Questões de Concurso Sobre vícios da linguagem em português

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Q2466761 Português
Na frase: ‘Eu ouvi da boca dela a verdade sobre nós dois’, ocorre o seguinte Vício de Linguagem:
Alternativas
Q2228223 Português
Texto 3
A Importância da gestão de pessoas em uma empresa
Pequenas e médias empresas competem com atividades de multinacionais, ideias inovadoras de parceiros do mesmo segmento ou mesmo com a concorrência direta de acordo com o setor. Além disso, é um meio com menos funcionários, geralmente benefícios mais limitados e salários menores, exigindo que as instituições motivem cada vez mais os colaboradores de forma que “vistam a camisa”.
Essa motivação é apenas um detalhe para que os funcionários sigam produzindo, satisfeitos com o lugar e atraiam cada vez mais ideias, projetos e clientes, fazendo com que o desenvolvimento profissional seja equilibrado com o crescimento da empresa. Com esse objetivo, a gestão de pessoas é uma área e necessidade real para as pequenas empresas, prevendo eventuais desafios para os fundadores, sócios e equipes internas.
Para entender melhor como desenvolver a gestão de pessoas é importante notar, fazer com que, todo funcionário novo se sinta desde o início que a empresa apresenta uma oportunidade de crescimento para sua profissão, além de atividades coerentes, equipes produtivas e desafios.
Além disso, é muito bom que o recebimento do novo colaborador seja positivo e que a equipe esteja preparada para explicar os procedimentos, mostrar o dia a dia da empresa e integrar o novo funcionário à rotina do lugar.
Ainda a presença de um ajudante geral que trabalhe em diversos setores de acordo com a empresa, prestando auxílio e controlando materiais e estoque da empresa é de extrema necessidade.Ele pode ter como tarefas a manutenção e limpeza de equipamentos, conferir e controlar entrada e saída de materiais, manter organizado estoque e almoxarifado, auxiliar em linhas de produção, entre outras atividades.
O profissional também é responsável por prestar auxilio a diversas áreas e setores de uma empresa. (Adaptado) www.softwares.com.br . acesso em 15/08/2019

“Essa motivação é apenas um detalhe para que os funcionários sigam produzindo, satisfeitos com o lugar e atraiam cada vez mais ideias, projetos e clientes, fazendo com que o desenvolvimento profissional seja equilibrado com o crescimento da empresa. Com esse objetivo, a gestão de pessoas é uma área e necessidade real para as pequenas empresas, prevendo eventuais desafios para os fundadores, sócios e equipes internas.”(§ 2) 
Identifique a única alternativa correta em relação ao parágrafo em enfoque.
Alternativas
Q2026784 Português

Leia a charge para responder à questão. 




(Chargista Duke. https://www.otempo.com.br)

A fala do segundo mosquito caracteriza-se por conter termos empregados em sentido
Alternativas
Q2012784 Português

O mistério das coisas


O mistério das coisas, onde está ele?

Onde está ele que não aparece

Pelo menos a mostrar-nos que é mistério?

Que sabe o rio e que sabe a árvore

E eu, que não sou mais do que eles, que sei disso?

Sempre que olho para as coisas e penso no que os homens

pensam delas,

Rio como um regato que soa fresco numa pedra.


Porque o único sentido oculto das coisas

É elas não terem sentido oculto nenhum,

É mais estranho do que todas as estranhezas

E do que os sonhos de todos os poetas

E os pensamentos de todos os filósofos,

Que as coisas sejam realmente o que parecem ser

E não haja nada que compreender.

Sim, eis o que os meus sentidos aprenderam sozinhos: —

As coisas não têm significação: têm existência.

As coisas são o único sentido oculto das coisas.

(Fernando Pessoa. O guardador de rebanhos. In: Poemas de Alberto Caeiro) 



Sobre o texto de Fernando Pessoa:


I. Nas três estrofes, a função da linguagem predominante é a referencial.

II. Na primeira estrofe, registra-se a presença da figura Prosopopeia no verso “Que sabe o rio e que sabe a árvore”.

III. Na segunda estrofe, as expressões “todas as estranhezas”, “todos os poetas” e “todos os filósofos” marcam o destaque da figura Hipérbole.

IV. Na terceira estrofe, a repetição da palavra “coisa” configura um empobrecimento da linguagem, ocasionando um pleonasmo vicioso.


