Questões de Concurso
Sobre o padrão ofício em redação oficial
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Leia as afirmações abaixo.
I. A diferença entre o aviso e o ofício é que o primeiro é expedido exclusivamente por Ministros de Estado, para autoridades de mesma hierarquia, ao passo que o segundo é expedido para e pelas demais autoridades.
II. A diferença entre o aviso e o ofício é que este é expedido exclusivamente por Ministros de Estado, para autoridades de mesma hierarquia, ao passo que aquele é expedido para e pelas demais autoridades.
III. Aviso e ofício têm como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si.
IV. O aviso também permite o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública com particulares.
É correto o que se afirma em
“Viemos agora à sua presença requerer autorização para participarmos do Congresso Brasileiro de Técnicos Legislativos, a ser realizado em Brasília, de segunda à sexta-feira da próxima semana, onde estaremos representando esta Assembleia.”
Assinale a alternativa que apresenta uma informação errada
Assinale a alternativa que não contiver erros gramaticais.
I. O timbre identifica o setor da instituição que expede o documento.
II. O índice identifica o tipo do ofício e é seguido do número de controle do documento na instituição.
III. O local e a data devem estar alinhados à esquerda e posicionados abaixo do índice. Pode-se usar abreviaturas. Ex: SP, 24 de out. de 2010.
IV. O vocativo invoca o destinatário e é seguido de vírgula.
V. A comunicação é o conteúdo do ofício. O texto do ofício divide-se em introdução, desenvolvimento e conclusão nos casos em que ele não for de mero encaminhamento de documentos.
Considerando essas informações e as orientações do Manual de Redação da Presidência da República para a redação dos referidos documentos, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.
I – Tanto o memorando quanto o aviso deverão conter o tipo e o número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede, o local e a data, o assunto – resumo do teor do documento –, o destinatário, o texto, o fecho, a assinatura do autor da comunicação e a identifcação do signatário.
II – Imprescindivelmente, seja ou não o referido memorando de mero encaminhamento de documentos, o expediente deve conter a seguinte estrutura do padrão ofício: introdução; desenvolvimento, no qual o assunto é detalhado; e conclusão, em que é reafrmada ou simplesmente reapresentada a posição recomendada sobre o assunto.
III – No aviso, deve constar o vocativo – que invoca o destinatário –, bem como o nome do seu órgão ou setor, seu endereço postal, telefone e endereço de correio eletrônico.
A sequência correta é:
I – Para os reitores, podem ser usados dois vocativos: Senhor(a) Reitor(a) ou Magnífco(a) Reitor(a); por conseguinte, devem ser usados os pronomes Vossa Eminência ou Vossa Magnifcência, respectivamente.
II – Para os governadores dos estados, o pronome adequado será Vossa excelência e, para os secretários de cultura dos estados, Vossa Senhoria, sendo os vocativos correspondentes Senhor(a) Governador(a) e Senhor(a) Secretário(a).
III – Tendo em vista serem particulares e não autoridades, os membros dos conselhos estaduais de cultura recebem o tratamento de Vossa Senhoria ou de Ilustríssimo(a) Senhor(a).
IV – O fecho na correspondência para governadores dos estados deverá ser Respeitosamente, e, para as demais autoridades, Atenciosamente.
V – Ao se referir ao Ministro de estado da Cultura, o analista deverá usar o vocativo excelentíssimo Senhor Ministro.
A quantidade de itens certos é igual a

Considerando o exemplo de memorando hipotético acima apresentado, julgue o item que se segue, relativo à elaboração de documentos oficiais.
I. A concisão é antes uma qualidade do que uma característica do texto oficial. Conciso é o texto que consegue transmitir um mínimo de informações com um máximo de palavras. Para que se redija com essa qualidade, é fundamental que se tenha, além de conhecimento do assunto sobre o qual se escreve, o necessário tempo para revisar o texto depois de pronto.
II. A finalidade da língua é comunicar, quer pela fala, quer pela escrita. No caso da redação oficial, quem comunica é sempre o Serviço Público (este ou aquele Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão, Serviço, Seção); o que se comunica é sempre algum assunto relativo às atribuições do órgão que comunica; o destinatário dessa comunicação ou é o público, o conjunto dos cidadãos, ou outro órgão público, do Executivo ou dos outros Poderes da União.
III. As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida de que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada.
IV. A clareza não deve ser a qualidade básica de todo texto oficial. Pode-se definir como claro aquele texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. No entanto a clareza é algo que se atinje por si só: ela não depende estritamente das demais características da redação oficial.
V. As comunicações oficiais devem ser sempre formais, isto é, obedecem a certas regras de forma: além das já mencionadas exigências de impessoalidade e uso do padrão culto de linguagem, é imperativo, ainda, certa formalidade de tratamento. A formalidade diz respeito à polidez, à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação.
verifica-se que