Questões de Concurso
Sobre medicina intensiva em medicina
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Vítima A: Um senhor de 65 anos que está em coma. Tem um grande ferimento na cabeça, que parece não sangrar muito, agora. Parece haver exposição de massa encefálica. Sua respiração é agônica. Não se palpam pulsos.
Vítima B: Um senhor de 70 anos com provável fratura exposta de coxa esquerda. Está muito descorado. Sua respiração é rápida, mas não ruidosa. Sangra abundantemente do ferimento da coxa.
Vítima C: Uma senhora de 35 anos, com respiração ruidosa e rápida (provavelmente acima de 35 ventilações por minuto). Não tem lesões externas aparentes, nem se vê sangramento.
Vítima D: Um senhor de 40 anos, com queixa de muita dor na perna direita. Tem deformidade abaixo do joelho. Não se vê sangramento. O pé está cianótico e não se palpa pulso.
Vítima E: Uma senhora de 55 anos que fala com muita dificuldade, sendo incapaz de falar uma frase completa sem parar para respirar. Diz que tem muita dor no peito, à direita, e falta de ar.
Enquanto não chegam mais recursos médicos, estas vítimas deveriam ser atendidas na seguinte seqüência:
Considerando esse caso clínico, assinale a opção que não se inclui entre as propostas de diagnóstico diferencial.
De acordo com o caso hipotético acima, julgue os itens que se seguem.
Quando a rotura de parede livre das câmaras cardíacas é diagnosticada a tempo e o derrame pericárdico é moderado o tratamento não é cirúrgico.
Considerando o caso clínico hipotético apresentado acima, julgue o item a seguir.
Em casos de embolia pulmonar é mais freqüente a ocorrência de quadros dramáticos com embolização maciça, choque e insuficiência respiratória grave que raramente apresentam sintomas anteriormente.
A monitoração da SaO2 por oximetria de pulso é útil em situações cardiocirculatórias adversas, como baixo débito cardíaco com perfusão periférica comprometida.