Questões de Concurso Sobre vocativo e termos acessórios da oração: adjunto adnominal, diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal, adjunto adverbial e aposto em português

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Q4137598 Português
No fragmento textual: "Nas minhas aventuras, poraquê, pirara, piranha peixe-boi, boto igara, e lavavam a minha paixão corrompida, as mulheres do igarapé."
(Fragmento retirado da canção Igarapé das Mulheres - Osmar Júnior). Disponível em: https://Frases Osmar Júnior: acesse e confira-Querido Jeito

Em "...as mulheres do igarapé," a expressão do igarapé revela:
Alternativas
Q4137597 Português

Considere o texto 1 para responder a questão.




https://www.bing.com/images/search?.charges 

As vírgulas empregadas nos balões de fala dos personagens foram utilizadas com a função de:
Alternativas
Q4137163 Português
No fragmento textual: "Nas minhas aventuras, poraquê, pirara, piranha peixe-boi, boto igara, e lavavam a minha paixão corrompida, as mulheres do igarapé."

(Fragmento retirado da canção Igarapé das Mulheres - Osmar Júnior). Disponível em: https://Frases Osmar Júnior: acesse e confira-Querido Jeito

Em "...as mulheres do igarapé," a expressão do igarapé revela:
Alternativas
Q4137162 Português
Considere o texto 1 para responder a questão.


Texto 1

Q1_2.png (305×157)

https://www.bing.com/images/search?.charges 
As vírgulas empregadas nos balões de fala dos personagens foram utilizadas com a função de:
Alternativas
Q4124191 Português
Analise o excerto a seguir, para responder à questão.

As estruturas que formam os cometas estão divididas em três partes: cabeleira, cauda e núcleo. A formação dessas estruturas está diretamente ligada com o aquecimento do gelo e dos demais materiais que constituem o corpo celeste. Isso acontece, justamente, quando os cometas se encontram no ponto elíptico de sua órbita que é mais próximo do Sol: o periélio.
De acordo com o parágrafo dado e assinale a alternativa que apresenta um adjunto adverbial de modo.
Alternativas
Q4116576 Português
Quem sabe Deus está ouvindo


        Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcando-a um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.

        Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:

        – Você vai criar um cajueiro aí?

        Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena. – Mas é melhor arrancar logo, não é?

        Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso – mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isso a empregada não sabe; ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão – disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.

        Hoje pela manhã ela começou a me dizer qualquer coisa – “seu Rubem, o cajueirinho...” – mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha.

        Veio me mostrar:

        – Eu comprei um vaso...

        – Ahn...

        Depois de um silêncio, eu disse:

        – Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...

        Ela olhou a plantinha e disse com convicção:

        – Esse aqui não vai morrer, não senhor.

      Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá--lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso, e ficara aliviada com a minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer:

        – Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro.

        Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo com certa gravidade:

        – É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...  

       Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.


(BRAGA, Rubem. 1993-1990. 200 crônicas escolhidas – 31ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)

Quem sabe Deus está ouvindo



    Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcando-a um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.



    Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela: – Você vai criar um cajueiro aí?



    Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.



    – Mas é melhor arrancar logo, não é?



    Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso – mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isso a empregada não sabe; ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão – disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.



    Hoje pela manhã ela começou a me dizer qualquer coisa – “seu Rubem, o cajueirinho...” – mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha.  



    Veio me mostrar:



    – Eu comprei um vaso...



    – Ahn...



    Depois de um silêncio, eu disse:



    – Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...



    Ela olhou a plantinha e disse com convicção:



    – Esse aqui não vai morrer, não senhor



    Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso, e ficara aliviada com a minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer: 



    – Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro.



    Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo com certa gravidade:



    – É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo... 



    Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.



(BRAGA, Rubem. 1993-1990. 200 crônicas escolhidas – 31ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)


Em “Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo.” (15º§), o termo evidenciado expressa circunstância de:
Alternativas
Q4116471 Português

Quem sabe Deus está ouvindo


     Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcando-a um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.


    Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:


     – Você vai criar um cajueiro aí?


    Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.


    – Mas é melhor arrancar logo, não é?


    Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso – mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isso a empregada não sabe; ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão – disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.


