Questões de Concurso Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina

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Q3819817 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo feminino, de 65 anos, portadora de hipertensão arterial e dislipidemia mista, chega à sala de emergência com história de dor torácica há três horas, sem fatores de piora. Nega irradiação. Realizou eletrocardiograma mostrado a seguir, com troponina ultrassensível elevada:

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual é a estratégia correta de estratificação de risco na sala de emergência para orientar conduta invasiva?
Alternativas
Q3819816 Medicina
Paciente do sexo feminino, de 72 anos, portadora de nefropatia diabética com disfunção renal grave (clearance de creatinina de 14 mL/min/1,73 m2) e insuficiência cardíaca de classe funcional II (NYHA), apresenta dor torácica atípica há uma semana, irradiada para dorso, com melhora em posição sentada e piora ao decúbito. Refere febre baixa e cansaço progressivo na chegada à UPA. Ao exame físico: PA: 110 × 68 mmHg, FC: 98 bpm, bulhas normofonéticas com atrito pericárdico audível, sem sopros, ausculta pulmonar limpa. Exames laboratoriais iniciais: ureia: 198 mg/dL; creatinina: 4,8 mg/dL; potássio: 4,9 mEq/L; troponina levemente aumentada, sem elevação dinâmica. Realizou o eletrocardiograma mostrado a seguir:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Diante do quadro clínico, a estratégia terapêutica correta é
Alternativas
Q3819782 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente, sexo masculino, 61 anos, portador de hipertensão arterial há 20 anos, com irregular uso de medicação. Relata dor torácica súbita, em “rasgo”, irradiando para dorso e região interescapular, de início há 40 minutos, acompanhada de sudorese intensa e sensação de desmaio. Na chegada ao pronto-socorro, está pálido, ansioso e referindo dor intensa (EVA 10/10). Ao exame físico: PA: 192 × 100 mmHg no braço direito e 156 × 88 mmHg no braço esquerdo. FC: 112 bpm. Bulhas normofonéticas, sem sopros valvares evidentes. Pulsos femorais assimétricos (pulso esquerdo diminuído). Pulsos radiais com amplitude diferente entre os braços. Ausência de déficit motor focal. Exames complementares apresentava D-dímero elevado e troponina ultrassensível normal.


O eletrocardiograma a seguir:


Q49_50.png (529×168)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)


O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, mas com dor intensa refratária aos analgésicos usuais.
Qual deve ser a conduta terapêutica imediata mais adequada nesse momento, antes da abordagem cirúrgica?
Alternativas
Q3819781 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente, sexo masculino, 61 anos, portador de hipertensão arterial há 20 anos, com irregular uso de medicação. Relata dor torácica súbita, em “rasgo”, irradiando para dorso e região interescapular, de início há 40 minutos, acompanhada de sudorese intensa e sensação de desmaio. Na chegada ao pronto-socorro, está pálido, ansioso e referindo dor intensa (EVA 10/10). Ao exame físico: PA: 192 × 100 mmHg no braço direito e 156 × 88 mmHg no braço esquerdo. FC: 112 bpm. Bulhas normofonéticas, sem sopros valvares evidentes. Pulsos femorais assimétricos (pulso esquerdo diminuído). Pulsos radiais com amplitude diferente entre os braços. Ausência de déficit motor focal. Exames complementares apresentava D-dímero elevado e troponina ultrassensível normal.


O eletrocardiograma a seguir:


Q49_50.png (529×168)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)


O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, mas com dor intensa refratária aos analgésicos usuais.
Com base na suspeita clínica e nos achados iniciais, qual o exame de imagem de escolha?
Alternativas
Q3819778 Medicina
Segundo as diretrizes ESC 2023/SBC 2024, quais são os pilares farmacológicos do tratamento da ICFER com redução de mortalidade comprovada? 
Alternativas
Q3819771 Medicina
Paciente, 42 anos, com história familiar de pai falecido de infarto agudo do miocárdio aos 57 anos, apresenta sobrepeso e nega atividade física regular. Realizou exames que apresentaram colesterol total: 252 mg/dL; HDL: 38 mg/dL; LDL: 167 mg/dL; triglicerídeos: 180 mg/dL.
Glicemia: 105 mg/dL e PCR us: 4,2 mg/dL. Na avaliação ambulatorial, apresentava escore PREVENT (AHA/ACC 2023): risco cardiovascular global estimado: 14% em 10 anos e SCORE2 (ESC 2024): risco estimado ≈ 11% em 10 anos.

