem.
Quando a rotura de parede livre das câmaras cardíacas é diagnosticada a tempo e o derrame pericárdico é moderado o tratamento não é cirúrgico.