Analisadas as assertivas acima, pode-se afirmar que:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: FAEPESUL Órgão: CRC-SC Prova: FAEPESUL - 2019 - CRC-SC - Fiscal |
Q2011678 Português
O mistério das coisas

O mistério das coisas, onde está ele? Onde está ele que não aparece Pelo menos a mostrar-nos que é mistério? Que sabe o rio e que sabe a árvore E eu, que não sou mais do que eles, que sei disso? Sempre que olho para as coisas e penso no que os homens pensam delas, Rio como um regato que soa fresco numa pedra.

Porque o único sentido oculto das coisas É elas não terem sentido oculto nenhum, É mais estranho do que todas as estranhezas E do que os sonhos de todos os poetas E os pensamentos de todos os filósofos, Que as coisas sejam realmente o que parecem ser E não haja nada que compreender.

Sim, eis o que os meus sentidos aprenderam sozinhos: — As coisas não têm significação: têm existência. As coisas são o único sentido oculto das coisas.

(Fernando Pessoa. O guardador de rebanhos. In: Poemas de Alberto Caeiro) 
Sobre o texto de Fernando Pessoa:
I. Nas três estrofes, a função da linguagem predominante é a referencial.
II. Na primeira estrofe, registra-se a presença da figura Prosopopeia no verso “Que sabe o rio e que sabe a árvore”.
III. Na segunda estrofe, as expressões “todas as estranhezas”, “todos os poetas” e “todos os filósofos” marcam o destaque da figura Hipérbole.
IV. Na terceira estrofe, a repetição da palavra “coisa” configura um empobrecimento da linguagem, ocasionando um pleonasmo vicioso.
Analisadas as assertivas acima, pode-se afirmar que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: ESPM Órgão: ESPM Prova: ESPM - 2019 - ESPM - Vestibular 2020/1 - SP |
Q1795596 Português
Imagem associada para resolução da questão

Observando o aviso acima, é possível constatar duas ocorrências linguísticas (uma ligada à transgressão gramatical e outra ligada à semântica). Essas ocorrências são respectivamente de:
Alternativas
Q1747576 Português
Assinale a alternativa em que, reescrita, a frase a seguir teve seu sentido alterado:
    Os pesquisadores do meio ambiente, que trabalham com a certeza da Ciência, já propõem providências para que não aconteça uma catástrofe. 
Alternativas
Q1741258 Português
Leia o texto.

Números

Eu valho muito pouco, sou sincero,
dizia o Um ao Zero,
no entanto, quanto vales tu? Na prática
és tão vazio e inconcludente
quanto na matemática.
Ao passo que eu, se me coloco à frente
de cinco zeros bem iguais a ti,
sabes acaso quanto fico?

Cem mil, meu caro, nem um tico
a menos, nem um tico a mais.

Questão de números. Aliás é aquilo
que sucede com todo ditador
que cresce em importância e valor
quanto mais são os zeros a segui-lo.

Trilussa. In Lições de texto: Platão e Fiorin
Avalie as afirmativas abaixo em relação ao texto.
1. Os números são tomados como pessoas e isso caracteriza um vício de linguagem chamado prosopopeia. 2. Segundo o Um, o Zero é irrefutável. 3. O enunciador do texto usa maliciosamente um dado matemático válido para humilhar seu interlocutor. 4. A última frase do texto, na comparação entre o Um e o Zero, este é tomado como pessoa que não se opõe a quem lhes lidera; ao contrário, só lhes dá mais poder. 5. Se no lugar de “quantos mais são os zeros a segui-lo” fosse escrito “quantos mais são os zeros a lhe seguir”, a frase apresentaria um vício de linguagem chamado “solecismo” que é um desvio de sintaxe; nesse caso, especificamente de regência.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1732467 Português

Leia as sentenças a seguir:


I. Ronaldo deu ao irmão sua bola.

II. Os gestores participaram do encontro íberoamericano.

III. No evento estiveram os professores os mais renomados.

IV. “Eu lhe amo muito”, disse Nestor à noiva.


Cada sentença acima, de acordo com a gramática normativa, contém um vício de linguagem. Assinale a alternativa correta em relação ao tipo de vício:

Alternativas
Q1707070 Português
Ocorre redundância quando, numa frase, repete-se uma ideia já contida num termo anteriormente expresso. Assim, as construções redundantes são aquelas que trazem informações desnecessárias, que nada acrescentam à compreensão das mensagens. No cotidiano, muitas pessoas utilizam tais expressões sem perceber que, na verdade, são inadequadas. Nas alternativas abaixo apenas uma não apresenta redundância. Identifique-a.
Alternativas
Q1650351 Português
Leia o TEXTO 1 para responder à questão.

