Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
São sintomas associados ao bloqueio atrioventricular de terceiro grau: palpitações ___________, tontura ________ e síncope __________.
Sobre o estudo eletrofisiológico considere os itens a seguir:
I- Indicado para descobrir as causas de sintomas como palpitações, tonteiras ou desmaios. Trata-se de um teste provocativo, através de cateteres (fios flexíveis), que permite realizar uma avaliação da integridade do sistema elétrico do coração; induz uma arritmia cardíaca. Quando constatada a doença, a indicação padrão é a cauterização do local afetado, ou seja, a realização de uma ablação;
II- Avalia a anatomia ou a morfologia do coração e anomalias congênitas ou adquiridas, e pode indicar a presença ou não de derrames. Para esses registros, são utilizados o Holter ou o Loop Event Recorder, que consiste na monitorização de eventos sintomáticos (avaliação intermitente);
III- Exame acompanhado de esteira ou bicicleta ergométrica para avaliar o coração sob condição de estresse. Os eletrocardiogramas informam sobre o funcionamento elétrico do coração.
Dos itens acima:
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os sopros cardíacos que podem ser detectados em paciente adultos com as respectivas causas.
Coluna 1
1. Pansistólico.
2. Mesodiastólico.
3. Sistólico de ejeção.
Coluna 2
( ) Estenose aórtica.
( ) Regurgitação aórtica.
( ) Regurgitação tricúspide.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Claritromicina. II. Haloperidol. III. Amiodarona.
Quais podem estar envolvidas com risco bem documentado de Torsade de pointes?
Caso Clínico – utilize para responder a questão
CDE, sexo masculino, natural de Batatais, SP. Torneiro mecânico, 46 anos.
Anamnese
- Queixa principal: dispneia há 3 horas.
- Paciente referiu que há cerca de 3 horas iniciou quadro de cefaleia holocraniana após discussão familiar. Concomitante a esse quadro, passou a observar maior dificuldade para “puxar o ar” ao respirar, sintoma que se acentuou progressivamente desde então. Como não houve melhora após tomar água com açúcar procurou a unidade.
- Refere nictúria há 3 anos.
- Antecedentes pessoais: referiu ser hipertenso há 15 anos, com uso irregular de captopril 25mg 8/8 horas e hidroclorotiazida 25mg/dia. Tabagista a 30 anos (20 cigarros/dia). Nega etilismo, diabetes e dislipidemia.
- Antecedentes familiares: vários familiares hipertensos. Pai faleceu aos 50 anos vítima de IAM. Exame físico
- REG, taquipneico, afebril, hidratado, corado, acianótico. Sobrepeso à inspeção visual.
- FC= 110 bpm; PA em ambos os membros superiores = 214x146 mmHg; FR = 28 ipm; temperatura = 36,6ºC.
- Cardiovascular: ictus no 6º espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular, impulsivo com 3 polpas digitais. Ritmo regular com 3 tempos (4ª bulha), sem sopros orgânicos. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos.
- Respiratório: tórax com expansibilidade simétrica e ampla, fazendo uso de musculatura acessória. Crepitações de médias bolhas até o terço médio de ambos os pulmões.
- Abdome: globoso, com aumento de panículo adiposo, normotenso e sem visceromegalias. RHA presentes e normais.
- Membros: edema +/4+ em ambos os MMII, frio, depressível, indolor.
- Neurológico: sem anormalidades.
- Fundoscopia: discreto papiledema.
Eletrocardiograma: ritmo sinusal, FC: 100 bpm, eixo médio do QRS verticalizado, sobrecarga ventricular esquerda, alterações secundárias da repolarização ventricular. RX de tórax: arcabouço ósseo e partes moles sem anormalidades. Área cardíaca sem anormalidades. Presença de infiltrado alveolar nos dois terços inferiores dos dois pulmões.