    Hoje pela manhã ela começou a me dizer qualquer coisa – “seu Rubem, o cajueirinho...” – mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha.  


        Veio me mostrar:


    – Eu comprei um vaso...


    – Ahn...


       Depois de um silêncio, eu disse:


    – Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...


        Ela olhou a plantinha e disse com convicção:


    – Esse aqui não vai morrer, não senhor


    Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso, e ficara aliviada com a minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer: 


    – Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro.


    Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo com certa gravidade:


    – É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo... 


    Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.


(BRAGA, Rubem. 1993-1990. 200 crônicas escolhidas – 31ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)

Em “Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo.” (15º§), o termo evidenciado expressa circunstância de: 
Alternativas
Q4116470 Português

Quem sabe Deus está ouvindo


     Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcando-a um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.


    Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:


     – Você vai criar um cajueiro aí?


    Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.


    – Mas é melhor arrancar logo, não é?


    Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso – mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isso a empregada não sabe; ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão – disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.


    Hoje pela manhã ela começou a me dizer qualquer coisa – “seu Rubem, o cajueirinho...” – mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha.  


        Veio me mostrar:


    – Eu comprei um vaso...


    – Ahn...


       Depois de um silêncio, eu disse:


    – Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...


        Ela olhou a plantinha e disse com convicção:


    – Esse aqui não vai morrer, não senhor


    Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso, e ficara aliviada com a minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer: 


    – Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro.


    Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo com certa gravidade:


    – É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo... 


    Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.


(BRAGA, Rubem. 1993-1990. 200 crônicas escolhidas – 31ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)

Considerando que o adjetivo é a palavra variável que designa uma especificação ao substantivo, caracterizando-o, assinale a afirmativa que NÃO denota tal classe gramatical. 
Alternativas
Q4115611 Português
Analise o excerto a seguir, para responder à questão.

     As estruturas que formam os cometas estão divididas em três partes: cabeleira, cauda e núcleo. A formação dessas estruturas está diretamente ligada com o aquecimento do gelo e dos demais materiais que constituem o corpo celeste. Isso acontece, justamente, quando os cometas se encontram no ponto elíptico de sua órbita que é mais próximo do Sol: o periélio.
De acordo com o parágrafo dado e assinale a alternativa que apresenta um adjunto adverbial de modo.
Alternativas
Q4115584 Português

AS AULAS “CHATAS” DE FÁBIO



Celso Antunes*


O CASO:

Fábio, professor de Língua Portuguesa, parece reunir todas as condições que se consideram essenciais a um bom educador. Excelente formação acadêmica, ávido leitor, pesquisador interessado e extremamente capaz de se solidarizar com os colegas é reconhecido por todos, inclusive pela maior parte de seus alunos, como uma “pessoa extremamente simpática”, com grande potencial para fazer amizades. Mas, Fábio reconhece que suas aulas são “chatas” e como ouve seus alunos, e consegue mostrar-se sincero e incapaz de valer-se de uma informação para fazer perseguições, sabe que sua opinião sobre a qualidade da aula é por eles referendada. Lê bastante e não apenas temas específicos aos conteúdos que explora, conhece bem os caminhos da motivação humana, mas não descobre estratégia para tornar aulas mais interessantes e, dessa forma, acolher em seus alunos uma recepção com mais entusiasmo para o que busca ensinar. O que fazer?

A ANÁLISE DO CASO:
É possível que o problema enfrentado pelo Fábio não esteja em sua pessoa, mas no desconhecimento sobre situações de aprendizagem significativas. Busca sempre tornar sua aula “interessante”, mas a única estratégia de ensino que aprendeu foi a “aula expositiva” e, por essa razão, passa aos alunos a monotonia de uma estratégia que a maior parte de seus colegas repete, provocando o desinteresse, o tédio e a evasão pela indisciplina.