Estrutura da oração

O estudo da análise sintática é um dos pontos fundamentais na formação de quem se pretende um usuário competente de sua língua. Duas das habilidades principais de pessoa culta repousam nas atividades de ler e de escrever, ações que podem caracterizar não só nossas carreiras profissionais, mas também nossa vida como cidadãos.
Ler ou escrever um texto é muito mais do que apenas compreender ou organizar palavras em frases e parágrafos. É algo que envolve um amplo mecanismo a partir do qual o pensamento e as pretensões comunicativas do autor se apresentam para reflexão e avaliação do leitor. Como se constroem esses textos? Com palavras, sintagmas, termos e orações — elementos que mantêm entre si um relacionamento interno de concordância, de regência, de atribuição.
A análise sintática é a análise das relações. Na estrutura da oração, estudamos as relações que as palavras mantêm entre si na frase. Essas relações são binárias: sujeito & verbo; verbo & complemento; núcleo & adjunto... A tradicional prática de exercícios voltados para o reconhecimento da função sintática de um termo nem sempre garante o real objetivo de sua aplicação. Não se pode dizer qual é a função sintática de um termo se não se encontrar o outro termo com o qual ele se relaciona. Ou seja, não se pode reconhecer que existe um objeto direto sem apresentar a "prova" (o verbo transitivo direto); não se pode afirmar que determinado termo é o agente da passiva sem que seu "parceiro" sintático seja revelado (o verbo na voz passiva). E assim sucessivamente com todos os termos da oração, pois cada um deles só tem a classificação que tem porque possui uma relação com outro termo — e cada uma dessas relações é única, e por isso são dez os termos da oração (onze se contarmos com o vocativo). 
A sintaxe tem duas parceiras especiais. Uma é a semântica, a ciência do significado. Afinal o entendimento de uma frase depende da sua estrutura e das sutilezas que envolvem a construção do sentido. Outra é a estilística (a ciência da expressividade), pois compete ao autor da frase fazer as escolhas sobre como será sua organização, a partir do repertório que a língua oferece.
Entretanto, para o estudo da sintaxe do português, há um pré-requisito. Sintaxe e morfologia são assuntos interligados. Ter um bom conhecimento acerca das classes de palavras é fundamental para entender a estrutura de uma oração e de um período. Lembremo-nos, por exemplo, que estudamos verbos, substantivos, adjetivos e advérbios nos livros e aulas de morfologia — suas flexões, significações, desempenhos — e que, agora, estudaremos o verbo como elemento central da oração; o substantivo como núcleo de um termo; o adjetivo como um elemento periférico ou atributivo de outro; o advérbio como um determinante sobretudo dos verbos. 
Com isso, queremos enfatizar que o conteúdo aprendido nos estudos de morfologia precisa estar sedimentado para o que se coloca diante do estudante de sintaxe. Reiteramos, enfim, a convicção de que é a competência discursiva ou textual que caracteriza o saber expressivo de que fala Eugenio Coseriu.
Um texto deve ter uma adequação gramatical compatível com as pretensões e intuitos de seu autor, que — se assim julgar pertinente — procurará atingir o nível de exigência da linguagem padrão praticada por escrito pela comunidade culta em que se insere.
(HENRIQUES, C. Cezar. Sintaxe: estudos descritivos da frase para o texto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, 2ª reimpressão, p. 15-16.) 
O emprego dos artigos definidos e indefinidos, que na frase só podem exercer a função de adjunto adnominal, também pode ter implicações semânticas, podendo ou não alterar o sentido da frase. Das expressões abaixo, aquela em que por omissão ou repetição do artigo definido pode-se gerar ambiguidade:
Alternativas
Q1285763 Português
As ambiguidades (ou duplo sentido) estão presentes tanto em textos orais quanto em textos escritos. Por vezes, situações inusitadas são criadas em razão da ambiguidade na linguagem. Assinale a alternativa em que não há ambiguidade.
Alternativas
Q1131629 Português

Relacione abaixo os vícios de linguagem a seus exemplos.


Coluna 1 Vícios de Linguagem

1. Hiato

2. Cacofonia

3. Pleonasmo

4. Solecismo

5. Preciosismo


Coluna 2 Exemplos

( ) Haviam muitos concorrentes para poucas vagas.

