Questões de Concurso
Sobre geriatria em medicina
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É(São) droga(s) de alto risco como causadora(s) de quedas em idosos:
Assinale a alternativa correta quanto à diferenciação entre delírio e demência.
Qual das alternativas é manifestação em idosos, mediante a deficiência de eletrólitos?
Assinale a alternativa correta de acordo com o declínio dos órgãos mediante o avanço da idade.
Idosa de 65 anos tem quadro clínico de anorexia, fadiga, emagrecimento, dispepsia, dor abdominal em cólica intermitente e diarreia ocasional, com seis meses de duração. Realizou uma TC de abdômen e pelve, que demonstrou uma massa sólida com bordas espiculadas, borramento e retração da gordura mesentérica, localizada em fossa ilíaca direita. Nesse caso, considerando a possibilidade de tumor de íleo terminal, o diagnóstico histopatológico mais provável é:
I – A anemia perniciosa é mais frequente em negros e decorre de infecções e inflamações.
II – A causa mais comum de anemia em idosos é a doença renal crônica.
III – A anemia no idosos tem sido implicada em aumento da mortalidade, declínio da capacidade funcional, fragilidade e declínio cognitivo.
I – Ocorre aumento da resposta betaadrenérgica.
II – Ocorre diminuição da contabilidade miocárdica.
III – Ocorre diminuição dos barrorreflexos arteriais.
Caso clínico: D. Maria, 73 anos, com Síndrome da Fragilidade devido o ser acamada há dois anos após Acidente Vascular Encefálico decorrente de HAS mal controlada há 15 anos. É levada ao hospital devido à febre importante e taquipneia após engasgo durante alimentação há 1 dia, sendo diagnosticada com Pneumonia Aspirativa, evoluindo com resposta insatisfatória à antibioticoterapia escalonada. Após 3 dias, apresenta instabilidade hemodinâmica com necessidade de Intubação Orotraqueal e drogas vasoativas, sendo então encaminhada para Unidade de Terapia Intensiva e diagnosticada com Choque Séptico. Após 2 dias, evoluiu em Parada Cardiorrespiratória no ritmo de assitolia, tendo sido realizado Ressucitação Cardiopulmonar por 30 minutos sem resposta e declarado óbito.

Mulher, 70 anos, é trazida por familiares à emergência com história de cinco dias de tosse seca e três dias de queda do apetite e apatia intensa. Tem história de insuficiência cardíaca congestiva. Apresenta-se alerta, sem taquidispneia e SpO2: 96% em ar ambiente. Normotensa e afebril. Ausculta cardíaca com ritmo regular em 2 tempos e Fc: 90 bpm. Ausculta respiratória com crepitações bibasais mais intensas, à direita. O hemograma não mostra anemia, nem plaquetopenia e leucograma com 12.000/mm3 sem desvios. Proteína C reativa 6,0 (normal até 0,5), Glicemia 110 mg/dl, Ureia de 40 mg/dl , Creatinina 0,8 mg/dl, Sódio 133 mEq/L, Potássio 3,9 mEq/L Swab nasal com painel viral negativo (SARS-Cov 2, Influenza, VSR e Rinovírus). A radiografia de tórax em PA é mostrada na figura abaixo.

Neste contexto, e considerando o diagnóstico mais provável, a abordagem de escolha para essa paciente seria:
ACR, 82 anos, advogado aposentado, há 6 meses passou a apresentar esquecimento para fatos recentes, tendo passado a esquecer de pagar as contas da casa e teve sua energia cortada pela companhia elétrica. Relata que no fim da tarde é comum ver uma criança desconhecida brincando na varanda de sua casa. Relata também sono agitado com muitos pesadelos frequentes. A esposa informa que há dias em que ele está muito apático, ficando isolado, sem se comunicar. O exame físico é normal exceto pela presença de rigidez em roda denteada em punho direito. Mini-exame do estado mental (MEEM) foi 25/30. Durante o MEEM respondeu que estava no consultório de seu dentista, lembrou duas das três palavras solicitadas na evocação e errou três cálculos. Os exames laboratoriais são normais, exceto por anemia leve observada no hemograma (Hb = 11g/dl; Ht 38%; VCM 100 fl; HCM 31 pg). A dosagem de vitamina B12 foi 259 pg/ml (VR: 239 a 931 pg/ml). A Ressonância magnética de crânio mostrou atrofia global leve e escala de atrofia mesial temporal (MTA) de 1.
Qual a principal hipótese diagnóstica para o caso clínico?
( ) Por ser D. Joventina uma idosa hígida, a meta pressórica para ela é < = 139/79 mmHg. Deste modo, é necessário ajustar a medicação anti-hipertensiva.
( ) Por ser S. Mateus um idoso frágil, a meta pressórica para ele é < = 160/95 mmHg. E como a pressão está muito próxima da meta, não é necessário ajustar a medicação anti-hipertensiva.
( ) Por ser S. Mateus um idoso frágil, a meta pressórica para ele é < = 149/79 mmHg. Deste modo, é necessário ajustar a medicação anti-hipertensiva.