Questões de Concurso
Sobre hematologia em medicina
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Em cerca de um terço dos pacientes com linfoma esplênico da zona marginal é possível detectar uma proteína monoclonal. Esses casos estão associados a uma alta incidência de síndrome de hiperviscosidade.
Uma das características do imunofenótipo da leucemia linfocítica crônica é a presença de cadeia de imunoglobulina monoclonal de expressão forte.
A leucemia prolinfocítica crônica caracteriza-se por células maiores, de aspecto mais imaturo e nucléolo proeminente, quando comparada com a leucemia linfocítica crônica.
A doença de Hodgkin tipo predomínio linfocítico localizada pode ser tratada com excisão cirúrgica seguida de observação.
Segundo o estadiamento de Costwold, um paciente com diagnóstico de doença de Hodgkin com envolvimento de linfonodos em ambos os lados do diafragma, comprometimento de lifonodos para-aórticos, febre, doença extensa (bulky) no mediastino e sem acometimento extranodal ou de medula óssea deve ser categorizado como III1XB.
As células de Hodgkin e as células de Reed Sternberg são caracteristicamente positivas para CD30, CD15 e CD45.
O uso de quimioterapia no tratamento das síndromes mielodisplásicas pode levar a remissão em 40% a 80% dos pacientes, mas é de curta duração.
A maior parte dos pacientes com síndrome mielodisplásica apresenta medula óssea normo ou hipercelular.
O uso da lenalinomida pode induzir a supressão do clone anormal em alguns pacientes com síndrome mielodisplásica com deleção isolada do braço longo do cromossomo 5 (5q), mas esse fenômeno não tem correlação com a redução da necessidade de transfusão de glóbulos vermelhos.
Segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), um indivíduo que apresente leucopenia com ausência de blastos no sangue periférico, displasia em menos de 10% da linhagem granulocítica e 2% de blastos ao mielograma, e deleção do cromossomo 5 no cariótipo da medula óssea deve ser diagnosticado como portador de síndrome mielodisplásica – inclassificável.
podem provocar aumento temporário da concentração plasmática de cálcio ionizado.
podem promover hipercalemia.
podem desviar para a esquerda a curva de dissociação da hemoglobina.
podem causar alcalose metabólica.
resulta em prolongamento dos testes de tempo de protrombina e tempo de tromboplastina parcial ativado.
pode ser corrigida pela administração de plasma fresco congelado.
Em toda transfusão de hemocomponentes, há risco, portanto, sua indicação deve ser criteriosa e pode ser objeto de análise pelo serviço de hemoterapia.
Os bancos de sangue são obrigados a convocar e orientar doadores com resultados de exames sorológicos reagentes.
Em caso de soro-conversão de receptor de hemocomponente, o doador que deu origem ao hemocomponente sob investigação é considerado inapto temporário até término da investigação.
Caso o receptor de hemocomponente apresente soro-conversão para HTLV, o doador que apresenta sorologia não reagente, oito meses após a transfusão, deve ser descartado como doador-índice.