Além da terapia medicamentosa, a conduta inicial frente ao quadro apresentado segue as seguintes medidas:
I– Obtenção de acesso venoso periférico com veia calibrosa, monitorização cardíaca contínua multiparâmetro e administração de oxigênio por meio de máscara facial com reservatório, mantendo fluxo de 10-12 L/min.
II – Indica-se a redução da pressão arterial de modo rápido, buscando atingir valores em torno de 50% de redução inicial.
III – Solicitação de exames laboratoriais bioquímicos e hematológicos.
Está correto o que se afirma em:
Caso Clínico – utilize para responder a questão
CDE, sexo masculino, natural de Batatais, SP. Torneiro mecânico, 46 anos.
Anamnese
- Queixa principal: dispneia há 3 horas.
- Paciente referiu que há cerca de 3 horas iniciou quadro de cefaleia holocraniana após discussão familiar. Concomitante a esse quadro, passou a observar maior dificuldade para “puxar o ar” ao respirar, sintoma que se acentuou progressivamente desde então. Como não houve melhora após tomar água com açúcar procurou a unidade.
- Refere nictúria há 3 anos.
- Antecedentes pessoais: referiu ser hipertenso há 15 anos, com uso irregular de captopril 25mg 8/8 horas e hidroclorotiazida 25mg/dia. Tabagista a 30 anos (20 cigarros/dia). Nega etilismo, diabetes e dislipidemia.
- Antecedentes familiares: vários familiares hipertensos. Pai faleceu aos 50 anos vítima de IAM. Exame físico
- REG, taquipneico, afebril, hidratado, corado, acianótico. Sobrepeso à inspeção visual.
- FC= 110 bpm; PA em ambos os membros superiores = 214x146 mmHg; FR = 28 ipm; temperatura = 36,6ºC.
- Cardiovascular: ictus no 6º espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular, impulsivo com 3 polpas digitais. Ritmo regular com 3 tempos (4ª bulha), sem sopros orgânicos. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos.
- Respiratório: tórax com expansibilidade simétrica e ampla, fazendo uso de musculatura acessória. Crepitações de médias bolhas até o terço médio de ambos os pulmões.
- Abdome: globoso, com aumento de panículo adiposo, normotenso e sem visceromegalias. RHA presentes e normais.
- Membros: edema +/4+ em ambos os MMII, frio, depressível, indolor.
- Neurológico: sem anormalidades.
- Fundoscopia: discreto papiledema.
Eletrocardiograma: ritmo sinusal, FC: 100 bpm, eixo médio do QRS verticalizado, sobrecarga ventricular esquerda, alterações secundárias da repolarização ventricular. RX de tórax: arcabouço ósseo e partes moles sem anormalidades. Área cardíaca sem anormalidades. Presença de infiltrado alveolar nos dois terços inferiores dos dois pulmões.
Caso Clínico – utilize para responder a questão
CDE, sexo masculino, natural de Batatais, SP. Torneiro mecânico, 46 anos.
Anamnese
- Queixa principal: dispneia há 3 horas.
- Paciente referiu que há cerca de 3 horas iniciou quadro de cefaleia holocraniana após discussão familiar. Concomitante a esse quadro, passou a observar maior dificuldade para “puxar o ar” ao respirar, sintoma que se acentuou progressivamente desde então. Como não houve melhora após tomar água com açúcar procurou a unidade.
- Refere nictúria há 3 anos.
- Antecedentes pessoais: referiu ser hipertenso há 15 anos, com uso irregular de captopril 25mg 8/8 horas e hidroclorotiazida 25mg/dia. Tabagista a 30 anos (20 cigarros/dia). Nega etilismo, diabetes e dislipidemia.
- Antecedentes familiares: vários familiares hipertensos. Pai faleceu aos 50 anos vítima de IAM. Exame físico
- REG, taquipneico, afebril, hidratado, corado, acianótico. Sobrepeso à inspeção visual.
