Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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(_) Em CIVs pequenas, há desenvolvimento e crescimento normais; em grandes CIVs, há retardo de crescimento, insuficiência cardíaca (IC), podendo ainda haver cianose e intolerância ao exercício em casos de doença pulmonar vascular obstrutiva (DPVO).
(_) Em casos de CIV com DPVO, na radiografia torácica, há dilatação do tronco da artéria pulmonar e aumento das cavidades direitas.
(_) Em casos de CIV pequena, na radiografia torácica, há cardiomegalia e aumento biventricular e hiperfluxo pulmonar.
(1) Embolia arterial. (2) Trombose arterial.
( ) História aguda. ( ) História de claudicação prévia. ( ) Índice tornozelo-braço contralateral normal. ( ) Fibrilação arterial.
I. Doença renal crônica, história familiar e tabagismo são fatores de risco não modificáveis.
II. Estresse emocional, diabetes e dislipidemia são fatores de risco modificáveis.
III. Sexo masculino, apneia obstrutiva do sono e idade avançada são fatores de risco para HAS. IV. HAS é uma doença prevalente e relacionada com outros fatores de risco cardiovasculares.
Estão CORRETOS:
I. Também é conhecida por pseudotumor cerebral.
II. A maioria dos pacientes são mulheres jovens e obesas.
III. Pode ocorrer remissão espontânea.
Está(ão) CORRETO(S):
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 76 anos, é atendido na unidade de urgência com dor precordial de forte intensidade irradiada para o ombro esquerdo, associada a náuseas, vômitos e sudorese fria. No eletrocardiograma realizado na admissão, havia um supradesnivelamento do segmento ST de 2 mm nas derivações D1, aVL, V5 e V6.
De acordo com essas informações, a medida terapêutica indicada para o paciente é:
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 76 anos, é atendido na unidade de urgência com dor precordial de forte intensidade irradiada para o ombro esquerdo, associada a náuseas, vômitos e sudorese fria. No eletrocardiograma realizado na admissão, havia um supradesnivelamento do segmento ST de 2 mm nas derivações D1, aVL, V5 e V6.
De acordo com essas informações, a medida terapêutica indicada para o paciente é:
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 76 anos, é atendido na unidade de urgência com dor precordial de forte intensidade irradiada para o ombro esquerdo, associada a náuseas, vômitos e sudorese fria. No eletrocardiograma realizado na admissão, havia um supradesnivelamento do segmento ST de 2 mm nas derivações D1, aVL, V5 e V6.
De acordo com essas informações, a medida terapêutica indicada para o paciente é:
Leia o caso clínico a seguir.
N.M.E., do sexo feminino, de 33 anos, apresenta-se com desconforto torácico, PA 110x70, FC 110-130, SatO2 = 97% em ar ambiente e no ECG, realizado na unidade de saúde, identifica-se ritmo irregular, eixo cardíaco em 30º, presença de onda P, intervalo P-R regular, QRS estreito e presença de onda T.
De acordo com o caso, está indicado:
Leia o caso clínico a seguir.
M.V.A.P.C., de 21 anos, do sexo feminino, sem comorbidades conhecidas, uso irregular de clonazepam sem prescrição médica, relata queixa de dor torácica de forte intensidade 10/10, iniciada há três horas, irradiando para o pescoço e para o membro superior esquerdo. Relata ainda piora com esforço e que os sintomas se iniciaram após discussão com namorado. ECG mostrando supradesnivelamento do seguimento ST em derivações precordiais V2-V3 de até 1 mm. Curva de troponina e de ck-mb negativa após seis dosagens.
Nesse caso, qual a conduta?