Questões de Concurso
Sobre correio eletrônico em redação oficial
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( ) Aviso e ofício são modalidades de comunicação oficial praticamente idênticas. A única diferença entre eles é que o aviso é expedido exclusivamente por Ministros de Estado, para autoridades de mesma hierarquia, ao passo que o ofício é expedido para e pelas demais autoridades. Ambos têm como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e, no caso do ofício, também com particulares.
( ) Quanto a sua forma, aviso e ofício seguem o modelo do padrão ofício, com acréscimo do vocativo, que invoca o destinatário (exemplos: Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Senhora Ministra, Senhor Chefe de Gabinete).
( ) O cabeçalho e o rodapé do ofício não precisam conter as informações a seguir: nome do órgão ou setor; endereço postal; telefone e endereço de correio eletrônico.
( ) Quanto a sua forma, o memorando segue o modelo do padrão ofício, com a diferença de que o seu destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa, como atestam os exemplos: Ao Sr. Chefe do Departamento de Administração / Ao Sr. Subchefe para Assuntos Jurídicos.
( ) O correio eletrônico ("e-mail"), não tem uma forma rígida para sua estrutura, e, no que tange ao uso da língua, só não é permitido o uso de gírias. Por fim, nos termos da legislação em vigor, o correio eletrônico já tem valor documental e é aceito como documento original.
A opção que contém a sequência CORRETA de respostas, de cima para baixo, é
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o correio eletrônico (e-mail), por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de comunicação para transmissão de documentos. Sobre a utilização de e-mail, em correspondências oficiais, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O campo assunto do formulário do correio eletrônico deve ser preenchido de modo a facilitar a organização documental.
( ) Para os arquivos anexados à mensagem, deve ser utilizado o formato rich text.
( ) A mensagem que encaminha algum artigo deve conter o máximo de informações possíveis.
( ) Para efeitos de documento original e de valor documental, não há necessidade de certificação digital, desde que a informação transmitida seja entre órgãos públicos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
TEXTO 2

Leia atentamente as informações e aponte a alternativa que contém a resposta correta.
(01) De acordo com o Manual da Presidência da República, o aviso, o ofício e o memorando devem conter as mesmas partes, dentre as quais, o tipo e o número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede; local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita; o assunto; e o destinatário, onde se coloca o nome e o cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação. No caso do ofício, deve ser incluído também o endereço.
(02) A única diferença entre aviso e ofício é que o aviso é expedido exclusivamente por ministros de Estado, para autoridades de mesma hierarquia, ao passo que o ofício é expedido para e pelas demais autoridades. Ambos têm como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e, no caso do ofício, também com particulares.
(03) O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente no mesmo nível ou em nível diferente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna. Tem caráter unicamente administrativo, sem abertura para a exposição de projetos ou diretrizes a serem adotados por determinado setor do serviço público.
(04) O correio eletrônico ("e-mail"), por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de
comunicação para transmissão de documentos. Nos termos da legislação em vigor, a mensagem de correio
eletrônico ainda não apresenta valor documental, isto é, ainda não é aceito como documento original em
nenhuma circunstância.
[...]
Fui ao presídio feminino Nelson Hungria, convidado para dar uma pequena palestra sobre o livro e a liberdade. Uma biblioteca breve e bem escolhida foi a primeira surpresa, além das cores com que as alunas pintaram a escola da unidade. Depois, todos aqueles olhos, atravessados por uma fome de mudança, rostos variados, tantos, boa parte dos quais cheios de comoção. Olhos em que brilha a obstinada luz do “ainda-não”, que as faz seguir em frente, com a geografia particular de seus afetos. Chamam-se Marisa, Teresa, Maria. Mas que importam os nomes? Não quiseram saber de meu passado e eu tampouco me interessei pelo passado daquelas senhoras. Como disse Agostinho, o passado deixou de ser e o futuro não veio. Portanto, só há presente. E estávamos ali convocados pela duríssima beleza do agora.
Lembrei a todas que sonhamos de olhos abertos, sobretudo de olhos abertos, como disse Ernst Bloch, e que o presente só faz sentido através da construção que se faça da matéria viscosa dos sonhos, do tempo que virá por antecipação. Disse-lhes que eram noivas de um belo e atraente senhor, a quem deveriam fazer a corte e conquistar com arrebatada decisão: o futuro. E tentamos avançar nessa direção.
As perguntas nos aproximaram, quebrando um mundo aparentemente dividido, nas malhas processuais ou nas franjas do Código Penal. Somos a mesma porção de humanidade, regidos pela poética do encontro e da boa vontade. Eu indagava silencioso se a Justiça terá olhos suficientes para alcançar essas moças e senhoras, que ainda me emocionam de tal modo que até o momento não sei definir o que vivi. Mas será mesmo preciso definir o que quer que fosse nessa esfera?