Com base nos dados clínicos e laboratoriais, qual a classificação de risco cardiovascular global e o diagnóstico mais adequado, segundo as diretrizes atuais?
Alternativas
Q3819767 Medicina
Sobre a profilaxia antibiótica para endocardite em procedimentos odontológicos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3819762 Medicina
Em relação à insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (HFpEF), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3819760 Medicina
Sobre a dupla antiagregação plaquetária (AAS + inibidor P2Y12) em síndrome coronariana aguda (SCA), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3819752 Medicina
Sobre a síndrome denominada INOCA (Ischemia with Non-Obstructive Coronary Arteries), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3819748 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo masculino, 58 anos, antecedente de infarto agudo do miocárdio em parede inferior aos 52 anos, portador de hipertensão arterial, tabagismo ativo, dislipidemia mista, obesidade grau 1, diabetes mellitus tipo 2. Evolui há 3 anos com dispneia progressiva aos esforços. Atualmente, refere dispneia, aos mínimos esforços, e ortopneia, associadas a edema de membros inferiores, inapetência e sarcopenia. Com internação recente, há 2 meses, por descompensação clínica secundária à infecção pulmonar. Apresenta-se no atendimento ambulatorial, com piora da dispneia.


Ao exame físico: PA: 100 × 64 mmHg; FC: 84 bpm; FR: 20 irpm; SatO₂: 95% AA.

Ictus palpável em 6a EIE, desviado para a esquerda B3 audível, sopro mitral holossistólico 2+/6+.

Estertores finos bibasais.

Edema de MMII ++/4+.

Ascite moderada.

Exames complementares:

Cateterismo prévio: coronárias sem reestenose significativa.

BNP: 1.250 pg/mL.

ECG: bloqueio de ramo direito e ritmo de fibrilação atrial com resposta ventricular 86 bpm.

Ecocardiograma de repouso: fração de ejeção do VE 25%, DDVE 68 mm, insuficiência mitral moderada. 


Qual critério reforça a indicação formal de transplante cardíaco nesse paciente? 
Alternativas
Q3819747 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo masculino, 58 anos, antecedente de infarto agudo do miocárdio em parede inferior aos 52 anos, portador de hipertensão arterial, tabagismo ativo, dislipidemia mista, obesidade grau 1, diabetes mellitus tipo 2. Evolui há 3 anos com dispneia progressiva aos esforços. Atualmente, refere dispneia, aos mínimos esforços, e ortopneia, associadas a edema de membros inferiores, inapetência e sarcopenia. Com internação recente, há 2 meses, por descompensação clínica secundária à infecção pulmonar. Apresenta-se no atendimento ambulatorial, com piora da dispneia.


Ao exame físico: PA: 100 × 64 mmHg; FC: 84 bpm; FR: 20 irpm; SatO₂: 95% AA.

Ictus palpável em 6a EIE, desviado para a esquerda B3 audível, sopro mitral holossistólico 2+/6+.

Estertores finos bibasais.

Edema de MMII ++/4+.

Ascite moderada.

Exames complementares:

Cateterismo prévio: coronárias sem reestenose significativa.

BNP: 1.250 pg/mL.

ECG: bloqueio de ramo direito e ritmo de fibrilação atrial com resposta ventricular 86 bpm.

Ecocardiograma de repouso: fração de ejeção do VE 25%, DDVE 68 mm, insuficiência mitral moderada. 


Qual regime terapêutico otimizado deve ser instituído nesse paciente, segundo as diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia 2021 e Sociedade Brasileira de Cardiologia 2022?
Alternativas
Q3819746 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo masculino, 58 anos, antecedente de infarto agudo do miocárdio em parede inferior aos 52 anos, portador de hipertensão arterial, tabagismo ativo, dislipidemia mista, obesidade grau 1, diabetes mellitus tipo 2. Evolui há 3 anos com dispneia progressiva aos esforços. Atualmente, refere dispneia, aos mínimos esforços, e ortopneia, associadas a edema de membros inferiores, inapetência e sarcopenia. Com internação recente, há 2 meses, por descompensação clínica secundária à infecção pulmonar. Apresenta-se no atendimento ambulatorial, com piora da dispneia.


Ao exame físico: PA: 100 × 64 mmHg; FC: 84 bpm; FR: 20 irpm; SatO₂: 95% AA.

Ictus palpável em 6a EIE, desviado para a esquerda B3 audível, sopro mitral holossistólico 2+/6+.

Estertores finos bibasais.

Edema de MMII ++/4+.

Ascite moderada.

