Questões de Concurso
Comentadas sobre doenças infecto-parasitárias em medicina
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Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Se essa paciente infectada pelo HIV mantiver LT-CD4+ acima
de 350 células/mL durante anos, sem uso de antirretrovirais, ela
pode ser chamada de “controladora de elite”.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Se a paciente estiver gestante, a terapia antirretroviral
poderá
ser iniciada a partir da 14a
semana de gestação,
logo após a coleta de exames e antes mesmo de se
obterem os resultados de LT-CD4+ e de carga viral para
HIV, principalmente nos casos de gestantes que iniciam
tardiamente o acompanhamento pré-natal, com o
objetivo de alcançar a supressão viral, que é fator
determinante na redução da transmissao vertical, o mais rapidamente possı́vel.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) indica,
para essa paciente, caso ela tenha contagem de
linfócitos CD4+ maior ou igual a 350 células/mm3
, as
seguintes vacinas: Haemophilus influenzae tipo B
(Hib), tríplice viral e vacina do HPV (a depender da
idade), varicela, hepatite A e B (se paciente suscetível),
influenza anual e a vacina pneumo 23. 13 e meningo.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
A falha virológica em um paciente com HIV/Aids é
caracterizada por um exame de carga viral detectável,
após o paciente já ter indetectado a carga viral em
vários exames anteriores consecutivos.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Entre os exames complementares iniciais para a
abordagem inicial dessa paciente, os exames específicos
necessários são contagem de linfócitos CD4+
(LT-CD4+), carga viral para HIV e genotipagem.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Tratar-se essa paciente com antirretrovirais, testar
outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) e
realizar profilaxia pré e pós-exposição fazem parte das
estratégias de prevenção do HIV.
É muito importante que o médico, diante de um quadro viral agudo, considere a infecção aguda pelo HIV entre os diagnósticos possíveis e investigue potenciais fontes de exposição ao vírus. O diagnó stico da infecçao aguda ̃ pelo HIV pode ser realizado mediante a detecçao da ̃ carga viral do vírus.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Na hepatite B crônica, o rastreio do câncer hepático
deve ser feito com ultrassom de abdome a cada seis
meses. O marcador alfafetoproteína não é mais
recomendado por sua baixa sensibilidade.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O paciente deve ser orientado quanto à prevenção das
hepatites virais, acerca de seus contatos domiciliares e
parceiros sexuais, e com relação ao uso adequado de
preservativo e do não compartilhamento de
instrumentos perfurocortantes e de objetos de higiene
pessoal, como escovas de dente, alicates de unha e
lâminas de barbear ou de depilação.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O esquema de vacina da hepatite B para pessoas que
vivem com HIV (PVHIV) são oito doses nos intervalos
de 0, 30, 60 e 180 dias.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
A hepatite B crônica pode evoluir com cirrose hepática.
O estadiamento da cirrose hepática deve ser feito por
meio de biópsia hepática ou elastografia, que é
imprescindível para o monitoramento clínico e a
definição da modalidade de tratamento
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O médico, após análise dos exames sorológicos, faz
diagnóstico de que o paciente tem hepatite B aguda.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O diagnóstico sorológico da hepatite Delta baseia-se na
detecção de anticorpos anti-HDV IgG em paciente com
suspeita de exposição recente para o agente infeccioso.
Pacientes portadores de hepatite B, residentes em áreas
endêmicas (como é o caso do paciente descrito) ou com
antecedente epidemiológico correspondente, são
candidatos a investigaçao.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Para tratamento desse paciente que tem hepatite B com
HBeAg reagente, a alfapeginterferona está indicada
pelo protocolo do Ministério da Saúde do Brasil, com
aplicação subcutânea semanal, por 48 semanas.
O paciente já teve infecção pelo vírus da hepatite A ou foi vacinado de hepatite A. Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações, são indicadas duas doses da vacina, com intervalo de seis meses entre as doses.
I- O período de incubação é em média, de 3 a 4 dias, podendo variar de 2 a 10 dias.
II- Em geral, a bactéria é eliminada da nasofaringe após 24 horas de antibioticoterapia adequada.
III- A suscetibilidade é geral, entretanto, o grupo etário de maior risco são as crianças maiores de 5 anos, principalmente as menores de 10 anos.
IV- A doença meningocócica invasiva ocorre primariamente em pessoas suscetíveis recentemente colonizadas por uma cepa patogênica.
V- Doença de notificação compulsória, sendo os surtos e os aglomerados de casos ou óbitos de notificação imediata.
VI- A meningite e a meningococcemia são as formas clínicas mais frequentemente observadas, ocorrendo isoladamente.
Estão CORRETAS somente as afirmativas:
I. A AIDS é uma doença causada pelo vírus HIV, que ataca as células responsáveis pela defesa do organismo, deixando a pessoa mais vulnerável a doenças oportunistas.
II. A insuficiência cardíaca é uma síndrome clínica simples, de caráter não sistêmico, definida como disfunção cardíaca, que ocasiona adequado suprimento sanguíneo para atender às necessidades metabólicas tissulares, na presença de retorno venoso anormal, ou fazê-lo somente com baixas pressões de enchimento.
III. Nos pacientes críticos, a infusão endovenosa contínua de insulina é o método mais aceito de tratamento para a hiperglicemia no ambiente hospitalar. Porém, após a estabilização do quadro clínico, deve-se proceder à transição do esquema de insulina endovenosa para a via subcutânea, utilizando-se o equivalente a 60 a 80% da dose total infundida nas últimas 6 horas de infusão, preferencialmente da noite, quando o paciente não se alimentou, e multiplicar por 4, para o cálculo da dose diária total de insulina (DDTI). A bomba de infusão endovenosa de insulina deve ser desligada somente após o período de 2 a 4 horas do início da aplicação de insulina basal, a fim de evitar o rebote hiperglicêmico decorrente da suspensão da aplicação endovenosa.
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