- FC= 110 bpm; PA em ambos os membros superiores = 214x146 mmHg; FR = 28 ipm; temperatura = 36,6ºC.
- Cardiovascular: ictus no 6º espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular, impulsivo com 3 polpas digitais. Ritmo regular com 3 tempos (4ª bulha), sem sopros orgânicos. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos.
- Respiratório: tórax com expansibilidade simétrica e ampla, fazendo uso de musculatura acessória. Crepitações de médias bolhas até o terço médio de ambos os pulmões.
- Abdome: globoso, com aumento de panículo adiposo, normotenso e sem visceromegalias. RHA presentes e normais.
- Membros: edema +/4+ em ambos os MMII, frio, depressível, indolor.
- Neurológico: sem anormalidades.
- Fundoscopia: discreto papiledema.
Eletrocardiograma: ritmo sinusal, FC: 100 bpm, eixo médio do QRS verticalizado, sobrecarga ventricular esquerda, alterações secundárias da repolarização ventricular. RX de tórax: arcabouço ósseo e partes moles sem anormalidades. Área cardíaca sem anormalidades. Presença de infiltrado alveolar nos dois terços inferiores dos dois pulmões.
Caso Clínico – utilize para responder a questão
CDE, sexo masculino, natural de Batatais, SP. Torneiro mecânico, 46 anos.
Anamnese
- Queixa principal: dispneia há 3 horas.
- Paciente referiu que há cerca de 3 horas iniciou quadro de cefaleia holocraniana após discussão familiar. Concomitante a esse quadro, passou a observar maior dificuldade para “puxar o ar” ao respirar, sintoma que se acentuou progressivamente desde então. Como não houve melhora após tomar água com açúcar procurou a unidade.
- Refere nictúria há 3 anos.
- Antecedentes pessoais: referiu ser hipertenso há 15 anos, com uso irregular de captopril 25mg 8/8 horas e hidroclorotiazida 25mg/dia. Tabagista a 30 anos (20 cigarros/dia). Nega etilismo, diabetes e dislipidemia.
- Antecedentes familiares: vários familiares hipertensos. Pai faleceu aos 50 anos vítima de IAM. Exame físico
- REG, taquipneico, afebril, hidratado, corado, acianótico. Sobrepeso à inspeção visual.
- FC= 110 bpm; PA em ambos os membros superiores = 214x146 mmHg; FR = 28 ipm; temperatura = 36,6ºC.
- Cardiovascular: ictus no 6º espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular, impulsivo com 3 polpas digitais. Ritmo regular com 3 tempos (4ª bulha), sem sopros orgânicos. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos.
- Respiratório: tórax com expansibilidade simétrica e ampla, fazendo uso de musculatura acessória. Crepitações de médias bolhas até o terço médio de ambos os pulmões.
- Abdome: globoso, com aumento de panículo adiposo, normotenso e sem visceromegalias. RHA presentes e normais.
- Membros: edema +/4+ em ambos os MMII, frio, depressível, indolor.
- Neurológico: sem anormalidades.
- Fundoscopia: discreto papiledema.
Eletrocardiograma: ritmo sinusal, FC: 100 bpm, eixo médio do QRS verticalizado, sobrecarga ventricular esquerda, alterações secundárias da repolarização ventricular. RX de tórax: arcabouço ósseo e partes moles sem anormalidades. Área cardíaca sem anormalidades. Presença de infiltrado alveolar nos dois terços inferiores dos dois pulmões.
X - Estão contraindicados em casos de hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula, miocardiopatia hipertrófica, taquiarritmias, hipopotassemia e crise tirotóxica.
Y - Estão contraindicados em casos de hipersensibilidade aos componentes da fórmula, tuberculose ou doença fúngica pulmonar ativas sem tratamento específico concomitante ou sequela extensa de tuberculose pulmonar sem história de tratamento tuberculostático.
Sobre os itens acima, com relação ao tratamento da DPOC, é correto afirmar que: