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Questões de Concurso Sobre vocativo e termos acessórios da oração: adjunto adnominal, diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal, adjunto adverbial e aposto em português

Foram encontradas 2.468 questões

Q4174130 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Educação antirracista na Educação Infantil


Por Victor Santos


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Assinale a alternativa que indica o número do termo cuja função sintática NÃO é de adjunto adverbial. O número corresponde ao termo sublinhado imediatamente anterior a ele.
Após mais de 20 anos de experiência na Educação Infantil (1), Vera Lúcia Luiz, professora do CEI Margarida Maria Alves (2), em Campinas (SP) (3), relata que, em alguns momentos (4), surge certo estranhamento quando ela comenta seriamente (5) sobre a questão racial na perspectiva dos bebês e crianças”.
Alternativas
Q4168289 Português
Projetos estimulam a produção de mandioca por mulheres da agricultura familiar em Barcarena, no Pará.


Com apoio das iniciativas, as agricultoras já produziram quase meia tonelada de derivados da mandioca, como a farinha.




(Fonte: Por g1 PA / TV Liberal — Belém, 26/03/2022, 15h36. Atualizado há 3 semanas)
Na frase “Duas iniciativas têm estimulado a produção de mandioca e derivados em Barcarena, no Pará.” (linhas 1 e 2), a expressão “em Barcarena” indica 
Alternativas
Q4159183 Português

Leia atentamente a canção Partido Clementina de Jesus, interpretada por Clara Nunes, para responder a questão


Partido Clementina de Jesus


Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...


Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar


Energia nuclear
O homem subiu a Lua
É o que se ouve falar
Mas a fome continua


É o progresso, tia Clementina
Trouxe tanta

Um litro de gasolina

Por cem gramas de feijão


Não, não vadeia, Clementina

Foi, fui feita pra vadiar

Não, não vadeia, Clementina

Fui feita pra vadiar, eu vou...


Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...

Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar


Cadê o cantar dos passarinhos

Ar puro não encontro mais, não

É o preço do progresso

Paga com a poluição

O homem é civilizado

A sociedade é que faz sua imagem

Mas tem muito diplomado

Que é pior do que selvagem


Não vadeia, Clementina

Foi, fui feita pra vadiar

Não, não vadeia, Clementina

Fui feita pra vadiar, eu vou...


Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...

Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar


Não vadeia, Clementina

Fui feita pra vadiar

Não, não vadeia, Clementina

Fui feita pra vadiar, eu vou...


Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar (eu vou também)

Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar


eu também vou

Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar

Leia atentamente as afirmações a seguir:


I – Segundo a canção, a imagem das pessoas instruídas e civilizadas é construída pela sociedade.
II – Pode-se afirmar que existe um diálogo na canção, em razão do aposto “Clementina”, presente no verso “Não vadeia, Clementina” e da resposta “Fui feita pra vadiar”.
III – Trocando o numeral “cem” pelo numeral “cento e dois”, na estrofe “Por cem gramas de feijão”, a concordância nominal ficaria: “Por cento e duas gramas de feijão”.


É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):

Alternativas
Q4158737 Português
O vocativo é uma invocação ao destinatário. O vocativo a ser empregado em comunicação dirigida ao Presidente do Congresso Nacional é:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFCA Órgão: UFCA Prova: UFCA - 2022 - UFCA - Produtor Cultural |
Q4142322 Português
Assinale a alternativa que corresponde ao período de pontuação correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFCA Órgão: UFCA Prova: UFCA - 2022 - UFCA - Produtor Cultural |
Q4142319 Português
É incorreto afirmar que:
Alternativas
Q4141192 Português
Analise as assertivas abaixo a respeito da oração “Caio cultivava as suas trevas em bom ambiente” (l. 22):   
I. O sujeito da oração é simples, pois apresenta apenas um núcleo. II. O predicado é nominal. III. O verbo “cultivava” é um verbo transitivo direto (VTD). IV. A expressão “em bom ambiente” é um adjunto adverbial.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4140375 Português
Leia este trecho de crônica para responder a questão.

Sonhar cansa, como qualquer outra coisa; e, com a velhice, nós, os pobres, já que não podemos economizar dinheiro, passamos a economizar ambições. (Rubem Braga)
Analise: “(..) e, com a velhice, nós, os pobres, (...)” e assinale a alternativa que apresenta o papel da vírgula no termo destacado.
Alternativas
Q4138940 Português

Instrução: Esta questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.