( ) Creio que devemos encarar de frente este desafio.

( ) Traga a água.

( ) A formosa donzela ama muito sua progenitora.

( ) Eu vi ela na pracinha.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1093831 Português
De acordo com a fala da personagem, as mídias giratórias estão
Alternativas
Q1083424 Português
É empregada uma palavra típica da linguagem coloquial e informal no seguinte trecho:
Alternativas
Q1072809 Português

Relacione as frases abaixo aos seus respectivos vícios de linguagem.


Coluna 1 Frases


1. Eles advinharam que você viria.

2. Fazem dois anos que ela aprendeu a dirigir.

3. Todos foram unânimes quanto ao candidato.

4. Não me preocupei, já que tinha pago a prestação.


Coluna 2 Vícios de linguagem


( ) solecismo.

( ) cacofonia.

( ) cacografia.

( ) pleonasmo.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo

Alternativas
Q1039147 Português
Leia as frases a seguir.
1. Na sala ao lado, alguns trabalhadores ficam à espera de clientes para serem contatados. 2. Afrânio querido, para que destino segues assim tão lesto, circunspecto e assaz atribulado? 3. Atualmente Vicente está bem diferente, pois já não sente tantas dores de dente quanto antigamente. 4. A questão é que o gerente foi apanhado com a mão na botija, apropriando-se indevidamente de uma vultuosa quantia de dinheiro. 5. Dei um rolê na área, ganhei a mina, mas acabei dançando: a mina estava a fim de outra parada.
De cima para baixo, as frases são exemplos dos seguintes vícios de linguagem:
Alternativas
Q980429 Português

Analisando os vícios de linguagem listados abaixo, relacione adequadamente:


I. ambiguidade

II. pleonasmo

III. cacófato

IV. eco

V. solecismo


( ) A boca dela tinha dentes cariados.

( ) Aquele era o pai da moça que estava doente.

( ) Vou te contar uma novidade inédita.

( ) Aqueles rapazes estava sem rumo.

( ) Teve vontade de ir à cidade só por maldade.


Está correta a sequência:

Alternativas
Q976228 Português

Observe a seguinte frase: “Ajudei a colega cansada no final do expediente.” Agora, analise as informações acerca da organização da estrutura da frase:

I. A frase sob o ponto de vista estrutural, não apresenta nenhum problema;

II. Há ambiguidade na frase, pois não deixa claro quem está cansada;

III. Para reorganizar a frase de modo a informar que quem está cansada é a locutora, pode-se reescrever a frase assim “cansada, ajudei a colega no final do expediente”;

IV. Para reorganizar a frase de modo que, quem esteja cansada é a colega, poderia ser reestruturada assim: “Ajudei a colega, que estava cansada, no final do expediente”.


Estão corretas:

Alternativas
Q2792661 Português

TEXTO 03

Na pobreza e na riqueza


No trecho que segue, apela-se para um valor como forma de argumentar: “Ele é pobre e sofreu muito na vida; se ele diz que a situação econômica do país é boa, temos de levar em conta seu ponto de vista”.

Nesse caso, temos o que se chama argumentum ad lazarum (argumento em que se apela para a pobreza). O ponto de vista de alguém deve ser considerado, porque ele é pobre. É o argumento em que a veracidade da tese que se defende está fundada na pobreza de quem anuncia. Isso significa que o valor em que se baseia esse argumento é de que os pobres são mais sábios, mais sensatos e mais virtuosos do que os ricos.

O nome desse raciocínio vem da parábola do pobre Lázaro (Lucas 16: 19-31) que narra a história do mendigo, de nome Lázaro, que coberto de chagas, ficava à porta de um homem rico, querendo matar a fome com as migalhas que caíam de sua mesa. Ambos morreram e o pobre foi levado “ao seio de Abraão”, enquanto o rico padecia muitos tormentos na montanha dos mortos. Este pede a Abraão que permita que Lázaro molhe a ponta de um dedo para refrescar-lhe a língua [...].

FIORIN, José Luiz. Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Ed. Segmento. Abril. / 2015, p. 20.

O título do texto se apresenta sob a forma de

Alternativas
Respostas
321: D
322: D
323: A
324: B
325: B
326: A
327: C
328: E
329: C
330: A
331: B
332: X
333: C
334: C
335: D
336: C
337: E
338: A
339: A
340: C