*Escritor, professor e especialista em inteligência e cognição. Nasceu em
São Paulo, em 1937.
Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/as-aulas-chatas-de-fabio/. Adaptado.
No trecho “Fábio, professor de Língua Portuguesa, parece reunir todas as condições que se consideram essenciais a um bom educador”, as vírgulas foram utilizadas para separar
Alternativas
Q4115117 Português
Excerto para a questão:


"Hoje em dia vive-se uma explosão de cursos on-line, e a autoajuda é um dos terrenos mais prolíficos.".
Os termos "uma" e "de cursos" classificam-se como:
Alternativas
Q4109339 Português
Considere o texto abaixo para a questão.

DIPLOMAS QUE FAZEM FALTA

Luigi Mazza, Marcos Amorozo e Renata Buono | 07fev2022_09h25

    [...] O curso de pedagogia é o que mais forma profissionais no Brasil. Em 2019, ano do último Censo da Educação Superior, 1,2 milhão de pessoas se formaram em cursos de graduação no país. Desse montante, 124,4 mil eram de formandos de pedagogia. Em segundo lugar, aparece o curso de direito, que formou 121,2 mil bacharéis naquele ano.
    Apesar de quase homônimas, as áreas de física e educação física têm grande diferença no conteúdo estudado e no número de profissionais formados. Para cada pessoa que se forma em física no Brasil, doze se formam como professores de educação física. [...]
    A baixa formação de profissionais da área de exatas impacta o ensino básico no Brasil. Sem professores formados em disciplinas como física e química, é comum que escolas recorram a professores de matemática para ensinar essas disciplinas. Em 2020, um terço das turmas do ensino médio tiveram aulas de química com professores não especializados.
    O curso de matemática não está a salvo dos altos índices de evasão que atingem a área de exatas. Cerca de 65% dos ingressantes desistem do curso antes da formatura. Em 2019, por exemplo, apenas 365 brasileiros se formaram no curso, o equivalente a um décimo do número de formados em teologia.
    Administração é a graduação mais comum nas instituições de ensino superior no Brasil. Mais de 1,6 mil instituições oferecem o curso. Biologia, por outro lado, não é tão popular assim. Apenas 243 instituições no Brasil formam biólogos.
    Donos da agência espacial mais famosa do mundo – a Nasa –, os Estados Unidos investem muito dinheiro em tecnologia e formação de cientistas. Em 2020, as faculdades americanas formaram 820 astrônomos. No Brasil, o cenário é outro. Num período de dez anos, entre 2010 e 2019, apenas 103 brasileiros se formaram em Astronomia.

Fontes: Censo da Educação Superior 2019; IBGE; Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021; American Institute of Physics

Fragmento de texto disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/diplomas-que-fazem-falta/
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4109254 Português
A seguir, são apresentados títulos de notícias publicadas na página do Facebook de um jornal da região Oeste do Paraná. Considere-os para responder à questão.


(1) Após colisão na marginal da BR-277, condutores embriagados são levados para a delegacia

(2) Previsão do Tempo: Sol predomina, mas o dia deverá ser gelado; mínima de 9ºC, máxima de 22ºC

(3) Por telefone, policial passa orientações e bebê engasgado é salvo em Toledo

(4) Indivíduo com mandado de prisão por roubo em aberto é detido pela Guarda Municipal

(5) Crise aperta e brasileiros perdem conquistas do Real

(6) “Hoje é a quarta vez que tentam invadir minha casa esse ano” relata morador indignado

(7) Gato apareceu em uma residência no Bairro Brasília próximo a UPA 2

(8) “Seja grato à Jesus que nos presenteou com o perdão dos pecados”, diz Dom Adelar em Benção Pascal

(9) Cachorrinho é encontrado no Bairro Floresta

(10) Cachorrinha fugiu no Bairro Interlagos e dono pede ajuda para encontra-la

(11) Casal perde o controle da bicicleta e fica ferido em acidente 
Assinale a alternativa integralmente correta.
Alternativas
Q4108397 Português

Leia a tirinha abaixo para responder a questão

Imagem associada para resolução da questão


No primeiro quadrinho, a palavra Mãe exerce a função sintática de:
Alternativas
Q4108352 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O SELVAGEM

