Questões de Concurso
Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina
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Considerando esse quadro clínico, são hipóteses diagnósticas, exceto:
Mariana tem 24 anos de idade, é primigesta e está com 11 semanas de gestação. Apresenta na consulta o seguinte resultado de exame de sorologia para toxoplasmose, realizado há 3 dias: IgG positivo e IgM positivo.
Nesse caso, qual é a conduta a ser adotada?
I. Ao s e enc ontrar a pr esença de pr otozoário m óvel e m exame a fresco em paciente com quadro sintomático de vulvovaginite, pode -se dar o di agnóstico d e vulvovaginite causada por Gardnerella vaginalis. II. A Gardnerella v aginalis e a Candida al bicans podem habitar a v agina s em c ausar s intomas e a i nfecção causada por esses agentes não é c onsiderada doença sexualmente transmissível. III. A vaginose bacteriana é comum em pH vaginal inferior a 4,5 e a candidíase é comum em pH vaginal superior a 4,5.
Está(ão) CORRETO(S):
I – Os casos de gestação monocoriônicamonoamniótica serão necessariamente monozigóticas, podendo ocorrer fetos acolados se a divisão for após 12 dias da fecundação. II – As anastomoses responsáveis pelas complicações na transfusão feto-fetal são as arterio-arteriais.
III – A disponibilidade da fertilização assistida aumentou a taxa de gemelidade monozigótica pela transferência de vários embriões.
IV – Toda gravidez dicoriônica, diamniótica, é dizigótica.
I – O uso de ocitona não tem interferência no desencadeamento da rotura uterina, e, sim, a fragilidade das fibras miometrais.
II – Em casos de cesárea anterior, antes de ocorrer a rotura uterina, existe o quadro de iminência de rotura.
III – O quadro de iminência de rotura uterina com estiramento dos redondo e distensão do seguimento é oriundo de parto obstruído, via de regra secundário a uma desproporção céfalo-pélvica.