Educador Nota 10


Por Paula Salas


                       


(Disponível em: Revista Nova Escola – 07/06/2022 –

https://novaescola.org.br/conteudo/21261/educador-nota-10-quando-o-entorno-dos-alunos-entra-em-

cena – texto adaptado especialmente para esta prova)  

Assinale a alternativa na qual NÃO haja o emprego de uma locução adjetiva.
Alternativas
Q4137899 Português
Assinale a alternativa em que a frase está pontuada corretamente.
Alternativas
Q4137597 Português

Considere o texto 1 para responder a questão.




https://www.bing.com/images/search?.charges 

As vírgulas empregadas nos balões de fala dos personagens foram utilizadas com a função de:
Alternativas
Q4124191 Português
Analise o excerto a seguir, para responder à questão.

As estruturas que formam os cometas estão divididas em três partes: cabeleira, cauda e núcleo. A formação dessas estruturas está diretamente ligada com o aquecimento do gelo e dos demais materiais que constituem o corpo celeste. Isso acontece, justamente, quando os cometas se encontram no ponto elíptico de sua órbita que é mais próximo do Sol: o periélio.
De acordo com o parágrafo dado e assinale a alternativa que apresenta um adjunto adverbial de modo.
Alternativas
Q4115584 Português

AS AULAS “CHATAS” DE FÁBIO



Celso Antunes*


O CASO:

Fábio, professor de Língua Portuguesa, parece reunir todas as condições que se consideram essenciais a um bom educador. Excelente formação acadêmica, ávido leitor, pesquisador interessado e extremamente capaz de se solidarizar com os colegas é reconhecido por todos, inclusive pela maior parte de seus alunos, como uma “pessoa extremamente simpática”, com grande potencial para fazer amizades. Mas, Fábio reconhece que suas aulas são “chatas” e como ouve seus alunos, e consegue mostrar-se sincero e incapaz de valer-se de uma informação para fazer perseguições, sabe que sua opinião sobre a qualidade da aula é por eles referendada. Lê bastante e não apenas temas específicos aos conteúdos que explora, conhece bem os caminhos da motivação humana, mas não descobre estratégia para tornar aulas mais interessantes e, dessa forma, acolher em seus alunos uma recepção com mais entusiasmo para o que busca ensinar. O que fazer?

A ANÁLISE DO CASO:
É possível que o problema enfrentado pelo Fábio não esteja em sua pessoa, mas no desconhecimento sobre situações de aprendizagem significativas. Busca sempre tornar sua aula “interessante”, mas a única estratégia de ensino que aprendeu foi a “aula expositiva” e, por essa razão, passa aos alunos a monotonia de uma estratégia que a maior parte de seus colegas repete, provocando o desinteresse, o tédio e a evasão pela indisciplina.


*Escritor, professor e especialista em inteligência e cognição. Nasceu em
São Paulo, em 1937.
Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/as-aulas-chatas-de-fabio/. Adaptado.
No trecho “Fábio, professor de Língua Portuguesa, parece reunir todas as condições que se consideram essenciais a um bom educador”, as vírgulas foram utilizadas para separar
Alternativas
Q4115293 Português
A solidão amiga


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro “A chama de uma vela”, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis”. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a sua solidão?” Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

(ALVES, Rubem. Correio Popular. Em: 30/06/2002. Adaptado.)
Considerando que a semântica é a ciência que se dedica ao estudo do significado e a interpretação dos significados das palavras, frases, ou expressões dentro de um específico contexto, relacione adequadamente os termos destacados com as ideias por eles referidas.

1. Finalidade.
2. Lugar.
3. Companhia.

( ) “A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa.” (1º§)
( ) “Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera.” (1º§)
( ) “O remédio era sair, encontrar-se com a turma [...]” (2º§)

A sequência está correta em
Alternativas
Q4114719 Português
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão:


Abaixo o Etarismo.


    Há pouco dias, um quadro do "Porta dos Fundos" causou polêmica pela abordagem infeliz. Fábio Porchat mais duas colegas simulam uma reunião on-line mas a mãe dele - de quem só ouvimos a voz - atrapalha-os o tempo todo, ao que ele aconselha: "Vá mexer no celular, mamãe! Psiu! Agora estou trabalhando". Suas colegas então perguntam como ele pode deixar sua mãe sozinha ao celular com tantas fake news, golpes, dark web etc. Ele diz que ela tem 57 anos e, desconsiderando sua capacidade de discernimento, trata-a de modo infantilizado como uma idosa ignorante no mundo tecnológico.