Fui almoçar depois com a diretora e as agentes penitenciárias. As cozinheiras são “moradoras” que preparam os pratos com suas próprias mãos. A fome silenciosa de justiça, no silêncio e no trabalho. Penso nas minhas mãos e nas suas, leitor. Penso nas mãos dos juízes e nas de nossas mães. Porque sem compaixão não há justiça.
Marco Lucchesi, publicado em O Globo, 27/11/13 - fragmento adaptado
disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/fome-de-justica-
10891521#ixzz2oNk31UbC
I. Um dos atrativos de comunicação por correio eletrônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa definir forma rígida para sua estrutura. Entretanto, deve-se evitar o uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial.
II. Para os arquivos anexados à mensagem, deve ser utilizado, preferencialmente, o formato RichText. A mensagem que encaminha algum arquivo deve trazer informações mínimas sobre seu conteúdo.
III. Sempre que disponível, deve-se utilizar recurso de confirmação de leitura. Caso não seja disponível, deve constar da mensagem pedido de confirmação de recebimento.
IV. Nos termos da legislação em vigor, para que a mensagem de correio eletrônico tenha valor documental e para que possa ser aceita como documento original, é necessário existir certificação digital que ateste a identidade do remetente, na forma estabelecida em lei.
É correto o que se afirma em
1. Circular corresponde a uma corrente oficial feita por e-mails, solicitando o envio ou encaminhamento aos colegas.
2. Uma correspondência utilizada pela indústria ou comércio remete ao conceito de carta comercial.
3. A palavra respeitosamente é um exemplo de fecho oficial.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Para que um e-mail tenha valor documental é, porém, necessário que
(BRASIL. Presidência da República. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm. Acesso em: 28 ago. 2014).
Com relação à Redação Oficial, marque V para o que for verdadeiro e F para o que for falso.
( ) Com o propósito de encerrar o texto e de saudar o destinatário, as comunicações oficiais são finalizadas considerando a intimidade que o remetente possui com o destinatário.
( ) Em documentos oficiais, apesar de os pronomes de tratamento referirem-se à segunda pessoa do singular (à pessoa com quem se comunica), levam a concordância do verbo para a terceira pessoa do singular.
( ) Por ser considerado bastante eficiente e de baixo custo, o correio eletrônico tornou-se uma ferramenta importante de comunicação para o envio e o recebimento de documentos oficiais.
( ) Na Redação Oficial, quem comunica é o Serviço Público (Secretaria, Departamento, Seção, por exemplo) e, por conta disso, a impessoalidade deve ser dada aos assuntos, não havendo lugar para impressões pessoais.
( ) A Redação Oficial caracteriza-se pelo uso da norma padrão da língua, clareza, concisão da linguagem, uniformidade, coesão, coerência, intertextualidade, aceitabilidade, intencionalidade e informatividade.
Assinale a opção que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Uma mensagem de correio eletrônico só tem valor documental se houver confirmação de recebimento ou de leitura da mensagem pelo destinatário e se existir certificação digital que ateste a identidade do remetente, na forma estabelecida em lei.
O correio eletrônico é uma forma de comunicação caracterizada pela flexibilidade, ou seja, é um texto ao qual não está associada uma estrutura formal rígida. Essa flexibilidade, no entanto, não se estende à linguagem, que deve ser compatível com a comunicação oficial.
Considera-se Redação Oficial a maneira como o Poder Público elabora seus atos. Apresenta, como único emissor, o Serviço Público, representado por diferentes setores, e, como receptor, o próprio Serviço Público (quando as informações são dirigidas de um órgão a outro) ou o conjunto de cidadãos ou instituições (o público).
Como decorrência do contexto da Administração Pública, a Redação Oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade, formalidade e uniformidade, clareza, precisão e concisão, critérios que garantem a compre- ensão da mensagem por todo cidadão [...]
Obtida com o emprego da norma culta, sistematizada pela gramática da língua padrão, e com o respeito à hierarquia, identificada nas formas de tratamento e nos fechos de comunicação, a formalidade abrange a noção de elegância e civilidade em que se deve pautar a Redação Oficial, referência de conduta para o cidadão, por constituir forma de representação da Língua Portuguesa em todo o território nacional.
Manual de Redação Oficial da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. 2008. Página 12.
I. Um dos atrativos de comunicação por correio eletrônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa definir forma rígida para sua estrutura. Entretanto, deve-se evitar o uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial.
II. O campo assunto do formulário de correio eletrônico mensagem deve ser preenchido de modo a facilitar a organização documental tanto do destinatário quanto do remetente.
III. Sempre que disponível, deve-se utilizar recurso de confirmação de leitura. Caso não seja disponível, deve constar da mensagem pedido de confirmação de recebimento.
É correto o que se afirma em
Cordialmente,
Maria Silva Supervisora da Sessão de Compras e Materiais
Considerando esse texto e as normas do Manual de Redação da Presidência da República, julgue os itens subsequentes.
Caso o texto de Maria Silva fosse enviado por meio de correio eletrônico, estaria correto constar da mensagem um pedido de confirmação de recebimento.