Saía para a balada todas as noites. Pai e mãe descabelados. Dormia até tarde. Apareceu com uma tatuagem no braço. Um desenho que não parecia fazer sentido.
— O que é, meu filho? gemeu a mãe.
— Tribal.
Logo a mãe descobriu que há “escolas ” de tatuagem tribais, étnicas, new age...
O pai quase teve um infarto. Piorou quando soube que a turminha do prédio estava se reunindo em um apartamento vazio, com três velhos colchões jogados. O porteiro dedou:
— Ficam lá, a noite toda, ouvindo música. Isso é consequência de uma sociedade que não apela para a moral do jovem.
Foram expulsos. A tia comentou:
— Se ao menos ele tivesse uma boa namorada!
Apareceu com um a candidata. Tinha piercing nas sobrancelhas. A mãe tentou se conformar.
— Até que é bonitinho!
Ela abriu a boca para agradecer. Também tinha piercing na língua!
De noite, a mãe quis aconselhar:
— Meu filho, e se sua língua ficar presa?
O rapaz olhou- a como se fosse marciana.
—Tá me tirando, mãe? Outra surpresa:
— Ah, meu filho, a traça roeu sua camiseta, está cheia de furinhos.
— Comprei assim. É lançamento. Viu a etiqueta da grife italiana. Adquirida em dez prestações no cartão!
— Você pagou tanto por uma camiseta furada!
De noite, na solidão do quarto, o pai se contorcia.
— O que vai ser desse rapaz? Prestou vestibular. Para surpresa de todos, passou. Faculdade em uma cidade próxima. Dali a alguns meses, anunciou:
— Arrumei trabalho! Alívio.
— Qual o salário?
— É voluntário. Em uma ONG para proteger os meninos de rua!
O casal fugiu para o cinema. Durante a pizza, o pai vociferava:
— Pode se dar ao luxo de ser voluntário porque tem quem o sustente! No meu tempo eu só pensava em comprar um carro novo!
A mãe refletiu. Anos a fio, trocando de carro. De casa. Seria tão bom não ter esse tipo de preocupação!
O marido insistiu. Era o caso de chamar um terapeuta. Marcaram consulta.
— Para quê? Não preciso de terapia!
—Você precisa conversar, tem de tomar rumo na vida! — explicou o pai.
A custo, foi convencido. Não sem alguma chantagem financeira.
O psicólogo o recebeu em uma sala aconchegante, com poltronas.
— Por que veio aqui? 
— Meu pai mandou. Eu mesmo não tinha a menor vontade.
Péssimo começo.
— Não costumo receber ninguém porque o pai mandou. Estudei com a sua mãe. Estou aqui como amigo. Não considere que é uma consulta.
— Meus pais não me entendem.
— Quem sabe você possa me dizer por quê.
— Eu quero qualidade de vida, sabe? Não passar o tempo todo me matando par a ter coisas. Quem sabe mais tarde vou morar numa praia. . . e trabalhar com alguma coisa de que eu goste. Sei lá, entrei numa ONG.. .
— O terapeuta observou as tatuagens (agora já eram cinco), o brinco ousado, a camiseta torta. Cabelos espetados. Atrás da aparência selvagem, reconhece seu passado. Em sua época, a juventude também fora assim. Com projetos de vida. Teve uma sensação de alegria, porque afinal. ..a juventude continuava sendo. .. a juventude.
— O que você mais quer? — perguntou.
— Dividir a vida com alguém. O mundo anda complicado, tanta doença.... Eu queria ter uma relação fixa. Eu só dela, ela só minha! Sorriu:
— Quem sabe ter um filho, mais tarde. Despediu-se do terapeuta com um abraço. O profissional ligou.
— Qual o problema do meu filho? — quis saber o pai.
— O problema é nosso, que esquecemos como fomos. E, parafraseando a música, nos tornamos como nossos pais.
— Ahn?
Quando o pai desligou, sorria. Tudo era muito diferente, mas, no fundo, igual! Quem disse que os jovens não têm mais sonhos?