Exames complementares:

Cateterismo prévio: coronárias sem reestenose significativa.

BNP: 1.250 pg/mL.

ECG: bloqueio de ramo direito e ritmo de fibrilação atrial com resposta ventricular 86 bpm.

Ecocardiograma de repouso: fração de ejeção do VE 25%, DDVE 68 mm, insuficiência mitral moderada. 


Qual mecanismo fisiopatológico explica a progressão da insuficiência cardíaca nesse paciente?
Alternativas
Q3819734 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder às questão:

Paciente do sexo masculino, 64 anos, portador de hipertensão arterial, obesidade grau 2, diabetes mellitus tipo 2, com história de dor torácica retroesternal opressiva iniciada há 90 minutos, irradiando para braço esquerdo e mandíbula, associada a náuseas, vômitos e sudorese intensa. Foi levado ao pronto-socorro pelo SAMU. Na chegada, encontra-se ansioso, dispneico e sudorese fria. Ao exame físico: PA: 86 × 58 mmHg FC: 112 bpm. Consciente e orientado, sem déficits motores. Ritmo cardíaco regular 2 tempos sem sopros. Murmúrio vesicular presente com estertores crepitantes bibasais. Extremidades frias, tempo de enchimento capilar de 5 s.

Realizou o eletrocardiograma a seguir:
Q1_2.png (664×330)
(Arquivo pessoal; arquivo usado com autorização)

Qual a conduta correta em relação à reperfusão nesse paciente? 
Alternativas
Q3819733 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:

Paciente do sexo masculino, 64 anos, portador de hipertensão arterial, obesidade grau 2, diabetes mellitus tipo 2, com história de dor torácica retroesternal opressiva iniciada há 90 minutos, irradiando para braço esquerdo e mandíbula, associada a náuseas, vômitos e sudorese intensa. Foi levado ao pronto-socorro pelo SAMU. Na chegada, encontra-se ansioso, dispneico e sudorese fria. Ao exame físico: PA: 86 × 58 mmHg FC: 112 bpm. Consciente e orientado, sem déficits motores. Ritmo cardíaco regular 2 tempos sem sopros. Murmúrio vesicular presente com estertores crepitantes bibasais. Extremidades frias, tempo de enchimento capilar de 5 s.

Realizou o eletrocardiograma a seguir:
Q1_2.png (664×330)
(Arquivo pessoal; arquivo usado com autorização)

Qual a conduta correta em relação à antiagregação plaquetária nesse paciente?
Alternativas
Q3819699 Medicina
Um homem de 68 anos, com antecedentes de diabetes e hipertensão arterial, foi submetido a angioplastia de coronária com implante de stent farmacológico há 3 meses, após um infarto agudo do miocárdio. Faz uso atual de ácido acetilsalicílico, 100 mg ao dia, e clopidogrel, 75 mg ao dia. Está realizando consulta com cirurgião por ter diagnosticado, algumas semanas antes do evento coronariano, uma lesão neoplásica precoce, localizada no cólon sigmoide, medindo 5,0 cm de diâmetro, para a qual foi indicada ressecção endoscópica por dissecção endoscópica da submucosa (ESD). Segundo as diretrizes atuais, a conduta mais apropriada para o caso é
Alternativas
Q3819587 Medicina
Assinale a alternativa mais adequada em relação à contusão miocárdica.
Alternativas
Q3819540 Medicina
Qual anomalia cardíaca congênita é composta pelo desalinhamento do septo ventricular, dextroposição da aorta, obstrução de saída do ventrículo direito e subsequente hipertrofia ventricular direita?
Alternativas
Q3818889 Medicina
Assinale a alternativa correta em relação à hipertensão arterial sistêmica (HAS).
Alternativas
Q3818823 Medicina
Paciente do sexo masculino, de 58 anos, tabagista, portador de hipertensão arterial sistêmica, apresenta-se ao pronto atendimento com história de dor torácica opressiva irradiando para braço esquerdo e mandíbula iniciada há 130 minutos, associada a sudorese fria e náuseas. Apresenta como sinais vitais iniciais: PA: 98 x 64 mmHg, FC: 92 bpm, SatO₂: 95% AA. Realizou o eletrocardiograma a seguir:

Q1.png (561×357)
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Qual é a abordagem terapêutica para esse paciente?
Alternativas
Respostas
1821: A
1822: C
1823: D
1824: A
1825: C
1826: B
1827: B
1828: C
1829: B
1830: B
1831: A
1832: D
1833: B
1834: D
1835: B
1836: E
1837: B
1838: D
1839: C
1840: B