Questões de Concurso
Sobre doenças infecto-parasitárias em medicina
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Considere o caso a seguir, para responder à questão.
Paciente de sexo masculino, 49 anos de idade, branco, bancário, natural e procedente de São Paulo. Refere que, há cerca de 14 dias, iniciou quadro com febre alta (39 – 40 ºC) com calafrios, mialgia, tosse produtiva com escassa expectoração mucosa e dispneia. Sem outras queixas. Tabagista de mais de 40 unidades-maço/ano, em uso a cerca de um mês e meio de corticoterapia oral por doença ocular, que não sabe especificar. Previamente hígido. Há cinco dias procurou pronto atendimento sendo medicado com anti-inflamatório não esteroide e cefalexina, que fez uso como indicado. Nega uso regular de outros medicamentos. Relata que, em novembro de 2019, realizou viagem com esposa em cruzeiro marítimo de Santos a Salvador com retorno 7 dias antes do início dos sintomas. Ao exame, encontra-se vigil, orientado, ansioso, frequência respiratória 32 irp/m. Murmúrio vesicular diminuído nos 2/3 inferiores do hemitórax esquerdo e 1/3 inferior direito, com estertores subcreptantes na base esquerda. Hemodinamicamente estável. A radiografia de tórax revelou opacidade heterogênea, de padrão granular, de limites imprecisos em 2/3 inferiores de hemitórax esquerdo. Os exames laboratoriais apresentaram leucocitose com neutrofilia sem desvio (L: 17800/mL, N: 95%), PCR 20 UI/mL, Ureia 63 mg/dL, Na: 133 mmol/L, AST 69 UI/L, PaO2 78,4 mmHg.
Considere o caso a seguir, para responder à questão.
Paciente de sexo masculino, 49 anos de idade, branco, bancário, natural e procedente de São Paulo. Refere que, há cerca de 14 dias, iniciou quadro com febre alta (39 – 40 ºC) com calafrios, mialgia, tosse produtiva com escassa expectoração mucosa e dispneia. Sem outras queixas. Tabagista de mais de 40 unidades-maço/ano, em uso a cerca de um mês e meio de corticoterapia oral por doença ocular, que não sabe especificar. Previamente hígido. Há cinco dias procurou pronto atendimento sendo medicado com anti-inflamatório não esteroide e cefalexina, que fez uso como indicado. Nega uso regular de outros medicamentos. Relata que, em novembro de 2019, realizou viagem com esposa em cruzeiro marítimo de Santos a Salvador com retorno 7 dias antes do início dos sintomas. Ao exame, encontra-se vigil, orientado, ansioso, frequência respiratória 32 irp/m. Murmúrio vesicular diminuído nos 2/3 inferiores do hemitórax esquerdo e 1/3 inferior direito, com estertores subcreptantes na base esquerda. Hemodinamicamente estável. A radiografia de tórax revelou opacidade heterogênea, de padrão granular, de limites imprecisos em 2/3 inferiores de hemitórax esquerdo. Os exames laboratoriais apresentaram leucocitose com neutrofilia sem desvio (L: 17800/mL, N: 95%), PCR 20 UI/mL, Ureia 63 mg/dL, Na: 133 mmol/L, AST 69 UI/L, PaO2 78,4 mmHg.
O caso clínico a seguir refere-se à questão.
Paciente idosa, com câncer de laringe, com terapia nutricional enteral domiciliar com dieta enteral padrão via gastrostomia, há muitos anos.
Internada por sepse de foco cutâneo com uso de antibioticoterapia endovenosa (clindamicina), evolui, há 3 dias, com 8-10 evacuações líquidas por dia, com presença de leucócitos na fezes.
Homem de 33 anos de idade, profissional da área de saúde, recebe as 3 doses de vacina para hepatite B. Cerca de 12 meses após a última dose da vacina, ele coleta sorologia com o seguinte perfil: HBsAg: negativo; anti-HBs: negativo; Anti-HBc IgG: negativo e Anti-HBe: negativo. Com os dados descritos, é correto afirmar que