Walcyr CARRASCO. Histórias para sala de aula: crônicas do cotidiano. SP: Moderna,2010. p.107 - 110.
No período “Ah, meu filho, a traça roeu sua camiseta, está cheia de furinhos” o termo destacado classifica-se sintaticamente como: 
Alternativas
Q4107757 Português
Aula inaugural de uma pequena escola do interior. Os alunos, endomingados, como requeria a ocasião. O professor, grave, de preto, voz cava. Pelo que bem se vê que a aula era de Português. E eis que no final, tão ansiado pela gente miúda como pela gente grande, ele tossiu, mudou de tom e disse:
- Atenção, meninos! Para gravarem melhor a matéria exposta, copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro.
Perpassa pela classe um frio de pânico.
Esquema?! Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?
Mas o professor, que, além de autodidata, era também humano, farejou a angústia daquelas alminhas e esclareceu então, com um esgar bondoso:
- É uma sinopse, meus filhos, apenas uma sinopse...
(QUINTANA, Mário. Poeta e escritor gaúcho, consagrado nacionalmente)

Sobre os componentes linguísticos textuais, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4107755 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).
(__)Na série: "Vê"; "também"; "miúda"; "pânico", temos dois termos oxítonos, um termo paroxítono; um termo proparoxítono.
(__)O verbo da frase: "Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?" - está conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.
(__)No período: "copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro" - temos um verbo no imperativo seguido de objeto direto; um pronome relativo; uma locução verbal, seguida de adjunto adverbial de lugar.
(__)Os adjetivos das expressões: "gente miúda" e "gente grande" se opõem pelo sentido.
(__)Nas expressões: "farejou a angústia daquelas alminhas" e "com um esgar bondoso" temos ideias que subestimam a autonomia do próprio professor.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4107735 Português
Aula inaugural de uma pequena escola do interior. Os alunos, endomingados, como requeria a ocasião. O professor, grave, de preto, voz cava. Pelo que bem se vê que a aula era de Português. E eis que no final, tão ansiado pela gente miúda como pela gente grande, ele tossiu, mudou de tom e disse:
- Atenção, meninos! Para gravarem melhor a matéria exposta, copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro.
Perpassa pela classe um frio de pânico.
Esquema?! Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?
Mas o professor, que, além de autodidata, era também humano, farejou a angústia daquelas alminhas e esclareceu então, com um esgar bondoso: - É uma sinopse, meus filhos, apenas uma sinopse...
(QUINTANA, Mário. Poeta e escritor gaúcho, consagrado nacionalmente)


Sobre os componentes linguísticos textuais, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4107551 Português
Aula inaugural de uma pequena escola do interior. Os alunos, endomingados, como requeria a ocasião. O professor, grave, de preto, voz cava. Pelo que bem se vê que a aula era de Português. E eis que no final, tão ansiado pela gente miúda como pela gente grande, ele tossiu, mudou de tom e disse:
- Atenção, meninos! Para gravarem melhor a matéria exposta, copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro.
Perpassa pela classe um frio de pânico.
Esquema?! Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?
Mas o professor, que, além de autodidata, era também humano, farejou a angústia daquelas alminhas e esclareceu então, com um esgar bondoso:
- É uma sinopse, meus filhos, apenas uma sinopse...
(QUINTANA, Mário. Poeta e escritor gaúcho, consagrado nacionalmente)

Sobre os componentes linguísticos textuais, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4107412 Português
Aula inaugural de uma pequena escola do interior. Os alunos, endomingados, como requeria a ocasião. O professor, grave, de preto, voz cava. Pelo que bem se vê que a aula era de Português. E eis que no final, tão ansiado pela gente miúda como pela gente grande, ele tossiu, mudou de tom e disse:
- Atenção, meninos! Para gravarem melhor a matéria exposta, copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro.
Perpassa pela classe um frio de pânico.
Esquema?! Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?
Mas o professor, que, além de autodidata, era também humano, farejou a angústia daquelas alminhas e esclareceu então, com um esgar bondoso:
- É uma sinopse, meus filhos, apenas uma sinopse...
(QUINTANA, Mário. Poeta e escritor gaúcho, consagrado nacionalmente)

Sobre os componentes linguísticos textuais, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Respostas
1061: D
1062: D
1063: D
1064: D
1065: A
1066: C
1067: C
1068: D
1069: A
1070: A
1071: B
1072: C
1073: B
1074: D
1075: C
1076: D
1077: B
1078: D
1079: C
1080: C