    Fazendo um contraponto, depois de assistir ao episódio, a escritora Cris Guerra explica a Porchat, com muita elegância que, se ele tenta combater todo tipo de preconceito, que fique atento ao "etarismo" - preconceito contra idosos. E mostra sem nenhum tipo de arrogância, o quanto ele está por fora nessa questão. Eu não conhecia a Cris Guerra, mas em apenas um vídeo, ela ganhou uma fã.

    Creio que ele realmente não conhece uma mulher de 57 anos. A maioria está nas redes sociais e domina razoavelmente bem a tecnologia. Hoje as mulheres dessa idade - ou mais! -não se contentam apenas com o papel de avó. Tenho amiga dessa idade, lançando cursos de inglês com material preparado por ela. Várias entrando no mundo das bikes, pedalando 40, 50, 60 km nos finais de semana. Há também as atletas com ótimo preparo físico, que competem frequentemente e ganham medalhas em triátion. Muitas venceram doenças importantes e hoje deram um novo significado em sua vida.

    Depois de aposentadas, descobriram um talento e agora costuram, fazem artesanato, são motoristas de aplicativos e, assim, arrumam outra fonte de renda e de realização. Quantas estão em instituições filantrópicas ajudando a construir um lugar melhor para o próximo; algumas cantam nos hospitais para alegrarem a vida dos pacientes, outras visitam doentes e preparam lanche para os que viajam em busca de tratamento médico. Elas fazem compra pela internet, fazem live, ensinam, orientam.

    Ah, o Porchat não conhece as mulheres "idosas" de hoje. Deveria prestar mais atenção ao que estão fazendo e aprender com elas. Se tiver a sorte de chegar aos 57 anos, descobrirá que "envelhecer é para os fortes". Abaixo o etarismo!

(Almeida, Eliana Jacó. 28 de fevereiro de 2021)
Identifique a alternativa que apresenta a mesma função sintática do termo "Cris Guerra" em: "(...) a escritora Cris Guerra explica a Porchat, (...)":
Alternativas
Q4108397 Português

Leia a tirinha abaixo para responder a questão

Imagem associada para resolução da questão


No primeiro quadrinho, a palavra Mãe exerce a função sintática de:
Alternativas
Q4108352 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O SELVAGEM

Saía para a balada todas as noites. Pai e mãe descabelados. Dormia até tarde. Apareceu com uma tatuagem no braço. Um desenho que não parecia fazer sentido.
— O que é, meu filho? gemeu a mãe.
— Tribal.
Logo a mãe descobriu que há “escolas ” de tatuagem tribais, étnicas, new age...
O pai quase teve um infarto. Piorou quando soube que a turminha do prédio estava se reunindo em um apartamento vazio, com três velhos colchões jogados. O porteiro dedou:
— Ficam lá, a noite toda, ouvindo música. Isso é consequência de uma sociedade que não apela para a moral do jovem.
Foram expulsos. A tia comentou:
— Se ao menos ele tivesse uma boa namorada!
Apareceu com um a candidata. Tinha piercing nas sobrancelhas. A mãe tentou se conformar.
— Até que é bonitinho!
Ela abriu a boca para agradecer. Também tinha piercing na língua!
De noite, a mãe quis aconselhar:
— Meu filho, e se sua língua ficar presa?
O rapaz olhou- a como se fosse marciana.
—Tá me tirando, mãe? Outra surpresa:
— Ah, meu filho, a traça roeu sua camiseta, está cheia de furinhos.
— Comprei assim. É lançamento. Viu a etiqueta da grife italiana. Adquirida em dez prestações no cartão!
— Você pagou tanto por uma camiseta furada!
De noite, na solidão do quarto, o pai se contorcia.
— O que vai ser desse rapaz? Prestou vestibular. Para surpresa de todos, passou. Faculdade em uma cidade próxima. Dali a alguns meses, anunciou:
— Arrumei trabalho! Alívio.
— Qual o salário?
— É voluntário. Em uma ONG para proteger os meninos de rua!
O casal fugiu para o cinema. Durante a pizza, o pai vociferava:
— Pode se dar ao luxo de ser voluntário porque tem quem o sustente! No meu tempo eu só pensava em comprar um carro novo!
A mãe refletiu. Anos a fio, trocando de carro. De casa. Seria tão bom não ter esse tipo de preocupação!
O marido insistiu. Era o caso de chamar um terapeuta. Marcaram consulta.
— Para quê? Não preciso de terapia!
—Você precisa conversar, tem de tomar rumo na vida! — explicou o pai.
A custo, foi convencido. Não sem alguma chantagem financeira.
O psicólogo o recebeu em uma sala aconchegante, com poltronas.
— Por que veio aqui? 
— Meu pai mandou. Eu mesmo não tinha a menor vontade.
Péssimo começo.
— Não costumo receber ninguém porque o pai mandou. Estudei com a sua mãe. Estou aqui como amigo. Não considere que é uma consulta.
— Meus pais não me entendem.
— Quem sabe você possa me dizer por quê.
— Eu quero qualidade de vida, sabe? Não passar o tempo todo me matando par a ter coisas. Quem sabe mais tarde vou morar numa praia. . . e trabalhar com alguma coisa de que eu goste. Sei lá, entrei numa ONG.. .
— O terapeuta observou as tatuagens (agora já eram cinco), o brinco ousado, a camiseta torta. Cabelos espetados. Atrás da aparência selvagem, reconhece seu passado. Em sua época, a juventude também fora assim. Com projetos de vida. Teve uma sensação de alegria, porque afinal. ..a juventude continuava sendo. .. a juventude.
— O que você mais quer? — perguntou.
— Dividir a vida com alguém. O mundo anda complicado, tanta doença.... Eu queria ter uma relação fixa. Eu só dela, ela só minha! Sorriu:
— Quem sabe ter um filho, mais tarde. Despediu-se do terapeuta com um abraço. O profissional ligou.
— Qual o problema do meu filho? — quis saber o pai.
— O problema é nosso, que esquecemos como fomos. E, parafraseando a música, nos tornamos como nossos pais.
— Ahn?
Quando o pai desligou, sorria. Tudo era muito diferente, mas, no fundo, igual! Quem disse que os jovens não têm mais sonhos?

Walcyr CARRASCO. Histórias para sala de aula: crônicas do cotidiano. SP: Moderna,2010. p.107 - 110.
No período “Ah, meu filho, a traça roeu sua camiseta, está cheia de furinhos” o termo destacado classifica-se sintaticamente como: 
Alternativas
Q4107736 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).

(__)Na série: "Vê"; "também"; "miúda"; "pânico", temos dois termos oxítonos, um termo paroxítono; um termo proparoxítono.

(__)O verbo da frase: "Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?" - está conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.

(__)No período: "copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro" - temos um verbo no imperativo seguido de objeto direto; um pronome relativo; uma locução verbal, seguida de adjunto adverbial de lugar.

(__)Os adjetivos das expressões: "gente miúda" e "gente grande" se opõem pelo sentido.

(__)Nas expressões: "farejou a angústia daquelas alminhas" e "com um esgar bondoso" temos ideias que subestimam a autonomia do próprio professor.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4107550 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).

(__)Na série: "Vê"; "também"; "miúda"; "pânico", temos dois termos oxítonos, um termo paroxítono; um termo proparoxítono.
(__)O verbo da frase: "Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?" - está conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.
(__)No período: "copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro" - temos um verbo no imperativo seguido de objeto direto; um pronome relativo; uma locução verbal, seguida de adjunto adverbial de lugar.
(__)Os adjetivos das expressões: "gente miúda" e "gente grande" se opõem pelo sentido.
(__)Nas expressões: "farejou a angústia daquelas alminhas" e "com um esgar bondoso" temos ideias que subestimam a autonomia do próprio professor.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4107412 Português
Aula inaugural de uma pequena escola do interior. Os alunos, endomingados, como requeria a ocasião. O professor, grave, de preto, voz cava. Pelo que bem se vê que a aula era de Português. E eis que no final, tão ansiado pela gente miúda como pela gente grande, ele tossiu, mudou de tom e disse:
- Atenção, meninos! Para gravarem melhor a matéria exposta, copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro.
Perpassa pela classe um frio de pânico.
Esquema?! Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?
Mas o professor, que, além de autodidata, era também humano, farejou a angústia daquelas alminhas e esclareceu então, com um esgar bondoso:
- É uma sinopse, meus filhos, apenas uma sinopse...
(QUINTANA, Mário. Poeta e escritor gaúcho, consagrado nacionalmente)

Sobre os componentes linguísticos textuais, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Respostas
1081: B
1082: C
1083: A
1084: D
1085: B
1086: A
1087: D
1088: D
1089: D
1090: B
1091: D
1092: A
1093: A
1094: A
1095: C
1096: D
1097: C
1098: C
1099: A
1100: C